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INÊS DE CASTRO, ATÉ O FIM DO MUNDO!
O espetáculo constrói uma dramaturgia que coloca o amor como eixo central da ação. A história atravessa guerras, tempo e territórios, cruzando o Oceano Atlântico para refletir sobre perdas, escolhas e vínculos que permanecem universais. A proposta é tratar o amor como força transformadora, capaz de atravessar contextos históricos e emocionais.
- Terça18h30
CARMINA BURANA BALLET
Sob a direção artística e coreográfica de Cláudia Martins e Rafael Carriço, o espetáculo revisita um dos marcos da música coral do século XX para construir uma dramaturgia do corpo e da alma. A trilha monumental de Orff, composta em 1936 a partir de poemas medievais encontrados no mosteiro bávaro de Benediktbeuern, ganha nova dimensão cênica: o espetáculo conduz o público por uma jornada de imagens, sons e movimentos que evocam o poder da Fortuna, símbolo do destino e da constante mudança da existência.
- Quinta20h
UM AMIGO NÃO IMAGINÁRIO
Acompanhamos a jornada de um amigo invisível que observa o desejo de ser imaginado por uma criança. Sem ter sido criado por nenhuma mente infantil, ele passa a viver a angústia de ser uma figura solitária no mundo da imaginação. Ao entrar em contato com um adulto, por acaso, um confronto divertido ocorre, revelando a importância de se conectar com aquilo que não se vê.
- Domingo15h e 17h
DE ONDE NASCEM AS PERGUNTAS?
A montagem convida crianças e adultos a acompanharem o personagem em um percurso que reforça o valor da dúvida e o interesse por investigar o mundo sem a necessidade imediata de respostas.
- Sexta14h
- Domingo15h
SOMOS PERIFERIA
Com uma linguagem atual, o espetáculo cria uma experiência imersiva que leva o público para dentro da realidade da juventude da Zona Leste – seus corres, afetos, sonhos, desafios e potências. Em cena, doze artistas, incluindo o poeta convidado Jé Versátil, se apresentam com trilha sonora ao vivo, misturando poesia slam, dança, projeções visuais e números de circos como acrobacias, lira, diabolô, rola-rola, homem-foca, monociclo e manipulação de objetos.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo17h
RENOVADA
Em tempos em que tudo é padronizado e desumanizado, Renovada propõe uma visão de mundo na qual a liberdade de expressão e a diversidade de experiências humanas são redescobertas e celebradas. O público é convidado a refletir sobre suas próprias experiências de mudança, resiliência e superação.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
NOVIÕ OU QUERO CÊ BALÃO
A obra “Nuviõ ou Quero Cê Balão” reflete sobre a experiência da perda de um filho e a busca dos pais por suas memórias mais profundas, evocando imagens poéticas ligadas à natureza e à infância. A obra discorre sobre perdas, idas, ausências, entretanto sem clara evidencia nos caracteres da cena, pois nossa busca é encontrar elos essenciais indivíduo, em seus sentidos, emoções, sentimentos, como uma compreensão as primordialidades da vida, em seu constante reconstituir.
- Domingo11h
EXPERIMENTO DO INVISÍVEL
Numa trama que mistura Teatro e Mágica, um homem relembra o primeiro espetáculo de ilusionismo que assistiu, onde um mágico estranho e misterioso fazia números de tirar o fôlego. Enquanto realiza esses números – com leituras de mente, dados e baralhos – suas memórias se misturam com a realidade e com a imaginação.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
COMO TODOS OS ATOS HUMANOS
Como Todos os Atos Humanos investiga a naturalização da violência e a perpetuação histórica das estruturas patriarcais. Em uma inversão do mito de Electra, o espetáculo constrói uma narrativa sombria sobre uma filha inexistente que, simultaneamente fascinada e subjugada pela figura paterna, rompe o ciclo de dominação ao exterminá-lo, furando seus olhos com um estilete. Esse “parricídio ocular” de forte carga simbólica — instaura em cena o aniquilamento arquetípico do patriarcado e da vigilância que a ordem masculina impõe ao corpo e ao destino da mulher.
