Inf Peças
Público
Gênero
Bairro
Espaço
Dramaturgia
Linguagem
Data
Preço
TICK, TICK…BOOM!
Ambientada em Nova York nos anos 90, a história acompanha Jon, um jovem compositor prestes a completar 30 anos que luta para realizar seu sonho de escrever um grande musical. Enquanto trabalha como garçom e se prepara para apresentar sua obra a uma plateia de especialistas da Broadway, ele enfrenta pressões emocionais vindas de todos os lados: da namorada Susan, que deseja uma vida fora da cidade, e do melhor amigo Michael, que opta por estabilidade em um emprego corporativo. Entre dúvidas e cobranças, Jon se vê diante de uma encruzilhada: vale a pena seguir sonhando?
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado16h e 20h
- Domingo16h e 20h
BOI MATERIAL
BOI MATERIAL se passa em uma feira de exposição, quando um grupo de artistas é contratado para entreter o espetáculo. Durante a Expô, esses artistas se percebem como parte da complexa engrenagem, um jogo de poder cujos movimentos incidem diretamente contra as existências vivas do planeta. Em meio ao leilão de gado, que ironicamente perpassa a iconografia do boi na história da pintura brasileira, o grupo subverte o jogo, ora assumindo o papel dos donos da Terra, ora especulando sobre um levante.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
REPARAR
A diretora, coreógrafa e bailarina Karina Almeida apresenta, nos dias 9 e 10 de julho, o solo Reparar, no Centro da Terra. A obra investiga uma coleção de gestos que emerge de poemas de Ana Martins Marques, Mar Becker e de textos de bell hooks. Um campo imaginário que abraça ruínas, mistério, o amor, a força, um cavalo, a delicadeza, alguém sem rosto, o desaparecimento, um sopro, um pássaro. Neste espetáculo, imagens impulsionam a criação de uma dramaturgia que é pensada junto à materialidade do corpo em movimento. A obra é estruturada por meio de quebras e paradoxos, que revelam uma mulher que transita entre estados de tensão e leveza, agressividade e delicadeza, esquecimento e memória, dor e amor, aprisionamento e liberdade. A dramaturgia investiga a ruptura como motor da experimentação e adentra pelo terreno do feminino e do feminismo, convidando o espectador a imaginar a partir de uma atmosfera que transita entre o mistério, o desejo, o caótico e o sublime.
- Quinta20h
- Sexta20h
REPARAÇÃO
A narrativa acompanha a trajetória de uma jovem violentada por dois colegas de escola que, após engravidar, é obrigada pela família a deixar a cidade para ter o filho longe dos olhares da comunidade. Seis anos depois, ela retorna com a criança para apresentar o filho ao pai. O reencontro faz emergir memórias, silêncios e conflitos que atravessam o tempo, conduzindo a história entre a tragédia e a possibilidade de reconstrução.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h30
EU MATEI SOPHIA LOREN
Inspirada no universo cinematográfico de Quentin Tarantino, a história mergulha o público em uma noite de crime, humor ácido e personagens histriônicos à beira do colapso nervoso em uma trama verborrágica e cruel.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo19h
EM NOME DA MÃE
Ao deixar de lado o aspecto religioso e desmistificar a figura de Maria de Nazaré, mãe de Jesus, o espetáculo “Em Nome da Mãe” aborda a jornada íntima de uma jovem, pobre, não casada – e grávida, tendo por isso sofrido os preconceitos de uma sociedade conservadora, patriarcal e machista. A história milenar, escrita por homens na Bíblia, aqui é contada por sua protagonista antes de se tornar a mãe do filho de Deus. Baseada na obra homônima do premiado autor italiano Erri de Luca, a peça foi concebida para o palco por Suzana Nascimento, que também estrela o monólogo, em sua primeira montagem no Brasil.
- Segunda20h
- Terça20h
SHAKESPEARE EMBRIAGADO – ROMEU & JULIETA
Já imaginou como seriam as clássicas peças de Shakespeare se os atores estivessem bêbados? Esse é o mote do espetáculo Shakespeare Embriagado, que troca o teatro pelo bar para festejar a obra do dramaturgo inglês como você nunca viu. Em cada apresentação os atores bebem um pouco, mas um dos atores bebe um pouco a mais, seja Whisky ou Tequila acompanhado, na primeira dose, por um espectador, para provar a veracidade da bebida. “Uma festa! Hilaridade e muita confusão acontecem quando os atores – alguns sóbrios e outros não – tentam manter o roteiro no trilho”, diz o produtor Henrique Benjamin, responsável pela montagem. Com o álcool, as tragédias de Shakespeare se tornam comédias, brinca Benjamin. A plateia tem poder de decisão em várias cenas, obrigando os atores a improvisarem e manterem o foco. Cada show é diferente do outro, e cada apresentação precisa de um “patrono”, que terá uma experiência premium, um trono real com mordomo, coquetel da casa e tomada de decisões importantíssimas para o desenvolvimento da trama. A plateia também pode ser escolhida como parte da “trupe de atores” ou como o “fantasma do rei”.
