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CARNAVAL FUTURO
O Núcleo de Criação do Pequeno Ato celebra uma década premiada de trabalho com o público jovem, e foi buscar nas origens do Carnaval e nos desafios da emergência climática a inspiração para a criação do novo espetáculo Carnaval Futuro. Partindo de pesquisas sobre a história do Carnaval, desde as procissões religiosas até a repressão do samba, o grupo de artistas, sob a direção de Pedro Granato, mergulha nas raízes culturais para projetar o futuro.
- Sábado20h
- Domingo18h
VIAJANDO COM OS TAPETES CONTADORES
A CAIXA Cultural Rio de Janeiro recebe, de 04 de maio a 16 de junho de 2024, o projeto Viajando com Tapetes Contadores, idealizado pelo grupo Os Tapetes Contadores de Histórias. Com 25 anos de uma trajetória singular, o coletivo apresenta sessões de contação de histórias para toda a família (sábados e domingos, às 15h), tendo como cenário uma exposição interativa inédita (aberta de terça a domingo). Toda a programação é gratuita. O projeto tem patrocínio da CAIXA e do Governo Federal.
- Sábado15h
- Domingo15h
DUAL
Na trama, um timer de tempo é acionado por meio do giro de uma roda no centro do palco. Um jogo é estabelecido pelas artistas que se desafiam em disputas acrobáticas e cênicas. Um esqueleto anatômico é montado durante o espetáculo e se torna uma peça fundamental nesse jogo.
- Sábado16h
- Domingo16h
OLHO D’AGUA – DANÇA SOLO COM LUCIANA BORTOLETTO
Um percurso autobiográfico e familiar às margens de três rios desvela o momento presente, a infância e memórias de antepassados. A partir desta premissa, a dançarina e pesquisadora Luciana Bortoletto, do …AVOA! Núcleo Artístico, apresenta Olho D’água – dança solo, fruto de uma pesquisa acerca do encontro com três rios do Estado de São Paulo, suas memórias e das comunidades que habitam seus entornos.
- Sexta15h
- Sábado15h
ESCRITOS NEGROS MODERNISTAS
Escritos Negros Modernistas mistura literatura, teatro, música e performance para destacar uma produção escrita produzida por escritoras/es negras/os brasileiras/os durante as primeiras décadas do século 20. Obras e autores que foram invisibilizados no contexto histórico racista do período posterior à abolição da escravidão, são apresentados neste trabalho cênico, revelando uma criação de grande potência estética e política. O roteiro inclui escritos de autores como Lima Barreto, Auta de Souza, Antonieta de Barros, Luiz Gama e Lino Guedes, textos da imprensa negra paulista dos anos 1930, comentários sobre a biografia dos personagens citados e referências a marcos históricos da luta do povo negro.
PURA SELVA
Pura selva é uma peça de dança, concebida em parceria entre Tatiana Guimarães e Fábio Tremonte. Propōe uma experiência estética sobre as relaçōes inter-espécies através da dança contemporânea, da cumbia amazônica, de tecidos com estampas de onça e de uma colagem de textos de autoras(es) utilizad(as/os/es) por ambos em suas pesquisas, como: o conceito de devir de Deleuze e Guattari, a cosmopolítica de Isabelle Stengers, cosmopolítica animal de Juliana Fausto, a antropologia especulativa de Donna Haraway e Vinciane Despret e o encontro com outra espécie, de Nastassja Martin. Parte da vontade de entender a oncidade da onça para, assim, “olhar com outros olhos, com olho dos outros, olhar situado (...) que se transforma”. Um encontro entre o animal e a cultura pop, entre um corpo felino e um corpo que dança, entre movimento e som.
- Sexta19h
- Sábado19h
TIO VÂNIA
Escrita em 1896, a trama mostra o proprietário de terras, Ivan (Vânia); sua sobrinha Sônia e Astróv, o médico da família, e suas vidas desestabilizadas após chegada do célebre professor Serebriakóv, agora aposentado, e de sua jovem e bela esposa Helena. Polarizações ideológicas, contendas familiares, emancipação feminina, a hipocrisia da fidelidade conjugal se cruzam por fios invisíveis do texto que transcende seu tempo, espaço, além de uma reflexão sobre o meio ambiente, que situa a obra de Tchekhov no aqui e agora.
