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CARNE VIVA

Escrita aos 16 anos por Luh Maza, tragédia fabular contemporânea “Carne Viva” estreia nacionalmente mais de 20 anos depois com encenação polifônica da própria autora

Em uma cena com ares vitorianos que poderia estar no século XIX, como nos dias de hoje, diferentes vozes e corpos femininos se entrelaçam na construção de Uma Mulher, persona destituída de um nome ou características específicas, mas definida por seu gênero. É entre a intimidade da cozinha e o campo de convivência – e confronto – da sala de jantar, que a personagem entra em um delírio ao receber um quilo de carne para preparar ao marido. A ação cotidiana adquire ares espetaculares quando ao tentar cortar a carne ela vê Jesus Cristo à sua imagem e semelhança e passa a contar e questionar o seu passado atravessado pela violência patriarcal num mundo representado por um Deus no masculino, enquanto ela busca algum tipo de redenção frente a uma tragédia anunciada em sua vida cotidiana. Um dos primeiros textos escritos pela autora Luh Maza, aos 16 anos, o monólogo de fluxo de consciência, declaradamente uma tragédia, flerta com elementos do terror. A obra mistura o sagrado da liturgia cristã ao profano da violência doméstica, evocando o papel onde a mulher foi aprisionada socialmente. Através da ficção, a peça questiona o papel designado à mulher na instituição matrimonial ocidental, historicamente manipulado e subjugado pela domesticação servil e violenta, com a mulher muitas vezes vista como posse de seu marido, como um pedaço de carne.

Ficha Técnica:

Direção, texto e cenário: Luh Maza
Elenco: Christiane Tricerri, Mawusi Tulani e Tenca Silva
Diretora-assistente: Michelle Boesche
Direcionamento vocal: Soraya Ravenle
Música original: Bruno Campos
Design de som: Malka Julieta
Iluminação: Aline Santini
Figurino: Telumi Hellen e Mari Morais
Visagismo: Louise Helène
Ilustração: Erica Mizutani
Foto de divulgação: Paulo Vainer e Bob Sousa

 

* NÃO HAVERÁ APRESENTAÇÃO no dia 18 de abril, Sexta-feira Santa (Paixão de Cristo)

 

*HAVERÁ SESSÃO EXTRA no dia 19 de abril, sábado, às 17h.

 

Detalhes da peça

Status

Encerrada

Temporada

De 20/03/2025 até 20/04/2025

Dias

  • Quinta19h
  • Sexta20h
  • Sábado20h
  • Domingo18h

Duração

60 minutos

Valor

R$60 (inteira) / R$30 (meia)

Região

Centro / São Paulo

Teatro / Espaço

Sesc 24 de Maio
R. 24 de Maio, 109, República, São Paulo/SP - 01041001

Estacionamento

Cafeteria

Sim

Telefone

(11) 3350-6300

16

Classificação indicativa

Não apropriado para menores de 16 anos

Galeria de fotos
Fotos por Paulo Vainer,Bob Sousa
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MANIFESTO

Com concepção, dramaturgia, codireção e atuação de Lee Taylor e direção de Georgette Fadel, a peça parte da experiência de um homem que decidiu romper com os códigos de uma vida marcada por privilégios e buscar outro modo de existir. A partir desse percurso, o espetáculo constrói uma reflexão sobre liberdade, desigualdade social, consumo, pertencimento e responsabilidade coletiva.

de 23/07/2026 a 30/08/202690 minGratuitoEm cartaz
  • Quinta19h30
  • Sexta19h30
  • Sábado19h30
  • Domingo19h
Complexo Cultural Funarte SP

MEU CORPO ESTÁ AQUI

A peça traz um tema original, afeto e sexualidade em corpos PCDs. É um tema inédito nos palcos que se aprofunda na reflexão desses corpos que são “marginais”, abafados e negados socialmente. A ficção entra como um elemento reflexivo, pelo fato de conectar o público com as semelhanças que existem entre todos nós e que são encobertas pelo preconceito e pela falta de conhecimento. A peça propõe ao espectador uma aproximação com a intimidade, mas sobretudo com a vitalidade desses indivíduos.

de 23/07/2026 a 09/08/202660 minà partir de R$ 15Últimos Dias
  • Quinta20h20h
  • Sexta20h20h
  • Sábado20h20h
  • Domingo18h18h
  • Quinta20h20h
  • Sexta20h20h
  • Sábado20h20h
  • Domingo18h18h
Sesc 24 de Maio

UMA SEMANA, NADA MAIS

Na trama, Pablo (Leandro Luna) pede ao seu melhor amigo Martín (Beto Schultz) que vá morar com ele e sua namorada Sofía (Julianne Trevisol). O objetivo é claro: desestabilizar a relação para provocar o fim do namoro. O plano se estende por uma semana – tempo suficiente para expor fragilidades, egoísmos e contradições dos três personagens. A convivência forçada serve de pano de fundo para discutir os limites dos relacionamentos afetivos contemporâneos, por meio do humor. A encenação aposta no riso como meio de provocar reflexão sobre o modo como construímos – e desmontamos – nossas relações interpessoais.

de 24/07/2026 a 16/08/202680 minà partir de R$ 50Em cartaz
  • Sexta20h
  • Sábado20h
  • Domingo18h
Teatro Nair Bello

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