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CLEMENTE
Uma mulher cearense, nascida na Roça Velha, região do Cariri, dança em um palco reflexivo, como se o tempo fosse um buraco sem fim, cavando um movimento entre gerações que se entrelaçam sem sequencialidade, insistente na força do presente. Um inventário de gestos guia a proposta de Clemente, como uma expedição que ativa camadas do luto ao mesmo tempo que articula a força da vida, modificando as oposições recorrentes entre a vida e a morte, num desenho que as indefine. Uma peça que olha adiante no agora. Há, ainda, três movimentos: ESPERAR, PLANTAR, TRANSFORMAR.
- Quinta20h30
- Sexta20h30
- Sábado20h30
- Domingo18h
DIBUK – O MUSICAL
O “Romeu e Julieta” do teatro ídiche ganha agora uma versão para o teatro musical. Nesta nova montagem do clássico do início do século XX, o amor “proibido” entre dois jovens é retratado por meio da fusão entre drama, música, dança e circo, atravessando o universo mágico e instigante da cabala e de seus mistérios.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo16h
CABARÉ PROFANO
Cabaré Profano celebra o direito de existir, de viver com intensidade, liberdade e verdade, transformando o palco em um espaço de resistência e reflexão, onde cada pecado e desejo se torna oportunidade de autoconhecimento. É uma celebração da existência em um mundo que, muitas vezes, ainda empurra essas histórias para os porões da alma.
- Sexta20h30
ROMEU E ROMEU
A história inspirada no clássico “Romeu e Julieta”, de William Shakespeare, mantém o amor como temática principal. “Romeu e Romeu”, destaca no palco com leveza e com bastante humor, as dificuldades do cotidiano do casal Romeu (Guilherme Chelucci) e Zinho (Pedro Pilar), os ciúmes, os dilemas domésticos e, certamente, o preconceito. A proposta é que o público reviva essa história tão conhecida e mostrar que tudo poderia ser alterado, com um final diferente onde o preconceito não venceria o amor é só uma atitude verdadeira poderia trazer a tão esperada felicidade.
- Terça20h
- Quarta20h
NO LIMIAR DO HORIZONTE
O enredo se desenvolve por meio de diálogos profundos em cinco movimentos, onde os sonhos e desejos de mulheres de épocas distintas se cruzam, revelando questões que perduram até hoje na sociedade.
- Domingo16h
DAQUI PRA FRENTE
Sete mulheres refugiadas que hoje vivem no Brasil compartilham, em esquetes baseadas em fatos reais, episódios marcados por humor, confusão e descobertas. As histórias revelam os desafios enfrentados ao chegar a um novo país — do idioma às diferenças culturais — e mostram, com sensibilidade e leveza, o processo de adaptação e reconstrução de suas vidas.
- Sábado20h
- Domingo18h
A PRIMEIRA DANÇA
“A primeira dança” é uma palestra performance sobre as primeiras danças da humanidade, assim como suas versões sociais e pessoais. A fala, acompanhada por imagens e dança, convida o público a pensar sobre aquilo que chamamos de dança e sobre como ela pode existir para além de uma demonstração técnica, podendo também falar dos limites e aprendizados do corpo.
- Sexta21h30
- Sábado18h30
- Domingo18h30
HOMEM QUE É HOMEM NÃO CHORA
"Homem que é homem não chora" é uma história ambientada no banheiro de um aeroporto. Conta a história de dois homens que, devido um apagão em um aeroporto ficam presos no banheiro por várias horas e se enfrentam em um jogo de palavras nem um pouco delicadas sobre suas orientações sexuais e olhares em relação à vida. Nesta convivência forçada descobrem nuances de suas personalidades e enfrentam os dilemas da aceitação do outro.
- Quinta21h
A ÚLTIMA VALSA DE ZELDA FITZGERALD
A Última Valsa de Zelda Fitzgerald revisita a trajetória e a obra de uma mulher brilhante, intensa e silenciada pela história. Do interior dos Estados Unidos à consagração como ícone dos anos 1920 ao lado de F. Scott Fitzgerald, o espetáculo acompanha sua ascensão social, os conflitos no casamento, a disputa pela autoria da própria vida, as tentativas de se afirmar como artista e o agravamento de sua saúde mental. Entre festas, delírios e internações, emerge o retrato de uma mulher que lutou para existir com voz própria, muito além do papel de musa ao qual foi tantas vezes reduzida.
- Quinta20h
- Sexta20h
BAILARINAS INCENDIADAS
Em Bailarinas Incendiadas, a narrativa se desenrola por meio de instruções projetadas em uma tela, evocando filmes mudos e experimentos brechtianos. Os intérpretes Luciana Acunã, Tatiana Saphir, Carla Di Gracia, Matias Sendón e Agustín, o palco se transforma em um espaço compartilhado com o público, onde o fogo, ausente, mas central, precisa ser reconstruído através do gesto e da encenação.
- Sábado21h30
- Domingo17h
I MÍSSIL
I MÍSSIL é um jogo de palavras proposto pela cantora e ativista brasileira Linn da Quebrada que articula a expressão em inglês I miss you (sinto sua falta) com a imagem de um projétil (míssil em português). Um trocadilho que, ao criar um campo de forças entre o que já foi e o que ainda está por vir, entrelaça as noções de memória e projeção, buscando por em movimento uma dança transtemporal.
- Terça20h
- Quarta20h
- Quinta20h
ACASO CAOS
O espetáculo investiga a ideia de contágio em episódios que ficaram conhecidos como “histeria coletiva”, atualmente chamada de “doença psicogênica de massa”. Partindo da hipótese de que essa psicopatologia pode ser disparada em ambientes muito opressivos, o que isso diz sobre situações da nossa modernidade? A composição coreográfica é quase como um passeio pela Idade Média que se relaciona de forma distópica com a contemporaneidade.
- Sexta20h
- Sábado20h
BadeRna – UM SOBREVOO
Inspirada na vida e na militância da bailarina italiana Marietta Baderna (1828–1870), a peça parte de sua trajetória como inspiração para uma criação performática que dialoga com seu espírito transgressor. Ousada e inovadora, Marietta desafiou o conservadorismo do século XIX ao fundir o rigor do balé clássico à ginga do lundu — dança de matriz africana que, na época, era símbolo de resistência dos povos escravizados.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
!! ABRA OS OLHOS & DIGA AH !!
Dois homens, uma mesa de bar, cerveja e conversa fiada. A partir dessa situação banal — perigosamente reconhecível — nasce !! ABRA OS OLHOS & DIGA AH !!, espetáculo do Tragédia Pop Coletivo Teatral que investiga como o mal pode emergir não do extraordinário, mas do cotidiano, das distrações, da precariedade e dos pequenos desvios morais que aprendemos a justificar e relevar.
- Sexta20h30
BETRAYAL
A trama revela a história de Emma, Robert e Jerry, cujos destinos se cruzam em um triângulo amoroso que põe à prova as fronteiras entre intimidade, amizade e lealdade. Narrada de trás para frente, a peça expõe segredos e contradições, convidando o espectador a se debruçar sobre os silêncios e ambiguidades que permeiam as relações humanas.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo20h
