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EM REVOADA
Em Revoada parte dos movimentos sincrônicos primordiais para o desenvolvimento humano e chega até as danças do Hip Hop, convidando diversos artistas para juntos tensionarem o espaço que existe entre os pés no chão e os voos altos - onde prevalece a liberdade. Costurado por figuras mitológicas e o cotidiano de uma grande cidade, com uma atmosfera preenchida de samples e blues, a obra fricciona a dualidade olhando do alto, à beira do abismo, e questiona: o que vem primeiro, o salto ou a queda?
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
“Á_ GUA: OBRA EM PROCESSO
A obra une dança, música e projeção de videoartes mesclada por efeitos eletroacústicos, visuais e coreográficos. Ao tematizar a água em suas simbologias, o espetáculo procura apresentar a trama interdependente da vida da água com a vida dos seres humanos e como a água se apresenta como uma metáfora de diferentes estados psicológicos do ser humano.
- Terça19h30
SEMENTEIRA
“O SEMENTEIRA nasce do encontro entre a dança e as experiências muito concretas de cuidado com a terra. Ao vivenciar as hortas e os mutirões, percebemos que ali não existe apenas uma relação com a natureza, mas também resistência, trabalho e disputa por território. Levar essas experiências para a cena é uma forma de pensar como podemos criar outros modos de estarmos juntos diante da crise climática.”, afirma Cléia Plácido, idealizadora e diretora artística do espetáculo.
- Quinta15h
44º ENDA – ENCONTRO NACIONAL DE DANÇA
O Teatro Sérgio Cardoso, equipamento da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, gerido pela Associação Paulista dos Amigos da Arte (APAA) recebe nos dias 29 e 30 de agosto, sábado, às 20h; e domingo, às 15h, o 44º Encontro Nacional de Dança (ENDA), evento que reúne artistas, grupos, escolas e profissionais de diferentes regiões do país. Com entrada gratuita, a programação acontece ao longo do sábado e domingo e propõe um espaço de intercâmbio, formação e difusão da dança em suas diversas linguagens.
- Sábado20h
- Domingo15h
LAVAGEM
Em “Lavagem”, mais recente obra da coreógrafa brasileira Alice Ripoll e Cia. REC, a realidade e a fantasia se misturam em um delírio, como num sonho apocalíptico. Com a ajuda de baldes, água e sabão a performance investiga imagens ambivalentes a partir do ato de lavar, com desdobramentos cênicos e históricos observados criticamente. Os elementos usados se desdobram em múltiplas imagens poéticas de êxodos, travessias, rituais, renascimento e resistência.
- Quinta19h
- Sexta19h
- Sábado19h
- Domingo17h
3ª
No palco, dez bailarinos dividem o espaço com dez grades metálicas, criadas pelo cenógrafo Rager Luan, que deixam de ser apenas objetos cênicos para se tornarem elementos vivos da dramaturgia. Ao longo de sete cenas, elas assumem diferentes configurações, criando paisagens, fronteiras, abrigos, prisões e territórios em constante transformação. A cenografia se modifica continuamente, acompanhando um percurso que revela um corpo em permanente estado de tensão, silêncio, vazio e sobrevivência.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo19h
XIRÊ DE ERÊ
Em cena, as artistas Paula Salles e Jô Pereira conduzem uma experiência em que rir também é dançar. O espetáculo propõe reflexões sobre a importância de garantir às crianças negras o direito à alegria, ao brincar e à existência plena, em um contexto social ainda marcado pelo racismo e pela violência contra crianças e adolescentes negros.
- Sábado11h
SCENA – 5ª EDIÇÃO DA SEMANA DA CENA ITALIANA CONTEMPORÂNEA
A SCENA – Semana da Cena Italiana Contemporânea realiza sua quinta edição em São Paulo, no Sesc Belenzinho, entre os dias 8 e 16 de agosto de 2026, reunindo três espetáculos que transitam entre teatro, música e dança, inéditos na América Latina. Realizada pelo Instituto Italiano de Cultura de São Paulo e pelo Sesc São Paulo, com curadoria de Rachel Brumana e produção da Associação SÙ de Cultura e Educação, a mostra vem se consolidando como um espaço de aproximação entre o público brasileiro e a produção contemporânea da Itália.
