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OUROBOROS

OUROBOROS – performance cênica sensorial e interativa

“Ouroboros” é uma performance sensorial e interativa que convida o público a uma jornada de (re)descoberta e (re)conexão com o próprio corpo. A criação parte dos sentidos como caminho de resgate da presença e da ancestralidade, percorrendo os ciclos de morte e renascimento que habitam a experiência humana.

Idealizada e interpretada pela artista Rafa Machado, a obra ganha potência sob a direção de Alexandra Azambuja e a direção de movimento e preparação corporal de Mylena Carreiro. Juntas, as artistas constroem uma cena em que corpo, som, aroma e imagem se entrelaçam, convidando o público a uma vivência imersiva e transformadora.

“Ouroboros” nasceu do encontro entre linguagens. Originalmente um poema escrito por Rafa Machado, o texto inspirou um curta-metragem homônimo e, em seguida, deu origem à criação cênica. Assim como o símbolo da serpente que morde o próprio rabo, a performance fala sobre ciclos, continuidade e transformação — o eterno movimento entre o fim e o começo.

Mais do que uma performance, o espetáculo “Ouroboros” é um convite à entrega. O público, parte ativa da experiência, é levado a um estado de presença, onde o tempo desacelera e o corpo se torna instrumento de escuta. As reações têm sido tão diversas quanto intensas: há quem saia em silêncio, emocionado, e quem descreva a vivência como “uma viagem guiada pelos sentidos”. Para Rafa, esse é o verdadeiro propósito da obra — provocar um despertar. “É sobre lembrar o espaço que somos e habitamos”, diz a artista, que faz do palco um espelho das próprias transformações.

Ficha Técnica:

Idealizadora, Intérprete e Direção de Produção: Rafa Machado
Direção: Alexandra Azambuja
Direção de Movimento e Preparação Corporal: Mylena Carreiro
Dramaturgia: Rafa Machado, Alexandra Azambuja e Mylena Carreiro
Assistente de Produção: Mariana Bessa
Projeção: Gika Vereza
Produção Musical: David Rosenblit
Percussionista: Gabriela Teitel
Terapeuta Sonora: Carmen Jerusalén
Figurino: Jess Figueiredo
Confecção: Dani Mascarenhas
Fotografia Still: Bruna Meneses e Dex Magalhães
Iluminação: Douglas Martins e Guilherme Gelain
Operação de Luz: Guilherme Gelain
Operação de Som: Wemmerson Reis
Assessoria de Imprensa: Rodolfo Abreu – Interativao Doc

Detalhes da peça

Status

Encerrada

Temporada

De 07/10/2025 até 28/10/2025

Dias

  • Terça20h

Duração

60 minutos

Valor

R$66 (inteira) e R$33 (meia)

Região

Zona Sul / Rio de Janeiro

Teatro / Espaço

Teatro Cândido Mendes
Rua Joana Angélica, 63, Ipanema, Rio de Janeiro/RJ - 22420-030

Estacionamento

Cafeteria

Sim

Telefone

(21) 3149-9018

E-mail

parproduca@gmail.com

18

Classificação indicativa

Não apropriado para menores de 18 anos

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NUVEM

A peça é um mosaico de monólogos ácidos, cômicos e dolorosamente humanos, que expõem personagens à beira do colapso: um ator que sabe tudo, critica todos e nunca termina nada; pessoas que buscam afeto em robôs para não enfrentar a complexidade do outro; crenças rasas disfarçadas de salvação; relações mediadas por telas, filtros e discursos prontos. Todos falam demais, escutam pouco e acreditam, com convicção assustadora, que estão certos.

de 05/09/2026 a 07/11/202670 minGratuitoEm cartaz
  • Sábado20h30
Encena Cia de Teatro

AUTOBIOGRAFIA DO VERMELHO

Gerião é o personagem principal da Gerioneida, um poema lírico narrativo escrito por volta de 650 A.C pelo poeta grego Estesícoro, cujos poucos fragmentos foram encontrados somente em 1967, no Egito. A peça conta a sua história misturando fragmentos da peça original grega com criações de Anne Carson e intervenções de Bianca e de Daniela. Gerião, um menino que também é um monstro vermelho alado, revela o terreno vulcânico de sua alma frágil e atormentada em uma autobiografia que ele começa a escrever aos cinco anos de idade.

de 14/08/2026 a 27/09/202690 mina partir de R$ 60Em cartaz
  • Sexta20h
  • Sábado20h
  • Domingo18h
Teatro YouTube

SIDARTA

Nesta história, acompanhamos Sidarta, inteligente filho de Brâmane, a deixar a casa dos pais. Seguido por seu melhor amigo, Govinda, ambos aderem aos samanas, vertente espiritual que busca a iluminação através da mortificação do corpo. Em seguida, desconfiado e desiludido com as doutrinas, Sidarta conhece o próprio Buda e dele também se afasta, determinado a encontrar seu próprio caminho ou a morte. Estabelece relação com uma cortesã da cidade, torna-se comerciante, embrenha-se no vício e no materialismo, para novamente deixar tudo para trás e retornar à simplicidade, junto a um barqueiro que se revela um mestre e amigo. Continuamente, encontramos ao longo do texto dramaturgias de aprisionamento e libertação, que descortinam suas ilusões e aprofundam sua subjetividade.

de 08/08/2026 a 27/09/2026120 mina partir de R$ 50Em cartaz
  • Segunda20h
  • Sexta20h
  • Sábado17h
  • Domingo17h
Teatro Estúdio

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