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DEIXA EU DANÇAR
“Deixa eu dançar / Pro meu corpo ficar Odara”, pediu Caetano Veloso nos versos iniciais da música ‘Odara’, sucesso autoral do álbum ‘Bicho’, de 1977, que atravessou gerações, sendo ainda hoje recorrente nos roteiros dos shows do cantor e compositor. Decorridos 49 anos do lançamento da canção, o verso inicial de ‘Odara’ batiza o espetáculo ‘Deixa eu dançar’, com coreografia de Anselmo Zolla e dramaturgia e direção teatral de William Pereira. Um encontro entre música, dança e poesia.
- Quinta20h
- Sexta20h
SerTÃOmar
Criado em 2019 e remontado especialmente para este projeto, SerTÃOmar é um espetáculo de dança que mergulha na ancestralidade negra no Brasil a partir da cosmogonia bantu. Com concepção e direção de Andrea Soares, que está em cena ao lado de Fabrício Enzo, Jô Pereira, Leandro Medina e Victor Mota, a obra nasce de inquietações surgidas em pesquisas anteriores do grupo, especialmente ao perceber a presença simbólica do mar em cantos e corporalidades do Congado Mineiro, mesmo em territórios distantes do litoral.
- Terça19h
- Quarta19h
- Quinta19h
- Sexta19h
- Sábado19h
- Domingo18h
HÁ UMA FESTA SEM COMEÇO QUE NÃO TERMINA COM O FIM
Livro é árvore, verso já foi traço escrito na terra arada. Os verbos são passado e presente simultâneos. Nenhuma palavra termina em si mesma, os corpos também não. Num rito coletivo de festa e de teatro, uma casa se reabre às/aos convivas e reaprende: como estarmos juntos novamente? Quatro artistas, tal qual páginas soltas de um livro, folheiam o tempo e convidam o público a percorrer um lugar, um ontem, uma vida, um agora, um país, um amanhã.
- Terça20h
- Quarta20h
- Quinta20h
LUCILIA SERICATA
São Paulo, abril de 2026 - O Sesc 24 de Maio apresenta, de 23 de abril a 3 de maio, o solo "Lucilia sericata", da atriz e bailarina Danielli Mendes. A obra é uma instalação coreográfica que utiliza tecnologias corporais e videográficas para criar um jogo de sobreposições entre corpo e imagem, tensionando padrões ficcionais construídos para uma mulher negra. Na performance, a artista e o público estabelecem uma relação mediada por presenças reais e virtuais, estratégia utilizada para abrir brechas na ficção e tensionar as percepções do espectador.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
GALA BRUSCO E CARMEM
A Companhia Thiago Soares nasce com a proposta de renovar o repertório da dança contemporânea, investindo na criação de obras autorais, trilhas inéditas e colaborações internacionais. Com sede no Rio de Janeiro, o grupo faz sua estreia em São Paulo com os espetáculos Gala Brusco e Carmem.
- Sexta21h
- Sábado20h
- Domingo16h e 19h
CERRADO MUNDO MÁGICO
Voltado às infâncias, Cerrado Mundo Mágico apresenta uma abordagem lúdica e pedagógica sobre o meio ambiente e a diversidade biológica do Cerrado, bioma onde a companhia está sediada. Primeiro espetáculo infantil da Giro8 e sexto de seu repertório, o trabalho combina dança contemporânea, teatralidade e projeções de vídeo para criar um universo imaginário habitado por animais do Cerrado.
