Inf Peças
Público
Gênero
Bairro
Espaço
Dramaturgia
Linguagem
Data
Preço
REPARAR
A diretora, coreógrafa e bailarina Karina Almeida apresenta, nos dias 9 e 10 de julho, o solo Reparar, no Centro da Terra. A obra investiga uma coleção de gestos que emerge de poemas de Ana Martins Marques, Mar Becker e de textos de bell hooks. Um campo imaginário que abraça ruínas, mistério, o amor, a força, um cavalo, a delicadeza, alguém sem rosto, o desaparecimento, um sopro, um pássaro. Neste espetáculo, imagens impulsionam a criação de uma dramaturgia que é pensada junto à materialidade do corpo em movimento. A obra é estruturada por meio de quebras e paradoxos, que revelam uma mulher que transita entre estados de tensão e leveza, agressividade e delicadeza, esquecimento e memória, dor e amor, aprisionamento e liberdade. A dramaturgia investiga a ruptura como motor da experimentação e adentra pelo terreno do feminino e do feminismo, convidando o espectador a imaginar a partir de uma atmosfera que transita entre o mistério, o desejo, o caótico e o sublime.
- Quinta20h
- Sexta20h
ARRANCO PEDAÇO (UM DELÍRIO ERÓTICO)
"ARRANCO PEDAÇO (UM DELÍRIO ERÓTICO)" nasce do desejo do diretor Christian Landi de criar um experimento cênico a partir da obra “A Doença da Morte”, de Marguerite Duras, investigando, de forma poética, a incapacidade de amar e a solidão radical — temas que assombram as relações contemporâneas. Com uma narrativa erótica e atmosférica, o espetáculo aborda o desencontro, o amor idealizado em tensão com a realidade, e personagens que habitam o plano da carne e do desejo, tentando não sucumbir ao fracasso da intimidade. Em cena, 19 artistas-criadores dão corpo a esse delírio sexy, cínico, musicado e imagético, contribuindo ativamente para a construção da obra e expandindo a direção de Landi. O espetáculo convida o espectador a aguçar os sentidos e se lançar numa viagem lynchiana — como sentar-se à mesa com Alice e o Chapeleiro, atravessar a madrugada ao som de Letrux, ou engolir, sem anestesia, a pílula vermelha de Matrix.
- Quinta20h30
TROVÃO EM TERRA MOLHADA
A performance nasce da percepção de que a contemporaneidade está marcada pela aceleração permanente que torna a velocidade uma condição estrutural da forma como se produz, consome, comunica e se cria relações humanas. Nesse contexto, as pessoas ficam expostas diariamente por um volume de informações, imagens, crises e demandas que excede a capacidade de assimilação e integração. O que mais interessou à artista observar foram os efeitos dessa dinâmica sobre o corpo.
- Quinta20h
- Sexta20h
A ILHA
Criado pelo bailarino e coreógrafo Jorge Garcia, o trabalho celebra os 20 anos da companhia e transforma o espaço urbano em uma arena circular a céu aberto. Em cena, cinco bailarinos e quatro músicos convidam o público a ocupar a praça como espaço de encontro, convivência e imaginação.
- Sexta19h
- Sábado15h
- Domingo18h
O LAGO DOS CISNES
A montagem apresentada pelo Ballet Clássico de São Petersburgo aposta na tradição da escola russa de ballet, reconhecida pela precisão técnica, disciplina corporal e força interpretativa. O elenco reúne bailarinos formados pelo método Vaganova, sistema criado na Rússia que é considerado uma das bases mais influentes da dança clássica contemporânea. A produção também contará com a participação especial de Alexander Volchkov, bailarino reconhecido por sua trajetória ligada ao Ballet Bolshoi, reforçando a conexão do espetáculo com algumas das instituições mais tradicionais da dança clássica. Ao longo das últimas décadas, a companhia consolidou sua reputação por produções que preservam a linguagem clássica sem abrir mão da potência cênica e emocional das grandes obras do repertório.
