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VOLPONE, A RAPOSA E AS AVES DE RAPINA
Volpone é um homem sem filhos, especialista na arrecadação de riquezas e, para mais acumular, finge estar agonizante e diverte-se com o desfile de bajuladores que, na expectativa de serem contemplados em seu testamento, o enchem de favores e se prestam a todas as humilhações. Para tal, Volpone conta com a colaboração fiel e estratégica de seu criado Mosca, que atua na armação de vários quiprocós para satisfazer a luxúria e sadismo de seu patrão. Ascensão social, conquistas amorosas e a influência nos altos círculos, que só o dinheiro pode oferecer, são temas eternos, todos presentes nesta peça escrita há mais de quatro séculos. A nobreza característica dos textos de época se contrapõe às expressões cômicas e bem humoradas presentes nesta tradução, além da teatralidade farsesca marcante na linguagem da peça.
O DEUS DE SPINOZA
Amsterdã, ano de 1677. O país fervilha intelectual e economicamente. Ali um livre pensador questiona as doutrinas e dogmas religiosos e políticos. Baruch de Spinoza é chamado a arrepender-se, mas não abre mão de seu pensamento. Assim passa pelo Herem, a condenação judaica, equivalente à excomunhão, e vai viver no exílio da sua comunidade. Tem o apoio de seu amigo Jan Rieuwertsz, com quem pode desabafar e contar de seus planos futuros. Um convite à reflexão e à liberdade de pensamento. O espetáculo é pontuado por músicas safarditas do século XVII, em língua ladina, executadas ao vivo.
PAGÚ – ATÉ ONDE CHEGA A SONDA
Jornalista, feminista, artista, escritora e desenhista, Patrícia Rehder Galvão (1910-1962) nasceu em uma família burguesa paulista, mas depois, seguindo as orientações do Partido Comunista se proletarizou e foi viver em Santos e no Rio de Janeiro. Dedicou boa parte de sua vida à militância política em Santos, São Paulo, Rio de Janeiro, além de ter viajado o mundo. Desde bem cedo, ela questionava os padrões patriarcais.
- Quarta
- Quinta
A HERANÇA
No Brasil, a peça tem início quando Eric (Bruno Fagundes), prestes a ser despejado de seu apartamento, se aproxima de Walter (Marco Antônio Pâmio) e Henry (Reynaldo Gianecchini) na tentativa de se compreender durante a turbulenta ascensão de seu recém noivo, Toby, (Rafael Primot) à fama. Porém, quando Adam (André Torquato) surge em suas vidas, três gerações colidem e redefinem suas concepções sobre amor, afeto, perda, saudade e amizade.
- Quinta
- Sexta
- Sábado
- Domingo
ENQUANTO VOCÊ VOAVA, EU CRIAVA RAÍZES
Sem uma dramaturgia linear, Enquanto você voava, eu criava raízes tem diversas cenas, que se completam e transitam entre o onírico e a realidade. O corpo é o guia da partitura e a fonte de leitura do trabalho. Por ele, mergulhamos nessa pesquisa da dupla de artistas sobre esse tema que acompanha o ser humano ao longo de sua vida, o medo e sua transformação.
- Quinta
- Sexta
- Sábado
- Domingo
O DILEMA DO MÉDICO
Clara Carvalho dirige texto inédito de Bernard Shaw sobre a moralidade e o sentido da arte. O Dilema do Médico, texto escrito e encenado pela primeira vez em 1906, ganha sua primeira montagem no Brasil, com direção de Clara Carvalho e realização do Círculo de Atores. A peça é uma tragicomédia que propõe um contraponto entre ciência e arte e entre talento e moralidade. Textos recheados de inteligência, humor, elegância, cheio de paradoxos e provocações marcam a obra do irlandês Bernard Shaw (1856 – 1950) e estão presentes na tragicomédia O Dilema do Médico.
O BELO CANTAR: BELLINI E DONIZETTI – UM SARAU PSI
O programa desse Sarau será voltado para o tema do bel canto, especialmente por dois de seus principais representantes: Vincenzo Bellini e Gaetano Donizetti. O espetáculo acontece em nosso formato clássico: narração, mais uma vez com o afeto singular de Andres Santos Jr; direção/preparação musical e piano do maestro Flavio Lago, a voz aveludada do tenor Daniel Umbelino e o bel canto único do soprano lírico Raquel Paulin. Com uma direção de cena intimista, o espetáculo conta com o tradicional debate no término da apresentação.
