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ALZIRA POWER

Alzira (Stella Maria Rodrigues) é uma funcionária pública aposentada, mulher madura, culta e solitária. Estranha aos olhos dos outros por tomar atitudes pouco comuns para seu tempo, encara a vida com a rebeldia dos que se recusam a se enquadrar. Um dia, deixando propositalmente a porta de casa aberta e fingindo ter perdido seu cãozinho, atrai o jovem vendedor Ernesto (André Celant) para dentro. O rapaz, casado e com filhos, é uma pessoa sem sonhos e conformada com sua vida mediana. As provocações e jogos mentais de Alzira fazem com que Ernesto se sinta cada vez mais humilhado e pressionado. A situação se agrava quando ela tranca a porta e joga a chave pela janela. Acuado, tenta se desvencilhar seduzindo a mulher. Mas o anarquismo de Alzira não se rende aos métodos previsíveis de Ernesto.

Ficha Técnica:

Texto: Antônio Bivar
Direção: João Fonseca
Elenco: Stella Maria Rodrigues e André Celant
Cenário, Figurinos e Adereços: Nello Marrese
Iluminação: Paulo Cesar Medeiros
Trilha Sonora: João Fonseca
Fotos: Nil Caniné
Intermediação de direitos autorais: SBAT – Sociedade Brasileira de Autores Teatrais
Produção: Eita! Projetos Culturais e Colombo Produções
Assessoria de Imprensa: JSPontes Comunicação – João Pontes e Stella Stephany

Texto disponibilizado pela produção do espetáculo.

Detalhes da peça

Status

Encerrada

Temporada

De 12/01/2023 até 10/02/2023

Dias

Quinta-Feira e Sexta-Feira 20h

Duração

55 minutos

Valor

R$ 50 inteira e R$ 25 meia

Região

Zona Sul / Rio de Janeiro

Teatro / Espaço

Teatro Glaucio Gill
Praça Cardeal Arcoverde, s/n, Copacabana, Rio de Janeiro/RJ - 22040030

Estacionamento

Cafeteria

Sim

Telefone

(21) 99414-2274

E-mail

ascomfunarj@sec.rj.gov.br

L

Classificação indicativa

Classificação Livre para todas idades

Galeria de fotos
Fotos por Nil Caniné
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EU SOU MINHA PRÓPRIA MULHER

A peça começa quando o autor Doug Wright assiste a uma palestra de Charlotte von Mahlsdorf e, encantado com ela e sua história, escreve-lhe uma carta pedindo autorização para criar uma peça sobre sua vida. Charlotte aceita e começa a lhe conceder uma série de entrevistas. Nascida em 1928 sob o nome de Lothar Berfelde, desde jovem se afirmava como mulher e assim viveu, assumindo sua identidade feminina em meio à violenta sociedade nazista. Os encontros entre Doug e Charlotte são intercalados por memórias e novos acontecimentos, que vão surpreendendo e transformando o olhar e os relatos de Doug. “O espetáculo não segue uma cronologia, vai e volta no tempo. Esta é a mágica do teatro porque ela [Charlotte] faz todos os personagens citados nas entrevistas. O ator que vive a Charlotte e que vive o Doug, os dois estão em cena, e ela vai vivenciando as histórias das pessoas que passaram por sua vida”, detalha Edwin. Doug.

de 11/09/2026 a 29/11/202670 mina partir de R$ 80Em cartaz
  • Sexta20h
  • Sábado20h
  • Domingo17h
Teatro FAAP

OFÍCIO

Com direção de Lucas Mayor e Marcos Gomes, a montagem é dividida em três partes e aproxima situações vividas pelos artistas de textos de diferentes períodos da história do teatro. Antígona, de Sófocles, O jardim das cerejeiras, de Anton Tchekhov, e O Ator, de Plínio Marcos, são incorporados à dramaturgia para tratar de questões como a precarização do trabalho, o luto e a especulação imobiliária que afeta espaços independentes.

de 09/10/2026 a 18/10/202660 mina partir de R$ 15Últimos Dias
  • Sexta21h
  • Sábado21h
  • Domingo18h
Teatro Arthur Azevedo

FILUMENA MARTURANO

Inspirada em uma notícia de jornal sobre uma mulher que simula estar em estado terminal para convencer o homem que ama a se casar com ela como seu último desejo, Eduardo De Filippo desenvolve a trama de sua peça mais popular, Filumena Marturano (1946). O pano se abre com a revelação do golpe da protagonista, e a história se desenrola, ao longo de uma hora e meia, entre surpresas e revelações sobre o passado dos personagens e suas consequências para o futuro. Depois de vinte e cinco anos de convivência extraoficial com Domênico, que a retirou de um bordel, Filumena guarda um segredo que vem à tona: ela teve três filhos e deseja o casamento para legitimar a paternidade. Mas há uma carta na manga: apenas um deles é filho de Domênico. Talvez sejam os três, mas esse é um trunfo que Filumena não entrega de bandeja. Entre a comédia e o drama sentimental, De Filippo resgata, por meio da ficção, o sobrenome que ele e seus dois irmãos, filhos ilegítimos, nunca tiveram. A arte corrige a vida, para deleite dos espectadores.

de 16/10/2026 a 20/12/202690 minGratuitoEm cartaz
  • Quinta20h
  • Sexta20h
  • Sábado20h
  • Domingo18h
Teatro do SESI-SP

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