Laboratório Siameses de Dança reestreia Quando Somos Quando, sua adaptação do romance “Orlando: Uma Biografia”, de Virgínia Woolf
Escrita em 1928 por Virginia Woolf, “Orlando: Uma Biografia” conta a história de um jovem nascido no século 16 que vive por mais de 300 anos. Aos 30 anos, na metade do livro, ele passa por uma misteriosa mudança de sexo e se transforma numa mulher. Aos 36, ela é vista pela última vez, no dia 11 de outubro de 1928. O que aconteceu com Orlando depois disso, ninguém sabe bem. Ao longo do século 20, ele percorreu dezenas de países trabalhando como bailarina em diversas companhias e também dominou a técnica da mudança de sexo e da oscilação de gênero: ora aparecia como mulher, ora como homem. Quando Somos Quando imagina o que aconteceu com o personagem após o livro e nos abre um caminho para pensar a própria natureza da Dança.
Ficha Técnica:
Direção: Ines Bushatsky
Assistente de Direção e Dramaturgia: João Mostazo
Pesquisa Dramatúrgica: Maurício de Oliveira e Mariana Muniz
Elenco: Maurício de Oliveira e Danielle Rodrigues
Voz (prólogo): Laura Paro
Direção Musical: Izandra Machado e Dudu Damazzio
Violino: Izandra Machado
Harpa: Nalu Pimenta
Piano: Dudu Damazzio
Desenho de Luz: Pedro Moura
Cenografia: Fernando Passetti
Design de figurino: Ana Luiza Fay Corte e costura: Judite de Lima Modelagem: PW L’atelier Vestido: Polyana Wiendl Aventais: Pontogor Adereço: Ziane Campelo
Peruca: Eli Viegas
Videoarte: Suka
Fotos Divulgação: Victor Otsuka
Assistente de Fotografia: Eduardo Pontes
Fotos Espetáculo: William Aguiar
Videografia: Thiago Capella
Mídias sociais: Lyvia Gamerc
Supervisão de Acessibilidade: Joselba Fonseca
Libras: Talita Messias – Sign Consultoria e Comunicação em Libras
Concepção e Direção de Projeto: Tono Guimarães
Gestão de Projeto: Leonardo Birche
Agradecimentos: Einat Falbel, Claúdio Gimenez Filho, Aline Assumpção, Rafaela Malta, Sarah Bernardo e toda a equipe do Núcleo de Restauração do MASP, Diego Rimaos, Eduardo Couto (Santa Marcelina), Jane Oliveira, Cássia Navas, Felipe Lemos, Victor Hugo Mattos, Alex Merino e Sala Cênica Barra Funda, Museu do Ipiranga.
As sessões de sábado e domingo serão acompanhadas de interpretação em Libras e Audiodescrição.
