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CONCERTO PARA UM CORPO TRAQUEJADO
Concerto para um Corpo Traquejado é um solo de Wilson Aguiar que combina dança, teatro e autobiografia a partir de episódios marcantes de sua trajetória artística — da infância na periferia de São Paulo aos grandes palcos da cidade. Com direção de Luciana Canton, o espetáculo propõe um encontro íntimo com um corpo de 66 anos, atravessado por falha, persistência e transformação. Ao afirmar sua força poética e política, Concerto para um Corpo Traquejado convida o espectador a reconhecer, no corpo do outro, ecos de sua própria experiência de estar no mundo.
- Sábado20h
- Domingo19h
GRAFIA(s) de CONTATO
Quando foi a última vez que você recebeu uma carta? E quando foi a última vez que escreveu uma? Em “GRAFIA(s) de CONTATO”, os atores-bailarinos transformam o palco em um papel em branco e fazem da dança-teatral uma nova forma de escrita. Aqui, cada pequeno gesto diz mais que mil palavras. Entre amores, desamores, saudades, infâncias, cidades, viagens e tempos, tudo que surge é possibilidade de grafia. Entre silêncios e ruídos, o corpo torna-se escritor de mensagens para quem está longe, como uma tentativa de traçar pontes entre o que permanece e o que se perde no ato de comunicar.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo19h
10ª EDIÇÃO FAROFA DO PROCESSO
Reconhecida como um movimento das artes cênicas contemporâneas, a Farofa do Processo realiza sua 10ª edição entre 7 e 15 de março de 2026, afirmando-se como um espaço dedicado a pesquisas artísticas em diferentes estágios de criação. Obras que circularam pela cena nacional e internacional em 2025, por exemplo, tiveram suas primeiras apresentações na edição anterior, reforçando o papel do evento como um campo de experimentação para as artes da cena.
- Sexta
- Sábado
- Domingo
CONTUS D FADAS PARA KABEZAS DIALETYKAS
Depois de oito apresentações pontuais e esgotadas no início do ano passado, em março de 2025, o espetáculo Contus d Fadas para Kabezas Dialetykas retorna ao Teatro Oficina para curta temporada de cinco semanas, às segundas e terças-feiras. O espetáculo tem em suas veias a paixão de Kafka pelo teatro popular e é uma encenação inédita a partir de contos curtos do autor. A montagem atravessa sete de suas narrativas, criando uma engrenagem disparadora de imagens, gestos e palavras que vão do embate com a “lei” ao desejo de fusão com a terra. “Um contra-feitiço, em compasso báquico, à civilização ocidental, diz a diretora Fabiana Serroni.
- Segunda20h
- Terça20h
- Sábado20h
- Domingo18h
COMO ÁGUA
Em Como Água, o Grupo de Dança Primeiro Ato reflete sobre o tempo, as escolhas e os modos de atravessar a vida. Inspirada no fluxo da água, a obra constrói uma narrativa sensível e não linear que desperta memórias, atravessa contrastes humanos e transforma o caos em poesia.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo19h
A_PONTE: CENA DO TEATRO UNIVERSITÁRIO BRASILEIRO
De 3 a 8 de fevereiro (terça-feira a domingo), o Itaú Cultural (IC) abre a sua programação de artes cênicas com a 8ª edição do projeto a_ponte: cena do teatro universitário, que tem como proposta contribuir para a renovação da cena artística estudantil e aproximar os estudantes de artes cênicas das várias regiões do Brasil. Em 2026, as atividades dão luz à presença de artistas negros em cena, e também levam ao palco projetos cênicos que agregam a música e a escrita, que conduzem a próxima edição do edital de a_ponte, que terá inscrições abertas de 2 de fevereiro a 3 de abril.
- Terça
- Quarta
- Quinta
- Sexta
- Sábado
- Domingo
IBEJADA
Ter coragem e se lançar na vida, ter cautela e cuidado com excessos. IBEJADA revela o equilíbrio entre impulso e atenção, alegria e vigilância. Uma experiência doce como o mel, densa como a travessia. Em cena, intérpretes-criadores se entrelaçam como irmãos inseparáveis, provocando o público a relembrar e reinventar laços de afeto, memória e futuro. Uma ode à irmandade, à coletividade e à reinvenção dos corpos negros como potência de transformação.
