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TÓXICAS
Duas amigas tentam celebrar 5 anos de amizade e enfrentam todas as problemáticas da vida cotidiana as afastando. Para recuperar aquilo que tanto falta, decidem organizar uma viagem de reconexão que acaba levando ambas por outros caminhos. Tóxicas é uma comédia sobre amor, não aquele romântico que a gente volta no final do dia, mas aquele para o qual a gente retorna sempre.
- Sábado20h
- Domingo19h
PROVA DE VIDA
Uma aposentada de 90 anos tem seu benefício suspenso por não realizar a prova de vida e decide resolver pessoalmente o problema. Do outro lado do balcão está Miguel, um funcionário frustrado, preso a uma rotina burocrática e a uma vida muito diferente daquela que um dia imaginou para si. O encontro entre os dois, inicialmente marcado por impaciência, desconfiança e situações absurdas, aos poucos se transforma em uma conversa inesperada sobre escolhas, autonomia, sonhos e o tempo que ainda temos pela frente. Com humor e afeto, Prova de Vida é uma comédia sobre confiança e sobre a coragem de estar verdadeiramente vivo.
- Sexta20h30
- Sábado20h30
- Domingo17h
CARDÍACO CARDINAL – UM POEMA CÊNICO
A trama percorre, por meio de quadros musicais e poéticos, vivências que vão do nascimento à infância, da descoberta dos desejos ao encontro transformador com a arte. Nesse percurso, também emergem os desafios que atravessam vidas e corpos dissidentes.
- Segunda20h
- Terça20h
GANGA
Essa é uma emergência: abandonem suas casas e sigam em direção ao ponto de encontro. A mineração segue a todo o vapor pelo curso do Rio Paraopeba, até invadir a história de Luzia Medeiros, funcionária de uma mineradora. De Vila Rica no século XVIII a Brumadinho no século XXII, Luzia descobre que “morre-se de febre e de fome sobre as riquezas da terra”.
- Domingo18h
ONDE É QUE VOCÊ VAI, HOLLIS JAY?
Na peça, Hollis Jay é um homem que nunca viveu uma relação afetiva ou sexual. Sensível, introspectivo e profundamente inseguro, ele marca um encontro com Ellie, uma mulher simples e direta. Quando percebe que ela também está interessada, entra em pânico. Entre hesitações, silêncios e tentativas desastradas de aproximação, o encontro vira uma comédia sobre o medo da intimidade e a coragem de se deixar ver.
- Sexta20h
REVOLTE-SE. ELA DISSE. REVOLTE-SE DE NOVO.
REDRDN desafia a linguagem a voltar-se contra si mesma, por meio de uma sequência de ações que desmontam o sexo, o casamento, o trabalho, o corpo, a família para tensionar as forças que moldam a existência das mulheres.
- Terça20h
- Quarta20h
AMÁLIA
A fim de acalmar sentimentos conturbados, Amália faz uma inspeção fisiológica do próprio organismo e, por fim, decide anestesiar o coração, órgão responsável pela pulsão insaciável que a governa. Salva por um primo alguns segundos antes de aplicar a injeção, percebe que a causa de suas buscas intermináveis não é o coração, e sim o olhar desejante que jamais descansa.
- Segunda20h
- Terça20h
NOSSA PALESTINA
A peça procura pensar o que fazer diante da violência e do apagamento. A experiência começa no bar. Diante do público, uma roda de samba inicia a apresentação com uma pergunta que atravessará toda a montagem: “ainda é possível cantar diante do genocídio em Gaza?” Poesia, testemunho, música, documento histórico e imagens de arquivo se contaminam em um espetáculo que recupera histórias e personagens da cultura e da luta política palestinas, discutindo a construção histórica da imagem do árabe e do palestino no cinema e nos meios de comunicação.
