Foi no Carnaval que Passou
Enquanto espera, episódios de seu cotidiano escolar começam a invadir a cena. Entre situações cômicas, absurdas, poéticas e dolorosas, ela revisita conflitos, frustrações e pequenas batalhas de quem vive diariamente a realidade da educação.
E, nesse percurso, reencontra também a professora que um dia sonhou ser.
Esmagada pela dureza da vida e do trabalho, ela resgata seus sonhos de juventude e, no encontro com o
pensamento de Paulo Freire, recupera a esperança — não como espera passiva, mas como possibilidade de ação e transformação.
Foi no Carnaval que Passou fala de educação, mas sobretudo de pessoas: de quem ensina, de quem aprende e de quem ainda acredita que a realidade pode ser diferente.
