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A SOLIDÃO DO FEIO
Um ator em um estúdio improvisado e uma equipe fazem o exercício ficcional de recriar fragmentos da trajetória da vida e obra do escritor. A peça contém cinco cenas curtas, prólogo e epílogo. Lima Barreto, é contado em primeira pessoa com suas certezas, contradições e seus sonhos de futuro.
- Sexta19h
- Sábado17h30
NÃO ME ENTREGO, NÃO!
Neste monólogo, Othon Bastos, com 91 anos de idade e mais de 70 anos de carreira, percorre histórias divertidas e dramáticas de sua vida pessoal e profissional. Com uma atuação artística marcada por papéis no cinema e no teatro, ele parte dessas memórias para criar um mural sobre o trabalho, o amor, o teatro, o cinema e a política. Citando e trazendo referências a grandes autores da dramaturgia, o espetáculo se estabelece como uma reflexão sobre a vida e a resiliência, uma ode ao enfrentamento dos obstáculos que se apresentam na existência humana.
- Sexta17h
- Sábado17h
- Domingo17h
CABARÉ PROFANO
Cabaré Profano celebra o direito de existir, de viver com intensidade, liberdade e verdade, transformando o palco em um espaço de resistência e reflexão, onde cada pecado e desejo se torna oportunidade de autoconhecimento. É uma celebração da existência em um mundo que, muitas vezes, ainda empurra essas histórias para os porões da alma.
- Sexta20h30
CLEMENTE
Uma mulher cearense, nascida na Roça Velha, região do Cariri, dança em um palco reflexivo, como se o tempo fosse um buraco sem fim, cavando um movimento entre gerações que se entrelaçam sem sequencialidade, insistente na força do presente. Um inventário de gestos guia a proposta de Clemente, como uma expedição que ativa camadas do luto ao mesmo tempo que articula a força da vida, modificando as oposições recorrentes entre a vida e a morte, num desenho que as indefine. Uma peça que olha adiante no agora. Há, ainda, três movimentos: ESPERAR, PLANTAR, TRANSFORMAR.
- Quinta20h30
- Sexta20h30
- Sábado20h30
- Domingo18h
COMUNHÃO + NADA É SUFICIENTE
A encenação de Nada é Suficiente e Comunhão é o resultado de uma interlocução artística entre Pedro Brício e Susana Ribeiro, que buscam uma unidade estética mesmo diante de obras com temperaturas opostas.
- Sexta20h
CAIXA 2
Em “Caixa 2”, um banqueiro aparentemente respeitável se vê no centro de um escândalo de dinheiro não declarado. A partir daí, a trama mergulha em uma sucessão de acobertamentos, alianças improváveis e situações absurdas. Com humor afiado e crítica mordaz, a comédia de Juca de Oliveira expõe as engrenagens da corrupção e as contradições do poder no Brasil.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo17h
BARTOLOMEU: QUE SERÁ QUE NELE DEU? 2.0
Livremente inspirada em "Bartleby, o Escriturário de Wall Street, de Herman Melville, a peça Bartolomeu: Que Será Que Nele Deu? 2.0, com texto e direção de Claudia Schapira, desenvolve — por meio de uma sequência de cenas episódicas —, a trajetória de Bartolomeu, um copista que, ao preferir não fazer”, para a engrenagem de trabalho na qual está inserido, e vai se tornando cada vez mais recluso, passando a despertar um misto de repulsa e admiração. Sua recusa inabalável eleva a narrativa ao absurdo extremo para refletir sobre a lógica desumana do desempenho constante, sintoma latente da sociedade contemporânea.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo19h
NÃO NEM NADA
Não nem nada é o que está dado: 4 atuantes convidam o público a perceber o absurdo do cotidiano num mosaico de cenas da nossa contemporaneidade distópica - a fragmentação dos sujeitos e das relações, a comunicação interrompida, o excesso e a velocidade das informações e a alienação do próprio ser são alguns disparadores da peça plano-sequencia que, em tempos de crise do indivíduo, ousa conquistar o público durante 12 episódios - não pela tragédia que propõe enquanto tema, mas pela potência da forma com que o faz: em coletivo.