CAROS OUVINTES
Caros Ouvintes é uma comédia sobre o começo das telenovelas, sob o ponto de vista dos atores que faziam sucesso nas radionovelas. Em uma das últimas emissoras a produzir radionovelas, o elenco de um programa se prepara para se despedir do público em uma grande apresentação ao vivo em um palco armado do lado de fora da emissora.
12 ANOS OU A MEMÓRIA DA QUEDA
12 anos ou A memória da Queda é inspirado no livro 12 Anos de Escravidão, de Solomon Northup. Com dramaturgia original de Maria Shu e texto final de Onisajé, que também assina a direção com Tatiana Tiburcio, o espetáculo teatral traz à tona uma temática pulsante na atualidade: a escravização de corpos negros. O projeto tem como inspiração a história real de Solomon – um homem negro que após aceitar um trabalho que o leva a outra cidade, é sequestrado e escravizado por 12 anos. No elenco, David Júnior, Bruce de Araujo e Cintia Rosa.
O ÚLTIMO MAFAGAFO
Na trama, Pedro (Luccas Papp) é um jovem paulistano que ganha a vida trabalhando como palhaço de circo. Em último estágio de um câncer terminal no pâncreas, passa seus últimos dias enclausurado em um quarto de hospital na Avenida Paulista. É nesse momento que Ana Clara (Nadine Gerloff), uma encantadora e rebelde bailarina clássica, invade seu quarto. O amor instantâneo de Pedro pela menina motiva o garoto a, como último desejo, mudar não só a vida dela, mas também a de Thaís (Priscila Sol), enfermeira misteriosa que cuida do rapaz todos os dias.
MOLLY-BLOOM
Em cena, Leopold Bloom [Roberto Audio], icônico personagem da literatura mundial, retorna a sua casa após flanar por cerca de 16 horas pela cidade de Dublin, capital da Irlanda. Sua esposa, Molly Bloom [Bete Coelho], já está dormindo, ou finge estar. Ele, exausto, deita na cama com cautela para não a acordar e cai no sono. Molly, então, parte para sua odisseia mental, singrando o mar de seus pensamentos. Entre travesseiros e fluidos líquidos e gasosos, navega as águas do passado, a infância em Gibraltar, seu pai, os enamoramentos, o primeiro beijo, o filho morto; navega as águas do presente, o casamento, o adultério, a barriga que está ficando grandinha, a conjectura de talvez parar com a cerveja no jantar, a filha; e as águas fascinantes e traiçoeiras da libido, do sexo, do proibido.
A LISTA
Um dos maiores sucessos teatrais dos últimos anos está de volta ao Rio. A Lista reúne no palco Lilia Cabral e sua filha, Giulia Bertolli, com texto de Gustavo Pinheiro e direção de Guilherme Piva. Por força das circunstâncias, uma aposentada de Copacabana se vê obrigada a estabelecer contato com uma vizinha, a jovem Amanda. O encontro das duas detona um turbilhão de sentimentos, lembranças e descobertas que marcarão suas vidas para sempre.
- Sábado20h
- Domingo17h
SALVADOR, ANOITECEU E É CARNAVAL
A namorada de Salvador sumiu no dia do casamento, ele procurou e não achou nunca. Até que uma carta anônima diz que ela está em Ermo, uma cidade desencantada, sem tempo para nada. Salvador vai atrás dessa pista como última tentativa de encontrar o seu amor.
JUDY – O ARCO-ÍRIS É AQUI
A peça entrelaça de forma não linear a biografia de Judy Garland com a história pessoal de Luciana Braga, numa metalinguagem que navega entre passado e presente, ficção e realidade. rnrnSão executados ao vivo, em trechos ou íntegra, 14 sucessos de Judy, entre eles as emblemáticas “Over The Rainbow”, “The Man That Got Away”, “Get Happy”, “That's Entertainment”.
UM FASCISTA NO DIVÃ
A atriz Giovana Echeverria, que interpreta a psicanalista, idealizou trazer para a cena o texto que coloca lado a lado o duelo dessas linhas de pensamento e se uniu a André Capuano, que criou o jogo cênico e dirige o espetáculo. O texto reflete e questiona a ascensão do fascismo no Brasil e o público exerce um papel fundamental, já que o personagem do fascista será representado por um coro de não atores, formado por diferentes pessoas a cada sessão do espetáculo.
