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Dramaturgia
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NO LIMIAR DO HORIZONTE
O enredo se desenvolve por meio de diálogos profundos em cinco movimentos, onde os sonhos e desejos de mulheres de épocas distintas se cruzam, revelando questões que perduram até hoje na sociedade.
- Domingo16h
sEUss
A montagem propõe a tradução da narrativa literária para a linguagem da cênica. O espetáculo acompanha a ideia de percurso presente no livro e aborda escolhas, deslocamentos e encontros que surgem ao longo da trajetória de um indivíduo. A criação utiliza elementos coreográficos para construir uma narrativa inspirada na jornada descrita na obra literária.
- Domingo12h
ROMEU E ROMEU
A história inspirada no clássico “Romeu e Julieta”, de William Shakespeare, mantém o amor como temática principal. “Romeu e Romeu”, destaca no palco com leveza e com bastante humor, as dificuldades do cotidiano do casal Romeu (Guilherme Chelucci) e Zinho (Pedro Pilar), os ciúmes, os dilemas domésticos e, certamente, o preconceito. A proposta é que o público reviva essa história tão conhecida e mostrar que tudo poderia ser alterado, com um final diferente onde o preconceito não venceria o amor é só uma atitude verdadeira poderia trazer a tão esperada felicidade.
- Terça20h
- Quarta20h
O CÉU DA LÍNGUA
Quem tem medo de poesia? Gregorio Duvivier não faz parte deste grupo e usa seu discurso sedutor para mostrar que esse assunto pode ser prazeroso e divertido no solo O Céu da Língua. Essa comédia poética estreou em Lisboa no contexto das comemorações ao aniversário de 500 anos de Luis de Camões e roubou a cena por lá. Gregorio Duvivier, que não estreava uma peça nova há cinco anos, fez essa peça para homenagear sua língua-mãe.
- Quarta19h e 21h30
- Quinta19h e 21h30
- Sexta19h e 21h30
- Sábado19h e 21h30
- Domingo16h e 18h30
NÃO ME ENTREGO, NÃO!
Neste monólogo, Othon Bastos, com 91 anos de idade e mais de 70 anos de carreira, percorre histórias divertidas e dramáticas de sua vida pessoal e profissional. Com uma atuação artística marcada por papéis no cinema e no teatro, ele parte dessas memórias para criar um mural sobre o trabalho, o amor, o teatro, o cinema e a política. Citando e trazendo referências a grandes autores da dramaturgia, o espetáculo se estabelece como uma reflexão sobre a vida e a resiliência, uma ode ao enfrentamento dos obstáculos que se apresentam na existência humana.
- Sexta17h
- Sábado17h
- Domingo17h
CABARÉ PROFANO
Cabaré Profano celebra o direito de existir, de viver com intensidade, liberdade e verdade, transformando o palco em um espaço de resistência e reflexão, onde cada pecado e desejo se torna oportunidade de autoconhecimento. É uma celebração da existência em um mundo que, muitas vezes, ainda empurra essas histórias para os porões da alma.
- Sexta20h30
CLEMENTE
Uma mulher cearense, nascida na Roça Velha, região do Cariri, dança em um palco reflexivo, como se o tempo fosse um buraco sem fim, cavando um movimento entre gerações que se entrelaçam sem sequencialidade, insistente na força do presente. Um inventário de gestos guia a proposta de Clemente, como uma expedição que ativa camadas do luto ao mesmo tempo que articula a força da vida, modificando as oposições recorrentes entre a vida e a morte, num desenho que as indefine. Uma peça que olha adiante no agora. Há, ainda, três movimentos: ESPERAR, PLANTAR, TRANSFORMAR.
