Peça Sizwe Banzi está morto reflete sobre a desumanização presente na segregação racial
Quando a identidade de um cadáver torna-se a única solução para a subsistência de outro homem é sinal de que algumas sociedades precisam se reinventar. Com sensibilidade, afeto e bom humor, a peça expõe os efeitos da opressão e a luta por dignidade de um homem negro dentro de um sistema que ignora o direito de simplesmente existir.
Ficha Técnica:
Texto original: Athol Fugard, John Kani e Winston Ntshona
Tradução: Adriana Marcolini
Direção: Ricardo Rodrigues
Assistência de direção e preparação de Ator: Juliana Jardim
Elenco: Carlos Francisco e Réggis Silva
Músicas: Rincon Sapiência
Iluminação: Túlio Pezzoni
Cenografia: Bira Nogueira
Figurino: Leide de Castro
Preparação Corporal: Vanessa Soares
Operação de Luz: Nicolas Marchi
Operação de som: André Moro
Fotos: Kim Leekyung
Produção executiva: Renato Modesto e Renata Jardim
Designer: Victor Bittow
Redes Sociais: Kauã Tripoloni
Assessoria de Imprensa: Canal Aberto – Márcia Marques
Idealização: Réggis Silva