- Terça20h30
MOSTRA MICELIAL – RAÍZES EM CONEXÃO
A MOSTRA MICELIAL – RAÍZES EM CONEXÃO integra o projeto Pé dentro, Pé Fora – 15 (+1) Anos do Núcleo Pé de Zamba, contemplado pela 38ª edição do Programa de Fomento à Dança para a Cidade de São Paulo. Mais do que celebrar a trajetória do coletivo, o projeto transforma o Olido em um espaço de encontro entre dança, memória, pesquisa e troca de saberes
- TerçaConfira a programação
- QuartaConfira a programação
- QuintaConfira a programação
- SextaConfira a programação
- SábadoConfira a programação
- DomingoConfira a programação
XIRÊ DE ERÊ
Em cena, as artistas Paula Salles e Jô Pereira conduzem uma experiência em que rir também é dançar. O espetáculo propõe reflexões sobre a importância de garantir às crianças negras o direito à alegria, ao brincar e à existência plena, em um contexto social ainda marcado pelo racismo e pela violência contra crianças e adolescentes negros.
- Sábado16h
PROJETO PLURALIDADES – INSTAR E CALUNGA DA CIA DE DANÇA CISNE NEGRO
Uma das companhias brasileiras mais referenciadas no país, a Cisne Negro Cia de Dança, sob direção artística de Dany Bittencourt, apresenta programa gratuito e promove bate-papo do elenco e direção com o público após as sessões.
- Sexta19h
- Sábado19h
- Domingo19h
RESET AMÉRICA LATINA
Marcando a segunda experiência do coletivo na caixa cênica, Reset América Latina desloca para o espaço fechado do teatro uma pesquisa antes realizada em diálogo direto com a cidade, e se pergunta como trazer o território para dentro do cruzeiro, convidando o público a embarcar em uma viagem satírica sobre o que constitui a identidade Latino Americana.
- Quinta20h30
- Sexta20h30
- Sábado20h30
- Domingo17h30
JARARACA[S]
O espetáculo investiga os últimos dias de vida de Jararaca, cangaceiro morto pela polícia e hoje reverenciado como santo popular em Mossoró/RN, tensionando as fronteiras entre memória, mito e apagamento histórico. A obra propõe um olhar crítico sobre as violências de Estado que atravessam passado e presente, refletindo sobre quem tem o direito de narrar a história. Ao confrontar o público, lança perguntas inquietantes: Quais vidas são marcadas para morrer? E que outras versões ainda seguem soterradas pelo silêncio?
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
17º FÓRUM NACIONAL DE DANÇA
De 20 a 23 de maio de 2026, no CCSP – Centro Cultural São Paulo, em São Paulo (SP), o Fórum Nacional de Dança realiza sua 17ª edição em um momento decisivo para o setor. Após mais de duas décadas de articulação política e mobilização da sociedade civil, o encontro acontece sob o marco recente da sanção da Lei da Dança pelo presidente da República
- QuartaA partir das 14h
- QuintaA partir das 10h
- SextaA partir das 10h
- SábadoA partir das 10h
XIRÊ DE RUA
Ao deslocar o xirê para o espaço urbano, Xirê de Rua propõe um diálogo entre tradição e contemporaneidade, reafirmando a consciência coletiva de quilombo como caminho para a liberdade e para a continuidade das culturas afro-brasileiras
- Quarta20h
- Quinta20h
COISAS DO BRASIL
A obra traça um percurso histórico, poético e cultural da formação da nossa sociedade. Criação de Décio Otero e direção teatral de Marika Gidali, “Coisas do Brasil” percorreu todo o território Nacional e vários países da América Latina, não somente em teatros, mas em escolas, hospitais, presídios, ginásios e praças públicas.
- Sexta21h
- Sábado20h
- Domingo18h
BERIMBAIAÇO
Berimbaiaço atravessa reflexões sobre ancestralidade, pertencimento e identidade, questionando como o corpo preserva histórias que muitas vezes foram silenciadas. A obra também aborda temas como diáspora, deslocamento e formas coletivas de existência, articulando dimensões políticas e poéticas a partir do gesto e da presença.
- Terça20h
FRÁGIL
Tema delicado, mas de natureza universal, e que recentemente virou lei no Brasil – punindo o abandono afetivo –, a ausência paterna ganha a cena em Frágil, espetáculo protagonizado por Inês Oneto, com direção de Diana Herzog. A montagem parte de relatos reais para investigar as marcas que essa falta deixa na vida das pessoas, construindo uma narrativa sensível que mistura depoimentos, memória e criação cênica
- Sexta21h
- Sábado21h
- Domingo18h
