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ARRANCO PEDAÇO (UM DELÍRIO ERÓTICO)
"ARRANCO PEDAÇO (UM DELÍRIO ERÓTICO)" nasce do desejo do diretor Christian Landi de criar um experimento cênico a partir da obra “A Doença da Morte”, de Marguerite Duras, investigando, de forma poética, a incapacidade de amar e a solidão radical — temas que assombram as relações contemporâneas. Com uma narrativa erótica e atmosférica, o espetáculo aborda o desencontro, o amor idealizado em tensão com a realidade, e personagens que habitam o plano da carne e do desejo, tentando não sucumbir ao fracasso da intimidade. Em cena, 19 artistas-criadores dão corpo a esse delírio sexy, cínico, musicado e imagético, contribuindo ativamente para a construção da obra e expandindo a direção de Landi. O espetáculo convida o espectador a aguçar os sentidos e se lançar numa viagem lynchiana — como sentar-se à mesa com Alice e o Chapeleiro, atravessar a madrugada ao som de Letrux, ou engolir, sem anestesia, a pílula vermelha de Matrix.
- Quinta20h30
BRASIL EM REVISTA
Brasil em Revista conta, canta e dança a história do Brasil por meio de episódios marcados pela resistência popular. Inspirado no teatro de revista, no teatro épico e na cultura popular brasileira, o espetáculo reúne 16 atores, atrizes e quatro músicos em uma jornada que atravessa diferentes períodos históricos, combinando humor, música e reflexão crítica sobre a formação do país.
- Quinta19h
- Sexta19h
- Sábado20h
A ÚLTIMA COVA
Munido de sua pá, a ‘potiguar’, Djalma é um coveiro nordestino que veio trabalhar em São Paulo para procurar sua mãe. Nunca aceitou que a mãe o tivesse deixado para se aventurar pelo mundo, atento às ‘injustezas’ que sofrem muitos de seus clientes. Djalma burla a estrutura para cumprir com os pedidos e situações mais esdrúxulas de vários sepultamentos que participou. Até que desrespeita uma nova ordem e terá que sofrer as consequências deste ato, o que o faz cavar sua última cova. Nesta noite, ele dividirá conosco sua história e sua narrativa embaralhando a busca pela mãe e os mistérios em torno desta última cova.
- Quarta19h30
- Quinta19h30
- Sexta19h30
JABUTICABA NASCE NO TRONCO
Num funeral, quatro pessoas se reencontram depois de 18 anos. A última vez em que se viram, eram crianças prestes a serem adotadas. Agora conversam e relembram os momentos antes da adoção, os primeiros momentos com as novas famílias e imaginam seus futuros
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo19h
A CASA DE ST. LOUIS
Um processo de imersão ao transitar por fragmentos da vida real de Tennessee Williams, nos deparamos com a própria essência de suas personagens. A dramaturgia intercala em cenas com inspirações de suas peças, contos e memórias.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo19h
UMA VOZ HUMANA
Uma peça, um filme, um show. Uma atriz dirige um filme sobre o colapso de uma história de amor, e, como parte do filme, escolhe canções que narrariam a trajetória de auto compreensão de uma mulher negra em face de um fim: o abandono do outro abre margem para o encontro de si.
- Segunda21h
- Sexta21h
- Sábado21h
- Domingo18h
T. REX – O DINOSSAURO NA AMAZÔNIA
Em meio à grandiosa Floresta Amazônica, vive Dum, o último dinossauro Tyrannosaurus Rex sobrevivente do planeta! Jovem, curioso e cheio de esperança, ele parte em busca de amigos e familiares que possam ter sobrevivido. Mas sua jornada não será tão fácil assim...
- Sábado17h
- Domingo17h
FÉ NO FLOW
Em cena, Murilo parte do conceito de "flow", estado de presença e conexão com o momento, para abordar temas como planejamento, estabilidade, transformação e abertura ao inesperado. A ideia central do espetáculo nasceu da observação de que a vida acontece na constante tensão entre a ordem e o caos. De um lado estão a previsibilidade, a organização e a segurança; do outro, a criatividade e as possibilidades que surgem do desconhecido. A partir desse equilíbrio, Murilo convida o público a refletir sobre escolhas, reinvenções e caminhos possíveis.
