Inf Peças
Público
Gênero
Bairro
Espaço
Dramaturgia
Linguagem
Data
Preço
A ESPERANÇA NA CAIXA DE CHICLETES PING PONG
Embalada por 45 músicas de Zeca Baleiro, Clarice vai desfiando memórias, sentimentos e perguntas sobre o Brasil, a vida, o sucesso e o amor. Desejos e reflexões se encadeiam de forma lúdica, através de versos, para exaltar a brasilidade.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
A ILHA
Criado pelo bailarino e coreógrafo Jorge Garcia, o trabalho celebra os 20 anos da companhia e dá continuidade à sua pesquisa em intervenções urbanas. Em cena, artistas e espectadores compartilham o mesmo espaço, organizados em formato circular, dissolvendo fronteiras entre quem assiste e quem performa.
- Sexta19h
- Sábado19h
- Domingo18h
A.M.I.G.A.S
A amizade de três jovens, sua cumplicidade e parceria costuram as situações apresentadas e são o ponto de partida para a criação da Associação das Mulheres Interessadas em Gargalhadas, Amor e Sexo (A.M.I.G.A.S.) em que elas registram suas experiências vividas.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo19h
ANYWHERE
Inspirada em relatos de refugiados e imigrantes LGBTQIAPN+, a peça acompanha um homem retido em um aeroporto, em qualquer lugar do mundo. Ele espera um documento que define se pode seguir, permanecer ou desaparecer. Enquanto aguarda, sua história se dissolve e se reconstrói, atravessada por memórias fragmentadas de outras vidas em deslocamento. Entre procedimentos burocráticos, silêncios e lembranças, o aeroporto revela-se um território de suspensão, onde existir precisa ser justificado.
- Sexta21h30
- Sábado18h30
- Domingo18h30
BETRAYAL
A trama revela a história de Emma, Robert e Jerry, cujos destinos se cruzam em um triângulo amoroso que põe à prova as fronteiras entre intimidade, amizade e lealdade. Narrada de trás para frente, a peça expõe segredos e contradições, convidando o espectador a se debruçar sobre os silêncios e ambiguidades que permeiam as relações humanas.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo20h
CABARÉ PROFANO
Cabaré Profano celebra o direito de existir, de viver com intensidade, liberdade e verdade, transformando o palco em um espaço de resistência e reflexão, onde cada pecado e desejo se torna oportunidade de autoconhecimento. É uma celebração da existência em um mundo que, muitas vezes, ainda empurra essas histórias para os porões da alma.
- Sexta20h30
CAIXA 2
Em “Caixa 2”, um banqueiro aparentemente respeitável se vê no centro de um escândalo de dinheiro não declarado. A partir daí, a trama mergulha em uma sucessão de acobertamentos, alianças improváveis e situações absurdas. Com humor afiado e crítica mordaz, a comédia de Juca de Oliveira expõe as engrenagens da corrupção e as contradições do poder no Brasil.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo17h
CARTAS PARA UM TEMPO QUE NÃO É AGORA
Cartas para um tempo que não é agora é uma “peça-podcast” que nasce de uma inquietação, uma tentativa de dialogar no presente com inteligências que evoquem suas visões e perspectivas a partir de perguntas disparadoras sobre o tempo que nos toca viver. A cada noite, personalidades convidadas participam de uma entrevista atravessada por intervenções cênicas. 24 apresentações, 24 distintos encontros e fricções.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
CHEZ TOI – EM SEU LUGAR
Abigail mora sozinha em seu apto e recebe visitas filha.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
COMUNHÃO + NADA É SUFICIENTE
A encenação de Nada é Suficiente e Comunhão é o resultado de uma interlocução artística entre Pedro Brício e Susana Ribeiro, que buscam uma unidade estética mesmo diante de obras com temperaturas opostas.
- Sexta20h
DEUS DA CARNIFICINA
Prepare-se para um encontro elegante..... que rapidamente se transforma em um campo de batalha.
- Sexta20h30
DIANA – A PRINCESA DO POVO
Nesta nova montagem, o espetáculo investe em nuances mais próximas da realidade emocional da princesa, explorando sua humanidade, complexidade e força. A mulher que revolucionou a monarquia britânica, transformando dor em voz e empatia em legado, ganha corpo e alma em uma encenação que aposta na emoção e na grandiosidade cênica, conduzida por uma equipe criativa formada também por Thalyson Rodrigues na direção musical, Natália Lana na cenografia, Ney Madeira e Dani Vidal nos figurinos, Sueli Guerra nas coreografias e Anderson Bueno no visagismo. A coordenação de produção é de Norma Thiré, com produção geral de Eduardo Bakr.
- Sexta20h
- Sábado16h e 20h
- Domingo15h e 19h30
DIBUK – O MUSICAL
O “Romeu e Julieta” do teatro ídiche ganha agora uma versão para o teatro musical. Nesta nova montagem do clássico do início do século XX, o amor “proibido” entre dois jovens é retratado por meio da fusão entre drama, música, dança e circo, atravessando o universo mágico e instigante da cabala e de seus mistérios.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo16h
DJOVENSKI
DJOVENSKI integra o projeto FRONTEIRA – O dia que o mar definiu a liberdade contemplado pela 34ª edição do Programa Municipal de Fomento à Dança da Cidade de São Paulo e comemora os 10 anos de trajetória do Grupo Corpo Molde com produção da MOVICENA Produções Artísticas. DJOVENSKI também é uma homenagem ao menino haitiano Djovenski de 8 anos, que morreu ao tentar “chegar nas Américas” junto com seu pai e irmã mais nova. Os irmãos foram alunos do diretor e coreógrafo Renan Marangoni na Associação Maria Flos Carmeli, rede socioassistencial e educacional, que o artista atua desde 2017 e que acolhe imigrantes, na Baixada do Glicério, em São Paulo.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo19h
ERROS FANTÁSTICOS
“Quem eu vou ser quando crescer? O que você faria se soubesse que não conseguiria fracassar? Quantos sonhos descansam mortos dentro de você?” A peça “Erros Fantásticos” acompanha a angústia de uma jovem inteligente e reflexiva, cujas paixões, ambições e desejos foram pulverizados pelos “conselhos” do sistema. Aos 25 anos, Eva é uma mulher subjugada pelo mercado de trabalho que a reduz a um instrumento produtivo, lutando contra um futuro do qual não consegue escapar, por se ver rendida às vulnerabilidades financeiras, às pressões familiares e aos temores do fracasso. Atordoada pelo arrependimento em suas escolhas e desiludida com o futuro da humanidade, a contemporânea heroína nos transporta para fragmentos de suas memórias, em uma tentativa de desmontar o seu cativeiro mental e compreender a inquietude por trás de suas dúvidas. À beira do abismo, a protagonista contempla a dicotomia de uma nova decisão: a própria destruição ou a sua reinvenção como sujeito.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
