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Espaço
Dramaturgia
Linguagem
Data
Preço
3ª
No palco, dez bailarinos dividem o espaço com dez grades metálicas, criadas pelo cenógrafo Rager Luan, que deixam de ser apenas objetos cênicos para se tornarem elementos vivos da dramaturgia. Ao longo de sete cenas, elas assumem diferentes configurações, criando paisagens, fronteiras, abrigos, prisões e territórios em constante transformação. A cenografia se modifica continuamente, acompanhando um percurso que revela um corpo em permanente estado de tensão, silêncio, vazio e sobrevivência.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo19h
GOITÁ
Ao longo da montagem, manifestações como forró, frevo, baião, cavalo-marinho, caboclinhos, maracatu e o próprio Mamulengo integram a narrativa e evidenciam referências presentes na cultura popular pernambucana. Com "Goitá", a Cisne Negro Cia. de Dança dá continuidade ao desenvolvimento de trabalhos que dialogam com diferentes manifestações culturais brasileiras.
- Domingo12h
TERREIRO URBANO
ma criação inspirada na mitologia dos orixás e na representação simbólica do xirê – cerimônia tradicional de saudação e exaltação aos orixás. A obra segue a sequência ritual das danças que se inicia com Exu, percorre diversos orixás e se encerra com Oxalá. O espetáculo entrelaça ritualidades, cantos e movimentos que expressam os orixás – entidades que representam forças da natureza e são responsáveis por criar e reger o Aiyê (Terra) em conexão com o Orum (Céu).
- Sábado15h
- Domingo15h
REPARAR
A diretora, coreógrafa e bailarina Karina Almeida apresenta, nos dias 9 e 10 de julho, o solo Reparar, no Centro da Terra. A obra investiga uma coleção de gestos que emerge de poemas de Ana Martins Marques, Mar Becker e de textos de bell hooks. Um campo imaginário que abraça ruínas, mistério, o amor, a força, um cavalo, a delicadeza, alguém sem rosto, o desaparecimento, um sopro, um pássaro. Neste espetáculo, imagens impulsionam a criação de uma dramaturgia que é pensada junto à materialidade do corpo em movimento. A obra é estruturada por meio de quebras e paradoxos, que revelam uma mulher que transita entre estados de tensão e leveza, agressividade e delicadeza, esquecimento e memória, dor e amor, aprisionamento e liberdade. A dramaturgia investiga a ruptura como motor da experimentação e adentra pelo terreno do feminino e do feminismo, convidando o espectador a imaginar a partir de uma atmosfera que transita entre o mistério, o desejo, o caótico e o sublime.
- Quinta20h
- Sexta20h
ARRANCO PEDAÇO (UM DELÍRIO ERÓTICO)
"ARRANCO PEDAÇO (UM DELÍRIO ERÓTICO)" nasce do desejo do diretor Christian Landi de criar um experimento cênico a partir da obra “A Doença da Morte”, de Marguerite Duras, investigando, de forma poética, a incapacidade de amar e a solidão radical — temas que assombram as relações contemporâneas. Com uma narrativa erótica e atmosférica, o espetáculo aborda o desencontro, o amor idealizado em tensão com a realidade, e personagens que habitam o plano da carne e do desejo, tentando não sucumbir ao fracasso da intimidade. Em cena, 19 artistas-criadores dão corpo a esse delírio sexy, cínico, musicado e imagético, contribuindo ativamente para a construção da obra e expandindo a direção de Landi. O espetáculo convida o espectador a aguçar os sentidos e se lançar numa viagem lynchiana — como sentar-se à mesa com Alice e o Chapeleiro, atravessar a madrugada ao som de Letrux, ou engolir, sem anestesia, a pílula vermelha de Matrix.
- Quinta20h30
TROVÃO EM TERRA MOLHADA
A performance nasce da percepção de que a contemporaneidade está marcada pela aceleração permanente que torna a velocidade uma condição estrutural da forma como se produz, consome, comunica e se cria relações humanas. Nesse contexto, as pessoas ficam expostas diariamente por um volume de informações, imagens, crises e demandas que excede a capacidade de assimilação e integração. O que mais interessou à artista observar foram os efeitos dessa dinâmica sobre o corpo.
- Quinta20h
- Sexta20h
A ILHA
Criado pelo bailarino e coreógrafo Jorge Garcia, o trabalho celebra os 20 anos da companhia e transforma o espaço urbano em uma arena circular a céu aberto. Em cena, cinco bailarinos e quatro músicos convidam o público a ocupar a praça como espaço de encontro, convivência e imaginação.
