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NZINGA

Espetáculo Nzinga resgata história da rainha angolana Nzinga e de seu irmão Ngola Mbandi em temporada no Centro Cultural São Paulo

O espetáculo narra as relações entre Mwene Nzinga e seu irmão Ngola Mbandi, realezas da região centro-africana no século XVII. A dramaturgia concentra-se em um recorte temporal de sete anos (1617 – 1624), momento em que Mbandi sucede ao trono após a morte do pai, Ngola Mbandi Kiluanji, até o episódio em que Nzinga torna-se rainha do Ndongo. A trama convida o público a refletir sobre ética comunitária, relações de irmandade, concepções de espaço-tempo, lógicas de poder e táticas anticoloniais. Trata-se de um reencontro, sob a perspectiva bantu cíclico-espiralar, com a biografia de uma das soberanas mais estudadas no mundo.

Ficha Técnica:

Idealização, concepção e direção geral: Aysha Nascimento, Bruno Garcia e Flávio Rodrigues.
Atuação: Aysha Nascimento e Flávio Rodrigues.
Orientação artística: Eduardo Okamoto.
Orientação artístico-pedagógica (fase inicial): Maria Thaís
Direção musical: Salloma Salomão.
Trilha sonora original: Salloma Salomão e Gui Braz (Aruanda Mundi).
Vozes gravadas: Salloma Salomão e Juçara Marçal.
Musicistas: Aysha Nascimento, Flávio Rodrigues, Gui Braz, Salloma Salomão, Jéssica Areias, Manoel Trindade e Érica Navarro.
Dramaturgia: Dione Carlos.
Preparação corporal: Val Ribeiro.
Preparação corporal (fase inicial): Kanzelumuka.
Orientação de pesquisa teórica: Bruno Garcia.
Desenho de luz: Wagner Pinto.
Cenografia: Julio Dojcsar.
Figurino: Silvana Marcondes.
Costureira: Judite de Lima.
Joias: Débora Marçal (Preta Rainha).
Técnico e operador de luz: Gabriel Greghi.
Técnico e operador de som: Tomé de Souza.
Produção administrativa: Izah Neiva (produtora Eillibre LTDA).
Produção executiva: Marcos di Ferreira.
Fotografia: Sérgio Fernandes.
Assessoria de imprensa: Adriana Balsanelli.
Ilustração: Yirenkyi Asante.
Arte gráfica: Bruno Marcitelli.
Realização: Diásporas Produções; Produtora Eillibre; ProAC – Edital ProAC Expresso Nº02/2023 – Programa De Ação Cultural – “Teatro – Circulação de espetáculo”; e Centro Cultural São Paulo.

Detalhes da peça

Status

Encerrada

Temporada

De 05/07/2024 até 14/07/2024

Dias

  • Sexta20h
  • Sábado20h
  • Domingo19h

Duração

60 minutos

Valor

Gratuito

Região

Centro / São Paulo

Teatro / Espaço

Centro Cultural São Paulo (CCSP)
R. Vergueiro, 1000, Paraíso, São Paulo/SP - 01504000

Estacionamento

Cafeteria

Sim

Telefone

(11) 3397-4277

E-mail

curadoriateatroccsp@gmail.com

14

Classificação indicativa

Não apropriado para menores de 14 anos

Galeria de fotos
Fotos por Nilton Fukuda,Sergio Fernandes
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ANA

Construído como um mosaico poético sobre as infâncias, o espetáculo apresenta cinco cenas independentes, cada uma protagonizada por uma personagem chamada Ana. Interpretadas por Fabiana Fields, John Halles, Juliana Garcia, Juliane Pimenta e Márcio Borges, as cinco Anas revelam diferentes configurações familiares, afetos e atravessamentos sociais, compondo um retrato múltiplo das maneiras de ser e estar no mundo durante a infância.

de 21/03/2026 a 12/04/202650 minGratuitoEm cartaz
  • Sábado16h
  • Domingo16h
Teatro Arthur Azevedo

CLEMENTE

Uma mulher cearense, nascida na Roça Velha, região do Cariri, dança em um palco reflexivo, como se o tempo fosse um buraco sem fim, cavando um movimento entre gerações que se entrelaçam sem sequencialidade, insistente na força do presente. Um inventário de gestos guia a proposta de Clemente, como uma expedição que ativa camadas do luto ao mesmo tempo que articula a força da vida, modificando as oposições recorrentes entre a vida e a morte, num desenho que as indefine. Uma peça que olha adiante no agora. Há, ainda, três movimentos: ESPERAR, PLANTAR, TRANSFORMAR.

de 17/04/2026 a 26/04/202660 minà partir de R$ 15Em breve
  • Quinta20h30
  • Sexta20h30
  • Sábado20h30
  • Domingo18h
Sesc Avenida Paulista

QUANDO ANOITECE

Na trama, Melânia é uma menina preta aparentemente feliz, que junto com Lari, Juca e Jaque forma um grupo de amigos inseparáveis. Porém, às vezes, se sente sozinha e triste por não se identificar fisicamente com nenhum de seus colegas. Quando está sozinha, faz confidências para o seu gravador. Durante um de seus desabafos, eis que surge um ser de outro mundo: “Pedacinho do céu”, Juntas farão reflexões profundas sobre o respeito às diferenças, a valorização da negritude e a importância do amor nas relações.

de 08/03/2026 a 19/04/202660 minà partir de R$ 12Em cartaz
  • Domingo12h
Sesc Bom Retiro

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