Você está na cidade de:

LECI BRANDRÃO – NA PALMA DA MÃO

Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e Secretaria Municipal de Cultura apresentam
Leci Brandão – Na Palma da Mão

Nome incontornável da música brasileira, compositora e intérprete de mão cheia, Leci Brandão é uma mulher à frente do seu tempo, pioneira em tudo o que tem feito em quase meio século de carreira. Primeira mulher a integrar a Ala de Compositores da Mangueira, e segunda mulher negra a ser eleita para a Assembleia Legislativa de São Paulo, Leci assumiu a homoafetividade publicamente no fim dos anos 70, em entrevista ao jornal Lampião da Esquina, e, alguns anos depois, rompeu com a gravadora multinacional por não aceitar abrandar as letras contestadoras. É autora de sucessos atemporais como Papai vadiou, Isso é fundo de quintal, Essa tal criatura, Ombro amigo e Zé do Caroço, este último regravado por artistas tão diversos como Seu Jorge, Anitta, Mariana Aydar, Grupo Revelação e a banda de rock Canto Cego.
A narrativa é construída a partir da relação entre mãe e filha, muito forte até a morte de D. Lecy, aos 96 anos, em 2019. “O espetáculo é contado sob o ponto de vista da mãe, referência maior na vida de Leci. São reminiscências dela. No espetáculo, às vezes, a mãe canta canções significativas do repertório da Leci para a Leci. Em Das coisas que mamãe me ensinou, fizemos uma alteração na letra ‘tudo isso é resultado das coisas que sua avó (ao invés de mamãe) me ensinou’: a avó da Leci ensina pra mãe, que ensina pra Leci e Leci deixa seu legado. A ideia foi construir um espetáculo cujo arcabouço mostrasse toda a tradição familiar e religiosa, o respeito e a educação de uma família preta, que a Leci traz”, resume o diretor Luiz Antonio Pilar.

Ficha Técnica:

Texto e pesquisa: Leonardo Bruno
Adaptação dramatúrgica: Lorena Lima, Luiz Antônio Pilar e Luiza Loroza
Direção: Luiz Antonio Pilar
Direção Musical: Arifan Júnior
Assistente de direção: Lorena Lima
Direção de Movimento: Luiza Loroza
Figurino: Rute Alves
Cenografia: Lorena Lima
Iluminação: Daniela Sanchez
Direção de Produção: Bruno Mariozz
Atriz/Cantora: Verônica Bonfim/Patrícia Costa
Ator/Cantor: Matheus Dias
Ator/Cantor: Tay O’Hanna
Violão, clarinete e agogô: Matheus Camará
Cuíca, tantan, surdo, caixa, tamborim, congas e efeitos: Pedro Ivo
Violão, cavaquinho e xequerê: Rodrigo Pirikito
Pandeiro, atabaque, congas, repique de anel, repinique e efeitos: Thainara Castro
Preparador Vocal: Pedro Lima
Assistente de Direção Musical: Rômulo dos Anjos
Assistente Figurino: Diogo Jesus
Assistente Cenografia: Tarso Tabu
Cenotécnico: Vicente Mota
Identidade Visual: Patricia Clarkson e Rafael Prevot
Comunicação: Natasha Arsenio
Assistente de Produção: Mariana Pantaleão
Produção Executiva: Emanuele Sanuto
Produção: Palavra Z Produções Culturais
Idealização e Realização: Lapilar Produções Artísticas

Detalhes da peça

Status

Encerrada

Temporada

De 23/08/2024 até 08/09/2024

Dias

  • Sexta20h
  • Sábado20h
  • Domingo19h

Duração

80 minutos

Valor

R$30 (inteira) / R$15 (meia)

Região

Zona Sul / Rio de Janeiro

Teatro / Espaço

Teatro Ipanema
R. Prudente de Morais, 824, Ipanema, Rio de Janeiro/RJ - 22420-040

