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VOZ DE VÓ
Com delicadeza e humor, Voz de Vó propõe uma reflexão sobre a memória, o tempo e os laços familiares. A apresentação parte de perguntas simples, mas profundas: o que acontece com as lembranças quando elas desaparecem? Como guardamos as histórias que nos formam? E de que maneira seguimos conectados a quem amamos quando as memórias começam a escapar?
- Domingo15h e 17h
ANTÍGONA
Nessa versão da obra, o foco da montagem é a intimidade das duas jovens irmãs. Antes que a tragédia se consolide, Antígona e Ismênia são mostradas como jovens comuns - entre jogos, desejos e tentativas de viver uma vida ordinária - enquanto o mundo ao redor se deteriora.
- Quarta20h
- Quinta20h
CARDÍACO CARDINAL
A trama percorre, por meio de quadros musicais e poéticos, vivências que vão do nascimento à infância, da descoberta dos desejos ao encontro transformador com a arte. Nesse percurso, também emergem os desafios que atravessam vidas e corpos dissidentes.
- Quarta19h30
- Quinta19h30
- Sexta19h30
- Sábado19h30 e 17h30
- Domingo18h30
A PEQUENA PRISÃO
Com direção de Fernando Ceylão, dramaturgia de Daniela Pereira de Carvalho e atuação de Vino Fragoso, “A Pequena Prisão” é a primeira adaptação teatral do livro homônimo do professor Igor Mendes. Em cena, Vino interpreta mais de 30 personagens em uma obra que mergulha no universo do sistema prisional brasileiro moderno para falar, acima de tudo, sobre humanidade, violência, afeto, sobrevivência e as marcas deixadas pela experiência do encarceramento.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo19h
PAPAIZINHO
A equipe do espetáculo lançou uma chamada: “Procura-se um pai”, e se encontrou com alguns dos inscritos para descobrir o que estes fariam se fossem o pai da peça. A obra é construída a partir dessas audições, de vivências do próprio ator Caio Scot, com memórias resgatadas em VHS familiares antigos, e do livro “Quem matou meu pai”, do autor francês Édouard Louis. Caio e Felipe Rocha encenam as dificuldades de representar os papéis de filho e pai — tanto na vida quanto no palco. Entre a ficção e o documental, “Papaizinho”, escava os estereótipos que moldam o imaginário desses papéis.
- Quinta20h
- Sexta20h
DO CAVALO NADA SABEMOS
A dramaturgia de Do Cavalo Nada Sabemos toma como ponto de partida o episódio ocorrido em 3 de janeiro de 1889, na Piazza Carlo Alberto, em Turim. Ao ver um cocheiro espancando o animal, o filósofo Friedrich Nietzsche se atirou ao pescoço do cavalo para protegê-lo, chorou e, a partir daquele momento, entrou em colapso mental definitivo. A montagem usa essa cena para investigar violência, culpa e o desejo de reparação. A peça trata a separação entre natureza e cultura como um erro de origem da civilização e defende que é preciso libertar a vida dos pontos em que ela ainda está presa à conduta humana.
- Sexta21h
- Sábado18h30
- Domingo18h30
50+- O GAME DA MEMÓRIA
Três amigos, após tomarem um banho de lama rejuvenescedora, veem-se devolvidos a cada ano de suas vidas. Se não foi possível entender o destino vivido até agora, será preciso então, voltar às suas origens. Essa é a dramaturgia de todo ser humano que passa pelo processo de envelhecer.
- Sábado19h30
- Domingo16h
O TEMPO DELA
No palco, suores noturnos, névoa mental, alterações hormonais e noites maldormidas dividem espaço com questões existenciais: relações afetivas, família, carreira, autoestima, estética, o peso das escolhas e tudo aquilo que a vida costuma colocar na conta depois de uma certa idade.
