Inf Peças
Público
Gênero
Bairro
Espaço
Dramaturgia
Linguagem
Data
Preço
AMÁLIA
A fim de acalmar sentimentos conturbados, Amália faz uma inspeção fisiológica do próprio organismo e, por fim, decide anestesiar o coração, órgão responsável pela pulsão insaciável que a governa. Salva por um primo alguns segundos antes de aplicar a injeção, percebe que a causa de suas buscas intermináveis não é o coração, e sim o olhar desejante que jamais descansa.
- Segunda20h
- Terça20h
NOSSA PALESTINA
A peça procura pensar o que fazer diante da violência e do apagamento. A experiência começa no bar. Diante do público, uma roda de samba inicia a apresentação com uma pergunta que atravessará toda a montagem: “ainda é possível cantar diante do genocídio em Gaza?” Poesia, testemunho, música, documento histórico e imagens de arquivo se contaminam em um espetáculo que recupera histórias e personagens da cultura e da luta política palestinas, discutindo a construção histórica da imagem do árabe e do palestino no cinema e nos meios de comunicação.
- Segunda20h
- Domingo18h
A CHAVE DO LABIRINTO
Nesse percurso, o menino encontra Ariadne, o deus Pã, Sócrates e a Pitonisa. São figuras que pertencem ao imaginário da mitologia, mas que, na peça, aparecem filtradas pela memória de uma criança: o sábio Sócrates ganha a voz de um homem que levava o menino para andar a cavalo; a Pitonisa se aproxima da figura de uma benzedeira conhecida na fazenda. A fantasia nasce, assim, do encontro entre aquilo que o menino conhece e aquilo que imagina.
- Domingo16h30
O CÍRCULO DE GIZ CAUCASIANO
Na montagem, o grupo de teatro Os Confusos ocupa há mais de dez anos um galpão abandonado, transformado em espaço de criação, encontro e resistência. Durante os ensaios de O Círculo de Giz Caucasiano, a chegada de pessoas da comunidade com uma ordem de despejo interrompe o processo e coloca em risco a continuidade daquele espaço coletivo. Diante da ameaça, os limites entre ficção e realidade começam a se desfazer, fazendo com que o grupo e a comunidade reconheçam, na história encenada, conflitos que atravessam suas próprias vidas.
- Terça20h
- Quarta20h
- Quinta20h
CARTAS DA PRISÃO
Cartas da Prisão é uma tentativa de tornar visível aquilo que a sociedade insiste em manter invisível”, fala a dramaturga Nanna de Castro que rompe deliberadamente o limite entre realidade e ficção, transitando entre depoimentos verdadeiros e fictícios, entre o noticiário e o poético. Obras como Mulheres que Amam Demais, de Robin Norwood, e Loucas de Amor, de Gilmar Mendes, são referências importantes. “Dentre as facetas das relações abusivas, sempre me intrigaram as mulheres que se correspondem com criminosos sexuais confessos na prisão. É comum que assassinos recebam centenas de cartas de amor de mulheres que os conhecem apenas pelo noticiário. É como se o abuso fosse não apenas aceito ou perdoado, mas acolhido.
- Quinta21h
- Sexta21h
- Sábado21h
- Domingo18h
ACHADOS & PERDIDOS
O armazém geral do Achados&Perdidos Mundial é responsável pela organização, ordenação e catalogação de objetos perdidos de qualquer lugar do mundo! Se precisar de qualquer informação, pode contar com a ajuda da Funcionária, que mantém tudo funcionando, trabalhando dia e noite sem parar. Mas o que fazer quando uma criança perdida aparece no armazém? Em meio a essa situação inesperada, a Funcionária precisa continuar seguindo a regra mais importante do armazém: nunca utilizar os objetos!
- Sábado15h
TERTULIA E O FANTÁSTICO CIRCO DE PULGAS
Mais do que uma apresentação circense, a montagem propõe um convite para desacelerar. Em um cotidiano cada vez mais tomado pela pressa, Tertulia e Fifi abrem uma pequena fresta para o público parar, brincar e acreditar no impossível
- Sábado16h30 e 17h30
- Domingo16h30 e 17h30
O CÉU DE DURVALINA
Em cena, Durvalina é uma mulher que deixou São João do Paraíso (MG) há mais de três décadas, carregando o sonho de comprar uma máquina de costura para a mãe. Hoje vende bolos e café num ponto de ônibus em São Paulo, onde compartilha causos e memórias com quem passa. Inspirado em "Contando Causos", espetáculo de 2010 sobre a obra de Rolando Boldrin, o solo tem atuação de Geni Cavalcante, direção artística de Ronaldo Aguiar e dramaturgia de Nereu Afonso da Silva. Uma homenagem à cultura popular brasileira e aos migrantes que vieram para a cidade grande.
