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MEU FILHO É UM MUSICAL
A narrativa acompanha Paulo Gustavo desde a infância em Niterói, quando já divertia a família imitando a mãe e as tias, até sua consagração como um dos maiores nomes do entretenimento brasileiro. O espetáculo percorre seus primeiros passos no teatro, a criação de personagens que marcaram gerações, o reconhecimento nacional e momentos históricos da carreira, como o recorde de público de Minha Mãe é Uma Peça 3, maior bilheteria da história do cinema brasileiro. Com canções originais e músicas que fizeram parte de sua trajetória, a montagem concretiza um desejo manifestado pelo próprio artista em vida: transformar sua história em um grande musical brasileiro
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado15h e 20h
- Domingo14h30 e 19h30
LAVAGEM
Em “Lavagem”, mais recente obra da coreógrafa brasileira Alice Ripoll e Cia. REC, a realidade e a fantasia se misturam em um delírio, como num sonho apocalíptico. Com a ajuda de baldes, água e sabão a performance investiga imagens ambivalentes a partir do ato de lavar, com desdobramentos cênicos e históricos observados criticamente. Os elementos usados se desdobram em múltiplas imagens poéticas de êxodos, travessias, rituais, renascimento e resistência.
- Quinta19h
- Sexta19h
- Sábado19h
- Domingo17h
A IMPOSSÍVEL VERSÃO MODERNA DA PAIXÃO
Em cena, uma influenciadora digital constrói, ao vivo e para seus seguidores, a defesa da aniquilação do outro: a ideia de que certos “elementos perigosos” precisam ser eliminados para o bem da ordem. Vídeos, comentários e um discurso que sorrateiramente evolui do humor para a doutrina. Mas, para sustentar esse argumento até o fim, ela é obrigada a convocar seu contraponto mais radical: Jesus, reencenando, diante de Pilatos, o julgamento que a história evoca há dois mil anos: insurreição, blasfêmia e a verdade versus as conveniências das razões de Estado.
- Terça20h
- Quarta20h
E SE FOSSE UMA BOMBA?
E se fosse uma bomba? narra a história de uma das pioneiras da aviação brasileira, Anésia Pinheiro Machado, que lá em 1920 decidiu explorar as alturas. A peça conta com ludicidade e magia as aventuras de uma jovem que, enfrentando as amarras de seu tempo, tornou-se aviadora, e, em meio a guerras e revoluções, fez questão de defender o uso pacífico dessa invenção humana.
- Domingo12h
HÁ TESTÍCULOS NO MEU ÚTERO
Estruturado em oito quadros temáticos — que percorrem desde a gestação até questões como educação de gênero, violência psicológica e heranças familiares — o espetáculo combina pesquisa documental, improvisações e cenas autoficcionais para construir uma narrativa que transita entre o íntimo e o coletivo. Ao reunir relatos, memórias e elaboração cênica, a montagem convida o público a refletir sobre como determinadas formas de masculinidade são produzidas, reproduzidas e, sobretudo, como podem ser transformadas.
- Sábado20h
- Domingo18h
UMA JAULA PARA MULHER BICHO
UMA JAULA PARA MULHER BICHO se passa em um parque de diversões aparentemente abandonado, cuja principal atração promete transformar uma bela mulher em um gorila. O espelho responsável pela ilusão, porém, está sujo, o truque é revelado antes mesmo de acontecer e o público enxerga toda a sua engrenagem. Entre o humor, o absurdo e o desconforto, uma mulher que sempre desejou falar descobre que desconhece o som da criatura em que se tornou. Mais uma vez, permanece em silêncio.
- Sábado21h
- Domingo18h
HELENAS
O espetáculo "Helenas" aborda a vida das mulheres a partir do Malleus Maleficarum – O Martelo das Feiticeiras, de Heinrich Kraemer e James Sprenger, publicado em 1486 e considerado a bíblia da Inquisição. O tratado, utilizado como manual para identificar, capturar, obter confissões sob tortura e exterminar pessoas acusadas de heresia — em sua maioria mulheres consideradas bruxas — serve como ponto de partida para uma reflexão sobre a violência histórica e contemporânea contra as mulheres.
- Quinta20h30
O SANTO INQUÉRITO
Sessenta anos depois de sua criação, O Santo Inquérito, de Dias Gomes, estreia em nova montagem da Escola de Arte Dramática (EAD-ECA-USP), com direção de Abilio Tavares, de 12 a 23 de agosto de 2026, de quarta a domingo, às 20h, no TUSP, no Centro MariAntonia da USP, em São Paulo. Escrita em 1966, a peça conta a história de Branca Dias, jovem descendente de cristãos-novos perseguida pela Inquisição na Paraíba de 1750. Ao tratar de um episódio do Brasil Colônia, Dias Gomes construía uma metáfora para o próprio momento histórico em que vivia, marcado pelos primeiros anos da ditadura militar. Em 2026, a nova montagem retoma a obra a partir de outra posição no tempo e lança uma pergunta que acompanha todo o processo de criação: por que montar O Santo Inquérito hoje?