- Quarta21h
- Quinta21h
- Sábado19h30, 21h
- Domingo17h
SUINGUE
Suingue é uma peça de dança que parte dessa imaginação e toma o ritmo como matéria e como forma de relação. Se um ritmo pode violentamente regular o tempo dos nossos corpos, e se a experiência do tempo é muitas vezes orientada pela medida e pela ordem, Suingue investiga como o ritmo pode também produzir outras durações, outras intensidades e outros modos de habitar o tempo e estar junto.
- Terça20h
- Quarta20h
- Quinta20h
3ª
No palco, dez bailarinos dividem o espaço com dez grades metálicas, criadas pelo cenógrafo Rager Luan, que deixam de ser apenas objetos cênicos para se tornarem elementos vivos da dramaturgia. Ao longo de sete cenas, elas assumem diferentes configurações, criando paisagens, fronteiras, abrigos, prisões e territórios em constante transformação. A cenografia se modifica continuamente, acompanhando um percurso que revela um corpo em permanente estado de tensão, silêncio, vazio e sobrevivência.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo19h
GOITÁ
Ao longo da montagem, manifestações como forró, frevo, baião, cavalo-marinho, caboclinhos, maracatu e o próprio Mamulengo integram a narrativa e evidenciam referências presentes na cultura popular pernambucana. Com "Goitá", a Cisne Negro Cia. de Dança dá continuidade ao desenvolvimento de trabalhos que dialogam com diferentes manifestações culturais brasileiras.
- Domingo12h
TERREIRO URBANO
ma criação inspirada na mitologia dos orixás e na representação simbólica do xirê – cerimônia tradicional de saudação e exaltação aos orixás. A obra segue a sequência ritual das danças que se inicia com Exu, percorre diversos orixás e se encerra com Oxalá. O espetáculo entrelaça ritualidades, cantos e movimentos que expressam os orixás – entidades que representam forças da natureza e são responsáveis por criar e reger o Aiyê (Terra) em conexão com o Orum (Céu).
- Sábado15h
- Domingo15h
REPARAR
A diretora, coreógrafa e bailarina Karina Almeida apresenta, nos dias 9 e 10 de julho, o solo Reparar, no Centro da Terra. A obra investiga uma coleção de gestos que emerge de poemas de Ana Martins Marques, Mar Becker e de textos de bell hooks. Um campo imaginário que abraça ruínas, mistério, o amor, a força, um cavalo, a delicadeza, alguém sem rosto, o desaparecimento, um sopro, um pássaro. Neste espetáculo, imagens impulsionam a criação de uma dramaturgia que é pensada junto à materialidade do corpo em movimento. A obra é estruturada por meio de quebras e paradoxos, que revelam uma mulher que transita entre estados de tensão e leveza, agressividade e delicadeza, esquecimento e memória, dor e amor, aprisionamento e liberdade. A dramaturgia investiga a ruptura como motor da experimentação e adentra pelo terreno do feminino e do feminismo, convidando o espectador a imaginar a partir de uma atmosfera que transita entre o mistério, o desejo, o caótico e o sublime.
- Quinta20h
- Sexta20h
ARRANCO PEDAÇO (UM DELÍRIO ERÓTICO)
"ARRANCO PEDAÇO (UM DELÍRIO ERÓTICO)" nasce do desejo do diretor Christian Landi de criar um experimento cênico a partir da obra “A Doença da Morte”, de Marguerite Duras, investigando, de forma poética, a incapacidade de amar e a solidão radical — temas que assombram as relações contemporâneas. Com uma narrativa erótica e atmosférica, o espetáculo aborda o desencontro, o amor idealizado em tensão com a realidade, e personagens que habitam o plano da carne e do desejo, tentando não sucumbir ao fracasso da intimidade. Em cena, 19 artistas-criadores dão corpo a esse delírio sexy, cínico, musicado e imagético, contribuindo ativamente para a construção da obra e expandindo a direção de Landi. O espetáculo convida o espectador a aguçar os sentidos e se lançar numa viagem lynchiana — como sentar-se à mesa com Alice e o Chapeleiro, atravessar a madrugada ao som de Letrux, ou engolir, sem anestesia, a pílula vermelha de Matrix.
- Quinta20h30
TROVÃO EM TERRA MOLHADA
A performance nasce da percepção de que a contemporaneidade está marcada pela aceleração permanente que torna a velocidade uma condição estrutural da forma como se produz, consome, comunica e se cria relações humanas. Nesse contexto, as pessoas ficam expostas diariamente por um volume de informações, imagens, crises e demandas que excede a capacidade de assimilação e integração. O que mais interessou à artista observar foram os efeitos dessa dinâmica sobre o corpo.
- Quinta20h
- Sexta20h