- Quinta20h30
- Sexta20h30
- Sábado20h30
- Domingo18h
BARTOLOMEU: QUE SERÁ QUE NELE DEU? 2.0
Livremente inspirada em "Bartleby, o Escriturário de Wall Street, de Herman Melville, a peça Bartolomeu: Que Será Que Nele Deu? 2.0, com texto e direção de Claudia Schapira, desenvolve — por meio de uma sequência de cenas episódicas —, a trajetória de Bartolomeu, um copista que, ao preferir não fazer”, para a engrenagem de trabalho na qual está inserido, e vai se tornando cada vez mais recluso, passando a despertar um misto de repulsa e admiração. Sua recusa inabalável eleva a narrativa ao absurdo extremo para refletir sobre a lógica desumana do desempenho constante, sintoma latente da sociedade contemporânea.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo19h
NÃO NEM NADA
Não nem nada é o que está dado: 4 atuantes convidam o público a perceber o absurdo do cotidiano num mosaico de cenas da nossa contemporaneidade distópica - a fragmentação dos sujeitos e das relações, a comunicação interrompida, o excesso e a velocidade das informações e a alienação do próprio ser são alguns disparadores da peça plano-sequencia que, em tempos de crise do indivíduo, ousa conquistar o público durante 12 episódios - não pela tragédia que propõe enquanto tema, mas pela potência da forma com que o faz: em coletivo.
- Sexta18h
- Sábado18h
- Domingo17h
A ESPERANÇA NA CAIXA DE CHICLETES PING PONG
Embalada por 45 músicas de Zeca Baleiro, Clarice vai desfiando memórias, sentimentos e perguntas sobre o Brasil, a vida, o sucesso e o amor. Desejos e reflexões se encadeiam de forma lúdica, através de versos, para exaltar a brasilidade.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
RITA LEE – UMA AUTOBIOGRAFIA MUSICAL
Diferentemente do projeto anterior, dessa vez, Mel conta a história de Rita com base no livro da cantora, lançado em 2016 e um dos maiores sucessos editoriais do Brasil. O livro narra os altos e baixos da carreira de Rita com uma honestidade escancarada, a ponto de ter sido apontado como “ensinamento à classe artística” pelo jornal O Estado de São Paulo. A ideia do novo musical surgiu quando Mel gravou a versão em audiolivro, como Rita, em 2022. O texto de Rita, numa narrativa envolvente e perfeita para um musical biográfico, conta do primeiro disco voador avistado por ela ao último porre. Sem se poupar, ela fala da infância e dos primeiros passos na vida artística; de Mutantes e de Tutti-Frutti; de sua prisão em 1976, na ditadura; do encontro de almas com Roberto de Carvalho; das músicas e dos discos clássicos; do ativismo pelos direitos dos animais; dos tropeços e das glórias.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo17h
DIBUK – O MUSICAL
O “Romeu e Julieta” do teatro ídiche ganha agora uma versão para o teatro musical. Nesta nova montagem do clássico do início do século XX, o amor “proibido” entre dois jovens é retratado por meio da fusão entre drama, música, dança e circo, atravessando o universo mágico e instigante da cabala e de seus mistérios.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo16h
FINLÂNDIA
Finlândia nos conduz ao interior de um quarto de hotel em Helsinque, onde Paula e Jiddu, um casal em processo de separação, tentam estabelecer um último e necessário diálogo. O que começa como uma conversa íntima rapidamente se transforma em um embate profundo sobre amor, poder, cuidado e pertencimento. A partir desse encontro carregado de tensão e afeto, a peça revela as complexidades emocionais de um casal em crise diante das transformações estruturais das relações contemporâneas.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h30
SE AS COMIDAS DOS FOLHETOS FOSSEM COMESTÍVEIS
Dois jovens, irmãos negros e gêmeos não idênticos, encontram-se trancados em uma cozinha desativada. Entre talheres, panelas e restos de folhetos de supermercados, expõem suas feridas, desejos e a violência cínica e silenciosa das “pessoas de bem”. Enquanto a fome aperta, questionam: corpos como o deles têm direito de existir para além da sobrevivência?
- Sexta20h
TIP (ANTES QUE ME QUEIMEM EU MESMA ME ATIRO NO FOGO)
TIP – gorjeta, em inglês - compõe o nome escolhido para o corajoso relato de autoficção da atriz Milla Fernandez que, com direção de Rodrigo Portella e direção musical de Federico Puppi, leva à cena uma experiência vivida durante a pandemia de 2020/21. As necessidades batiam à porta e os horizontes eram inexistentes. Então, com apoio do marido e dos pais, Milla buscou no sexo virtual a garantia de uma fonte de renda imediata. Sem nenhum conhecimento prévio daquele universo, e sem ideia do que encontraria, mergulhou no mundo do entretenimento adulto, satisfazendo como camgirl desejos de clientes anônimos em troca de gorjetas (TIPs, em inglês).
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo17h
