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AS AMANTES DE GEORGE WASHINGTON
‘As Amantes de George Washington’, peça inédita escrita pelo escritor croata Miro Gavran, é uma tragicomédia ficcional, inspirada nos boatos espalhados sobre uma possível amante do primeiro presidente dos Estados Unidos. É um embate intimista, emocionante e elegante entre a viúva Martha Washington, interpretada por Claudia Ohana, e a amante Sylvia Carver, vivida por Priscila Fantin.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo19h
BRACE
Em Brace, o coreógrafo moçambicano Edivaldo Ernesto, nos convida a experimentar o corpo em sua tensão mais extrema: o instante antes da colisão, a fração de segundo entre o impacto e a recuperação. A obra, com passagem pela Itália, Grécia e Eslováquia, é um campo de forças onde o movimento nasce do colapso, da resistência e do impulso de continuar.
- Quinta21h30
- Sexta21h30
- Sábado21h30
- Domingo17h
FLASHDANCE – O MUSICAL
Clássico absoluto do cinema dos anos 1980, Flashdance ganhou o mundo a partir do filme lançado em 1983, que se tornou um fenômeno da cultura pop. O sucesso nas telas deu origem à adaptação para os palcos, que desde então vem conquistando plateias em diferentes países e agora chega ao Brasil em uma nova montagem. A história acompanha a jovem operária Alex Owens, que sonha em se tornar bailarina profissional. O musical preserva a energia, o romantismo e as músicas que marcaram gerações.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado16h30 e 20h30
- Domingo15h30 e 19h30
BRUNA LOUISE – MEUS 15 ANOS
Com seu humor direto, inteligente e sem papas na língua, “Bruna Louise – Meus 15 Anos” apresenta um espetáculo dinâmico, atual e repleto de identificação com o público, combinando textos afiados, improvisos e muitas gargalhadas. O projeto foi pensado para grandes plateias e chega aos palcos em uma nova turnê que promete percorrer o Brasil.
- Quinta21h
RAPSÓDIA – GUARUJÀ
A peça como um corpo sem órgãos, partindo do inconsciente como máquina desejante, através de um texto lírico dramático, singular e radical: o espetáculo do Teatro Esquizo foca na potência mágica da fala e a sua força ritualística ancestral de nos fazer ver uma América Latina inédita, cyberpunk e fantasmática.
- Quarta20h30
- Quinta20h30
ALGODÃO E PALHA
Ao investigar relações atravessadas pela perda, Algodão & Palha revela como o luto pode se tornar obsessão, e, pouco a pouco, evoluir para dinâmicas de controle, repetição e violência. Em uma casa onde o passado insiste em permanecer, o espetáculo expõe os mecanismos sutis que sustentam ciclos de violência contra a mulher, muitas vezes disfarçados de cuidado.
- Quarta20h
- Quinta20h
- Sexta20h
SE AS COMIDAS DOS FOLHETOS FOSSEM COMESTÍVEIS
Dois jovens, irmãos negros e gêmeos não idênticos, encontram-se trancados em uma cozinha desativada. Entre talheres, panelas e restos de folhetos de supermercados, expõem suas feridas, desejos e a violência cínica e silenciosa das “pessoas de bem”. Enquanto a fome aperta, questionam: corpos como o deles têm direito de existir para além da sobrevivência?
- Sexta20h
IMPROVISAÇÕES SELVAGENS
Improvisações Selvagens é um espetáculo teatral inspirado no filme argentino Relatos Selvagens, no qual, diante de uma realidade crua e imprevisível, os personagens caminham sobre a linha tênue que separa a civilização da barbárie. Autoria e criação do espetáculo de Aline Bourseau, traz uma dramaturgia, construída pela técnica de improvisação (improv), na categoria “long-form”. Com duração de 60 minutos o espetáculo traz 5 histórias que se desdobram em 9 cenas inspiradas em relatos reais pessoais e também ficcionais, narrados pelos atores baseados numa emoção sugerida pelo público.
- Quarta20h
JOGO DE IMAGINAR
A encenação, uma comédia, com linguagem de palhaçaria, amplia o olhar sobre as origens do teatro ao incorporar tradições como os griots africanos, expressões das Américas e narrativas que remontam aos primeiros agrupamentos humanos, deslocando a perspectiva exclusivamente eurocêntrica. A proposta destaca o teatro como espaço de encontro entre artistas e espectadores, onde imaginação e invenção se constroem coletivamente.
- Domingo15h e 17h
MURRO EM PONTA DE FACA
Durante a ditadura militar, três casais de brasileiros exilados – burgueses, operários e intelectuais – são obrigados a conviver no mesmo espaço físico. Apesar das diferenças, eles se descobrem ligados por um mesmo sentimento: o de viver em um tempo suspenso e não pertencer a lugar nenhum.
- Sexta19h30
- Sábado19h
- Domingo19h
COCK
John tem um relacionamento com outro homem há sete anos. Quando os dois resolvem dar um tempo, ele se apaixona por uma mulher. Cheio de angústias e sentimentos conflitantes, o protagonista mantém as duas relações sem saber para que lado ir. Tanto o namorado como a namorada estão dispostos a lutar pelo amor de John, mas a maior briga do protagonista é para entender quem ele é, num torturante conflito com o próprio desejo e sem conseguir se enquadrar nos rótulos sociais.
- Quarta20h
- Quinta
SACAROSE
Filho de uma família de cortadores de cana, Edu Rosa parte de sua própria história como motor criativo do espetáculo, trazendo para a cena relatos e memórias de seus familiares. Inspirado por essa relação íntima com o universo do trabalho rural nos canaviais, o espetáculo articula memória pessoal, documentos históricos e depoimentos para investigar as permanências do sistema colonial nas formas contemporâneas de trabalho e poder. Mais do que um solo autobiográfico, a obra tensiona a ideia de progresso brasileiro e propõe ao público uma experiência que não separa estética e política, reafirmando o teatro como espaço de elaboração crítica da memória nacional.
- Quinta20h30
- Sexta20h30
- Sábado20h30
- Domingo18h
GOTA D’ÁGUA
Vinte anos após a aclamada temporada de estreia de Gota D'Água Breviário, Georgette Fadel retorna à Joana e Cristiano Tomiossi a Jasão, com mais 11 atores e músicos, em Gota D´Água, com a direção geral de Fadel. O texto de Chico Buarque e Paulo Pontes traz a fábula grega da Medeia de Eurípides para o contexto histórico de uma comunidade periférica do Rio de Janeiro.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
OLEANNA
O confronto de John, o professor e Carol, a aluna.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
CLEMENTE
Uma mulher cearense, nascida na Roça Velha, região do Cariri, dança em um palco reflexivo, como se o tempo fosse um buraco sem fim, cavando um movimento entre gerações que se entrelaçam sem sequencialidade, insistente na força do presente. Um inventário de gestos guia a proposta de Clemente, como uma expedição que ativa camadas do luto ao mesmo tempo que articula a força da vida, modificando as oposições recorrentes entre a vida e a morte, num desenho que as indefine. Uma peça que olha adiante no agora. Há, ainda, três movimentos: ESPERAR, PLANTAR, TRANSFORMAR.
- Quinta20h30
- Sexta20h30
- Sábado20h30
- Domingo18h