- Quinta20h30
- Sexta20h30
- Sábado20h30
UM GRITO NO ESCURO
UM GRITO NO ESCURO é um espetáculo multimídia que investiga os mecanismos de opressão e censura durante a ditadura militar brasileira (1964–1985). Ao combinar materiais de arquivo com recriação ficcional, a obra constrói uma paisagem fragmentada de memória, silêncio e resistência. Por meio de uma linguagem cênica híbrida, que integra teatro físico, projeções de vídeo, paisagens sonoras e luz, o trabalho transforma documentos e depoimentos reais em uma experiência sensorial, na qual a história não é apenas documentada, mas recriada poeticamente.
- Quarta19h
- Quinta19h
- Sexta19h
AS PEDRAS DE JAVIER
Um jovem misterioso carrega uma mala antiga cheia de pedras e objetos que guardam histórias fascinantes de aventuras, mitos e fantasias. O público é envolvido numa jornada poética entre o real e o imaginário.
- Sábado16h
- Domingo16h
UM DIA MUITO ESPECIAL
Roma, 6 de maio de 1938. Enquanto Benito Mussolini e Adolf Hitler firmam sua aliança política — em uma parada com massiva presença da população — Antonietta, dona de casa e mãe de seis filhos, é impedida de ir para ficar em casa cuidando dos afazeres domésticos. Em meio ao caos, seu pássaro de estimação voa até a janela do vizinho Gabriele. Ele, demitido da rádio por ser gay e na iminência de ser preso, não iria a um desfile com essa temática. Entre conversas sobre sonhos, frustrações e desejos, nasce uma amizade extraordinária e um amor platônico que, naquele dia, mudará suas vidas para sempre.
- Sábado19h
- Domingo18h
ENTRE A CRUZ E OS CANIBAIS
Um Juiz autoritário, que ninguém obedece, encontra o Vereador que estava desaparecido há meses e descobre que ele sequestrou ilegalmente tupis aliados, o que pode desencadear um ataque contra a pequena vila de 300 habitantes isolada do mundo europeu pela íngreme Serra do Mar. Quando o Procurador chega informando que o Governador-geral do Brasil está a caminho, tudo vira de pernas pro ar. Como receber um nobre português em condições tão precárias? Mesmo assim, esta que viria a ser, mais de 400 anos depois, a maior cidade das Américas, tem seu primeiro ímpeto de progresso econômico com a exploração da mão de obra indígena em larga escala.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo19h
DZI CROQUETTES 50 ANOS
A apresentação é dinâmica, alegre e surpreende o público. Não somente pela história vivida por seu protagonista Ciro Barcelos, desde de que ingressou no grupo ainda em sua formação aos dezoito anos de idade, mas ainda pelo conteúdo cultural que acompanha essa história irreverente e singular vivida nos anos 70 em pleno regime militar. Essa não é apenas a história dos Dzi Croquettes, mas de todo um movimento cultural que envolveu o teatro, a dança e a música popular brasileira.
- Sexta21h
- Sábado18h
SENHORA DOS AFOGADOS
Em Senhora dos Afogados, a casa dos Drummond, a família matriz, é um cenário em ruínas. Margeada pelo mar, a casa é habitada pela atmosfera das mortes que, tanto no passado quanto no presente, arruinam as personagens. Imersa nesses ecos, a família Drummond naufraga. Mar e casa compõem um único ambiente plástico. Nessa superfície plana flutuam, insepultos, os mortos fantasmáticos que assombram as placentárias relações familiares dos vivos. Em torno do pai, Misael assenta-se o núcleo familiar. Um cadáver do passado institui, na fabulação, o enigma que move uma das faces do enredo: há dezenove anos, a amante de Misael fora morta, no dia mesmo em que o juiz celebrava suas bodas com Eduarda. Mas essa trama recobre um outro enigma: a misteriosa morte das filhas Dora e Clara, cujos corpos perderam-se no mar e sob o qual se esconde um conflito mais denso - o de Moema. Nelson Rodrigues, na ausência dos deuses, faz recair sobre sua protagonista uma fatalidade quiçá mais tenebrosa: a do desejo.
- Segunda20h
- Terça20h
- Quarta20h
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
