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CORO DOS SOLITÁRIOS, OU SONHAMOS SER ROBINSON CRUSOÉ
Uma atriz ou um ator, e ninguém mais: pode ser o começo de um solo como qualquer outro, mas também pode ser o terrível resultado de um naufrágio. A cada noite se sorteia um(a) integrante da Cia de Teatro Acidental para estar em cena nesta ilha deserta, mas sempre obedecendo ao roteiro decidido pelo coletivo. Esse(a) Robinson Crusoé dos palcos deverá não apenas sobreviver em condições adversas, como ainda encarnar a oposição entre indivíduo e sociedade, solidão e desejo por companhia.
- Quinta19h e 20h30
- Sexta19h e 20h30
- Sábado19h e 20h30
- Domingo18h e 19h30
MOSTRA DE TEATRO PARA EDUCAÇÃO
Uma mostra de espetáculos teatrais para todas as idades cuja temática central é a educação e como, por meio dela, é possível se propor diferentes leituras de mundo estreia em São Paulo com a primeira MOSTRA DE TEATRO PARA EDUCAÇÃO. O evento acontece de 24 a 28 de março no Centro Cultural Arte em Construção | Grupo Pombas Urbanas com uma programação formada por cinco montagens.
- Segunda15h e 19h
- Terça19h
- Quarta19h
- Quinta19h
- Sexta19h
PAI CONTRA MÃE OU VOCÊ ESTÁ ME OUVINDO?
Pai contra Mãe ou Você está me Ouvindo?: a herança da escravidão e a luta pela vida Um narrador nos conta a história de Zaíra da Conceição, mulher, negra, retinta, grávida. E de Osvaldo, homem, negro, que acabou de se tornar pai. Uma está desempregada, outro acabara de conseguir emprego […]
- Quinta15h e 20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
AMANA
Amana significa, em tupi, “água que cai do céu”. Neste espetáculo, a água, esse elemento feminino, conduz o caminho do rito para evocar a história de duas irmãs separadas por uma tragédia. Uma cena em que o momento presente e a memória se misturam para contar as lembranças amorosas, a luta e o luto. Em Amana, a narrativa foi construída com movimento, palavra e depoimento, revelando um corpo pulsante e memorioso. De forma poética e sensível, as criadoras Ana Clara Poltronieri e Tânia Farias fizeram do espetáculo um gesto de basta ao feminicídio e à violência que todas as mulheres vivem cotidianamente.
- Sábado19h
DANÇA PARA TAKAO
Key Sawao se lança em uma série de apresentações solo, criando danças para (e com) Takao Kusuno (1945 – 2001), considerado o precursor da dança butô no Brasil. Danças do dia emerge como uma prática artística em que memória, imaginação e presente se entrelaçam em uma tessitura contínua, com explica Key: “cada dança do dia nasce do instante, mas evoca rastros de gestos passados, criando um ciclo de atualização e ressignificação”.
- Sexta20h30
- Sábado20h30
- Domingo18h30
BOLERO
Elegante e intimista, o bolero é uma referência de romantismo e sofisticação no mundo da música e da dança. A fluidez e sensualidade dos passos, combina giros suaves e harmoniosos com um ritmo lento e marcado, criando uma atmosfera que transmite paixão e melancolia.
- Sexta20h
- Sábado20h
NÃO ME ENTREGO, NÃO!
Neste monólogo, Othon Bastos, com 91 anos de idade e mais de 70 anos de carreira, percorre histórias divertidas e dramáticas de sua vida pessoal e profissional. Com uma atuação artística marcada por papéis no cinema e no teatro, ele parte dessas memórias para criar um mural sobre o trabalho, o amor, o teatro, o cinema e a política. Citando e trazendo referências a grandes autores da dramaturgia, o espetáculo se estabelece como uma reflexão sobre a vida e a resiliência, uma ode ao enfrentamento dos obstáculos que se apresentam na existência humana.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
O CASO SEVERINA
Inspirada em fatos reais, ocorridos no Agreste pernambucano, em 2011, a peça narra a incrível história de uma agricultora, de 44 anos, que mandou matar o próprio pai.