- Segunda20h
- Domingo18h
A CHAVE DO LABIRINTO
Nesse percurso, o menino encontra Ariadne, o deus Pã, Sócrates e a Pitonisa. São figuras que pertencem ao imaginário da mitologia, mas que, na peça, aparecem filtradas pela memória de uma criança: o sábio Sócrates ganha a voz de um homem que levava o menino para andar a cavalo; a Pitonisa se aproxima da figura de uma benzedeira conhecida na fazenda. A fantasia nasce, assim, do encontro entre aquilo que o menino conhece e aquilo que imagina.
- Domingo16h30
O CÍRCULO DE GIZ CAUCASIANO
Na montagem, o grupo de teatro Os Confusos ocupa há mais de dez anos um galpão abandonado, transformado em espaço de criação, encontro e resistência. Durante os ensaios de O Círculo de Giz Caucasiano, a chegada de pessoas da comunidade com uma ordem de despejo interrompe o processo e coloca em risco a continuidade daquele espaço coletivo. Diante da ameaça, os limites entre ficção e realidade começam a se desfazer, fazendo com que o grupo e a comunidade reconheçam, na história encenada, conflitos que atravessam suas próprias vidas.
- Terça20h
- Quarta20h
- Quinta20h
CARTAS DA PRISÃO
Cartas da Prisão é uma tentativa de tornar visível aquilo que a sociedade insiste em manter invisível”, fala a dramaturga Nanna de Castro que rompe deliberadamente o limite entre realidade e ficção, transitando entre depoimentos verdadeiros e fictícios, entre o noticiário e o poético. Obras como Mulheres que Amam Demais, de Robin Norwood, e Loucas de Amor, de Gilmar Mendes, são referências importantes. “Dentre as facetas das relações abusivas, sempre me intrigaram as mulheres que se correspondem com criminosos sexuais confessos na prisão. É comum que assassinos recebam centenas de cartas de amor de mulheres que os conhecem apenas pelo noticiário. É como se o abuso fosse não apenas aceito ou perdoado, mas acolhido.
- Quinta21h
- Sexta21h
- Sábado21h
- Domingo18h
DRAMA LATINOAMERICANO
O espetáculo reúne cinco histórias de encontros e desencontros que vibram a intensidade latina. Durante o carnaval, vidas se entrelaçam nesse drama contemporâneo, que une teatro, dança e música ao vivo. "'Drama Latinoamericano' é as histórias que guardamos do carnaval."
- Sábado20h
- Domingo19h
ANTÍGONA: 1964
Antígona: 1964, nasce da pesquisa sobre uma pluralidade de dramaturgias que discorrem sobre o mito de Antígona em contextos históricos diversos. Colocando em diálogo a tragédia de Sófocles, as releituras de Jean Anouilh e Bertolt Brecht e textos autorais de jovens atores escritos a partir da reflexão sobre seu tempo histórico, o espetáculo problematiza: quem decide o que deve ser preservado e o que deve ser esquecido?
- Segunda19h
- Quinta19h
- Sexta19h
- Sábado19h
- Domingo19h
EPIFANIA – UMA FÁBULA MODERNA
Sem demonizar a tecnologia ou transformar suas provocações em discurso moralista, o musical aproxima a fábula das inquietações de uma geração permanentemente conectada. Seus personagens convivem com notificações, distrações, comparação, pressa e a sensação de que alguma coisa mais importante pode estar acontecendo em outro lugar. Ao mesmo tempo, a obra chama atenção para uma contradição cada vez mais presente: sabe-se muito sobre aquilo que acontece do outro lado do mundo e, muitas vezes, quase nada sobre quem está logo ao lado
- Quarta20h
- Quinta20h
MOSTRA DO GRUPO II
O trabalho, suas condições de realização e as relações de poder que atravessam a vida cotidiana são o ponto de partida dos três espetáculos que integram a Mostra do Grupo II no Teatro Arthur Azevedo, em São Paulo. Após as apresentações de “Ofício”, realizadas nos dias 16, 17 e 18 de outubro, o coletivo segue com “Por um trabalho” e “Eu, minhas convicções e um moleque preto com arma na mão”, que abordam questões como precarização profissional, acessibilidade, luto, especulação imobiliária, violência urbana, segurança pública e encarceramento da população negra.
- Sexta21h
- Sábado21h
- Domingo18h
