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CHIQUITA BACANA NO REINO DAS BANANAS
Texto escrito por Reinaldo Maia em 1977 coloca em cena o absurdo de uma menina estar sendo acusada de ter comido uma banana no Reino das Bananas. Comandado pelo Rei Leonino esse reino no qual os outros animais estão perdendo suas funções sociais é onde se passa a história. O que acontecerá no final só os espectadores poderão decidir a cada dia.
- Sábado15h
- Domingo15h
REFUGO URBANO
Com direção de Suzana Aragão e dramaturgia de Nereu Afonso, a montagem aposta na palhaçaria e na expressividade corporal para construir uma narrativa sem palavras. Em um beco esquecido da cidade, ambientado por materiais descartados, uma mulher catadora em situação de rua e um coletor de materiais recicláveis se encontram. Os palhaços Pamplona (Gabi Zanola) e Herolino (Erickson Almeida) exploram gestos, movimentos e situações cômicas para despertar a imaginação do público e abrir espaço para diferentes interpretações
- Sábado16h
- Domingo16h
AMORES SURDOS
A montagem preserva a estrutura fundamental da dramaturgia original, mas incorpora cenas e situações criadas pelo coletivo durante o processo de pesquisa. A encenação combina música original executada ao vivo, dança, partituras corporais e projeções. Em determinados momentos, os atores deixam seus personagens para falar diretamente com o público, expondo os mecanismos da representação e estabelecendo uma relação entre ficção e realidade.
- Sexta19h
- Sábado19h
- Domingo19h
O ARQUITETO E O IMPERADOR DA ASSÍRIA
O Grupo Egrégora, apresenta: O Arquiteto e o Imperador da Assíria de Fernando Arrabal. Um clássico do Teatro do Absurdo em temporada no Teatro Arthur Azevedo. Num insano jogo de poder e dominação envolvendo o questionamento sobre a vida moderna, uma terrível constatação está prestes a acontecer.
- Quinta21h
- Sexta21h
- Sábado21h
- Domingo18h
ESPIÃO SILENCIADO – UM ENSAIO
1963, madrugada do dia 2 para 3 de março, centro do Rio de Janeiro: um corpo que cai. Estirado no chão está José Nogueira, repórter investigativo. Qual a verdade oficial sobre o homem que ficou em coma por dez dias naquele ano? Espião da Marinha? Amigo de João Goulart? Jornalista da ação anticomunista? 2026, em uma sala de ensaio aberta ao público, três atores tentam juntar os fragmentos da história pré-ditadura, enquanto escrevem os atos trágicos de uma democracia agonizante.
- Quarta20h
AMÁLIA
A fim de acalmar sentimentos conturbados, Amália faz uma inspeção fisiológica do próprio organismo e, por fim, decide anestesiar o coração, órgão responsável pela pulsão insaciável que a governa. Salva por um primo alguns segundos antes de aplicar a injeção, percebe que a causa de suas buscas intermináveis não é o coração, e sim o olhar desejante que jamais descansa.
- Segunda20h
- Terça20h
O CÍRCULO DE GIZ CAUCASIANO
Na montagem, o grupo de teatro Os Confusos ocupa há mais de dez anos um galpão abandonado, transformado em espaço de criação, encontro e resistência. Durante os ensaios de O Círculo de Giz Caucasiano, a chegada de pessoas da comunidade com uma ordem de despejo interrompe o processo e coloca em risco a continuidade daquele espaço coletivo. Diante da ameaça, os limites entre ficção e realidade começam a se desfazer, fazendo com que o grupo e a comunidade reconheçam, na história encenada, conflitos que atravessam suas próprias vidas.
