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YENTL, A MENINA QUE QUERIA ESTUDAR
Yentl, a menina que queria estudar é um espetáculo literomusical da artista Dinah Feldman, para jovens e adultos, baseada no conto Yentl, o menino da Yeshiva, do escritor Isaac Bashevis Singer, Prêmio Nobel de 1978, em encontro com textos e poemas de artistas contemporâneos, através do diálogo entre o teatro, a arte narrativa e a música.
ACORDEI CANTANDO
Em “ACORDEI CANTANDO” uma atriz, no auge da carreira, está casada com um importante advogado que parece não ter nenhuma vocação artística. Porém, com da ajuda de um hilário médico oriental, um dia ele amanhece cantando! Não demora muito para o seu novo talento ser descoberto por um agente, que o leva para a carreira artística, trazendo rivalidade ao casal. Para apimentar ainda mais esta comédia entram na história o amante dela, advogados, e acredite se quiser, até um pinguim! Será o suficiente para “apaziguar” essa divertida crise conjugal?
A ÚLTIMA CENA
De onde vem nosso medo da morte? E se falar sobre nossa condição finita fosse uma prática do cotidiano? Num encontro improvável, quatro homens se aproximam da morte: um coveiro, um senhor de 80 anos, um palhaço portador de esclerose múltipla, um jovem viúvo de 40 anos. Guiados pela diretora, mergulham em seus medos e fantasias sobre o morrer e, com humor e sensibilidade, questionam-se sobre aquilo que os une: a vulnerabilidade. Uma peça que aspira a sensibilidades diversas, abrindo caminhos para a reflexão sobre hiatos entre viver e morrer comuns a todos nós.
A GOLONDRINA
Inspirado no ataque terrorista homofóbico que aconteceu no Bar Pulse, em Orlando (EUA), em junho de 2016, o espetáculo mostra o emocionante encontro de Ramón (Luciano Andrey), sobrevivente de um ataque semelhante, com Amélia (Tania Bondezan), uma severa professora de canto, que também tem sua história ligada a esse trágico evento. Os personagens vão revelando detalhes de suas histórias, que se entrelaçam como num quebra-cabeças.
QUEREM NOS ENTERRAR, MAS SOMOS SEMENTES!
O espetáculo narra o drama de uma família que tem seu filho assassinado numa ação policial durante uma manifestação pacífica. Enquanto a filha, que estava em busca de seu sonho de ser modelo internacional, é enganada e traficada para outro país e obrigada a se prostituir. Pai e mãe angustiados procuram as ossadas do filho para que possam dar a ele um enterro digno, sem saber ao certo o destino da filha.
BALLET STAGIUM EM : SONHOS VIVIDOS E CORDAS DO CORAÇÃO
Um mergulho singular na obra da cantora Elis Regina “Sonhos Vividos” traça um percurso poético em que subjazem as relações da história recente do país. Criação de Décio Otero e direção teatral de Marika Gidali, “Sonhos Vividos” percorreu um longo caminho, até se materializar em linguagem coreográfica. Em "Cordas do Coração" o diálogo acontece entre a música de Bach, a música caipira e o toque de viola. Além de homenagear nossas raízes profundas o Stagium segue em sua busca de uma brasilidade, ultrapassando rótulos e modismos.
PASSINHO NO MUNICIPAL
Embalado pelo funk e o passinho, o espetáculo traça um paralelo entre as 9 mortes em um baile de Paraisópolis – SP e os 80 tiros no carro de uma família em Guadalupe – RJ. Um ponto de conexão entre as duas cidades para representar os inúmeros acontecimentos que habitam o cotidiano de jovens nas grandes periferias, transitando pelo racismo, homofobia e desigualdade social, mas também por lugares de inspiração e motivação para seguir na luta diária de viver, e viver da arte e da dança urbana. Esta edição conta com a participação especial de House Of Zion (SP), IDD - Imperadores da Dança (RJ), Fezinho Patatyy (SP), DJ Seduty (RJ), Grupos de Passinho do Romano de SP. Com trilha ao vivo, a apresentação contará com dez músicos que acompanharão o time de dançarinos das periferias do Rio de Janeiro e de São Paulo.
