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BENDEGÓ

Montagem da Definitiva Cia. de Teatro lança um olhar sobre a história recente buscando possíveis explicações para o fim do mundo

O meteorito Bendegó, o maior já encontrado no Brasil, é o símbolo central do espetáculo homônimo da Definitiva Cia. de Teatro. Resgatado da Bahia e preservado no Museu Nacional, onde sobreviveu ao incêndio de 2018, Bendegó se transforma em um emblema de resistência e memória. A partir de sua história, o espetáculo explora os incêndios — literais e simbólicos — que moldam o passado e o futuro da humanidade. Em um “museu vertical” de camadas de história e identidade, a peça reflete sobre a violência, colonização e transformação que marcam a trajetória do Brasil e do mundo.

Ficha Técnica:

Um espetáculo da Definitiva Cia. de Teatro
Dramaturgia: Livs
Direção: Jefferson Almeida
Assistência de direção: Luiz Filipe Carvalho
Direção musical e composições: Renato Frazão
Direção de movimento: Sueli Guerra
Elenco: Jefferson Almeida, João Vitor Novaes, Livs, Marcelo de Paula,
Paula Sholl, Renato Frazão,Tamires Nascimento, Stand-in e Artista colaborador: Dani Chagas
Artista colaborador: Guedes Betho
Preparação corporal: Cátia Costa
Preparação musical: Deborah Cecília
Cenografia: Taisa Magalhães
Assistente de cenografia: Carolina Lima
Figurino: Arlete Rua e Thais Boulanger
Figurinista assistente: Verônica Fernandes
Visagismo: Paula Sholl
Iluminação e operação de luz: Luiz Paulo Barreto
Técnico de som: Gabriel Salsi
Operador de som: Thiago Miyamoto
Programação Visual: Davi Palmeira – A4_
Assessoria de imprensa: Lyvia Rodrigues – Aquela Que Divulga
Fotos: Aloysio Araripe
Vídeo: Coité Produção Audiovisual
Produção executiva: Bruno Paiva
Assistente de produção: Juliana Cruz
Direção de produção: Tamires Nascimento – Tem Dendê Produções
Coordenação geral: Jefferson Almeida e Tamires Nascimento
Realização: Tem Dendê Produções

*Todas as sextas-feiras haverá intérprete de LIBRAS

Detalhes da peça

Status

Encerrada

Temporada

De 07/11/2024 até 01/12/2024

Dias

  • Quinta19h
  • Sexta19h
  • Sábado19h
  • Domingo18h

Duração

80 minutos

Valor

R$30 (inteira) / R$15 (meia) / R$7,50 (credencial plena)

Região

Rio de Janeiro / Rio de Janeiro

Teatro / Espaço

Sesc Tijuca
R. Barão de Mesquita,539 - Tijuca,68

Estacionamento

No Local

Cafeteria

Sim

Telefone

(21) 4020-2101

E-mail

https://www.sescrio.org.br/

14

Classificação indicativa

Não apropriado para menores de 14 anos

Galeria de fotos
Fotos por Aloysio Araripe
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JARARACA[S]

O espetáculo investiga os últimos dias de vida de Jararaca, cangaceiro morto pela polícia e hoje reverenciado como santo popular em Mossoró/RN, tensionando as fronteiras entre memória, mito e apagamento histórico. A obra propõe um olhar crítico sobre as violências de Estado que atravessam passado e presente, refletindo sobre quem tem o direito de narrar a história. Ao confrontar o público, lança perguntas inquietantes: Quais vidas são marcadas para morrer? E que outras versões ainda seguem soterradas pelo silêncio?

de 15/10/2026 a 08/11/202690 minGratuitoÚltimos Dias
  • Quinta20h
  • Sexta20h
  • Sábado20h
  • Domingo19h
TUSP– Teatro da Universidade de São Paulo

O OVO E A GALINHA

No espetáculo, Ana Hartmann interpreta Clarice Lispector no momento em que ela lê “O Ovo e a Galinha”. A partir do texto, a cena se transforma e a escritora passa a experimentar no próprio corpo as ideias, imagens e estados provocados pelo conto. O que começa com um ovo sobre uma mesa conduz a personagem por associações sobre existência, Deus, cotidiano, amor, trabalho e a tentativa de apreender aquilo que escapa à explicação.

de 19/10/2026 a 08/12/202660 mina partir de R$ 50Em cartaz
  • Segunda20h
  • Terça20h
Teatro Oficina Uzyna Uzona

DO CAVALO NADA SABEMOS

A dramaturgia de Do Cavalo Nada Sabemos toma como ponto de partida o episódio ocorrido em 3 de janeiro de 1889, na Piazza Carlo Alberto, em Turim. Ao ver um cocheiro espancando o animal, o filósofo Friedrich Nietzsche se atirou ao pescoço do cavalo para protegê-lo, chorou e, a partir daquele momento, entrou em colapso mental definitivo. A montagem usa essa cena para investigar violência, culpa e o desejo de reparação. A peça trata a separação entre natureza e cultura como um erro de origem da civilização e defende que é preciso libertar a vida dos pontos em que ela ainda está presa à conduta humana.

de 28/10/2026 a 26/11/202650 mina partir de R$ 60Em cartaz
  • Quarta20h
  • Quinta20h
Teatro FAAP

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