- Segunda20h
- Sábado20h
- Domingo20h
O ALIENISTA
Livremente inspirada no conto publicado originalmente em 1882, a montagem parte da história do médico Simão Bacamarte, interpretado por Roger Gobeth, que decide estudar a loucura e passa a internar moradores de Itaguaí na Casa Verde. O que começa como uma investigação científica se transforma gradualmente em uma disputa pelo controle da cidade.
- Sexta21h
- Sábado20h
- Domingo18h
PEQUENO MONSTRO
A nova montagem ganha especial significado em 2026, ano que marca os 30 anos da morte de Caio Fernando Abreu. Um dos principais escritores brasileiros a colocar em circulação experiências de desejo, sexualidade, solidão e dissidência, Caio permanece como referência para diferentes gerações LGBTQIAP+. Ao retomar PEQUENO MONSTRO, a Homograma não busca reproduzir a montagem apresentada originalmente em São Paulo, em 2022, mas reler o conto a partir de outros corpos, territórios e experiências.
- Quarta20h30
- Quinta20h30
PARA QUEM NÃO ME CONHECE
Artista multidisciplinar com trajetória construída entre atuação, dramaturgia, música e direção, Nicole enfrenta um bloqueio criativo que perdura por anos. Bisbilhotando o baú de lembranças, traumas e superações que a influenciaram como artista, encontra na própria história uma forma de destravar sua criatividade. A partir daí, segredos compartilhados apenas em seus diários ganham palco, para a ira ou a gratidão da criança que volta à cena.
- Quarta19h
- Quinta19h
BABY REI
Numa casa em ruínas, tomada por cupins, dois irmãos vivem entre os restos de uma infância de brilho barato, sob a presença fantasmagórica da mãe. Baby Rei, ex-astro mirim e cover infantil de Roberto Carlos, e sua irmã, aspirante a atriz, ainda se apresentam para uma plateia que já não existe. Há música, veludo, rojões no céu e uma última luz acesa.
- Terça20h
- Quarta20h
REVOLUÇÃO NA AMÉRICA DO SUL
A montagem acompanha a saga do operário José da Silva, um representante do povo em busca de uma solução para a fome que o devora. Nesse itinerário, o protagonista mergulha num Brasil contraditório, permeado por caricaturas políticas e sociais – e por meio de uma sátira política atual e carnavalizada, revela as engrenagens opressivas de um sistema que, mesmo com nova roupagem, continua perpetuando a desigualdade. O elenco é formado por Cássio Duque, Junior Melo, Letícia Ambrósio, Levi Duarte, Nathalia Cantarino e Ritiele Reis.
- Terça20h
- Quarta20h
PIETÁ – UM FRACTAL DE MEMÓRIAS
É Noite de Natal nos anos 80 e Pedro em estado depressivo severo, enfrenta uma crise de ideações suicidas e não consegue mais separar com clareza o que é real e o que é ficção. Movido por este ímpeto de dar fim a sua dor, fazemos uma viagem vertiginosa em suas memórias e projeções. Em contraponto à narrativa existencialista, a trama desnuda em paralelo, a busca de Pedro pela sua salvação, que com a ajuda de uma terapia multidisciplinar e sistêmica, busca desatar os nós e ressignificar os traumas do protagonista, fazendo da compaixão a saída para um novo viver.
- Sábado20h
- Domingo18h
RESIDÊNCIA ARTÍSTICA JANAINA LEITE E NÚCLEO OLHO
Janaina Leite, uma das artistas brasileiras de maior projeção internacional da atualidade, que teve seu trabalho História do Olho – um conto de fadas pornô noir, apontado pelo New York Times como uma das obras de vanguarda mais surpreendentes do teatro contemporâneo, ocupa o Instituto Capobianco durante o segundo semestre de 2026. A temporada apresenta quatro espetáculos — incluindo uma criação inédita —, dois laboratórios e atividades imersivas com o público. A Residência Janaina Leite e Núcleo do Olho apresenta diferentes momentos da trajetória da artista e do grupo e amplia sua pesquisa sobre as relações entre arte, pornografia, vida, tecnologia e experiência.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