- Quinta21h
- Sexta21h
- Sábado21h
- Domingo17h
BATALHA OROBORO – RAP, REPENTE, RESISTÊNCIA
“Batalha Oroboro – rap, repente, resistência” é um espetáculo de marionetes voltado para o público adulto inspirado nas batalhas de rima do hip hop, nos embates de repente nordestino e na trajetória de cego Aderaldo. A partir do diálogo entre Lyz, uma MC cega, e seu avô, um poeta nordestino que migrou para São Paulo, o espetáculo traz à cena as disputas poéticas, aproximando linguagens, tempos e estilos distintos e evidenciando as conexões entre passado e o presente.
- Quarta18h
- Quinta18h
- Sexta18h
EPIFANIA – UMA FÁBULA MODERNA
Sem demonizar a tecnologia ou transformar suas provocações em discurso moralista, o musical aproxima a fábula das inquietações de uma geração permanentemente conectada. Seus personagens convivem com notificações, distrações, comparação, pressa e a sensação de que alguma coisa mais importante pode estar acontecendo em outro lugar. Ao mesmo tempo, a obra chama atenção para uma contradição cada vez mais presente: sabe-se muito sobre aquilo que acontece do outro lado do mundo e, muitas vezes, quase nada sobre quem está logo ao lado
- Quarta20h
- Quinta20h
MOSTRA DO GRUPO II
O trabalho, suas condições de realização e as relações de poder que atravessam a vida cotidiana são o ponto de partida dos três espetáculos que integram a Mostra do Grupo II no Teatro Arthur Azevedo, em São Paulo. Após as apresentações de “Ofício”, realizadas nos dias 16, 17 e 18 de outubro, o coletivo segue com “Por um trabalho” e “Eu, minhas convicções e um moleque preto com arma na mão”, que abordam questões como precarização profissional, acessibilidade, luto, especulação imobiliária, violência urbana, segurança pública e encarceramento da população negra.
- Sexta21h
- Sábado21h
- Domingo18h
FOLÊGO
Na peça, Nathália interpreta Rosa, atriz que fundou um teatro ao lado da irmã e do cunhado, ambos já falecidos. Durante décadas, os três mantiveram o espaço, que se tornou uma referência cultural de sua geração. Com o passar dos anos, porém, Rosa se vê sozinha diante das dificuldades financeiras e da falta de recursos para manter o teatro aberto.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
SOPRO
Alçada ao posto de protagonista, a mulher, guardiã de uma atividade em vias de extinção, que atua como ponto - função que "sopra" o texto quando o elenco esquece as falas - sai das sombras dos bastidores para recontar sua vida e fragmentos da história do próprio teatro. Sopro é também uma história de amor, de intriga, de trabalho, de política, de vingança, de solidão, de amizade e todas passadas num teatro.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
EUGÊNIA E OS ROBÔS
Eugênia é uma menina que se sente mais confortável com a tecnologia que ela mesma constrói do que com as pessoas ao seu redor. Relações humanas parecem complicadas: existem conflitos, frustrações e acontecimentos que não podem ser programados. Com a ajuda de seus queridos robôs, ela cria um universo cheio de soluções para tudo aquilo que não consegue resolver na vida real. A princípio, parece ter encontrado a fórmula perfeita. Mas, ao tentar fazer com que tudo aconteça do seu jeito, Eugênia acaba encontrando justamente aquilo que não consegue controlar.
- Domingo15h e 17h
A CHAVE DO LABIRINTO
A montagem parte da história clássica de Teseu e do Minotauro para construir uma narrativa ambientada em um universo rural brasileiro. O canavial, inspirado nas lembranças de infância e adolescência de Regina França em uma fazenda da família, transforma-se em um labirinto onde referências da mitologia grega se misturam às memórias e personagens desse cotidiano.
- Domingo16h30
