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ATRAVESSADOS 1990
Espetáculo autobiográfico, documental e multilinguagem escrito e dirigido por Gabriel Viriatto, “Atravessados 1990” estreia nos dias 1º, 8 e 15 de agosto, com sessões às 18h e 20h, no Teatro Hórus, em São Paulo. Criada pelo Vértice — núcleo de criação cênica contemporânea da Tukumã Instituto de Artes, a montagem revisita memórias de uma família periférica paulistana durante a década de 1990 para investigar como violências, afetos, silêncios, desigualdades e formas de resistência permanecem inscritos no corpo e na construção da identidade.
- Sábado18h e 20h
ADORÁVEL DESGRAÇADA
Sentimentos ocultos, lembranças doloridas e contradições. O espectador é convidado a embarcar com Guta em uma jornada de autodescoberta e redenção, quando o passado bate à sua porta porta.
- Terça20h
- Quarta20h
- Quinta20h
- Sábado16h
DESCONEXÃO
“Desconexão” acompanha uma pessoa fragmentada em três, que guia a plateia pelos cômodos de sua mente, tentando encontrar um caminho de volta para a realidade. Ao longo do percurso, ela irá se deparar com lembranças, traumas e novas ideias - e terá que decidir entre continuar a ver as coisas como vê ou transformar seu modo de encarar a vida.
- Sábado19h
UMA SEMANA, NADA MAIS
Na trama, Pablo (Leandro Luna) pede ao seu melhor amigo Martín (Beto Schultz) que vá morar com ele e sua namorada Sofía (Julianne Trevisol). O objetivo é claro: desestabilizar a relação para provocar o fim do namoro. O plano se estende por uma semana – tempo suficiente para expor fragilidades, egoísmos e contradições dos três personagens. A convivência forçada serve de pano de fundo para discutir os limites dos relacionamentos afetivos contemporâneos, por meio do humor. A encenação aposta no riso como meio de provocar reflexão sobre o modo como construímos – e desmontamos – nossas relações interpessoais.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
AS ARMAS MILAGROSAS: SEIS PERSONAGENS À PROCURA DA EXISTÊNCIA
Durante o ensaio de uma comédia de Pirandello, um grupo de funcionários negros do teatro interrompe a cena e reivindica o direito de narrar a própria história. A partir desse gesto, o espetáculo transforma o palco em campo simbólico de disputa entre personagens/personas brancos e negros, visibilidade e apagamento, representação e existência.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
VOLÚVEL
Uma neta migra do norte para a cidade grande atrás de algo que valha mais que ouro. Sua avó, cabocla sabedora de curas, constrói uma vida de forma volúvel em sua migração do Maranhão ao Garimpo da Serra Pelada. No meio do caminho, na encruzilhada, um diário aparece onde as duas escrevem juntas as histórias delas e de muitas outras brasileiras.
- Sexta21h
- Sábado18h30
- Domingo18h30
FESTA NO ARRAIAL, O MUSICAL
Em uma pequena vila nordestina, tomada pela magia das festas juninas, na noite mais brilhante do ano, quando o céu se ilumina para celebrar, nasce uma história de amor guiada pelas forças da natureza encantada. Hérmia e Lisandro são dois jovens apaixonados que sonham em se casar durante a grande noite do arraial. Mas, quando algo inesperado surge em seus caminhos, seus planos tomam rumos imprevisíveis, o amor dos dois é colocado à prova e o destino de todos ao seu redor começa a se transformar. Entre fogueiras acesas, quadrilhas animadas e canções que embalam a festa, a trama ganha novos contornos quando a floresta revela seus mistérios e o mundo dos encantados atravessa o caminho dos personagens. Em meio a encontros e desencontros, cada um será levado a entender o que realmente significa amar. Livremente inspirado em Sonho de uma Noite de Verão, de William Shakespeare, “Festa no Arraial, O Musical” é um espetáculo vibrante, emocionante e divertido, que mistura romance, comédia e fantasia em uma grande celebração da cultura brasileira, para toda a família.
- Sexta20h
- Sábado17h
- Domingo18h
7 GATINHOS
De todas as filhas de Seu Noronha com Dona Aracy, Silene é a mais nova - e também a mais mimada. Ela tem direito a uma boa educação em um colégio interno, pois é a esperança da família de cinco mulheres: pelo menos uma se casará na igreja, virgem, virando o símbolo de salvação moral da família. As outras quatro irmãs, Aurora, Arlete, Débora e Hilda, que ainda não se casaram, se empenham em juntar dinheiro para o enxoval da caçula enquanto enfrentam o temperamento agressivo do pai. Mas a situação muda radicalmente quando Silene é acusada, no colégio, de matar a pauladas uma gata prenha.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo19h
EM NOME DA MÃE
Ao deixar de lado o aspecto religioso e desmistificar a figura de Maria de Nazaré, mãe de Jesus, o espetáculo “Em Nome da Mãe” aborda a jornada íntima de uma jovem, pobre, não casada – e grávida, tendo por isso sofrido os preconceitos de uma sociedade conservadora, patriarcal e machista. A história milenar, escrita por homens na Bíblia, aqui é contada por sua protagonista antes de se tornar a mãe do filho de Deus. Baseada na obra homônima do premiado autor italiano Erri de Luca, a peça foi concebida para o palco por Suzana Nascimento, que também estrela o monólogo, em sua primeira montagem no Brasil.
- Segunda20h
- Terça20h
CLÔ, PRA SEMPRE
Na obra, Clodovil expõe pensamentos e momentos da sua vida, de onde veio as inspirações para suas criações e dos mais de 40 anos de vida pública, mesclando moda, televisão, amigos, família, seu único amor e seu primeiro mandato como deputado federal. Fala detalhes sórdidos da infância e da adolescência e explica o porquê sempre foi uma criança quieta e sem amigos.
- Quarta20h
O MARINHEIRO
Sem a exata noção das horas no arrastar da noite negra, três figuras velam uma morta, seus corpos quase imóveis neste ambiente funesto. No entanto, suas mentes, libertas das amarras do real, vagam por um reino onírico conduzidas pelo fluxo dos diálogos. Da palavra surgem as angústias que as atormentam; conflitos que nascem e se instalam nas mentes e pensamentos das três. Durante a vigília, a segunda irmã narra um sonho sobre um marinheiro perdido em uma ilha deserta, que cria uma vida ilusória para si mesmo, imaginando um mundo inteiro para escapar da solidão e do desespero. Essa metáfora da condição humana reflete sobre o isolamento, a necessidade de criar significados e a fragilidade das percepções. À medida que a noite avança, as reflexões sobre a efemeridade da vida, a natureza dos sonhos e a busca por sentido dominam a conversa.
- Quinta20h
- Sexta20h