- Sábado17h
- Domingo16h
ECDISE
Marcando uma virada na trajetória da companhia, Ecdise estreia nacionalmente na capital paulista e propõe uma experiência cênica densa, sensorial e ritualística. Inspirado no termo biológico que designa a troca de pele, o trabalho parte da ideia de transformação, despir estruturas antigas para acessar novos modos de existir. Sem recorrer a uma narrativa linear, a obra constrói atmosferas de instabilidade, silêncio e intensidade, nas quais os intérpretes transitam por estados físicos e emocionais que revelam desejo, fragilidade e instinto.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo19h
CACOS
Espetáculo CACOS, de Cristian Duarte em companhia, transforma fragmento em processo criativo no Sesc Consolação C A C O S é uma série coreográfica composta por cinco peças autônomas, desdobramento da pesquisa de E nunca as minhas mãos estão vazias. Os fragmentos reativam e tensionam o processo criativo de Cristian […]
- Quarta20h
COMUNHÃO + NADA É SUFICIENTE
A encenação de Nada é Suficiente e Comunhão é o resultado de uma interlocução artística entre Pedro Brício e Susana Ribeiro, que buscam uma unidade estética mesmo diante de obras com temperaturas opostas.
- Sexta20h
TEIMAR ATÉ QUE BROTE
A temática da memória é o eixo central desta edição, propondo uma reflexão sobre as narrativas que constroem o Brasil e as histórias que muitas vezes permanecem invisibilizadas. Por meio do teatro, da dança e do circo, as obras buscam criar espaços para a escuta e a reconstrução de fatos, revisitando o passado para compreender as urgências do presente. "Teimar até que brote" se insere nesse contexto ao se inspirar na organização das agricultoras urbanas da Zona Leste de São Paulo. A montagem aborda o processo de criação de uma horta comunitária em terrenos anteriormente ocupados por descarte e entulho, destacando a ação coletiva necessária para transformar o ambiente urbano e a lógica das cidades.
- Sábado17h30
sEUss
A montagem propõe a tradução da narrativa literária para a linguagem da cênica. O espetáculo acompanha a ideia de percurso presente no livro e aborda escolhas, deslocamentos e encontros que surgem ao longo da trajetória de um indivíduo. A criação utiliza elementos coreográficos para construir uma narrativa inspirada na jornada descrita na obra literária.
- Domingo12h
REQUEBRANDO
“Requebrando” se configura como uma intervenção de dança que propõe a criação de um ambiente coletivo, organizado como um baile. A atividade estabelece um percurso sonoro que atravessa diferentes ritmos e ambiências, conduzindo a experiência do público. A construção coreográfica parte de vivências relacionadas a corpos femininos periféricos e afrodiaspóricas
- Sábado12h
BRACE
Em Brace, o coreógrafo moçambicano Edivaldo Ernesto, nos convida a experimentar o corpo em sua tensão mais extrema: o instante antes da colisão, a fração de segundo entre o impacto e a recuperação. A obra, com passagem pela Itália, Grécia e Eslováquia, é um campo de forças onde o movimento nasce do colapso, da resistência e do impulso de continuar.
- Quinta21h30
- Sexta21h30
- Sábado21h30
- Domingo17h
CLEMENTE
Uma mulher cearense, nascida na Roça Velha, região do Cariri, dança em um palco reflexivo, como se o tempo fosse um buraco sem fim, cavando um movimento entre gerações que se entrelaçam sem sequencialidade, insistente na força do presente. Um inventário de gestos guia a proposta de Clemente, como uma expedição que ativa camadas do luto ao mesmo tempo que articula a força da vida, modificando as oposições recorrentes entre a vida e a morte, num desenho que as indefine. Uma peça que olha adiante no agora. Há, ainda, três movimentos: ESPERAR, PLANTAR, TRANSFORMAR.
- Quinta20h30
- Sexta20h30
- Sábado20h30
- Domingo18h
A PRIMEIRA DANÇA
“A primeira dança” é uma palestra performance sobre as primeiras danças da humanidade, assim como suas versões sociais e pessoais. A fala, acompanhada por imagens e dança, convida o público a pensar sobre aquilo que chamamos de dança e sobre como ela pode existir para além de uma demonstração técnica, podendo também falar dos limites e aprendizados do corpo.
- Sexta21h30
- Sábado18h30
- Domingo18h30
