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O LAGO DOS CISNES
A montagem apresentada pelo Ballet Clássico de São Petersburgo aposta na tradição da escola russa de ballet, reconhecida pela precisão técnica, disciplina corporal e força interpretativa. O elenco reúne bailarinos formados pelo método Vaganova, sistema criado na Rússia que é considerado uma das bases mais influentes da dança clássica contemporânea. A produção também contará com a participação especial de Alexander Volchkov, bailarino reconhecido por sua trajetória ligada ao Ballet Bolshoi, reforçando a conexão do espetáculo com algumas das instituições mais tradicionais da dança clássica. Ao longo das últimas décadas, a companhia consolidou sua reputação por produções que preservam a linguagem clássica sem abrir mão da potência cênica e emocional das grandes obras do repertório.
- Terça20h30
MOSTRA MICELIAL – RAÍZES EM CONEXÃO
A MOSTRA MICELIAL – RAÍZES EM CONEXÃO integra o projeto Pé dentro, Pé Fora – 15 (+1) Anos do Núcleo Pé de Zamba, contemplado pela 38ª edição do Programa de Fomento à Dança para a Cidade de São Paulo. Mais do que celebrar a trajetória do coletivo, o projeto transforma o Olido em um espaço de encontro entre dança, memória, pesquisa e troca de saberes
- TerçaConfira a programação
- QuartaConfira a programação
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- SábadoConfira a programação
- DomingoConfira a programação
XIRÊ DE ERÊ
Em cena, as artistas Paula Salles e Jô Pereira conduzem uma experiência em que rir também é dançar. O espetáculo propõe reflexões sobre a importância de garantir às crianças negras o direito à alegria, ao brincar e à existência plena, em um contexto social ainda marcado pelo racismo e pela violência contra crianças e adolescentes negros.
- Sábado16h
PROJETO PLURALIDADES – INSTAR E CALUNGA DA CIA DE DANÇA CISNE NEGRO
Uma das companhias brasileiras mais referenciadas no país, a Cisne Negro Cia de Dança, sob direção artística de Dany Bittencourt, apresenta programa gratuito e promove bate-papo do elenco e direção com o público após as sessões.
- Sexta19h
- Sábado19h
- Domingo19h
RESET AMÉRICA LATINA
Marcando a segunda experiência do coletivo na caixa cênica, Reset América Latina desloca para o espaço fechado do teatro uma pesquisa antes realizada em diálogo direto com a cidade, e se pergunta como trazer o território para dentro do cruzeiro, convidando o público a embarcar em uma viagem satírica sobre o que constitui a identidade Latino Americana.
- Quinta20h30
- Sexta20h30
- Sábado20h30
- Domingo17h30
JARARACA[S]
O espetáculo investiga os últimos dias de vida de Jararaca, cangaceiro morto pela polícia e hoje reverenciado como santo popular em Mossoró/RN, tensionando as fronteiras entre memória, mito e apagamento histórico. A obra propõe um olhar crítico sobre as violências de Estado que atravessam passado e presente, refletindo sobre quem tem o direito de narrar a história. Ao confrontar o público, lança perguntas inquietantes: Quais vidas são marcadas para morrer? E que outras versões ainda seguem soterradas pelo silêncio?
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
17º FÓRUM NACIONAL DE DANÇA
De 20 a 23 de maio de 2026, no CCSP – Centro Cultural São Paulo, em São Paulo (SP), o Fórum Nacional de Dança realiza sua 17ª edição em um momento decisivo para o setor. Após mais de duas décadas de articulação política e mobilização da sociedade civil, o encontro acontece sob o marco recente da sanção da Lei da Dança pelo presidente da República
- QuartaA partir das 14h
- QuintaA partir das 10h
- SextaA partir das 10h
- SábadoA partir das 10h
XIRÊ DE RUA
Ao deslocar o xirê para o espaço urbano, Xirê de Rua propõe um diálogo entre tradição e contemporaneidade, reafirmando a consciência coletiva de quilombo como caminho para a liberdade e para a continuidade das culturas afro-brasileiras
- Quarta20h
- Quinta20h
COISAS DO BRASIL
A obra traça um percurso histórico, poético e cultural da formação da nossa sociedade. Criação de Décio Otero e direção teatral de Marika Gidali, “Coisas do Brasil” percorreu todo o território Nacional e vários países da América Latina, não somente em teatros, mas em escolas, hospitais, presídios, ginásios e praças públicas.
- Sexta21h
- Sábado20h
- Domingo18h
BERIMBAIAÇO
Berimbaiaço atravessa reflexões sobre ancestralidade, pertencimento e identidade, questionando como o corpo preserva histórias que muitas vezes foram silenciadas. A obra também aborda temas como diáspora, deslocamento e formas coletivas de existência, articulando dimensões políticas e poéticas a partir do gesto e da presença.
- Terça20h
FRÁGIL
Tema delicado, mas de natureza universal, e que recentemente virou lei no Brasil – punindo o abandono afetivo –, a ausência paterna ganha a cena em Frágil, espetáculo protagonizado por Inês Oneto, com direção de Diana Herzog. A montagem parte de relatos reais para investigar as marcas que essa falta deixa na vida das pessoas, construindo uma narrativa sensível que mistura depoimentos, memória e criação cênica
- Sexta21h
- Sábado21h
- Domingo18h
MOSTRA DE DANÇA EM SINERGIA COM A OCUPAÇÃO ANA BOTAFOGO
A mostra tem como ponto de partida a trajetória dos 50 anos de dança de Ana Botafogo, artista que é um marco na consolidação e difusão do balé clássico no país ao aproximar o público dessa linguagem e ao afirmar a dança como um campo de excelência artística. A partir do diálogo com esse legado, a programação dá luz a outras camadas da produção contemporânea da dança, por meio de trabalhos que atravessam eixos como corpo, território, tradição e reinvenção, passando pelo clássico, o contemporâneo, a dança popular e a ancestralidade
- Terça20h
- Quarta20h
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
NADINE
Nadine conta a história de uma jovem que, após ser assassinada, decide investigar o próprio crime. Misturando spoken word e narrativa policial, o espetáculo atravessa temas como gênero, representação da violência e os estados de vulnerabilidade associados ao sono.
- Sábado19h
- Domingo16h
NOSSO BAILE
O espetáculo Nosso Baile, com coreografia de Henrique Rodovalho, será apresentado nos dias 8 e 9 de maio (sexta e sábado, às 20h) e 10 de maio (domingo, às 18h), no Teatro Anchieta, no Sesc Consolação. Criada no âmbito da Bienal Internacional de Dança do Ceará, a obra reúne 15 bailarinos e bailarinas de diferentes gerações e regiões do país — entre artistas do Ceará, São Paulo, Bahia e Minas Gerais — em uma investigação sobre convivência, troca e construção coletiva.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
TERRENO
Em cena, o trabalho se estrutura a partir de elementos associados a territórios como a região Norte, o Nordeste e o Sudeste. A criação mobiliza referências como a terra preta, o massapê e a terra vermelha, utilizadas como base para a composição de movimento corporal e sonora ao longo da apresentação.
- Sexta20h
- Sábado20h
