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VERDADE
Partindo de situações e personagens reais em momentos decisivos da história recente, e procurando rastrear, desde 2005, o papel do Exército Brasileiro nessas transformações, VERDADE refaz os caminhos da ascensão de um dos maiores exemplos mundiais da extrema direita contemporânea no poder, imaginando situações que jamais teremos como acessar.
NUM MOMENTO COMO ESTE?!
Espetáculo inspirado no conto: "Colóquio com os Personagens I" de Luigi Pirandello, trata da angústia da autora diante da vida imersa num cenário de guerra que se configura com a partida de seu filho, integrando-se à uma facção, impossibilitando-a de organizar seu universo criador. A presença e teimosia de algumas personagens, impedem-na de fugir à própria verdade e a escritura pirandelliana, longe de ser um tipo de fuga, torna-se uma reflexão sobre seu próprio processo criativo.
BOSSA NOVA CABARET BAR
Bossa Nova Cabaret Bar é uma comédia de variedades retratada em formato de um show de cabaré, no fictício Copacabana Cabaret Bar, conduzido por uma trupe de comediantes cantores. Livremente inspirado em fatos, personagens e músicas da Bossa Nova, o futuro espetáculo apresentará as canções e curiosidades emblemáticas do movimento musical do final da década de 1950.
KISS ME, KATE – O BEIJO DA MEGERA
A estreia de 'Kiss me, Kate – O Beijo da Megera' é marcada por muitos encontros e reencontros. Após mais de três décadas de carreiras representativas no teatro brasileiro, Miguel Falabella e a dupla Charles Möeller & Claudio Botelho finalmente estarão juntos em um mesmo projeto. E não é qualquer montagem: 'Kiss me, Kate' é o primeiro musical de Cole Porter montado no Brasil e reúne clássicos do compositor americano, como 'So In Love' e 'From This Moment On', todas vertidas para o português por Claudio Botelho.
PARIS
A obra de teatro-dança terá quatro apresentações no MASP Auditório: 18 e 19 de maio, às 20h. No espetáculo, 13 bailarinos da Studio3 Cia. de Dança encenam o trabalho artístico de grandes personagens das artes do século XX, entre eles Stravinsky, Cole Porter, Chanel e Picasso, em meio a um cenário monumental e projeções de vídeo assinadas por Ronaldo Zero.
O PASSARINHO QUE NÃO SABIA VOAR
Um passarinho, com muito medo de altura, sonhava em conhecer o mundo, mas não tinha coragem de voar. Um dia, faz amizade com um esquilo esperto e ágil, que o ajuda a vencer o medo. Juntos, os dois vivem muitas aventuras e aprendem a importância de cada um ser aquilo que se é.
ASAS PARA ANA C.
A poeta e escritora Ana C. viveu intensamente a arte, o amor e os percalços da vida. A artista celebraria 70 anos em 2022. Para marcar a data e jogar luz sobre seu legado invisibilizado, mas extremamente contemporâneo, Cris Rocha concebeu, dirige e protagoniza, ao lado da musicista Nina Blauth, o espetáculo Asas para Ana C...
QUARTO MINGUANTE
Em um quarto de hospital o filho chega para visitar seu pai, que acabou de sofrer um AVC. O barulho da rodovia ao lado não é o único ruído na comunicação dos dois. A peça é contada por meio de sete visitas feitas pelo filho, único, ao pai. A partir daí se desenrola a complicada relação entre os dois, com a intimidade esvaziada pela ação do tempo. O filho percebe que já não sabe o que dizer para aquele que outrora fora seu herói. Embaraçado, acaba por levar-lhe um livro. Anos antes, o filho deixou a pequena cidade onde morava para viver sozinho na capital. Entre sonhos e lembranças, os dois percebem que a cidade da infância já não existe, assim como já não existem o pai e o filho do passado, e sim dois homens que se encontram num quarto de hospital para conversar enquanto o jantar não chega.
