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MORTE E VIDA SEVERINA
João Cabral de Melo Neto, o poeta e dramaturgo do rigor estético, do texto objetivo e popular, que deixava até a última gota de suor em cada palavra, volta a entrar em cena com sua obra-prima Morte e Vida Severina, em um momento crucial da humanidade. Morte e Vida Severina segue viva nesse mundo cada vez mais desigual. Não mais como um poema regional brasileiro, pois os que vivem e morrem de morte severina agora estão em todas as serras magras e ossudas do mundo. A sombra da fome se espalha pelo planeta impulsionada pela crescente desigualdade.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
UM DIA DE SEMANA QUALQUER
Na trama, uma mulher atravessa uma rotina saturada pelo barulho da cidade, das redes e dos fluxos incessantes de mídia, afundando em uma solidão povoada e intensa. Em paralelo, acompanhamos uma atriz perdida em seu caos criativo e ideológico, tentando acessar meios de produção para realizar um trabalho transformador em meio às exigências do presente. Essas duas figuras se encontram e buscam se reconstruir, apesar de uma sociedade fragmentada que desgasta quem tenta sobreviver às suas dinâmicas.
- Quarta20h
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo19h
FUMAÇA – PURO VISAJE
O espetáculo é uma paródia delirante, inspirado na experiência pessoal de Daniel Satin no Hotel Spa da Loucura – Centro Psiquiátrico Pedro II na cidade do Rio de Janeiro, durante o ano de 2016, quando participou de forma voluntária das vivências enquanto cursava a Escola Livre de Palhaços, deixando lindas experiências para sua vida, seus palcos e picadeiros. O Hotel da Loucura era uma ala psiquiátrica do Instituto Nise da Silveira utilizada para manifestações artísticas como forma de tratamento para pacientes, que oferecia estadia para médicos, artistas e outros interessados em viver a experiência, a troca e o aprendizado de habitar o hotel – experiência essa que deixou Satin uma semente a favor da luta antimanicomial.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo17h30
TRAPAÇA HONESTA
A mágica pode ser entendida como um tipo particular de jogo: o único tipo no qual todos os participantes esperam ser enganados e sabem que disso depende sua diversão e prazer. O espetáculo parte desse acordo explícito: se você for desafiado e iludido, sairá mais alegre e vibrante do que entrou.
- Quinta20h30
- Sexta20h30
- Sábado20h30
FICÇÕES
Publicado em 2014, o livro de Harari afirma que o grande diferencial do homem em relação às outras espécies é sua capacidade de inventar, de criar ficções, de imaginar coisas coletivamente e, com isso, tornar possível a cooperação de milhões de pessoas – o que envolve praticamente tudo ao nosso redor: o conceito de nação, leis, religiões, sistemas políticos, empresas etc. Mas também o fato de que, apesar de sermos mais poderosos que nossos ancestrais, não somos mais felizes que esses. Partindo dessa premissa, o livro indaga: estamos usando nossa característica mais singular para construir ficções que nos proporcionem, coletivamente, uma vida melhor?
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo17h
ATÉ QUE O CASAMENTO NOS SEPARE
Com suas crises, Tavinho e Duda nos fazem gargalhar, refletir e pensar na vida a dois. Um espetáculo que prima pela elegância e pela direção impecável de seus personagens, pela trilha sonora e pela coragem de mostrar como realmente somos entre quatro paredes. Absolutamente, imperdível!
- Domingo19h
A LUTA
O solo transforma o ator Amaury Lorenzo em um rapsodo (trovador). Os rapsodos cantavam a Ilíada e a Odisseia, de Homero, mantendo essas longas epopeias vivas pela fala e a memória, antes de poderem ser escritas. Da mesma maneira, podemos imaginar a Guerra de Canudos, segundo a visão de Euclides da Cunha, sendo narrada por um “contador de histórias” diante de uma plateia. Um só ator, usando a fala e o corpo, conta as sucessivas investidas do exército brasileiro contra o arraial e a reação de seus habitantes.
- Sábado21h
- Domingo19h
REALPOLITIK
Após o rompimento de uma barragem com mais de uma centena de vítimas e milhares de pessoas desalojadas, o jornalista Rafael (Augusto Zacchi) vai entrevistar Henrique (Pedro Osório), CEO de uma grande empresa de mineração MBS - Mineradora Brasileira do Sudeste. O confronto entre os dois, com visões opostas de mundo, toma um rumo inesperado e caminha para um desfecho trágico.
