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MENINOS
Dividido em três atos, Meninos investiga e questiona os referenciais nos quais a masculinidade se baseia, como a ideia de que homens não devem demonstrar sentimentos como afeto, medo e insegurança. O sentimento, não expresso em palavras, muitas vezes se manifesta em forma de agressividade, outras vezes pelo silêncio. Desta forma, as relações entre irmãos, tio e sobrinho e entre pai e filho, representadas no espetáculo, refletem os vazios, as ausências e os desejos que permeiam essas relações.
- Quarta18h
- Quinta18h
- Sexta18h
- Sábado18h
VISITA A DOMICÍLIO
Visita a Domicílio é uma sensível comédia dramática sobre um amor entre dois homens que foi interrompido bruscamente durante a adolescência. Por um acaso do destino, 25 anos depois, Gabo(Juan Tellategui) e Fernando (Cícero de Andrade) ganham a chance de acertar as contas com o passado. A história se passa em um apartamento da icônica Avenida Corrientes, no centro deBuenos Aires, capital da Argentina.
- Quarta19h
- Quinta19h
XIRÊ DE RUA
Ao deslocar o xirê para o espaço urbano, Xirê de Rua propõe um diálogo entre tradição e contemporaneidade, reafirmando a consciência coletiva de quilombo como caminho para a liberdade e para a continuidade das culturas afro-brasileiras
- Quarta20h
- Quinta20h
17º FÓRUM NACIONAL DE DANÇA
De 20 a 23 de maio de 2026, no CCSP – Centro Cultural São Paulo, em São Paulo (SP), o Fórum Nacional de Dança realiza sua 17ª edição em um momento decisivo para o setor. Após mais de duas décadas de articulação política e mobilização da sociedade civil, o encontro acontece sob o marco recente da sanção da Lei da Dança pelo presidente da República
- QuartaA partir das 14h
- QuintaA partir das 10h
- SextaA partir das 10h
- SábadoA partir das 10h
VISITA A DOMICÍLIO
O que você faria se reencontrasse seu grande amor?
- Quarta19h
- Quinta19h
O VENENO DO TEATRO
Um ator é convidado pelo excêntrico Marquês para interpretar uma peça teatral de sua autoria (inspirada na morte de Sócrates). Um encontro entre o Marquês (Osmar Prado), um nobre aristocrata egocêntrico que, de forma surpreendente, passa a controlar através de um jogo psicológico o outro personagem, o ator Gabriel de Beaumont (Maurício Machado). Depois de muitas surpresas no decorrer do espetáculo, o Marquês revela-se um psicopata capaz de qualquer coisa para atingir seu objetivo.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
SETE MINUTOS
A comédia acompanha um ator veterano que abandona o palco no meio de uma apresentação de Macbeth, irritado com celulares e distrações da plateia. Nos bastidores, o episódio desencadeia um embate sobre o pacto entre palco e público e os limites dessa convivência. No elenco estão Norival Rizzo, Walter Breda, Fábio Esposito, Ana Andreatta, Conrado Sardinha e Natália Beukers.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
ENQUANTO NÃO DECIDIMOS
Cinco mulheres, um bar e nenhum acordo: Cia das Madás estreia “Enquanto Não Decidimos” no Bar Teatro Basalto Em cena, cinco atrizes com trajetórias consistentes se reúnem em um bar transformado em palco para discutir o próprio fazer artístico. Não há consenso sobre o que apresentar ao público — e […]
- Sexta20h
- Sábado20h
COISAS DO BRASIL
A obra traça um percurso histórico, poético e cultural da formação da nossa sociedade. Criação de Décio Otero e direção teatral de Marika Gidali, “Coisas do Brasil” percorreu todo o território Nacional e vários países da América Latina, não somente em teatros, mas em escolas, hospitais, presídios, ginásios e praças públicas.
- Sexta21h
- Sábado20h
- Domingo18h
QUARTO 2107
QUARTO 2107: A Noite em que o Segredo Bateu à Porta SÃO PAULO – O que deveria ser apenas uma transação comercial entre quatro paredes transforma-se em um embate psicológico visceral. Em “QUARTO 2107: A Noite em que o Segredo Bateu à Porta”, o público é convidado a testemunhar o […]
- Sexta20h
- Sábado23h
- Domingo19h
ERROS FANTÁSTICOS
“Quem eu vou ser quando crescer? O que você faria se soubesse que não conseguiria fracassar? Quantos sonhos descansam mortos dentro de você?” A peça “Erros Fantásticos” acompanha a angústia de uma jovem inteligente e reflexiva, cujas paixões, ambições e desejos foram pulverizados pelos “conselhos” do sistema. Aos 25 anos, Eva é uma mulher subjugada pelo mercado de trabalho que a reduz a um instrumento produtivo, lutando contra um futuro do qual não consegue escapar, por se ver rendida às vulnerabilidades financeiras, às pressões familiares e aos temores do fracasso. Atordoada pelo arrependimento em suas escolhas e desiludida com o futuro da humanidade, a contemporânea heroína nos transporta para fragmentos de suas memórias, em uma tentativa de desmontar o seu cativeiro mental e compreender a inquietude por trás de suas dúvidas. À beira do abismo, a protagonista contempla a dicotomia de uma nova decisão: a própria destruição ou a sua reinvenção como sujeito.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
BREVIÁRIO: ADIO, KERIDA
Isabel, uma cristã-nova (descendente de judeus convertidos à força ao catolicismo) nascida em Pernambuco, encontra-se presa nas masmorras da Inquisição em Lisboa, no século XVII. Sozinha, ela revisita suas memórias em busca de entender o motivo de sua condenação. Em um sistema onde não há absolvição, a personagem confronta a única culpa possível: a de existir.
- Sábado20h
MEU PAI, HAMLET
Unindo elementos autobiográficos, música clássica e skate, a encenação de "Meu Pai, Hamlet” coloca no centro do palco um pai e sua filha para experimentarem o lugar um do outro através da arte. Na dinâmica, o percussionista sinfônico Marco Monteiro — que também é skatista — encara os dilemas do clássico de Shakespeare, enquanto a atriz e dramaturga Julia Pedreira tenta dominar a complexidade rítmica de Stravinsky.
- Sábado17h
- Domingo17h
JARARACA[S]
O espetáculo investiga os últimos dias de vida de Jararaca, cangaceiro morto pela polícia e hoje reverenciado como santo popular em Mossoró/RN, tensionando as fronteiras entre memória, mito e apagamento histórico. A obra propõe um olhar crítico sobre as violências de Estado que atravessam passado e presente, refletindo sobre quem tem o direito de narrar a história. Ao confrontar o público, lança perguntas inquietantes: Quais vidas são marcadas para morrer? E que outras versões ainda seguem soterradas pelo silêncio?
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
QUANDO EU ERA MULHER
No palco, a atriz transita entre diferentes “Marianas”, construídas a partir dessas vivências compartilhadas, em uma encenação que combina linguagem do absurdo e estética minimalista. A proposta é deslocar o olhar do público, expondo mecanismos sutis de desvalorização e controle que atravessam o cotidiano feminino.
- Quinta20h
