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ATRÁS DO VÉU

Monólogo ‘Atrás do Véu’, com a atriz Michelle Raja Gebara e direção de Bruce Gomlevsky, estreia no Teatro Municipal Café Pequeno

Na historia, Aisha, uma síria muçulmana que vive no Brasil, sofre discriminação pelo uso do véu (hijab) além de desrespeito no trabalho. Aisha conhece um brasileiro e engravida fora do casamento. Aisha sofre com assédio, assim como as mulheres ocidentais. Mãe solteira, ela vai para abrigo de refugiados, passa a vender kibe e esfiha. Aisha ama sua pátria e almeja retornar à Síria, mesmo sabendo que encontrará sua terra natal destruída pela guerra. Além das dificuldades que perpassa um refugiado/imigrante quando chega a um país desconhecido. Dessa forma, colocamos em discussão temáticas de relevância histórica, política e social que contribuem para uma sociedade mais justa e equalitária.

Ficha Técnica:

Idealização/Texo/Elenco: Michelle Raja Gebara
Direção: Bruce Gomlevsky
Assistente de Direção: Elisa Tandeta
Consultoria em Dramaturgia: Muna Omran
Direção de Produção: Raja Gebara Pictures
Produção Executiva: Roberta Chaves Interpretação Multimídia
Preparação Corporal: Zahra Li
Iluminação: Luiz Paulo Nenen
Cenário/Figurino: Lorena Sender
Preparação Vocal: Mônica Karl
Direção Musical: Marcelo Alonso Neves
Assessoria de Imprensa: Maurício Aires e Rogério Alves Assessoria de Imprensa
Designer: Patricia Fernandes
Edição: Evelyn Torres
Social Media/Comunicação: AC Comunicação
Realização: Cia Mulheres Del Mundo SESC

Detalhes da peça

Status

Encerrada

Temporada

De 07/01/2025 até 29/01/2025

Dias

  • Terça20h
  • Quarta20h

Duração

60 minutos

Valor

Gratuito - Mediante reserva pelo link

Região

Zona Sul / Rio de Janeiro

Teatro / Espaço

Teatro Municipal Café Pequeno
Av. Ataulfo de Paiva, 269, Leblon, Rio de Janeiro/RJ - 22440-033

Estacionamento

Shopping Rio Design, em frente ao Teatro

Cafeteria

Não

E-mail

cafepequeno.culturario@gmail.com

L

Classificação indicativa

Classificação Livre para todas idades

Galeria de fotos
Fotos por Dalton Valerio
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O FIGURANTE

A trama mergulha na rotina de Augusto, um figurante que luta para encontrar a si próprio em meio a uma rotina pobre de sentido, que o mantém num lugar muito aquém da sua potência como ser humano. O Figurante reflete sobre a dificuldade de se conectar com a própria essência e sobre os desafios de assumir o controle da própria narrativa. Augusto (Mateus Solano) é um figurante dedicado, experiente e acostumado a servir em produções audiovisuais. Vive uma rotina previsível como se fosse figurante de sua própria história. Aos poucos, ele vai despertando e questionando a importância de seu trabalho e de sua vida. Como ressignificar sua existência? 

de 02/05/2026 a 26/07/202670 minà partir de R$ 75Em breve
  • Sábado19h
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A VIDA E AS OPINIÕES DO CAVALHEIRO ROOBERTCHAY

Chay Suede vai fazer sua estreia no teatro, e com o encenador Felipe Hirsch na direção, e ainda com o escritor Caetano W. Galindo que divide com Hirsch a dramaturgia do espetáculo. PEÇA INFANTIL - A VIDA E AS OPINIÕES DO CAVALHEIRO ROOBERTCHAY, trata-se de um espetáculo adulto humorístico-filosófico , um passeio pela formação e pelas histórias inacreditáveis de uma personagem apresentada como Cavalheiro Roobertchay. A peça provoca sua audiência com o formato de um pseudo-documentário, onde o que é verdade e o que não é se entrelaçam. E é com essa curiosidade que nos deparamos com o relato, por vezes incrível e ao mesmo tempo fidelíssimo das venturas e desventuras que cercaram nosso herói desde antes de sua concepção até o brilho de suas estrelas nos dias de hoje. As agruras e doçuras que geraram o menino Cavalheiro Roobertchay.

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Entre o espelho e o estômago, ‘Borboletas’ mergulha nas fissuras da identidade, do corpo e do controle. Em cena, o cotidiano de uma jovem se mescla a fragmentos de memória, programas performativos, vozes do desejo e da culpa. Enquanto vomita confissões, o corpo se torna espaço político e poético - palco de resistência e autodestruição. Escrita a partir da autoetnografia, a peça transforma a vivência dos transtornos alimentares e sua gênese patriarcal em matéria cênica, costurando fragmentos de diário, cenas ficcionais e ações performativas em um rito de exposição irônica. “Borboletas” é um processo em aberto — como a própria carne — onde cada repetição reinventa o reflexo, o afeto e a metamorfose.

de 10/04/2026 a 12/04/202660 minGratuitoEm breve
  • Sexta18h
  • Sábado18h
  • Domingo17h
TUSP– Teatro da Universidade de São Paulo

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