- Sexta21h
A SOLIDÃO DO FEIO
Um ator em um estúdio improvisado e uma equipe fazem o exercício ficcional de recriar fragmentos da trajetória da vida e obra do escritor. A peça contém cinco cenas curtas, prólogo e epílogo. Lima Barreto, é contado em primeira pessoa com suas certezas, contradições e seus sonhos de futuro.
- Sexta20h
- Sábado20h
O JULGAMENTO DE SÓCRATES
Em uma Atenas tomada pela tensão entre tradição e pensamento livre, Sócrates — o filósofo que desafiava certezas e incitava a juventude a questionar — é arrastado ao tribunal. Acusado por cidadãos atenienses de corromper os jovens e de profanar os deuses da cidade, ele enfrenta seu destino com ironia sagaz e lógica implacável. Não suplica por clemência, mas defende a vida como um dever sagrado, transformando sua apologia num manifesto sobre liberdade e integridade.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo19h
RUPESTRE
Em cena, os bebês são reconhecidos como pesquisadores natos: cada sessão se constrói no encontro com suas reações, silêncios, movimentos e curiosidades. Sem momentos delimitados de interação, a experiência acontece na escuta e na atenção compartilhadas.
- Sexta11h
- Sábado11h
- Domingo11h
OS COLORIDOS
O espetáculo apresenta personagens inspirados em mitos afrobrasileiros e convida o público a celebrar a diversidade. Duas araras, azul e amarela, disputam a importância de suas cores até a chegada da arara vermelha, que revela a história da arara de muitas cores, mostrando a beleza de serem coloridos.
- Domingo14h
DJAVAN, O MUSICAL: VIDAS PRA CONTAR
A dramaturgia do musical explora a riqueza de estilos presentes na obra do artista – que passeia pelo jazz, samba, ritmos afro-brasileiros e pop –, além de destacar a força de suas letras, que falam de amor, amizade, superação e esperança. Essa conexão emocional, presente em suas canções, será transportada para o palco de forma envolvente, criando uma experiência única para o público.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado16h e 20h
- Domingo18h
QUINTAL DOS SONHOS
A peça acompanha duas mulheres em jornadas paralelas. Laura (Mariana Coggiola), mãe de uma criança autista, tenta conciliar os cuidados com a filha com a retomada da vida profissional. Já Fernanda (Carol Porto), professora de yoga e amiga de Laura, enfrenta sucessivas tentativas de engravidar enquanto convive com a frustração e o silêncio em torno da infertilidade. A amizade entre as duas se transforma em espaço de acolhimento, escuta e resistência.
- Sexta20h30
MEU GAROTO
Com texto e atuação de Hermes Carpes e Rodrigo Brich, a peça acompanha a jornada de Bruno, um homem maduro que se vê envolvido em um relacionamento desafiador com Matheus, um jovem cheio de sonhos e inquietações. Inspirada em histórias reais, "Meu Garoto" revela as nuances das relações afetivas atuais, abordando questões como diferenças geracionais, expectativas sociais e os dilemas emocionais que atravessam a vida contemporânea. "Meu Garoto" aborda temas universais como o amor, o desejo e as ilusões, mas também convida à reflexão sobre questões contemporâneas, como a influência das redes sociais nos relacionamentos e os desafios das diferenças de geração. Além disso, o espetáculo questiona as normas impostas pela sociedade e abre espaço para debates importantes sobre autenticidade, empatia e liberdade emocional.
- Sábado21h
MEU REMÉDIO
Após o sucesso de três apresentações especiais em Juiz de Fora, Minas Gerais, Mouhamed Harfouch leva seu monólogo “Meu Remédio” para o Rio de Janeiro, com estreia marcada para 10 de janeiro de 2025, no Teatro Ipanema. Dirigido por João Fonseca, o espetáculo traz uma narrativa profundamente pessoal e emotiva, onde Harfouch mergulha na sua história de vida, lidando com temas como identidade, pertencimento e aceitação de sua própria história. A peça é uma mistura de comédia e drama, resultado de um processo criativo íntimo que levou o artista a revisitar momentos de sua própria trajetória, especialmente sua relação com seu nome e sua herança cultural.
- Sábado20h
- Domingo19h