- Sexta18h
- Sábado18h
- Domingo17h
ESCOLA DE MULHERES
A peça, que foi um sucesso estrondoso na sua estreia em Paris, e gerou infindáveis discussões sobre a polêmica comportamental que trazia, é exemplarmente clássica, com unidade de tempo – tudo se passa em 24hs – espaço e ação e a encenação busca mesclar sugestões do século XVII com traços contemporâneos. Tudo se passa numa praça e, ao fundo, um painel com o sol nos remete a Luís XIV, patrono das artes e da trupe de Molière. Por conta da polêmica que seu texto gerou, Molière escreveu logo, depois da estreia, uma outra peça para responder a seus detratores, A Crítica à Escola de Mulheres.
- Sábado20h30
A ESPERANÇA NA CAIXA DE CHICLETES PING PONG
Embalada por 45 músicas de Zeca Baleiro, Clarice vai desfiando memórias, sentimentos e perguntas sobre o Brasil, a vida, o sucesso e o amor. Desejos e reflexões se encadeiam de forma lúdica, através de versos, para exaltar a brasilidade.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
RITA LEE – UMA AUTOBIOGRAFIA MUSICAL
Diferentemente do projeto anterior, dessa vez, Mel conta a história de Rita com base no livro da cantora, lançado em 2016 e um dos maiores sucessos editoriais do Brasil. O livro narra os altos e baixos da carreira de Rita com uma honestidade escancarada, a ponto de ter sido apontado como “ensinamento à classe artística” pelo jornal O Estado de São Paulo. A ideia do novo musical surgiu quando Mel gravou a versão em audiolivro, como Rita, em 2022. O texto de Rita, numa narrativa envolvente e perfeita para um musical biográfico, conta do primeiro disco voador avistado por ela ao último porre. Sem se poupar, ela fala da infância e dos primeiros passos na vida artística; de Mutantes e de Tutti-Frutti; de sua prisão em 1976, na ditadura; do encontro de almas com Roberto de Carvalho; das músicas e dos discos clássicos; do ativismo pelos direitos dos animais; dos tropeços e das glórias.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo17h
JOÃO E MARIA, UMA AVENTURA DIFERENTE
João e Maria, uma Aventura Diferente é um convite a ações de proteção e luta pelo equilíbrio ecológico, mas acaba sendo um grande divertimento para todas as idades. Inspirado na clássica história dos irmãos Grimm, o espetáculo traz João e Maria para uma realidade atual, a preservação da natureza e seus benefícios. Ambientado no cenário regional brasileiro, a história lembra a importância do verde para o equilíbrio climático, assim preparando uma nova geração mais responsável para cuidar melhor do nosso planeta. Dois irmãos adolescentes, nascidos e criados em São Paulo, vão passar as férias na casa de familiares em Mato Grosso. Lá, ouvem as histórias do seu tio e intrigados com a mata escura. Os dois partem para uma grande aventura e acabam descobrindo a fauna, a flora e a urgência da preservação.
- Sábado16h
- Domingo16h
APENAS UMA NOVELA BRASILEIRA MEXICANA
APENAS UMA NOVELA BRASILEIRA MEXICANA é uma comédia raiz que mostra a produção e os bastidores de uma novela da forma mais caricata, com todo seus clichês: vilãs, mocinhas, galãs, as irmãs gêmeas, casamento interrompido e até o teste do sofá... e o famoso: Quem matou?
- Sábado20h
- Domingo18h
OPERILDA CAI NO CHORO
Operilda é uma jovem feiticeira de 225 anos, apaixonada por música brasileira, que precisa deixar o celular de lado e usar somente sua memória e imaginação para contar uma história sobre o surgimento do choro, estilo musical que nasceu no Rio de Janeiro no final do século XIX. Com humor e criatividade, Operilda, sua amiga Vassorilda e o grupo musical Chorildos passeiam pelo Brasil colonial até chegar aos dias atuais, traçando um paralelo entre o desenvolvimento da cidade do Rio de Janeiro e do chorinho. Nascido da mistura de ritmos europeus e africanos, o choro foi criado e popularizado por músicos geniais que entram nessa história junto com Operilda.
- Terça16h
DIBUK – O MUSICAL
O “Romeu e Julieta” do teatro ídiche ganha agora uma versão para o teatro musical. Nesta nova montagem do clássico do início do século XX, o amor “proibido” entre dois jovens é retratado por meio da fusão entre drama, música, dança e circo, atravessando o universo mágico e instigante da cabala e de seus mistérios.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo16h
