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CONTRAPONTO: ANIMA – IMENSIDÃO ADENTRO & CASTELO
O espetáculo reúne duas coreografias autorais de grande impacto na dança contemporânea brasileira: “Anima – Imensidão Adentro”, de Alan Keller, e “Castelo”, de Alessandro Sousa Pereira. A montagem explora temas como resistência, força, coragem, cansaço, sensibilidade e medo – emoções que atravessam o corpo e se desdobram em potência poética e visual.
- Sábado20h
- Domingo16h
FILOCTETES EM LEMNOS
Com uma ferida aberta que não cicatriza, Filoctetes, herói, não herói o suficiente, é incapaz de suportar a dor. Diante da presença sem trégua de sua carne podre e de seus gritos aterradores, seus companheiros de guerra decidem abandoná-lo, no caminho para Troia. Durante nove anos, Filoctetes habita sozinho a Ilha de Lemnos.
- Quarta19h
- Quinta19h
- Sexta19h
- Sábado19h
- Domingo17h
TEN THOUSAND HOURS
“Uma ode aos obstinados bailarinos, às horas incansáveis para alcançar coisas incríveis, um tributo a dedicação às ambições físicas”. Oito acrobatas de elite investigam as habilidades físicas, e como obtê-las, como aperfeiçoá-las, e como transformar suas vidas. Ten Thousand Hours é uma homenagem à linguagem física que define a identidade do grupo Gravity and Other Myths, em uma celebração aos corpos e às coisas incríveis que podemos fazer como ele todos os dias.
- Sexta20h
A BOCA QUE TUDO COME TEM FOME (DO CÁRCERE ÀS RUAS)
O que significa recuperar a liberdade? Seis pessoas que passaram pelo sistema prisional brasileiro têm suas trajetórias entrelaçadas. Diante das dificuldades de reinserção social e reconstrução da própria vida, cada uma delas, a seu modo, tenta encontrar uma saída. As marcas do período atrás das grades permanecem na memória, no corpo e nos afetos. Exu, o orixá das encruzilhadas e destrancador dos caminhos, aparece como uma presença provocativa ao despertar naqueles sujeitos a fome de novos começos e a avidez por dignidade.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
CARVÃO
Inspirado nos pensamentos da autora bell hooks, o espetáculo entende o amor não como romantização, mas sim, como uma prática de liberdade. Amar, para corpos negros, é um gesto radical de resistência à desumanização e uma recusa ativa às lógicas coloniais que tentam romper e apagar os laços afetivos e comunitários. A obra parte da simbologia do carvão, aquilo que foi queimado, mas não destruído; uma matéria que resiste e permanece viva. Por meio dos movimentos de cinco intérpretes criadores em cena e da performance musical eletrônica ao vivo, o espetáculo constrói um território de afetos forjados entre cicatrizes e renascimentos.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo19h
DODÔ
DODÔ parte de experimentações cênicas baseadas na obra de Samuel Beckett, especialmente em sua abordagem da linguagem, do silêncio e do absurdo. A peça não segue uma narrativa linear e se organiza como um inventário de memórias inventadas, pausas, ruídos e afetos. Criado por pessoas com afasia, condição neurológica que compromete a linguagem, o espetáculo explora improvisações, fragmentos de fala, silêncios e movimentos, propondo uma poética do intervalo, da escuta e da presença. O nome “DODÔ” surgiu espontaneamente nos ensaios, em referência à sonoridade de “Esperando Godot”, texto clássico de Beckett.
- Terça20h30
- Quarta20h30
FESTIVAL ALLEGRIA
O Festival Allegria oferece a cada edição uma grade de atrações, especialmente planejada, com eventos circenses múltiplos, espetáculos de teatro em vários formatos e musicais que prometem embalar crianças e adultos, reforçando a importância do acesso à cultura na primeira infância, bem como em todas as idades. São apresentações que conjugam artes cênicas (teatro, circo e intervenções) e música, distribuídas pelos espaços, em diversos horários.
