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MURRO EM PONTA DE FACA
Durante a ditadura militar, três casais de brasileiros exilados – burgueses, operários e intelectuais – são obrigados a conviver no mesmo espaço físico. Apesar das diferenças, eles se descobrem ligados por um mesmo sentimento: o de viver em um tempo suspenso e não pertencer a lugar nenhum.
- Sexta19h30
- Sábado19h
- Domingo19h
COCK
John tem um relacionamento com outro homem há sete anos. Quando os dois resolvem dar um tempo, ele se apaixona por uma mulher. Cheio de angústias e sentimentos conflitantes, o protagonista mantém as duas relações sem saber para que lado ir. Tanto o namorado como a namorada estão dispostos a lutar pelo amor de John, mas a maior briga do protagonista é para entender quem ele é, num torturante conflito com o próprio desejo e sem conseguir se enquadrar nos rótulos sociais.
- Quarta20h
- Quinta
SACAROSE
Filho de uma família de cortadores de cana, Edu Rosa parte de sua própria história como motor criativo do espetáculo, trazendo para a cena relatos e memórias de seus familiares. Inspirado por essa relação íntima com o universo do trabalho rural nos canaviais, o espetáculo articula memória pessoal, documentos históricos e depoimentos para investigar as permanências do sistema colonial nas formas contemporâneas de trabalho e poder. Mais do que um solo autobiográfico, a obra tensiona a ideia de progresso brasileiro e propõe ao público uma experiência que não separa estética e política, reafirmando o teatro como espaço de elaboração crítica da memória nacional.
- Quinta20h30
- Sexta20h30
- Sábado20h30
- Domingo18h
GOTA D’ÁGUA
Vinte anos após a aclamada temporada de estreia de Gota D'Água Breviário, Georgette Fadel retorna à Joana e Cristiano Tomiossi a Jasão, com mais 11 atores e músicos, em Gota D´Água, com a direção geral de Fadel. O texto de Chico Buarque e Paulo Pontes traz a fábula grega da Medeia de Eurípides para o contexto histórico de uma comunidade periférica do Rio de Janeiro.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
OLEANNA
O confronto de John, o professor e Carol, a aluna.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
CLEMENTE
Uma mulher cearense, nascida na Roça Velha, região do Cariri, dança em um palco reflexivo, como se o tempo fosse um buraco sem fim, cavando um movimento entre gerações que se entrelaçam sem sequencialidade, insistente na força do presente. Um inventário de gestos guia a proposta de Clemente, como uma expedição que ativa camadas do luto ao mesmo tempo que articula a força da vida, modificando as oposições recorrentes entre a vida e a morte, num desenho que as indefine. Uma peça que olha adiante no agora. Há, ainda, três movimentos: ESPERAR, PLANTAR, TRANSFORMAR.
- Quinta20h30
- Sexta20h30
- Sábado20h30
- Domingo18h
DIBUK – O MUSICAL
O “Romeu e Julieta” do teatro ídiche ganha agora uma versão para o teatro musical. Nesta nova montagem do clássico do início do século XX, o amor “proibido” entre dois jovens é retratado por meio da fusão entre drama, música, dança e circo, atravessando o universo mágico e instigante da cabala e de seus mistérios.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo16h
CABARÉ PROFANO
Cabaré Profano celebra o direito de existir, de viver com intensidade, liberdade e verdade, transformando o palco em um espaço de resistência e reflexão, onde cada pecado e desejo se torna oportunidade de autoconhecimento. É uma celebração da existência em um mundo que, muitas vezes, ainda empurra essas histórias para os porões da alma.
- Sexta20h30
ROMEU E ROMEU
A história inspirada no clássico “Romeu e Julieta”, de William Shakespeare, mantém o amor como temática principal. “Romeu e Romeu”, destaca no palco com leveza e com bastante humor, as dificuldades do cotidiano do casal Romeu (Guilherme Chelucci) e Zinho (Pedro Pilar), os ciúmes, os dilemas domésticos e, certamente, o preconceito. A proposta é que o público reviva essa história tão conhecida e mostrar que tudo poderia ser alterado, com um final diferente onde o preconceito não venceria o amor é só uma atitude verdadeira poderia trazer a tão esperada felicidade.
- Terça20h
- Quarta20h
NO LIMIAR DO HORIZONTE
O enredo se desenvolve por meio de diálogos profundos em cinco movimentos, onde os sonhos e desejos de mulheres de épocas distintas se cruzam, revelando questões que perduram até hoje na sociedade.
- Domingo16h
DAQUI PRA FRENTE
Sete mulheres refugiadas que hoje vivem no Brasil compartilham, em esquetes baseadas em fatos reais, episódios marcados por humor, confusão e descobertas. As histórias revelam os desafios enfrentados ao chegar a um novo país — do idioma às diferenças culturais — e mostram, com sensibilidade e leveza, o processo de adaptação e reconstrução de suas vidas.
- Sábado20h
- Domingo18h
A PRIMEIRA DANÇA
“A primeira dança” é uma palestra performance sobre as primeiras danças da humanidade, assim como suas versões sociais e pessoais. A fala, acompanhada por imagens e dança, convida o público a pensar sobre aquilo que chamamos de dança e sobre como ela pode existir para além de uma demonstração técnica, podendo também falar dos limites e aprendizados do corpo.
- Sexta21h30
- Sábado18h30
- Domingo18h30
HOMEM QUE É HOMEM NÃO CHORA
"Homem que é homem não chora" é uma história ambientada no banheiro de um aeroporto. Conta a história de dois homens que, devido um apagão em um aeroporto ficam presos no banheiro por várias horas e se enfrentam em um jogo de palavras nem um pouco delicadas sobre suas orientações sexuais e olhares em relação à vida. Nesta convivência forçada descobrem nuances de suas personalidades e enfrentam os dilemas da aceitação do outro.
- Quinta21h
A ÚLTIMA VALSA DE ZELDA FITZGERALD
A Última Valsa de Zelda Fitzgerald revisita a trajetória e a obra de uma mulher brilhante, intensa e silenciada pela história. Do interior dos Estados Unidos à consagração como ícone dos anos 1920 ao lado de F. Scott Fitzgerald, o espetáculo acompanha sua ascensão social, os conflitos no casamento, a disputa pela autoria da própria vida, as tentativas de se afirmar como artista e o agravamento de sua saúde mental. Entre festas, delírios e internações, emerge o retrato de uma mulher que lutou para existir com voz própria, muito além do papel de musa ao qual foi tantas vezes reduzida.
- Quinta20h
- Sexta20h
BAILARINAS INCENDIADAS
Em Bailarinas Incendiadas, a narrativa se desenrola por meio de instruções projetadas em uma tela, evocando filmes mudos e experimentos brechtianos. Os intérpretes Luciana Acunã, Tatiana Saphir, Carla Di Gracia, Matias Sendón e Agustín, o palco se transforma em um espaço compartilhado com o público, onde o fogo, ausente, mas central, precisa ser reconstruído através do gesto e da encenação.
- Sábado21h30
- Domingo17h
