A peça recria o julgamento da portuguesa Filipa de Sousa (1556-1600), acusada de “práticas nefandas” (lesbianismo) pela inquisição portuguesa na Bahia.
A ação se passa durante o julgamento de Filipa, em que a atriz Waleska Arêas dá vida a Felipa, seu inquisidor e a uma narradora.
Filipa é reconhecida como uma das primeiras vítimas de homofobia no Brasil e um ícone do movimento LGBTQIAPN+ no país. Seu julgamento é considerado o primeiro caso de perseguição sexual e de condenação da prática de lesbianismo pelo Tribunal do Santo Ofício em terras de Vera Cruz.
Ficha Técnica:
Dramaturgia: Gabriela Amaral
Direção: Maria Clara Guim
Elenco: Waleska Arêas
Cenário e Figurino: Andréa Renck
Iluminação: Lara Cunha
Trilha Original: Paula Leal
Direção de Movimento: Daniela Cavanellas
Visagismo: Alex Palmeira
Fotografia: Valéria Martins
Identidade Visual: Clarice Pamplona
Gestão de Mídias Sociais: Fernanda Portella
Produção Executiva: Tatjana Vereza
Assessoria de Imprensa: JSPontes Comunicação – Stella Stephany e João Pontes
