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10º ENCONTRO DE TEATRO COMUNITÁRIO
De 13 a 17 de outubro de 2026 (de terça-feira à sábado), o Centro Cultural Arte em Construção, sede do Instituto Pombas Urbanas (@institutopombasurbanas), recebe a 10ª edição do Encontro de Teatro Comunitário, reunindo espetáculos, circo, música, cultura popular, seminários, vivências e intercâmbios entre artistas brasileiros e latino-americanos. Todas as atividades são gratuitas, com tradução em LIBRAS e abertas ao público.
- Terça
- Quarta
- Quinta
- Sexta
- Sábado
MOSTRA DE REPERTÓRIO CIA BENDITA
A mostra integra um projeto mais amplo que propõe um mergulho na produção dramatúrgica voltada às infâncias, de 1948 aos dias atuais. Ao longo de 2026, a Cia Bendita reúne artistas, pesquisadores, educadores e grupos teatrais em um processo de investigação que procura recuperar obras, autores e experiências que ajudaram a construir o teatro infantil brasileiro.
- Sábado11h e 16h
- Domingo11h e 16h
LUCHA – RECORDAR O QUE HÁ EM NÓS
Sem saber-se uma chasqui - mensageira atemporal do Império Inca, e herdeira de um enorme quipu, um sistema de arquivo com memórias atadas em fios e nós, a atriz parte em jornada buscando reconstruir aquilo que ainda não é capaz de decifrar.
- Sábado20h
- Domingo18h
DEPOIS DA CHUVA
Prontos para ir a um casamento, figurino de festa e tudo, Lígia e Alberto são obrigados a ficar em casa por conta de um forte temporal. Impedidos de sair, a conversa, de início corriqueira, deságua em acalorada discussão quando vêm à tona feridas ainda não cicatrizadas de uma relação longa e desgastada.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo19h
IMAGINA NA ADOLESCÊNCIA
Terceiro livro de Thaís Vilarinho, Imagina na Adolescência parte das experiências que surgem quando os filhos crescem e a relação construída desde a infância precisa se reorganizar. O afastamento, os conflitos, as inseguranças e a busca dos adolescentes por autonomia aparecem a partir do ponto de vista de uma mãe que tenta compreender o novo lugar que passa a ocupar na vida do filho.
- Sábado17h
- Domingo17h
A HISTÓRIA QUE SE REPETE
Dois homens habitam um futuro distópico, onde tempo, memória e realidade se repetem em ciclos que fomentam vários questionamentos sobre nossa sociedade, relações de poder e civilidade. Um retrato lírico e crítico da condição humana diante do colapso cotidiano.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
OFÍCIO
Com direção de Lucas Mayor e Marcos Gomes, a montagem é dividida em três partes e aproxima situações vividas pelos artistas de textos de diferentes períodos da história do teatro. Antígona, de Sófocles, O jardim das cerejeiras, de Anton Tchekhov, e O Ator, de Plínio Marcos, são incorporados à dramaturgia para tratar de questões como a precarização do trabalho, o luto e a especulação imobiliária que afeta espaços independentes.
- Sexta21h
- Sábado21h
- Domingo18h
OS ÚLTIMOS 5 ANOS
A homenagem coincide com um período de grande projeção para o título ao redor do mundo. Em 2026, as comemorações reuniram novas montagens e concertos especiais em diferentes países, entre eles a produção estrelada por Ben Platt e Rachel Zegler, apresentada no London Palladium e posteriormente levada ao Hollywood Bowl e ao Radio City Music Hall, sob direção e regência do próprio Jason Robert Brown. A programação incluiu ainda o lançamento de um álbum ao vivo oficial, reafirmando a relevância do musical um quarto de século após sua estreia.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
QUASE UMA ESTÓRIA – ÁGUA PARADA QUE SUMIU NO BURACO
Neste país de narrativas apagadas e distorcidas, o que é Estória e o que é História? Temos nos organizado a partir de qual perspectiva/narrativa? Qual cosmovisão consideramos diante da pergunta: Quem somos nós?
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo19h
QUANDO DESPERTARMOS DE ENTRE OS MORTOS
Na trama, o escultor Rubek (Celso Frateschi) vive um casamento monótono e infeliz com sua jovem esposa, Maja (Maria Manoella). O artista tenta reconstruir a própria história ao reencontrar Irene (Maria Fernanda Candido), mas o encontro não representa uma retomada do passado, e sim o confronto com aquilo que os dois deixaram de viver. A montagem estabelece um diálogo com a sociedade contemporânea ao apresentar personagens que já não parecem viver plenamente, permanecendo expostos, enquanto sentimentos e dores se transformam em espetáculo. A obra coloca em questão o que se sacrifica em nome da criação e a que custo.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
TRILOGIA DA NOITE ESCURA DA ALMA
São três monólogos que possuem pontos em comum. O mesmo tema - “a noite escura da alma” - perpassa as dramaturgias que contam as histórias de duas santas e um santo, ícones carmelitas venerados na fé católica: Santa Benedita Tereza da Cruz (1891-1942) - Edith Stein, a Estrela e a Cruz, vivida em cena por Daniela Schitini; São João da Cruz (1542-1591) - João da Cruz, interpretado por Helder Mariani; e Santa Theresinha do Menino Jesus (1873-1897) - Theresinha, interpretada por Gabriela Cerqueira. Outras duas atrizes - Katia Naiane e Nicoli Rizzoli - atuam no espetáculo performando e conduzindo o público pela Catedral da Sé para o encontro com os três santos e “a noite escura da alma”.
- Terça19h
A FÁBRICA DOS VENTOS
No reino das bexigas, todas as pessoas sobrevivem vendendo a única coisa que lhes resta: o sopro, a energia vital. Ao final de cada dia, atendendo às ordens do rei, um soldado passa recolhendo as bexigas cheias. Dois palhaços sonham com dias melhores, de plena respiração e de brisa suave. Mas também disputam e competem entre si. Até o momento em que encontram seus iguais: o público.
- Sábado19h
- Domingo19h
A CIUMENTA
Na tentativa de se curar de um ciúme doentio por um marido – que curiosamente é um homem pouco atraente – a atriz embarca em uma divertida jornada de autoconhecimento. Ao reviver histórias de seus relacionamentos e trazer lembranças do início de sua carreira artística, ela tenta entender de onde vem suas inseguranças. Por trás das situações absurdas e das risadas, o público reflete junto coma protagonista sobre suas próprias experiências.
- Segunda20h
- Terça20h
IGREJA DO DIABO
A filosofia moral atravessa a montagem sem abandonar o humor. “A Igreja do Diabo” explora as fronteiras entre aquilo que uma sociedade estabelece como moral ou imoral por meio de uma sonoridade inspirada no universo pop e de uma linguagem coreográfica queer. A escolha dialoga com expressões artísticas protagonizadas por mulheres, pessoas pretas e integrantes da comunidade LGBTQ+, grupos cujos comportamentos, corpos e manifestações artísticas foram, historicamente, submetidos a diferentes formas de julgamento moral.
- Segunda20h
- Terça20h
ABYSMO
O que acontece quando deixamos de contar histórias e passamos apenas a transmitir informações? Em Abysmo, Alessandra Queiroz se coloca em cena para investigar a palavra, a memória e as formas de comunicação em um tempo marcado pelo excesso de informação. Entre textos, documentos, autobiografia e referências históricas, a atriz dá voz a mulheres e aproxima passado e presente para refletir sobre quem pode falar, quem é escutado e o que se perde quando uma experiência deixa de ser narrada.
- Segunda20h