MAGOTE
A palavra magote remete a agrupamento, amontoado, ajuntamento. E é nessa lógica que o espetáculo se organiza: corpos que se unem em movimento para criar imagens, contar histórias e construir, juntos, uma enxurrada de possibilidades. Em cena, malabaristas, acrobatas, bailarinos excêntricos e cômicos se lançam ao espaço vazio como poetas do corpo. Magote é uma explosão de formas e cores, um jogo de composições físicas que traduz o enfrentamento do cotidiano em metáforas corporais. Um exercício de coletividade e generosidade que celebra os espaços comuns do circo – a trupe, a equipe, a família.
- Sábado18h
- Domingo18h
ADORÁVEL VAGABUNDO
Sem diálogos verbais, é conduzido ao vivo por 12 músicos da orquestra SP Pop’s Symphonic que executam clássicos do chorinho de Chiquinha Gonzaga, Ernesto Nazareth, Joaquim Calado, Candido das Neves e Zequinha de Abreu, seguindo a linha de processo criativo executada pelo maestro Ederlei Lirussi. Escrito e dirigido por Roberto Gotts, a peça tem figurinos assinados por JC Monteiro e cenário criado para ser itinerante composto ora por projeção, como nos tempos do cinema mudo, ora por painéis artísticos feitos para se adaptar às diferentes casas teatrais.
- Domingo16h
SOMBRAS NO FINAL DA ESCADARIA
A trama gira em torno de uma atriz sem nome, como escolheu o autor, que, após uma estreia desastrosa, decide ocupar o teatro e anuncia que só sairá dali à força. O espetáculo que ela apresenta à plateia é uma mistura de embromação cômica e confissão emocional, alternando entre o absurdo, o humor rasgado e momentos de profundo desabafo. Aos poucos, o nonsense dá lugar a uma fala direta, dolorida e provocadora, expondo camadas de frustração, misoginia, abusos e a solidão de quem insiste em fazer arte em um país que frequentemente ignora sua cultura.
- Sábado18h
- Domingo18h
BOY
BOY apresenta a história de um garoto de programa que viveu no Rio de Janeiro durante os anos do governo de Fernando Color. Em 2022, no aniversário de 30 anos do impeachment do Color, ele está no bar da sua sauna gay e relembra como aqueles anos impactaram a sua vida. O protagonista pinta o retrato de uma época de grandes mudanças para o país: a epidemia da AIDS, o fim da ditadura e o começo da nova república.
- Sábado20h30
- Domingo20h30
FUGA
A história se passa dentro de um museu em São Paulo, durante uma tempestade que paralisa a cidade. Quatro trabalhadoras de um Museu ficam presas no trabalho, enquanto outras tentam chegar na instituição museológica à qualquer custo. Impedidas de retornar para casa por conta do desastre climático, elas seguem trabalhando ou seguem tentando chegar de qualquer forma ao trabalho, movidas pela urgência de garantir o sustento em meio ao caos." pois nem todas trabalhadoras trampam no museu e nem todas já estão lá, algumas estão tentando chegar ainda no trabalho.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h30
TRIPTYCH
Um espetáculo com as mais significativas peças do variado repertório de Lewis Major em colaboração com coreógrafos e seus dançarinos. Investiga diversas possibilidades poéticas, ritmos e ciclos universais. O grupo promete “uma noite cativante de dança, de conexão entre mundos interno e externo – de não dualidade – tudo ambientado em um turbilhão de movimento, som e luz”.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
COMEÇARIA TUDO OUTRA VEZ
Inspirado por conceitos filosóficos que atravessam séculos – de Sócrates, Platão e Aristóteles às perspectivas afetivas mais contemporâneas –, o espetáculo investiga o amor em suas expressões de Eros (desejo), Filia (amizade) e Ágape (amor incondicional). A dramaturgia corporal dos intérpretes se constrói a partir dessas camadas, revelando o afeto em sua forma mais delicada, intensa e plural.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo19h
HAIR
No palco, trinta atores darão vida a uma série de canções que ultrapassaram as fronteiras do teatro e se tornaram hits mundiais, como ‘Aquarius’ e ‘Let the Sunshine in’. Um terço do elenco veio das audições abertas, que atraíram milhares de inscritos de todo o Brasil no início deste ano.
- Sexta20h
- Sábado16h e 20h
- Domingo15h e 19h