- Sexta20h30
- Sábado20h30
- Domingo19h
CORONEL MOSTARDA COM A CHAVE INGLESA NA COZINHA
Inspirada no popular jogo de tabuleiro "Detetive", a peça é um espetáculo-jogo de investigação que convida a plateia a se envolver na solução de um mistério. A trama se desenrola por meio de cenas totalmente improvisadas. A cada início de apresentação, cartas são sorteadas, definindo quem é o assassino, a vítima, a arma do crime e o cômodo onde ocorreu o assassinato. No palco, os atores são peças em um tabuleiro e o público se transforma em detetives investigadores, orientando como as cenas devem se desenrolar até que o enigma seja decifrado. Sob a orientação da investigadora Miranda, o espetáculo desafia e instiga os espectadores, cujo objetivo é acertar as quatro cartas sorteadas, com base na narrativa criada pelos atores.
- Sexta20h30
ILHAS TROPICAIS
Luxo pesado, segurança máxima, lazer absoluto - o paraíso do Éden aos pés da serpente: Bem vindos ao “Condominium Ilha Tropical”, um arranha céus onde o inferno é o limite. Entre os muros de um labirinto vertiginoso, personagens desfilam como alegorias delirantes num reflexo violento de uma sociedade privilegiada, territorialista e selvagem.
- Sexta19h
- Sábado19h
DESERTO
O espetáculo ilumina a jornada existencial e artística do poeta e escritor Roberto Bolaño a fim de refletir sobre o papel do artista e da criação poética em meio à violência do mundo contemporâneo.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
PEPÉ E CARMELA
O espetáculo Pepé e Carmela conta a história de um pequeno palhaço que, após ser expulso e impedido de usar o espaço de um cruzamento entre duas avenidas, o seu picadeiro, volta corajosamente ao terreno baldio onde ensaiava seus números. Justamente neste dia, uma visita inesperada vai provocar uma mudança radical na vida deste pequeno palhaço.
- Sábado17h
MARCELO MARROM – CALMARIA
Há 18 anos ele, que vivia de música até então, pisou em um palco para fazer comédia pela primeira vez. E é assim que ele descreve o seu momento atual, uma espécie de maioridade na arte de fazer rir. Em “Calmaria”, o seu novo show, essa maturidade fica evidente. O humorista que sempre misturou música em suas apresentações e ficou conhecido pelos seus improvisos musicais na tv aberta, agora acrescenta a essa mistura uma boa dose de reflexão. Aliás, ele adotou como subtítulo do seu espetáculo essas 3 palavras: comédia, música e reflexão. “Sempre dediquei uma pequena parte dos meus shows para provocar uma breve reflexão ao meu público. Agora essa parte faz parte do todo. É pra se divertir muito e refletir sobre a vida também.” - afirma Marrom. “Calmaria” traz encanto e beleza, poesia e respiração, além de histórias hilárias como a do dia em que foi convidado a dizer algumas palavras de consolo em um velório. Falou por 5 minutos e só depois descobriu que estava no velório errado.
- Sexta22h30
CEBOLA – CASCAS DE UM TODO
Uma reflexão sobre os relacionamentos e as várias camadas do amor. A dualidade deste sentimento que hora machuca, hora se eterniza. Com trilha sonora inspirada na bossa nova, CEBOLA transita por um caminho que busca no íntimo de cada pessoa, lembranças de relacionamentos. Uma troca de olhar, a entrega de uma rosa e um bailado preciso e expressivo ao redor de um banco de praça, onde é possível observar as pessoas passarem e lembrar de momentos de tranquilidade com a pessoa amada.
- Sábado15h
MOSTRA DE REPERTÓRIO D’O BONDE – TRIOLOGIA DA MORTE
Grupo premiado, O Bonde tem se dedicado à pesquisa sobre as heranças do período escravocrata, sobretudo em relação aos corpos negros. Toda essa investigação se desdobrou em três espetáculos – Quando eu morrer vou contar tudo a Deus, Desfazenda – Me enterrem fora desse lugar e Bom dia, Eternidade –, que, pela primeira vez, fazem uma temporada conjunta no TUSP Butantã entre 12 e 24 de maio. Esses trabalhos formam a Trilogia da Morte e suas histórias são independentes. Assim, a ideia é que cada peça aborde uma fase do corpo negro: infância, vida adulta e velhice. Da mesma forma, cada espetáculo explora diferentes linguagens, sempre com o objetivo de potencializar as narrativas.
- Quinta
- Sexta
- Sábado
- Domingo
HELENA OU DE QUEM SÃO AS MÃO QUE FAZEM A GUERRA?
Três deusas gamers comandam do Olimpo Virtual o jogo cíclico patriarcal “Helena ou De quem são as mãos que fazem a guerra?”. Dentro do jogo, após a guerra de Troia, restam as sobreviventes: Hécuba, anciã e rainha troiana; Andrômaca, viúva de Heitor; Cassandra, a oráculo; e Menelau, o marido traído que busca vingança. Odiada por todos, Helena é acusada pela guerra! Será Helena realmente a culpada?
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