- Sexta19h
- Sábado15h
- Domingo18h
O LAGO DOS CISNES
A montagem apresentada pelo Ballet Clássico de São Petersburgo aposta na tradição da escola russa de ballet, reconhecida pela precisão técnica, disciplina corporal e força interpretativa. O elenco reúne bailarinos formados pelo método Vaganova, sistema criado na Rússia que é considerado uma das bases mais influentes da dança clássica contemporânea. A produção também contará com a participação especial de Alexander Volchkov, bailarino reconhecido por sua trajetória ligada ao Ballet Bolshoi, reforçando a conexão do espetáculo com algumas das instituições mais tradicionais da dança clássica. Ao longo das últimas décadas, a companhia consolidou sua reputação por produções que preservam a linguagem clássica sem abrir mão da potência cênica e emocional das grandes obras do repertório.
- Terça20h30
MOSTRA MICELIAL – RAÍZES EM CONEXÃO
A MOSTRA MICELIAL – RAÍZES EM CONEXÃO integra o projeto Pé dentro, Pé Fora – 15 (+1) Anos do Núcleo Pé de Zamba, contemplado pela 38ª edição do Programa de Fomento à Dança para a Cidade de São Paulo. Mais do que celebrar a trajetória do coletivo, o projeto transforma o Olido em um espaço de encontro entre dança, memória, pesquisa e troca de saberes
- TerçaConfira a programação
- QuartaConfira a programação
- QuintaConfira a programação
- SextaConfira a programação
- SábadoConfira a programação
- DomingoConfira a programação
XIRÊ DE ERÊ
Em cena, as artistas Paula Salles e Jô Pereira conduzem uma experiência em que rir também é dançar. O espetáculo propõe reflexões sobre a importância de garantir às crianças negras o direito à alegria, ao brincar e à existência plena, em um contexto social ainda marcado pelo racismo e pela violência contra crianças e adolescentes negros.
- Sábado16h
PROJETO PLURALIDADES – INSTAR E CALUNGA DA CIA DE DANÇA CISNE NEGRO
Uma das companhias brasileiras mais referenciadas no país, a Cisne Negro Cia de Dança, sob direção artística de Dany Bittencourt, apresenta programa gratuito e promove bate-papo do elenco e direção com o público após as sessões.
- Sexta19h
- Sábado19h
- Domingo19h
RESET AMÉRICA LATINA
O cruzeiro Sangue Latino, um empreendimento de luxo que promete conduzir seus passageiros por uma travessia festiva e musical pelo imaginário latino-americano, enfrenta uma pane silenciosa causada por uma maraca na tubulação. A partir desse curto-circuito, passageiros, trabalhadores e tripulantes entram em choque, revelando as fissuras que sustentam esse projeto colonial. Entre situações absurdas, humor e crítica social, o espetáculo investiga como os projetos de dominação seguem operando no presente e aponta para outras possibilidades de existência e resistência.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo19h
JARARACA[S]
O espetáculo investiga os últimos dias de vida de Jararaca, cangaceiro morto pela polícia e hoje reverenciado como santo popular em Mossoró/RN, tensionando as fronteiras entre memória, mito e apagamento histórico. A obra propõe um olhar crítico sobre as violências de Estado que atravessam passado e presente, refletindo sobre quem tem o direito de narrar a história. Ao confrontar o público, lança perguntas inquietantes: Quais vidas são marcadas para morrer? E que outras versões ainda seguem soterradas pelo silêncio?
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
17º FÓRUM NACIONAL DE DANÇA
De 20 a 23 de maio de 2026, no CCSP – Centro Cultural São Paulo, em São Paulo (SP), o Fórum Nacional de Dança realiza sua 17ª edição em um momento decisivo para o setor. Após mais de duas décadas de articulação política e mobilização da sociedade civil, o encontro acontece sob o marco recente da sanção da Lei da Dança pelo presidente da República
- QuartaA partir das 14h
- QuintaA partir das 10h
- SextaA partir das 10h
- SábadoA partir das 10h
XIRÊ DE RUA
Ao deslocar o xirê para o espaço urbano, Xirê de Rua propõe um diálogo entre tradição e contemporaneidade, reafirmando a consciência coletiva de quilombo como caminho para a liberdade e para a continuidade das culturas afro-brasileiras
- Quarta20h
- Quinta20h
