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O NOME DO TANGO
Ambientada no ano de 1998, a narrativa coloca em foco o envelhecimento e a fragilidade da mente humana ao acompanhar um intelectual maduro confrontado pelo avanço da demência. Em meio a lapsos de lucidez, episódios absurdos do cotidiano e diálogos com o passado, o protagonista apega-se à busca obsessiva por uma canção específica — o lendário "nome do tango" —, encarada por ele como o último alento para manter acesa a própria identidade.
- Sábado19h
- Domingo19h
FILUMENA MARTURANO
Inspirada em uma notícia de jornal sobre uma mulher que simula estar em estado terminal para convencer o homem que ama a se casar com ela como seu último desejo, Eduardo De Filippo desenvolve a trama de sua peça mais popular, Filumena Marturano (1946). O pano se abre com a revelação do golpe da protagonista, e a história se desenrola, ao longo de uma hora e meia, entre surpresas e revelações sobre o passado dos personagens e suas consequências para o futuro. Depois de vinte e cinco anos de convivência extraoficial com Domênico, que a retirou de um bordel, Filumena guarda um segredo que vem à tona: ela teve três filhos e deseja o casamento para legitimar a paternidade. Mas há uma carta na manga: apenas um deles é filho de Domênico. Talvez sejam os três, mas esse é um trunfo que Filumena não entrega de bandeja. Entre a comédia e o drama sentimental, De Filippo resgata, por meio da ficção, o sobrenome que ele e seus dois irmãos, filhos ilegítimos, nunca tiveram. A arte corrige a vida, para deleite dos espectadores.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
MOSTRA DE REPERTÓRIO CIA BENDITA
A mostra integra um projeto mais amplo que propõe um mergulho na produção dramatúrgica voltada às infâncias, de 1948 aos dias atuais. Ao longo de 2026, a Cia Bendita reúne artistas, pesquisadores, educadores e grupos teatrais em um processo de investigação que procura recuperar obras, autores e experiências que ajudaram a construir o teatro infantil brasileiro.
- Sábado11h e 16h
- Domingo11h e 16h
LUCHA – RECORDAR O QUE HÁ EM NÓS
Sem saber-se uma chasqui - mensageira atemporal do Império Inca, e herdeira de um enorme quipu, um sistema de arquivo com memórias atadas em fios e nós, a atriz parte em jornada buscando reconstruir aquilo que ainda não é capaz de decifrar.
- Sábado20h
- Domingo18h
DEPOIS DA CHUVA
Prontos para ir a um casamento, figurino de festa e tudo, Lígia e Alberto são obrigados a ficar em casa por conta de um forte temporal. Impedidos de sair, a conversa, de início corriqueira, deságua em acalorada discussão quando vêm à tona feridas ainda não cicatrizadas de uma relação longa e desgastada.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo19h
IMAGINA NA ADOLESCÊNCIA
Terceiro livro de Thaís Vilarinho, Imagina na Adolescência parte das experiências que surgem quando os filhos crescem e a relação construída desde a infância precisa se reorganizar. O afastamento, os conflitos, as inseguranças e a busca dos adolescentes por autonomia aparecem a partir do ponto de vista de uma mãe que tenta compreender o novo lugar que passa a ocupar na vida do filho.
- Sábado17h
- Domingo17h
A HISTÓRIA QUE SE REPETE
Dois homens habitam um futuro distópico, onde tempo, memória e realidade se repetem em ciclos que fomentam vários questionamentos sobre nossa sociedade, relações de poder e civilidade. Um retrato lírico e crítico da condição humana diante do colapso cotidiano.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
QUASE UMA ESTÓRIA – ÁGUA PARADA QUE SUMIU NO BURACO
Neste país de narrativas apagadas e distorcidas, o que é Estória e o que é História? Temos nos organizado a partir de qual perspectiva/narrativa? Qual cosmovisão consideramos diante da pergunta: Quem somos nós?