Estacionamento

Cafeteria

Sim

E-mail

ipanemateatro.culturario@gmail.com

14

Classificação indicativa

Não apropriado para menores de 14 anos

Galeria de fotos
Fotos por Valmyr Ferreira,Divulgação,Alberto Mauricio,Bia Mandarino,Marcelo Oliveira
Compartilhar em

Você pode se interessar

FAFÁ DE BELÉM, O MUSICAL

A história será contada em três planos. O primeiro plano se passa no presente, durante a gravação de um documentário em homenagem aos 50 anos de carreira de Fafá de Belém. A partir de suas lembranças, vão surgindo os demais planos. O segundo plano representa a memória da infância, em uma Belém lírica — entre mitos e lendas. No terceiro plano, assistimos à construção da carreira da cantora — de Belém para o mundo. Três atrizes interpretarão a cantora nas fases da infância, juventude e maturidade: Fafá-menina, Fafá-cantora e Fafá de Belém. No início da peça, os planos se estabelecem de forma independente; a partir de determinado momento, eles se atravessam e se completam.

de 12/06/2026 a 12/07/2026160 minà partir de R$ 25Em breve
  • Quinta20h
  • Sexta20h
  • Sábado16h e 20h
  • Domingo16h e 20h
Teatro Claro Mais SP

DONATELLO

A história acompanha Amendoim, interpretado por Vitor Rocha, um jovem que narra sua experiência com o avô diagnosticado com Alzheimer. Ao perceber que, apesar de o avô ter esquecido seu nome, ele ainda se lembra de seu sabor de sorvete favorito, Amendoim tem a ideia de transformar as memórias que compartilhou com ele em sabores de sorvete, acreditando que isso pode ajudá-lo a reviver essas lembranças. Em pouco mais de uma hora, a plateia é conduzida por uma jornada lúdica e bem-humorada, onde as fases da infância, adolescência e vida adulta de Amendoim se entrelaçam com a história do avô, criando uma forte conexão emocional com o público.Ao longo de pouco mais de uma hora, a plateia pode conhecer um pouco da infância, adolescência e vida adulta do personagem, conduzida por uma jornada bem-humorada e repleta de ludicidade, capaz de brincar com a própria memória de Vitor, mesclando seu texto, em pleno domínio, com pitadas de ineditismo, e que variam a cada sessão, com o uso de palavras sugeridas pelo próprio público, minutos antes do terceiro sinal soar.

de 06/06/2026 a 19/07/202690 minà partir de R$ 20Em cartaz
  • Sábado20h
  • Domingo19h
Teatro Núcleo Experimental

MINHA ESTRELA DALVA

Em 2026, essa memória ganha novo corpo e voz no palco através de um encontro de gigantes. Soraya Ravenle, que iniciou sua brilhante carreira no teatro musical integrando o coro de ‘A Estrela Dalva’ (1987), grande sucesso de Borghi com Marília Pêra, retorna agora para ocupar o centro do palco e encarnar a própria estrela. Com sua potência vocal e sensibilidade, ela não interpreta apenas a “rainha do rádio”, mas a força da natureza que cantou a dor rasgada antes disso virar moda; a mulher que desafiou os moralismos de sua época com o peito aberto e a garganta em chamas. Soraya traz à cena o mito humano, o “rouxinol do Brasil”, que ensinou a um país inteiro que o sofrimento, quando cantado, vira beleza.

de 28/03/2026 a 12/07/202690 minGratuitoEm cartaz
  • Quinta20h
  • Sexta20h
  • Sábado20h
  • Domingo19h
Teatro do SESI-SP

Inf Busca Peças

Data
Preço

Este website armazena cookies no seu computador. Esses cookies são usados para melhorar sua experiência no site e fornecer serviços personalizados para você, tanto no website, quanto em outras mídias. Para saber mais sobre os cookies que usamos, consulte nossa Política de Privacidade

Não rastrearemos suas informações quando você visitar nosso site, porém, para cumprir suas preferências, precisaremos usar apenas um pequeno cookie, para que você não seja solicitado a tomar essa decisão novamente.