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BRASIL EM REVISTA
Brasil em Revista conta, canta e dança a história do Brasil por meio de episódios marcados pela resistência popular. Inspirado no teatro de revista, no teatro épico e na cultura popular brasileira, o espetáculo reúne 16 atores, atrizes e quatro músicos em uma jornada que atravessa diferentes períodos históricos, combinando humor, música e reflexão crítica sobre a formação do país.
- Quinta19h
- Sexta19h
- Sábado20h
A ÚLTIMA COVA
Munido de sua pá, a ‘potiguar’, Djalma é um coveiro nordestino que veio trabalhar em São Paulo para procurar sua mãe. Nunca aceitou que a mãe o tivesse deixado para se aventurar pelo mundo, atento às ‘injustezas’ que sofrem muitos de seus clientes. Djalma burla a estrutura para cumprir com os pedidos e situações mais esdrúxulas de vários sepultamentos que participou. Até que desrespeita uma nova ordem e terá que sofrer as consequências deste ato, o que o faz cavar sua última cova. Nesta noite, ele dividirá conosco sua história e sua narrativa embaralhando a busca pela mãe e os mistérios em torno desta última cova.
- Quarta19h30
- Quinta19h30
- Sexta19h30
JABUTICABA NASCE NO TRONCO
Num funeral, quatro pessoas se reencontram depois de 18 anos. A última vez em que se viram, eram crianças prestes a serem adotadas. Agora conversam e relembram os momentos antes da adoção, os primeiros momentos com as novas famílias e imaginam seus futuros
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo19h
UMA VOZ HUMANA
Uma peça, um filme, um show. Uma atriz dirige um filme sobre o colapso de uma história de amor, e, como parte do filme, escolhe canções que narrariam a trajetória de auto compreensão de uma mulher negra em face de um fim: o abandono do outro abre margem para o encontro de si.
- Segunda21h
- Sexta21h
- Sábado21h
- Domingo18h
POR SER DAQUI
Ponto de Partida e Meninos de Araçuaí, voltam a São Paulo para a estreia do espetáculo inédito “Por Ser Daqui”, um musical tecido com muito humor e delicadeza. Em cena, 38 artistas de 5 a 65 anos. Com música ao vivo e a direção inconfundível do Regina Bertola, a montagem aborda a velhice através da infância. Institui o ato de brincar como linguagem primordial e celebra o poder, genuinamente humano, de reinventar a vida.
- Sábado20h
- Domingo16h
T. REX – O DINOSSAURO NA AMAZÔNIA
Em meio à grandiosa Floresta Amazônica, vive Dum, o último dinossauro Tyrannosaurus Rex sobrevivente do planeta! Jovem, curioso e cheio de esperança, ele parte em busca de amigos e familiares que possam ter sobrevivido. Mas sua jornada não será tão fácil assim...
- Sábado17h
- Domingo17h
FÉ NO FLOW
Em cena, Murilo parte do conceito de "flow", estado de presença e conexão com o momento, para abordar temas como planejamento, estabilidade, transformação e abertura ao inesperado. A ideia central do espetáculo nasceu da observação de que a vida acontece na constante tensão entre a ordem e o caos. De um lado estão a previsibilidade, a organização e a segurança; do outro, a criatividade e as possibilidades que surgem do desconhecido. A partir desse equilíbrio, Murilo convida o público a refletir sobre escolhas, reinvenções e caminhos possíveis.
- Sexta21h30
TROVÃO EM TERRA MOLHADA
A performance nasce da percepção de que a contemporaneidade está marcada pela aceleração permanente que torna a velocidade uma condição estrutural da forma como se produz, consome, comunica e se cria relações humanas. Nesse contexto, as pessoas ficam expostas diariamente por um volume de informações, imagens, crises e demandas que excede a capacidade de assimilação e integração. O que mais interessou à artista observar foram os efeitos dessa dinâmica sobre o corpo.
- Quinta20h
- Sexta20h
QUINTAL DOS SONHOS
A peça acompanha duas mulheres em jornadas paralelas. Laura (Mariana Coggiola), mãe de uma criança autista, tenta conciliar os cuidados com a filha com a retomada da vida profissional. Já Fernanda (Carol Porto), professora de yoga e amiga de Laura, enfrenta sucessivas tentativas de engravidar enquanto convive com a frustração e o silêncio em torno da infertilidade. A amizade entre as duas se transforma em espaço de acolhimento, escuta e resistência.
- Sexta20h30
ENIGMA D
Há artistas que escrevem canções. Djavan construiu uma linguagem própria dentro da música brasileira. No palco, o cantor e instrumentista Rodrigo Vianna conduz uma jornada que articula música, narrativa e projeções visuais para investigar os elementos que tornaram essas composições tão duradouras e relevantes
- Quinta20h
VIDRADO
Em cena, Guilherme Torres transforma o equilíbrio em narrativa. Entre garrafas de vidro, um monociclo e uma bicicleta acrobática, o artista conduz a travessia de um viajante sonhador que inventa seus próprios desafios enquanto busca alcançar o topo de uma montanha. A cada movimento, risco e delicadeza dividem o mesmo espaço, revelando uma jornada de superação contada sem palavras, mas repleta de imagens, suspense e poesia. Manipulação de objetos, precisão e acrobacia se entrelaçam em um espetáculo que celebra a coragem de seguir adiante, mesmo quando o caminho parece impossível
- Quinta12h
- Domingo12h
MEMÓRIA MATRIZ
A montagem acompanha a relação entre uma mãe e uma filha, tendo como ponto de partida os legados transmitidos entre gerações e os impactos dos contextos históricos na constituição da identidade feminina. Por meio das lembranças familiares, a protagonista revisita o passado e confronta experiências que influenciam suas possibilidades de escolha no presente.
- Sexta15
- Sábado20h
- Domingo18h
DOIS PALITOS
Em 1984, Marquinho aguarda a notícia da morte de seu companheiro, vítima da AIDS. Quatro décadas depois, Gabriel ocupa um teatro em ruínas para contar uma história atravessada por um segredo.
- Terça20h
- Quarta20h
EXPO NECRO SAPIENS
Uma tecnologia revolucionária passa a reanimar corpos humanos mortos por inteligência artificial, reinserindo-os na vida social e política. EXPO NECRO SAPIENS convida o público a visitar a primeira grande feira científica dedicada à convivência entre vivos e não vivos — entre entretenimento, ciência e inquietação.
- Quinta
- Sábado
- Domingo
PRAGA
Em um cotidiano no qual todos precisam utilizar máscaras para filtragem de umar não mais respirável e se esconder de chuvas torrenciais, Praga encena possibilidades de um futuro próximo, promovendo uma reflexão sobre nossa passividade frente ao genocídio climático e também sobre o distanciamento do sujeito com a realidade quando ela se torna desconfortável.
- Sábado18h30
- Domingo17h30
