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RE-CIRCO
No espetáculo Re-Circo, 18 artistas mostram suas habilidades enquanto contam uma história sobre como as práticas sustentáveis podem ser incorporadas de forma criativa e divertida no dia a dia. Há uma banda ao vivo, composta por baixo, guitarra, bateria, teclado, saxofone, flauta e dois cantores, tocando canções circenses tradicionais e composições próprias. Efeitos visuais e sonoros complementam o trabalho.
- Quarta11h e 15h
- Quinta11h e 15h
- Sexta15h
- Sábado15h e 17h
- Domingo15h e 17h
BRASIL EM REVISTA
Brasil em Revista conta, canta e dança a história do Brasil por meio de episódios marcados pela resistência popular. Inspirado no teatro de revista, no teatro épico e na cultura popular brasileira, o espetáculo reúne 16 atores, atrizes e quatro músicos em uma jornada que atravessa diferentes períodos históricos, combinando humor, música e reflexão crítica sobre a formação do país.
- Quinta19h
- Sexta19h
- Sábado20h
VESTIDO DE MENINO – O DIA V
Na contagem regressiva para a festa de formatura da escola, quatro crianças se unem e com um jeito único de olhar para o mundo realizam um sonho secreto. Unidas pela amizade e pela imaginação, elas transformam a banca de revistas da esquina da escola em ponto de encontro para planejarem um acontecimento capaz de transformar não só uma festa, mas também a maneira de olhar para si e para o outro. Uma aventura delicada e divertida sobre amizade, coragem e a liberdade de ser quem se é.
- Sexta16h
- Sábado16h
- Domingo16h
A RAPOSA E AS UVAS
Na Grécia Antiga, um filósofo que não quer saber de dinheiro enfrenta um rico cheio de poder, mas sem talento — e o resultado é um duelo afiado, cheio de ironia e boas tiradas. Entre provocações e situações inusitadas, a peça brinca com uma situação bem conhecida: quando não se consegue algo… prefere-se dizer: “nem queria mesmo...”.
- Sábado20h30
FOI ENQUANTO EU ESPERAVA A ENCOMENDA DE UM LIVRO DE MAIAKÓVSKI QUE TIVE UMA EPIFANIA SOBRE A REVOLUÇÃO
A peça esgarça de maneira clownesca o tecido do drama ao apresentar os próprios artesãos da obra em cena, escancarando até mesmo a fragilidade dos atores. Não se trata de uma crítica ao fazer revolucionário, mas uma evidência patética de nossos atos de esperança que se convertem mais em espera do que ação, uma sátira que nos atenta para o agora e para o agir efetivo que não será proveniente de nenhum tipo de inspiração.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo19h