- Sábado17h
- Domingo18h
O SAPATEIRO RUÇO
Antônio, um pobre sapateiro, tem de terminar às pressas, em uma fria véspera de Natal, as botas encomendadas por um cliente misterioso. Insatisfeito com a vida que leva, ele reclama que enquanto os ricos passeiam, comem e se divertem, ele tem de trabalhar e ainda se conformar com as precárias condições em que se encontra. É neste momento que ele adormece de cansaço e sonha com a oportunidade de ter uma vida rica e abundante. Porém, para isso irá enfrentar as condições propostas por uma criatura mágica e assustadora, que o fazem questionar a existência de pobres e ricos.
- Domingo15h e 17h
HAIR
No palco, trinta atores darão vida a uma série de canções que ultrapassaram as fronteiras do teatro e se tornaram hits mundiais, como ‘Aquarius’ e ‘Let the Sunshine in’. Um terço do elenco veio das audições abertas, que atraíram milhares de inscritos de todo o Brasil no início deste ano.
- Sexta20h
- Sábado16h e 20h
- Domingo15h e 19h
CHECHÊNIA: UM ESTUDO DE CASO
Um ator-palestrante propõe um jogo imaginativo: como países distantes podem compartilhar a mesma fronteira simbólica? A partir de uma distopia inspirada em fatos reais, ele mistura ficção e autobiografia para denunciar a homofobia institucional e afirmar a alegria como ato revolucionário de resistência e reinvenção. No caso, a da violência engendrada pela homofobia institucional. Para isso, o ator-palestrante parte das notícias reais sobre a existência de prisões para homossexuais na República da Chechênia em pleno século XXI, para criar uma ficção distópica que é atravessada, a todo tempo, por sua própria história, revelando os meandros violentos por onde essa homofobia institucional se insinua na vida de pessoas dissidentes de gênero. Mas, em algum momento, a ficção precisa ser recusada para que a própria história do ator-palestrante seja reinventada e, assim, o ciclo da violência se torne obsoleto e não mais se perpetue. Afirmar a alegria e a viabilidade da vida é o caminho mais revolucionário para se falar, hoje, sobre a dissidência.
- Sexta21h
- Sábado21h
- Domingo19h
CARTA À RAINHA LOUCA
Adaptação da obra literária homônima de Maria Valéria Rezende, concebida e escrita a partir de uma carta verdadeira encontrada pela autora nos arquivos ultramarinos em Lisboa. O espetáculo conta a história de Isabel das Santas Virgens que, isolada num convento em Olinda, escreve uma carta à Rainha Maria I de Portugal, conhecida como Rainha Louca, relatando sua trajetória e denunciando as violências cometidas pelos homens no período do Brasil colônia. Isabel é presa e acusada injustamente por tentar estabelecer na região de Minas Gerais um convento feminino clandestino, quando na verdade tratava-se de uma comunidade criada para acolher mulheres pobres, sem família, sem renda, sem destino: as chamadas ‘sobrantes’.
- Sexta21h
- Sábado21h
- Domingo19h
NORMA BENGELL
Um empresário do teatro de revista anuncia um espetáculo sobre a vida de Norma Bengell, quando é interrompido pela própria. Do diálogo entre ela e o empresário, emergem cenas, músicas, trechos de filmes e peças que marcaram a história do país
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo19h
OS OLHOS DE NARA LEÃO
Ao longo de toda a sua trajetória, Nara assumiu um compromisso intenso com a liberdade e se eternizou como uma das grandes personalidades brasileiras do século passado. Zeze Polessa revive agora o mito desta mulher pioneira, que marcou época, quebrou tabus, lançou modas e esteve no centro de movimentos como a Bossa Nova, o Tropicalismo, os grandes festivais, o resgate do samba e as canções de protesto durante a ditadura militar. Escrito e dirigido por Miguel Falabella, ‘Os olhos de Nara Leão’ traz de volta a cantora, que volta do passado – ou do futuro – para dividir com a plateia as suas lembranças e reflexões, além de reviver seus muitos sucessos como ‘A Banda’, ‘Diz que fui por aí’, ‘Corcovado’, ‘Marcha da Quarta-Feira de Cinzas’, ‘Opinião’, ‘Acender as Velas’ e tantos outros.
- Sexta21h
- Sábado19h
- Domingo17h
TIM MAIA – VALE TUDO
Tim Maia - Vale Tudo - o musical percorre a trajetória de Tim Maia, desde a juventude no Rio de Janeiro até a consagração como um dos maiores nomes da música brasileira. Baseada no livro homônimo de Nelson Motta e com curadoria de Carmelo Maia, a peça percorre a trajetória de Tim Maia desde a juventude no Rio de Janeiro, às amizades com artistas do calibre de Roberto Carlos, Erasmo Carlos, Elis Regina, Jorge Ben etc, até a consagração como um dos maiores nomes da música brasileira.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado16h e 20h
- Domingo15h e 19h