- Terça20h
- Quarta20h
- Quinta20h
TERTULIA E O FANTÁSTICO CIRCO DE PULGAS
Mais do que uma apresentação circense, a montagem propõe um convite para desacelerar. Em um cotidiano cada vez mais tomado pela pressa, Tertulia e Fifi abrem uma pequena fresta para o público parar, brincar e acreditar no impossível
- Sábado16h30 e 17h30
- Domingo16h30 e 17h30
FILUMENA MARTURANO
Inspirada em uma notícia de jornal sobre uma mulher que simula estar em estado terminal para convencer o homem que ama a se casar com ela como seu último desejo, Eduardo De Filippo desenvolve a trama de sua peça mais popular, Filumena Marturano (1946). O pano se abre com a revelação do golpe da protagonista, e a história se desenrola, ao longo de uma hora e meia, entre surpresas e revelações sobre o passado dos personagens e suas consequências para o futuro. Depois de vinte e cinco anos de convivência extraoficial com Domênico, que a retirou de um bordel, Filumena guarda um segredo que vem à tona: ela teve três filhos e deseja o casamento para legitimar a paternidade. Mas há uma carta na manga: apenas um deles é filho de Domênico. Talvez sejam os três, mas esse é um trunfo que Filumena não entrega de bandeja. Entre a comédia e o drama sentimental, De Filippo resgata, por meio da ficção, o sobrenome que ele e seus dois irmãos, filhos ilegítimos, nunca tiveram. A arte corrige a vida, para deleite dos espectadores.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
AMORES SURDOS: O BALDE DE LAMA E O (CH)AMADO SILÊNCIO
A montagem, dirigida e adaptada por Luize, chega ao palco 20 anos depois da criação do texto original, sem transportar a história integralmente para o presente. A proposta é investigar o que permanece reconhecível na estrutura familiar criada por Passô e, a partir dela, acrescentar procedimentos, linguagens e questões que surgiram durante o processo de criação universitário. O resultado reúne quatro atores e dois músicos em cena, com música original executada ao vivo, dança, partituras corporais, projeções e momentos em que os intérpretes deixam os personagens para falar diretamente com o público.
- Sexta19h
- Sábado19h
- Domingo19h
JOÃO, JOÃOZINHO, JOÃOZITO
João, Joãozinho, Joãozito acompanha a infância de João Guimarães Rosa em Cordisburgo (MG), sua cidade natal até se mudar para Belo Horizonte, cercado por livros, animais, brincadeiras e descobertas. Em uma narrativa musical e linguagem lúdica, o espetáculo convida crianças e adultos a embarcarem na jornada do menino que transformaria suas vivências no sertão nas obras que o consagraram um dos maiores escritores do Brasil.
- Quinta11h
- Sexta11h
- Sábado15h
- Domingo14h
JARARACA[S]
O espetáculo investiga os últimos dias de vida de Jararaca, cangaceiro morto pela polícia e hoje reverenciado como santo popular em Mossoró/RN, tensionando as fronteiras entre memória, mito e apagamento histórico. A obra propõe um olhar crítico sobre as violências de Estado que atravessam passado e presente, refletindo sobre quem tem o direito de narrar a história. Ao confrontar o público, lança perguntas inquietantes: Quais vidas são marcadas para morrer? E que outras versões ainda seguem soterradas pelo silêncio?
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo19h
MEU CORPO EM TERRA CORRE PARA O MAR COMO TARTARUGA MARINHA
A partir das provocações que a performance vem fazendo ao teatro ao longo dos anos, esta peça-palestra constrói um campo auto ficcional, a partir de documentos, relatos autobiográficos, teoria queer e feminismos para investigar o corpo lésbica na sociedade. Tendo a travessia das tartarugas marinhas como metáfora de sobrevivência e resistência, a obra propõe uma experiência poética que imagina futuros possíveis marcados pelo afeto, pela igualdade e pela liberdade.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo19h
ESCOLA MODELO
Através das experiências pessoais dos performers Pedro Granato e Letícia Calvosa, o projeto propõe uma narrativa que atravessa as fronteiras entre o público e o privado, o político e o pessoal. Calvosa, uma mulher negra que enfrentou dilemas sobre as cotas ao ingressar na universidade, e Granato, um homem branco que foi gestor público de formação, refletem sobre como o racismo moldou suas trajetórias educacionais.
- Sábado20h
- Domingo19h
BRIAN OU BRENDA?
Baseada em um episódio conhecido como um dos mais trágicos da psiquiatria, a peça conta a história de Brian. Depois de uma operação malsucedida logo após o nascimento, em que seu pênis é cauterizado, ele é submetido a uma redesignação sexual e passa a ser educado como menina: Brenda. A imposição de crescer em um corpo que não é seu, no entanto, afeta a sua própria vida e a de todos ao seu redor.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo19h