- Quarta20h
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo20h
XIRÊ DE ERÊ
Em cena, as artistas Paula Salles e Jô Pereira conduzem uma experiência em que rir também é dançar. O espetáculo propõe reflexões sobre a importância de garantir às crianças negras o direito à alegria, ao brincar e à existência plena, em um contexto social ainda marcado pelo racismo e pela violência contra crianças e adolescentes negros.
- Sábado11h
ORIKI DAS ALMAS
Baseada em três contos de Ryūnosuke Akutagawa, "Oriki das Almas" trata dos efeitos perversos da intolerância religiosa e dos mecanismos de controle em processos de colonização como a "racialização". Apesar da inspiração na literatura japonesa, falamos de nós, brasileiros colonizados e marcados pela escravidão como estrutura de nosso país ao contar a história de crianças e mulheres que tiveram suas vidas afetadas pelo moralismo religioso. A peça se forma como um poema cênico-musical, em um ato de resistência e um rito de cura pela vida!
- Sábado21h
- Domingo20h
PERGUNTE ALGUMA COISA
Um atraso. Uma mentira. Um encontro inesperado. Este é o ponto de partida da peça ‘Pergunte alguma coisa’, que reúne no palco, pela primeira vez, duas das mais queridas jovens atrizes do Brasil: Gabriela Medvedovsky e Daphne Bozaski. Agora, as atrizes têm um primeiro encontro marcado nos palcos. Escrita especialmente para Daphne e Gabriela por Gustavo Pinheiro (autor de “Dois de Nós”, com Antonio Fagundes e Christiane Torloni, “A Lista”, com Lilia Cabral e “A Tropa”, com Otavio Augusto), “Pergunte alguma coisa” discute e explora uma das questões mais recorrentes nos dias de hoje: quais são os limites entre o que é humano e o que é criado pela tecnologia? Ao longo da temporada, Gabriela e Daphne se revezam nas personagens em diferentes dias, fazendo com que o público nunca saiba quem estará interpretando qual papel.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo17h
LUIZA MAHIN… EU AINDA CONTINUO AQUI
Inspirada na memória ancestral de Luiza Mahin, mãe de Luiz Gama e símbolo da resistência negra, a peça entrelaça história e presente para denunciar o genocídio da juventude negra no Brasil. No palco, Cyda Moreno dá corpo e voz às mães que ainda continuam aqui, sobrevivendo à dor e transformando luto em luta. Música ao vivo, depoimentos e ritual cênico se fundem em uma dramaturgia documental e política, que reafirma a força das mulheres negras como guardiãs da memória e da esperança.
- Quinta19h
- Sexta19h
- Sábado19h
7ª MOSTRA DE TEATRO DE HELIÓPOLIS
A 7ª Mostra de Teatro de Heliópolis, percussora e referência na difusão do teatro periférico brasileiro, acontece entre os dias 15 e 22 de agosto de 2026, com entrada gratuita em todas as atrações. A produção oferece transporte gratuito para os espetáculos adultos, saindo da Estação Sacomã do Metrô.
- Terça14h30
- Quarta14h30
- Quinta14h30
- Sexta15h e 20h
- Sábado20h
- Domingo18h
AMOR QUE NÃO SE MEXE
Depois de desconfiar de mais uma traição, Rodolpho (Gustavo Mendes) contrata um detetive para descobrir a verdade sobre Cecília (Glaura Lacerda). O que ele encontra, porém, é muito mais estranho - e muito mais difícil de explicar - do que qualquer amante convencional. Entre acusações, confissões e uma sinceridade tardia, o casal encara uma pergunta tão absurda quanto dolorosa: “Afinal, existe traição quando o amor escolhe um caminho que ninguém imaginaria?” “Amor que não se mexe” é uma comédia ácida sobre desejo, solidão e uma infidelidade tão inusitada que talvez nem o traído saiba como contar.
- Sábado20h
PROIBIDO PARA MENORES DE 18 ANOS
Depois de presenciar um acidente de carro com uma vítima fatal, um homem enfrenta uma jornada obsessiva pelas possibilidades eróticas da violência. O que a exposição contínua à violência faz com a nossa capacidade de sentir? PROIBIDO PARA MENORES DE 18 ANOS é um espetáculo que questiona o consumo erotizado de imagens violentas na mídia, e suas consequências para uma possível desumanização
- Sábado20h30