- Terça20h
- Quarta20h
11° ATO ARTÍSTICO COLETIVO PERUS
Em intensa atividade desde 2004 no bairro do Perus, extremo noroeste da cidade de São Paulo, o Grupo Pandora de Teatro é um um dos mais consagrados da cidade. E, para celebrar os 10 anos de funcionamento da sua sede, o coletivo realiza a 11ª edição do Ato Artístico Coletivo Perus. O festival é gratuito e acontece entre os dias 19 de fevereiro e 1º de março.
- Quinta
- Sexta
- Sábado
- Domingo
ATO
Um manifesto escrito por gestos. Uma orquestra movida por corpos. Ainda há tempo para tantos "eus" se implicarem num "nós"? Em ATO, onze artistas convidados se juntam ao elenco na construção de uma estrutura coreográfica que convoca o movimento em uníssono que tanto fortalece a imagem de grupo, quanto cria tensões polifônicas.
- Quinta19h
- Sexta19h
- Sábado16h
- Domingo16h
TIRANA
Tirana é uma coreografia sonora imersiva que explora a fisicalidade do limite da voz feminina. Através de canções populares portuguesas e repertório polifónico feminino sobre temas como a maternidade, violência e trabalho, a peça aborda questões de género na produção e interpretação do som. A atenção à natureza tátil do som e à relação entre corpo e espaço é capturada num objeto/escultura que opera como instrumento musical desenhado exclusivamente para esta obra pela artista sonora Inês Tartaruga Água. Ao criar paisagens sonoras e de movimento, procura-se mapear as fronteiras entre a respiração, o som e o canto.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
CARMINA BURANA BALLET
Sob a direção artística e coreográfica de Cláudia Martins e Rafael Carriço, o espetáculo revisita um dos marcos da música coral do século XX para construir uma dramaturgia do corpo e da alma. A trilha monumental de Orff, composta em 1936 a partir de poemas medievais encontrados no mosteiro bávaro de Benediktbeuern, ganha nova dimensão cênica: o espetáculo conduz o público por uma jornada de imagens, sons e movimentos que evocam o poder da Fortuna, símbolo do destino e da constante mudança da existência.
- Quinta20h
CÉU DE PÊSSEGO
Céu de Pêssego, primeiro trabalho da Quasar Cia de Dança criado em São Paulo, nasceu do encontro entre o coreógrafo Henrique Rodovalho e oito artistas da dança, de diferentes gerações: Carolina Amares, Daniela Moraes, Fabiana Nunes, Jorge Garcia, Lavínia Bizzotto, Luciane Fontanella, Luiz Oliveira e Samuel Kavalerski. Inspirado no instante raro em que o céu se tinge de tons de pêssego, o novo espetáculo reflete sobre a efemeridade, o desejo e a beleza do momento presente. A coreografia combina a personalidade do elenco com o estilo consolidado da Quasar, que une inventividade dos movimentos, humor e plasticidade cênica. Sinopse Céu de Pêssego.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
DEIXA EU DANÇAR
Em ‘Deixa eu dançar’, que tem coreografia de Anselmo Zolla e dramaturgia e direção teatral de William Pereira, a multiplicidade de caminhos trilhados por Caetano Veloso será refletida na diversidade dos movimentos, que ora evocam a transgressão tropicalista, ora traduzem a introspecção de um artista que nunca deixou de olhar para o seu tempo.
- Quarta20h
- Quinta20h
O QUEBRA-NOZES
Inspirado no conto de E.T.A. Hoffmann, o espetáculo narra a jornada da jovem Clara, que ganha um quebra-nozes de aparência humana como presente de Natal. A partir desse gesto, uma sequência de eventos mágicos se desenrola, transportando a personagem para um universo de fantasia onde brinquedos ganham vida, batalhas são travadas contra ratazanas gigantes e reinos encantados se revelam. Ao lado do Quebra-Nozes, agora transformado em príncipe, Clara visita o Reino das Neves e o Reino dos Doces, onde danças representando diversas culturas celebram a beleza da imaginação.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo17h
CABAÇAS – MEMÓRIAS UMZIMBA
Inspirado na tradição da etnia Xhosa (África do Sul), que narra a origem do mundo a partir de uma cabaça, o espetáculo conta a jornada da jovem Umzimba, guiada por uma figura mística que lhe presenteia frutos ancestrais capazes de despertar memórias, forças e histórias adormecidas. A obra celebra a vida e o poder presentes nas heranças culturais africanas, valorizando identidades afrocentradas e preservando patrimônios simbólicos essenciais para a construção de futuros mais plurais.
- Sexta19h30
- Sábado19h30
