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NÃO APRENDI DIZER ADEUS
Leila Simplesmente Leila está entre a vida e a morte. Ao tentar fugir do que a espera, ela acaba trazendo uma convidada inesperada para a noite. De maneira atrapalhada e divertida, Leila tenta de mil formas escapar do inevitável. Ao lidar com seu apego, convida o público a fazer o mesmo e, como num ritual, tentarão juntos aprender a dizer “adeus”.
- Sexta20h
- Sábado20h
QUERIDA MAMÃE
Em “Querida Mamãe”, Ruth (Nívea Maria) e Helô (Regiane Alves) se veem diante de um reencontro atravessado por memórias, mágoas e afeto. Entre conflitos do presente e marcas deixadas pelo passado, mãe e filha expõem suas diferenças, fragilidades e tentativas de reconexão, em uma história sensível e profunda sobre os laços familiares, os silêncios que afastam e o amor que insiste em permanecer.
- Sexta21h30
- Sábado19h
- Domingo17h
ABDIAS DO NASCIMENTO
Em um pequeno palco, as cortinas ainda fechadas, é o primeiro dia de ensaio de uma peça que pretende não apenas revisitar a história de um dos maiores ícones da luta pela igualdade racial no Brasil, mas também evocar as emoções, os desafios e as vivências de dois homens negros que, ali, representam a memória viva de uma luta. Esse é o ponto de partida do espetáculo “Abdias do Nascimento”.
- Sexta21h
- Sábado20h
- Domingo18h
É MELHOR SER ALEGRE DO QUE SER TRISTE
O espetáculo é um mergulho na vasta trajetória de Vinicius de Moraes, carinhosamente apelidado de “Poetinha”. Concebido como um musical-tributo, a montagem explora a essência do homem que viveu com paixão absoluta, sorvendo a vida até a última gota e transformando suas amizades em parcerias musicais imortais. A espinha dorsal do espetáculo é sustentada pelas composições musicais de grandes poetas brasileiros, seguindo a pesquisa artística iniciada com o premiado projeto “Palavra de Mulher”.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
PIAF – EU NÃO ME ARREPENDO
A trajetória de Édith Piaf (1915-1963) é marcada por imenso sucesso, mas também por muitas perdas, tropeços, recomeços, desafios e superações. Uma das maiores vozes do século XX, a cantora francesa eternizou sucessos e transformou em canto e potência criativa toda a sua acidentada biografia. Com a estreia de ‘PIAF – Eu não me arrependo’, sua história vai ressurgir nos palcos em um espetáculo inédito, com dramaturgia de Newton Moreno e Alessandro Toller, direção de Sergio Módena, Laila Garin no papel-título em mais uma superprodução da Aventura.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado16h e 20h
- Domingo15h
TEMPORALMENTE VIVOS
Temporalmente Vivos é uma colagem de cenas independentes, tecidas delicadamente com ironia e humor, que transitam entre as linguagens do teatro e da dança. A peça faz do realismo mágico latino-americano um barco para navegar pelos dois grandes mistérios que têm movido a criação poética de todos os tempos: a vida e a morte, temas universais por excelência.
- Quinta20h30
- Sexta20h30
- Sábado20h30
- Domingo18h30
MANHÊ!
MANHÊ! conduz a plateia para uma incursão ao maravilhoso, misterioso, paradoxal e assustador mundo da “maternagem” – esse termo cunhado com precisão para deixar, na maioria das vezes, exclusivamente a cargo da mãe os cuidados e as responsabilidade sobre a criança.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo19h
DETENTOS
A história se passa numa cela, onde cinco presos confinados disputam o poder e articulam uma fuga durante uma rebelião anunciada. Porém, tudo muda quando um jovem de classe média, preso por homicídio, é jogado no mesmo espaço, transformando o ambiente.
