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O MOTOCICLISTA NO GLOBO DA MORTE
O que leva um homem pacífico, que sente repulsa por qualquer tipo de violência, que aprendeu a viver evitando conflitos – para não ser alvo da agressividade de outras pessoas – o que leva esse homem a cometer um ato extremamente violento? É a partir dessa pergunta que nasce a escrita de O Motociclista no Globo da Morte. O texto apresenta a história de Antonio, um matemático, um homem racional e sensato que, numa tarde de um dia qualquer, se vê̂ envolvido numa espiral de violência quando almoçava em um bar. É a partir deste fato, que muda a sua vida para sempre, e enquanto conta ao público com riqueza de detalhes o que aconteceu, que Eduardo vai tecendo considerações sobre as diversas formas de violência que resultam da vida em sociedade. E se é possível, aos seres humanos como indivíduos, combater essa violência ou se é inevitável render-se a ela.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
COMO TODOS OS ATOS HUMANOS
Como Todos os Atos Humanos investiga a naturalização da violência e a perpetuação histórica das estruturas patriarcais. Em uma inversão do mito de Electra, o espetáculo constrói uma narrativa sombria sobre uma filha inexistente que, simultaneamente fascinada e subjugada pela figura paterna, rompe o ciclo de dominação ao exterminá-lo, furando seus olhos com um estilete. Esse “parricídio ocular” de forte carga simbólica — instaura em cena o aniquilamento arquetípico do patriarcado e da vigilância que a ordem masculina impõe ao corpo e ao destino da mulher.
- Quinta20h30
- Sexta20h30
- Sábado20h30
O ÚLTIMO ATO
Na trama, um pintor de reconhecimento internacional e seu companheiro mais jovem, juntos há 43 anos, preparam-se para viajar ao Porto, em Portugal — cidade onde se conheceram. A princípio, seria apenas mais uma das muitas viagens que o casal realizou ao redor do mundo, não fosse esse o último destino antes da decisão definitiva do pintor: recorrer ao suicídio assistido após o agravamento dos sintomas do Alzheimer.
- Quinta20h
A CULPA É DOS JAVALIS
Num ponto de ônibus no meio do nada, cinco caras se encontram depois de uma desastrosa festa de casamento num sítio. A responsável pela barbárie é Betty Braite, uma feminista radical e traficante de prazeres ilícitos. Dizem que ela está morta. Ou pior: viva.
- Sexta21h
- Sábado21h
- Domingo20h
TEATRO-BAILE CONTA MISSA DO VAQUEIRO
O espetáculo investiga a "Missa do Vaqueiro", da cidade de Serrita-PE, criada em homenagem a Raimundo Jacó, o vaqueiro mais importante que se tem notícia! Raimundo Jacó, primo legítimo de Luiz Gonzaga, tem seu nome entoado lá no fundo da Caatinga, em todo terceiro domingo de Julho, desde 1970. Um grito de justiça no sertão por Raimundo Jacó, o vaqueiro encantado! “Só lembrado do cachorro que ainda chora a sua dor”.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
ENTRE A CRUZ E OS CANIBAIS
Um Juiz autoritário, que ninguém obedece, encontra o Vereador que estava desaparecido há meses e descobre que ele sequestrou ilegalmente tupis aliados, o que pode desencadear um ataque contra a pequena vila de 300 habitantes isolada do mundo europeu pela íngreme Serra do Mar. Quando o Procurador chega informando que o Governador-geral do Brasil está a caminho, tudo vira de pernas pro ar. Como receber um nobre português em condições tão precárias? Mesmo assim, esta que viria a ser, mais de 400 anos depois, a maior cidade das Américas, tem seu primeiro ímpeto de progresso econômico com a exploração da mão de obra indígena em larga escala.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo19h
KARAOKÊ PALOMBAR
O “Karaokê Palombar” começa como uma simples noite de músicas escolhidas na máquina — dessas que tocam quando alguém coloca uma moeda. Mas basta o primeiro artista entrar em cena para o público perceber que ali nada é comum. Cada participante chega arrumado, afinado e pronto para cantar, mas suas performances abrem espaço para um espetáculo cheio de surpresas. Tudo acompanhado de música ao vivo e conduzido pelo humor, pela poesia e pela vibração dos ritmos populares — forró, piseiro, brega, samba e sertanejo. O resultado é uma mistura divertida e calorosa que transforma o karaokê em palco de imaginação, celebrando a arte e a alegria das ruas.