TIRULLIPA EM: ABRACADABRA – UM CIRCO MUSICAL DE FREDERICO REDER
Abracadabra - Um Circo Musical de Frederico Reder, une tecnologia e interação, com o objetivo de levar o público à outra dimensão. Assim como nos maiores espetáculos musicais do mundo, um dos grandes diferenciais de Abracadabra é sua orquestra que, acompanhada de seus cantores, faz a trilha sonora de todo show ao vivo, trazendo uma experiência única de nível Broadway ao mercado circense brasileiro.
ESCREVENDO ROMEU E JULIETA
"Escrevendo Romeu e Julieta" é uma adaptação de Leo Lama para o clássico de William Shakespeare. Uma peça que teria aproximadamente quatro horas de duração foi reduzida a uma hora e meia pelo dramaturgo paulista. Lama traduziu e reescreveu a peça, sem que a estrutura principal do texto original fosse alterada. Também foi incluído o personagem do Bardo Inglês, que está em seu gabinete escrevendo "Romeu e Julieta" no ano de 1591, inspirado pela descida de um anjo mensageiro. Shakespeare escreve freneticamente enquanto as cenas acontecem. A novidade é que as personagens falam com ele algumas vezes e tentam interferir no que está sendo escrito. Shakespeare é convidado por uma das marionetes a interpretar Páris e assim experimentar o que escreve. O destaque fica para a cena final em que o Bardo enfrenta, em um duelo de palavras, Romeu, que pede para escrever seu próprio final. A montagem evidencia os símbolos alquímicos que estavam "escondidos" na obra.
SINDELAR NO DIVÃ DO DR.FREUD
Em uma representação de seu gabinete, o pai da Psicanálise, Doutor Sigmound Freud, recebe o jovem craque da seleção austriaca Matthias Sindelar. O diálogo entre os dois aprofunda temas como a xenofobia e o preconceito étnico que ambos sofreram durante o regime nazista. A história carrega também o futebol no começo das Copas do Mundo, bem como da Psicanálise em uma fase de análise mais social com “Mal-Estar na Cultura” e “Moisés e o Monoteísmo”. Uma peça regada de relfexão, história e psicanálise.
POEMA SUSPENSO PARA UMA CIDADE EM QUEDA
Em POEMA SUSPENSO PARA UMA CIDADE EM QUEDA, uma pessoa cai do topo de um prédio e não chega ao chão. Os anos passam e este corpo não consuma a queda. A partir daí, a vida das pessoas nos apartamentos desse edifício fica presa numa espécie de buraco negro pessoal, onde cada um vive uma experiência que não finaliza. Cada personagem fica preso em sua metáfora, ignorando o conjunto à sua volta.
SOBREVIVENTE – COM NENA INOUE
'Sobrevivente' é a segunda parte da trilogia iniciada com 'Para Não Morrer', que lhe rendeu o Prêmio Shell de Melhor Atriz em 2019. Peça investiga as origens apagadas da atriz, descendente de japoneses, que descobriu recentemente sua possível ascendência indígena e, nesse caminho, revela a história escondida das mulheres da família que vieram antes, indígenas e não indígenas.
BARBA AZUL – SOLO DE LíGIA FONSECA
A peça se passa em um programa televisivo de culinária, onde a apresentadora começa a contar, através dos ingredientes e modo de preparo da receita, a história ancestral “Barba Azul”. Trata-se, na verdade, de um pano de fundo para revelar uma relação de abuso marital sofrida por ela. Os ingredientes têm os nomes dos personagens do conto, que, por sua vez, estão no lugar dos personagens reais da história vivida. Cada parte do conto conta um pouco mais sobre o que ela, até então, escondia.
CÁSSIA ELLER, O MUSICAL
A encenação destaca a carreira de uma das vozes mais marcantes da MPB. “Sou fera, sou bicho, sou anjo e sou mulher”. Os versos de Renato Russo que Cássia Eller cantou por tantos anos falam muito sobre a personalidade da artista, uma verdadeira fera nos palcos, mas que podia ser um bicho arredio fora dele. Mulher de poucas palavras, cantora de infinitos sons e uma voz tamanha, doce e amiga na vida, foi forte e surpreendente na arte. Com menos de 40 anos de vida e 20 de carreira, Cássia Eller partiu no auge e deixou uma obra eterna.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h e 16h
- Domingo19h