OS MUNDOS DE CHICO XAVIER
Espetáculo de João Signorelli encena o Reencontro do reconhecido médium Chico Xavier com Bezerra de Menezes, (interpretado por Carlos Meceni) no momento em que Chico desencarna e acorda com Bezerra no Plano Espiritual. Um encontro inusitado entre duas entidades, que na linguagem do amor, falam sobre as dificuldades de lidar com nosso íntimo. Trazem a importância da escuta, das inspirações, e intuições. Um encontro cósmico e uma explosão amorosa na eternidade do tempo.
BERTOLEZA
Adaptação musical de O Cortiço, de Aluísio Azevedo, obra clássica da literatura naturalista brasileira, em que o protagonismo é invertido. A voz agora é de Bertoleza: mulher, negra e escravizada que se relaciona com João Romão, um português ambicioso e oportunista. Bertoleza é o dedo na ferida, é o nó expulso da garganta, a voz que pergunta: E a Bertoleza?
DEIXA QUE EU CONTO
À frente do público, sem sair de cena para troca de figurinos, os atores brincam com diferentes acessórios para dar vida a personagens clássicos de contos de fadas e contam histórias fantásticas no formato "stand-up".
- Sábado22h
DO SAMBA AO ROCK ‘N’ ROLL
Em DO SAMBA AO ROCK ‘N’ ROLL o “som” e o “silêncio”, elementos base da música, são dois ingredientes responsáveis pelos jogos criados com a plateia durante a apresentação. O elenco do Grupo Rocambole de teatroYmúsica mostra, durante o espetáculo, que é possível fazer música com objetos comuns e até mesmo com o corpo convidando o público presente a “brincar” junto. “A interatividade é o ponto de partida para apresentarmos outros arranjos e possibilidades musicais. Para isso executamos ao vivo diversos ritmos como o Rock, Pop, Forró, Baião, Marcha, Samba, Sertanejo, Tango, Bolero, Valsa, Rap e Funk”, adianta o ator e músico Geovane Fermac.
D’EXISTIR
D'Existir é um trabalho cênico em dança/teatro que tem como referência poética o texto Mal Visto Mal Dito de Samuel Beckett. Mariana Muniz constrói, em "D'Existir", uma dramaturgia que sustenta uma confusão voluntária entre jogo ficcional, sua memória de artista e a articulação precisa dos gestos e paragens. Uma viagem imaginária pelo tempo, impulsionada pelos gestos e movimentos de um corpo que se questiona e se revê em sua trajetória cênica. Pensar as artes cênicas na intersecção Dança - Teatro nos permite olhar para a potência expressiva do gesto.
ALMARROTADA
Hoje é a milésima vez! Viver uma vida em função do outro e procurando a si mesma. Almarrotada é uma investigação sobre solidão "acompanhada" de tantas mulheres casadas no Brasil e no mundo.
MEU NOME: MAMÃE
A peça atravessa emocionalmente com cronologia própria uma jornada de vida do ator ao lado da sua mãe e da sua família. Aury Porto evoca e invoca lembranças, histórias, canções e construções acerca da travessia de um filho diante do adoecimento da mãe. A doença de Alzheimer, que acomete cada vez mais brasileiros, é narrada no espetáculo em experiências que, por muito íntimas, se tornam universais.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo20h
FAÇA MAIS SOBRE ISSO
Faça Mais Sobre isso é uma comédia reflexiva sobre o comportamento humano. Dra. Laura é uma terapeuta empenhada e apaixonada por sua profissão e, ao mesmo tempo, sobrecarregada como a maioria das mulheres. Agora ela atende novos pacientes e se depara com novas questões dentro de si. Afinal, terapeutas não são Deuses e é sempre bom, divertido e esclarecedor mostrar seu lado "B" ou melhor, seu lado de "pessoa física".