- Sexta21h30
TROVÃO EM TERRA MOLHADA
A performance nasce da percepção de que a contemporaneidade está marcada pela aceleração permanente que torna a velocidade uma condição estrutural da forma como se produz, consome, comunica e se cria relações humanas. Nesse contexto, as pessoas ficam expostas diariamente por um volume de informações, imagens, crises e demandas que excede a capacidade de assimilação e integração. O que mais interessou à artista observar foram os efeitos dessa dinâmica sobre o corpo.
- Quinta20h
- Sexta20h
MIGRAAANTES (OU TEM GENTE DEMAIS NESSA MERDA DE TRAVESSIA)
A obra acompanha a travessia de migrantes que, em busca de sobrevivência e dignidade, enfrentam exploração, violência e o apagamento de suas identidades. Entre fronteiras clandestinas, clínicas de fachada e a vida nas ruas, seus corpos e sonhos são transformados em mercadoria, enquanto cada personagem revela, de forma poética e fragmentada, as múltiplas faces desse deslocamento. No limite entre esperança e desespero, a narrativa expõe um sistema brutal que força indivíduos a se reinventarem para continuar vivos, mostrando que migrar é não apenas atravessar territórios, mas suportar profundas transformações humanas
- Terça19h e 21h
- Quarta19h e 21h
- Quinta19h e 21h
VIDRADO
Em cena, Guilherme Torres transforma o equilíbrio em narrativa. Entre garrafas de vidro, um monociclo e uma bicicleta acrobática, o artista conduz a travessia de um viajante sonhador que inventa seus próprios desafios enquanto busca alcançar o topo de uma montanha. A cada movimento, risco e delicadeza dividem o mesmo espaço, revelando uma jornada de superação contada sem palavras, mas repleta de imagens, suspense e poesia. Manipulação de objetos, precisão e acrobacia se entrelaçam em um espetáculo que celebra a coragem de seguir adiante, mesmo quando o caminho parece impossível
- Quinta12h
- Domingo12h
DOIS PALITOS
Em 1984, Marquinho aguarda a notícia da morte de seu companheiro, vítima da AIDS. Quatro décadas depois, Gabriel ocupa um teatro em ruínas para contar uma história atravessada por um segredo.
- Terça20h
- Quarta20h
POEMA
Lá do fundo da floresta antiga, onde vivem figuras encantadas e seres inventados, chega um estranho teatro. Dois personagens apresentam um universo de bonecos, máscaras e criaturas irreais que aparecem, se misturam e se transformam. Poema é uma viagem visual feita da mesma matéria delicada e misteriosa dos sonhos.
- Sábado11h
ADIVINHONA
Uma mulher acorda certa manhã e percebe que cresceu demais, já não cabe em sua casinha. Acompanhada de um ovo que encontrou pelo caminho, e do qual cuida com afeto esperando o dia em que algo nascerá, decide sair pelo mundo em busca de um lugar onde seja feliz. Passa por diferentes paisagens, até ouvir de alguém: se eu fosse adivinho, estaria nas feiras, adivinhando e ganhando muito dinheiro. Pensa: é isso! Posso ser Adivinha! Com um pouco de esforço e muita malandragem, seus truques ganham fama até chegar aos ouvidos do Rei. Agora será levada ao palácio, onde precisará desvendar um grande mistério antes que seja tarde demais.
- Sábado16h
- Domingo11h
MENO MALE
A trama acompanha Alberto, um corrupto Secretário de Estado que vive um casamento infeliz com sua assessora, Luísa, enquanto tenta manter em segredo um romance com a jovem Angelina. Cercado por figuras caricatas, como uma secretária apaixonada pelo chefe e um assessor fofoqueiro, Alberto vê sua vida virar de cabeça para baixo após colidir o carro com o táxi de Nicola, avô de Angelina, um explosivo taxista italiano da tradicional Mooca. O encontro entre o universo político e a rotina simples do bairro desencadeia uma sucessão de paixões proibidas, confusões familiares e situações hilárias que prometem transformar a vida de todos os envolvidos.
- Sexta20h
- Sábado21h
- Domingo18h30