- Sábado22h
- Domingo17h
SIDARTA
Nesta história, acompanhamos Sidarta, inteligente filho de Brâmane, a deixar a casa dos pais. Seguido por seu melhor amigo, Govinda, ambos aderem aos samanas, vertente espiritual que busca a iluminação através da mortificação do corpo. Em seguida, desconfiado e desiludido com as doutrinas, Sidarta conhece o próprio Buda e dele também se afasta, determinado a encontrar seu próprio caminho ou a morte. Estabelece relação com uma cortesã da cidade, torna-se comerciante, embrenha-se no vício e no materialismo, para novamente deixar tudo para trás e retornar à simplicidade, junto a um barqueiro que se revela um mestre e amigo. Continuamente, encontramos ao longo do texto dramaturgias de aprisionamento e libertação, que descortinam suas ilusões e aprofundam sua subjetividade.
- Segunda20h
- Sexta20h
- Sábado17h
- Domingo17h
A ÚLTIMA COVA
Munido de sua pá, a ‘potiguar’, Djalma é um coveiro nordestino que veio trabalhar em São Paulo para procurar sua mãe. Nunca aceitou que a mãe o tivesse deixado para se aventurar pelo mundo, atento às ‘injustezas’ que sofrem muitos de seus clientes. Djalma burla a estrutura para cumprir com os pedidos e situações mais esdrúxulas de vários sepultamentos que participou. Até que desrespeita uma nova ordem e terá que sofrer as consequências deste ato, o que o faz cavar sua última cova. Nesta noite, ele dividirá conosco sua história e sua narrativa embaralhando a busca pela mãe e os mistérios em torno desta última cova.
- Segunda20h
- Sábado20h
- Domingo18h
ANTES QUE SEJA TARDE
Livremente adaptado, o monólogo acompanha uma mulher que revisita episódios da infância e da vida adulta, dando voz a personagens, lembranças e situações que atravessam diferentes fases da existência. Entre humor, emoção e poesia, a narrativa constrói um retrato sensível das relações familiares e do modo como o tempo transforma a nossa percepção do mundo.
- Sábado20h30
- Domingo20h30
NÓS, URSOS
Dois homens, casados, pais de família e aparentemente bem resolvidos, se encontram por acaso em um banheiro de shopping. O que começa como um instante banal rapidamente revela outra camada: ambos passaram anos sustentando versões organizadas de si mesmos, enquanto adiavam perguntas que já não podiam mais ignorar. Entre humor, tensão, memória e desejo, “Nós, Ursos” acompanha o impacto desse encontro sobre suas vidas. A peça percorre temas como pertencimento, envelhecimento, culpa, masculinidade e a dificuldade de continuar vivendo pela metade. Com encenação intimista e poucos elementos cênicos, o espetáculo aposta na proximidade entre atores e público para construir uma experiência emocional direta, sem respostas fáceis, sobre coragem, afeto e escolha.
- Sábado20h
- Domingo20h
DESCONEXÃO
“Desconexão” acompanha uma pessoa fragmentada em três, que guia a plateia pelos cômodos de sua mente, tentando encontrar um caminho de volta para a realidade. Ao longo do percurso, ela irá se deparar com lembranças, traumas e novas ideias - e terá que decidir entre continuar a ver as coisas como vê ou transformar seu modo de encarar a vida.
- Sábado19h
OUTRA REVOLUÇÃO DOS BICHOS
Um grupo de animais de uma fazenda rebela-se contra a exploração sofrida pelo dono da propriedade e toma o poder para estabelecer uma estrutura igualitária. No entanto, o sonho da democracia é colocado à prova quando os porcos assumem a liderança, revelando os perigos do totalitarismo e da corrupção do poder. Através do porco Napoleão, a história narra a escalada autoritária em uma fábula distópica essencial para os dias atuais.
- Quinta20h
- Sexta20h
PLUFT, O FANTASMINHA
O enredo gira em torno do rapto da menina Maribel pelo malvado pirata Perna-de-Pau, que a esconde no sótão de uma velha casa abandonada para forçá-la a revelar a localização de um tesouro escondido. É neste local que vive Pluft com sua mãe — famosa por seus pastéis de vento — e seu Tio Gerúndio, que passa o dia dormindo em um baú. Ao encontrar Maribel, o fantasminha precisará superar o seu pavor de pessoas para ajudá-la a fugir.
- Quinta
- Sexta
- Sábado
- Domingo
