Medea depois do Sol estreia no Sesc Ipiranga e relê o mito de Medea sob a ótica da violência de gênero na América Latina
Inspirado em Medea, da mítica grega, o espetáculo Medea Depois do Sol estreia e cumpre temporada no Sesc Ipiranga, entre 06 a 29 de março de 2026, propondo uma leitura da personagem, a partir de temas como: Violência de gênero, colonização latinoamericana e ecofeminismo.
Com texto inédito da dramaturga feminista Luciana Lyra, que também atua sob à máscara da personagem título, a montagem desloca de forma fabular, a Medea da Grécia antiga para um contexto brasileiro/latino, articulando maternidade, filicídio, colonização e evidenciando camadas históricas de opressão sobre o corpo de mulheres e o corpo da terra. A cena investiga Medea como símbolo da maternidade em seu limite extremo e, ao mesmo tempo, como figura sobrevivente de um trauma continental.
Ficha Técnica:
Concepção, dramaturgia e atuação: Luciana Lyra
Participação da atriz-musicista: Lisi Andrade
Direção: Ana Cecília Costa e Kátia Daher
Dramaturgismo: Leusa Araujo
Direção de gesto e movimento: Renata Camargo
Músicas originais: Alessandra Leão e Luciana Lyra
Trilha sonora original: Erika Nande
Mix e master da trilha gravada: Katia Dotto
Figurino: Carol Badra
Assistente de figurino: Giuliana Foti
Cenografia e Iluminação: Camila Jordão
Assistente de iluminação: Laysla Loyse
Assistente de cenografia: Driélly Moyanno
Cenotécnico: Marcelo Andrade
Projeto gráfico: Lisa Miranda
Mídias sociais: Bruna Louise e Lisa Miranda
Fotos e vídeo: Laércio Luz
Assessoria de Imprensa: Besseler Comunicação
Direção de produção: Franz Magnum
Produtora associada: Magnum Opus Cultural
Idealização e produção geral: Cia. Rubi 44
* Demais vozes em off d‘As Marinhas, em canções da peça de: Lisi Andrade, Kátia Daher e Luciana Lyra.
* Trechos musicais: Yewá (ponto de candomblé), Carmencita e Não há mata que eu não entre (pontos de umbanda); Dorme, dorme menininho (recolhida na Missão de Pesquisas folclóricas coordenada por Mario de Andrade, em Belém (PA), 1938); La Maldicion de Malinche, de Gabino Palomares (1975).