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo19h
QUANDO DESPERTARMOS DE ENTRE OS MORTOS
Na trama, o escultor Rubek (Celso Frateschi) vive um casamento monótono e infeliz com sua jovem esposa, Maja (Maria Manoella). O artista tenta reconstruir a própria história ao reencontrar Irene (Maria Fernanda Candido), mas o encontro não representa uma retomada do passado, e sim o confronto com aquilo que os dois deixaram de viver. A montagem estabelece um diálogo com a sociedade contemporânea ao apresentar personagens que já não parecem viver plenamente, permanecendo expostos, enquanto sentimentos e dores se transformam em espetáculo. A obra coloca em questão o que se sacrifica em nome da criação e a que custo.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
TRILOGIA DA NOITE ESCURA DA ALMA
São três monólogos que possuem pontos em comum. O mesmo tema - “a noite escura da alma” - perpassa as dramaturgias que contam as histórias de duas santas e um santo, ícones carmelitas venerados na fé católica: Santa Benedita Tereza da Cruz (1891-1942) - Edith Stein, a Estrela e a Cruz, vivida em cena por Daniela Schitini; São João da Cruz (1542-1591) - João da Cruz, interpretado por Helder Mariani; e Santa Theresinha do Menino Jesus (1873-1897) - Theresinha, interpretada por Gabriela Cerqueira. Outras duas atrizes - Katia Naiane e Nicoli Rizzoli - atuam no espetáculo performando e conduzindo o público pela Catedral da Sé para o encontro com os três santos e “a noite escura da alma”.
- Terça19h
A CIUMENTA
Na tentativa de se curar de um ciúme doentio por um marido – que curiosamente é um homem pouco atraente – a atriz embarca em uma divertida jornada de autoconhecimento. Ao reviver histórias de seus relacionamentos e trazer lembranças do início de sua carreira artística, ela tenta entender de onde vem suas inseguranças. Por trás das situações absurdas e das risadas, o público reflete junto coma protagonista sobre suas próprias experiências.
- Segunda20h
- Terça20h
IGREJA DO DIABO
A filosofia moral atravessa a montagem sem abandonar o humor. “A Igreja do Diabo” explora as fronteiras entre aquilo que uma sociedade estabelece como moral ou imoral por meio de uma sonoridade inspirada no universo pop e de uma linguagem coreográfica queer. A escolha dialoga com expressões artísticas protagonizadas por mulheres, pessoas pretas e integrantes da comunidade LGBTQ+, grupos cujos comportamentos, corpos e manifestações artísticas foram, historicamente, submetidos a diferentes formas de julgamento moral.
- Segunda20h
- Terça20h
ABYSMO
O que acontece quando deixamos de contar histórias e passamos apenas a transmitir informações? Em Abysmo, Alessandra Queiroz se coloca em cena para investigar a palavra, a memória e as formas de comunicação em um tempo marcado pelo excesso de informação. Entre textos, documentos, autobiografia e referências históricas, a atriz dá voz a mulheres e aproxima passado e presente para refletir sobre quem pode falar, quem é escutado e o que se perde quando uma experiência deixa de ser narrada.
- Segunda20h
MIRACULOUS® LADYBUG: O SHOW MUSICAL
No espetáculo, os personagens ganham vida através de performances habilidosas e figurinos meticulosamente elaborados que capturam a magia da série. Cenografia imersiva, elementos multimídia e tecnologia de palco inovadora transportam os espectadores diretamente para as ruas icônicas de Paris, recriando a atmosfera que os fãs conhecem do mundo animado.
- Quinta19h
- Sexta19h
- Sábado13h, 16h e 19h
- Domingo16h e 19h
A VIDA DE UM SER
A VIDA DE UM SER tem concepção e criação de Artur Slama – que também assina a direção – e Vinicius Gonzalez. Em cena, os próprios criadores dão vida aos irmãos em uma narrativa que parte do cotidiano para chegar a questões mais amplas sobre a condição humana. Dormir, comer, ir ao banheiro, trabalhar, cumprir tarefas e seguir a rotina fazem parte da existência, mas o espetáculo pergunta o que existe entre uma obrigação e outra. Onde entram o amor, a poesia, a sensibilidade, o desejo, a memória e a necessidade de estar junto?
- Sábado20h
- Domingo18h