- Domingo17h
QUANDO SOMOS QUANDO
Escrita em 1928 por Virginia Woolf, “Orlando: Uma Biografia” conta a história de um jovem nascido no século 16 que vive por mais de 300 anos. Aos 30 anos, na metade do livro, ele passa por uma misteriosa mudança de sexo e se transforma numa mulher. Aos 36, ela é vista pela última vez, no dia 11 de outubro de 1928. O que aconteceu com Orlando depois disso, ninguém sabe bem. Ao longo do século 20, ele percorreu dezenas de países trabalhando como bailarina em diversas companhias e também dominou a técnica da mudança de sexo e da oscilação de gênero: ora aparecia como mulher, ora como homem. Quando Somos Quando imagina o que aconteceu com o personagem após o livro e nos abre um caminho para pensar a própria natureza da Dança.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo19h
CAMISETA DE AMORA
“Camiseta de Amora” traz a linha tênue entre a vida e o sonho, desdobrada na jornada póstuma de um garoto periférico de 11 anos, cujas reflexões profundas ganham vida após a sua morte. É o primeiro espetáculo do coletivo AGÔ – Teatro Popular e traz à efervescência da favela, seus sons, sabores e dessabores, revisita suas memórias íntimas, e tece um rico painel de vivências que abraçam desde ancestralidades e religiosidade até os desafios da violência do Estado e a ausência de infraestrutura básica.
- Sexta21h30
- Sábado18h30
- Domingo18h30
PRISMA
PRISMA – eu sou assim é uma aventura cheia de graça que se passa dentro e fora da cabeça de uma menina autista. A peça é o ponto de vista bem-humorado e inusitado desta criança e a plateia acompanha sua história: o nascimento, a infância, as relações familiares, a escola, as interações com os amigos e as primeiras descobertas de vida.
- Sábado11h
{FÉ}STA
{FÉ}STA transforma o picadeiro em um ritual traçado por quatro pontos inerentes à condição humana: morte, nascimento, união e fé. Entre acrobacias, dança e música, o Coletivo Protagonistas celebra o ciclo da vida e a força que transita entre mundos.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
MULHER EM FUGA
A narrativa da peça acompanha Monique, a mãe do autor, em diferentes momentos de sua vida: gesto literário ao mesmo tempo, íntimo e político, que expõe as engrenagens sociais que silenciam e subjugam mulheres da classe trabalhadora. Entre a luta e a libertação, o que vemos é uma mulher que insiste em recomeçar. E, nesse gesto, Monique se torna também o retrato de tantas mulheres brasileiras que, contra todas as adversidades, assumem a chefia de suas famílias e reinventam suas vidas. Édouard Louis participa da encenação “Mulher em Fuga” por meio de voz off, na cena em que ele e sua mãe conversam ao telefone.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
O MÁGICO DE OZ
Na trama, acompanhamos Dorothy, uma jovem curiosa e corajosa que, após ser levada por um ciclone, desperta na mágica Terra de Oz. Ao lado de novos e inseparáveis amigos: o Espantalho, o Homem de Lata e o Leão; ela inicia uma jornada rumo à Cidade das Esmeraldas em busca do poderoso Mágico. Pelo caminho, cada personagem descobre que aquilo que mais procura talvez sempre tenha estado dentro de si, em uma narrativa que fala sobre amizade, identidade, coragem e afeto.
- Sábado15h
- Domingo15h
UM AMIGO NÃO IMAGINÁRIO
Acompanhamos a jornada de um amigo invisível que observa o desejo de ser imaginado por uma criança. Sem ter sido criado por nenhuma mente infantil, ele passa a viver a angústia de ser uma figura solitária no mundo da imaginação. Ao entrar em contato com um adulto, por acaso, um confronto divertido ocorre, revelando a importância de se conectar com aquilo que não se vê.
- Domingo15h e 17h
BARULHOS
A peça acompanha Rosa, uma menina que, enquanto vivencia com a mãe o luto pela morte da avó, passa a encontrar em seus sonhos uma garota misteriosa que procura sua casa perdida. Nesse universo onírico, em que um barulho estranho desloca o chão e arrasta todas as casas, Rosa e a menina percorrem uma jornada repleta de figuras fantásticas — como uma onça falante, uma cabeça sem corpo e uma guia cientista — em busca daquilo que não para de se mover. Ao final, Rosa descobre que a garota misteriosa é sua avó quando criança; e ao compartilhar esse sonho com a mãe, abre um espaço de escuta afetiva, revelando o sonho como ferramenta de elaboração e transformação.
- Sábado15h
- Domingo15h