- Sábado20h
- Domingo18h
CARNE VIVA
Em uma cena com ares vitorianos que poderia estar no século XIX, como nos dias de hoje, diferentes vozes e corpos femininos se entrelaçam na construção de Uma Mulher, persona destituída de um nome ou características específicas, mas definida por seu gênero. É entre a intimidade da cozinha e o campo de convivência - e confronto - da sala de jantar, que a personagem entra em um delírio ao receber um quilo de carne para preparar ao marido. A ação cotidiana adquire ares espetaculares quando ao tentar cortar a carne ela vê Jesus Cristo à sua imagem e semelhança e passa a contar e questionar o seu passado atravessado pela violência patriarcal num mundo representado por um Deus no masculino, enquanto ela busca algum tipo de redenção frente a uma tragédia anunciada em sua vida cotidiana. Um dos primeiros textos escritos pela autora Luh Maza, aos 16 anos, o monólogo de fluxo de consciência, declaradamente uma tragédia, flerta com elementos do terror. A obra mistura o sagrado da liturgia cristã ao profano da violência doméstica, evocando o papel onde a mulher foi aprisionada socialmente. Através da ficção, a peça questiona o papel designado à mulher na instituição matrimonial ocidental, historicamente manipulado e subjugado pela domesticação servil e violenta, com a mulher muitas vezes vista como posse de seu marido, como um pedaço de carne.
- Quinta19h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
MESTIÇO FLORILÉGIO
Mestiço Florilégio é um espetáculo multidisciplinar constituído de canções, interpretações instrumentais, cenas teatrais, cinematografia e peças coreográficas criadas e interpretadas por Antonio Nóbrega e Rosane Almeida ao longo de 40 anos de história artística comum. O título faz referência aos poetas românticos, que tinham o hábito de empregar as palavras “florilégio” e “ramalhete” com o significado de reunião ou antologia de poemas. Mestiço, pelo fato de se tratar de um “florilégio” de canções, textos dramáticos, danças etc fruto do amálgama do mundo cultural popular brasileiro com a cultura ocidental.
- Segunda21h
- Terça21h
CAVALO BRAVO NÃO SE AMANSA
Em uma encruzilhada na Bela Vista abre-se uma fresta na cidade para resgatar a memória de José Miranda Rosa, Mineirinho. Eternizado em uma crônica de Clarice Lispector, Mineirinho, considerado pelo morro da Mangueira como Robin Hood brasileiro, foi encontrado morto com 13 tiros em uma chacina praticada por policiais no dia 1 de maio de 1962, segurando a guia de Ogum do pescoço, descalço e com uma oração de Santo Antônio no bolso. A encenação que se aproxima de um ato festa traz fragmentos da história de Mineirinho, a partir de elementos da cultura da umbanda, objetivando revelar um projeto colonialista que persiste até nossos dias.
- Sábado16h30
- Domingo11h
PA’RA – RIO DE MEMÓRIAS
"Pa'ra - rio de memórias" conta a trajetória de Dalú: uma menina indígena do povo Sateré-Mawé que é levada a uma viagem no mundo dos ancestrais para retomar as riquezas de seu povo e ajudar a sua família a lidar com conflitos territoriais na cidade grande. Ao se encontrar com encantados e antepassados, a peça convida o público a navegar por esse rio de memórias e dialogar em torno das infâncias indígenas dentro e fora das aldeias.
- Sábado11h
CIDADE SOTERRADA
Uma liga de heróis com poderes inusitados viaja no tempo e chega em meio ao caos urbano da São Paulo de 2025 para tentar deter a maldição do esquecimento, que se renova a cada 100 anos. Vindos da revolta esquecida de 1924, os guerreiros pretendem formar a resistência unindo forças com o coro de cidadãos da cidade contra os abutres e soldados da opressão. Guiados pelas águas soterradas e pelos enigmas do Oráculo dos Tempos, os heróis procuram um quebra-feitiço percorrendo as ruas dos Campos Elísios, cruzando memórias capazes de erguer monumentos populares, enquanto as máquinas do futuro constroem o progresso.
- Segunda19h
- Quinta19h
- Sexta19h
- Sábado19h
- Domingo19h
MITSP – MOSTRA INTERNACIONA DE TEATRO DE SÃO PAULO
Itaú Cultural recebe espetáculos da MITsp sobre mulheres negras em cárcere e sobre convivência e comunicação de surdos na sociedade Em sua décima edição, a Mostra Internacional de Teatro de São Paulo chega ao IC com o espetáculo paulista Parto Pavilhão, com Aysha Nascimento, e Língua, dos artistas cariocas Vinicius […]
- Terça15h
- Quinta20h
- Sexta15h e 18h
- Sábado21h
- Domingo15h e 19h
O AUTO DA COMPADECIDA
Neste espetáculo adaptado do clássico de Ariano Suassuna, conta as aventuras e confusões de João Grilo e Chicó, dois espertos sertanejos que recebem uma missão de seus patrões - Dona Dorinha e Seu Eurico - para que convençam o Padre a rezar uma missa para cachorra que está doente. A confusão aumenta quando os cangaceiros atacam a cidade, causando um alvoroço danado. Diante da bagunça geral, somente "A Compadecida" poderá intervir por eles.
- Domingo18h