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QUARTO DE DESPEJO
Inspirado na obra “Quarto de Despejo” de Carolina Maria de Jesus, o espetáculo conta a história da autora, mulher negra, moradora da favela do Canindé, mãe solo de três filhos, que não conseguia dormir sem ler um livro. Seu diário, escrito em papéis encontrados nas ruas de São Paulo, narra a existência poética de uma mulher que sonhou ser escritora. Apesar de ter cursado apenas dois anos da educação básica, Carolina Maria de Jesus registrou um mundo desconhecido para muitos. Seu projeto literário encontrou dificuldades, devido à ausência de políticas públicas para os mais vulneráveis, mas sobreviveu Espetáculo de teatro musical baseado na vida e na obra de Caio Fernando Abreu, em especial no conto "O Marinheiro" do livro "Triângulo Das Águas", e em trechos das inúmeras cartas que escreveu durante a vida, publicadas no livro "Para Sempre Teu, Caio F.".
- Quarta15h e 20h
NA RODA COM SANDUBA
No palco o personagem do palhaço viajante Sanduba utiliza técnicas de Faquirismo para encantar o público com sua performance única. O espetáculo promete uma série de números emocionantes, incluindo malabarismos com facas, camas de prego, monociclo, bola de acrílico e engolidor de fogo cênico. Cada ato explora a perspectiva do palhaço e sua relação com o universo misterioso da arte de rua, mambembe e cigana, apresentado por Sanduba em uma grande Roda de Rua.
- Quarta20h30
CHARIVARI CIRCO
Com um formato de circo de variedades, o espetáculo reúne várias modalidades circenses, em uma apresentação para públicos de todas as idades. A dupla de sonhadores, formada pelo casal de acrobatas Carlos e Marina, viaja com sua carroça de praça em praça, criando encontros mágicos com o público. Tudo começa com um pequeno vagão sendo puxado por uma bicicleta com a roda dianteira gigante, sintetizando a essência do circo, a itinerância e o picadeiro.
- Sábado16h
- Domingo16h
EU FALEI DE MAIS DE MIM
Isolamento. Solidão. Dúvidas. Angústia. De onde vêm as crises de uma mulher? O isolamento, devido a uma pandemia mundial, pode aumentar inseguranças que insistem em não passar. É possível quebrar esse ciclo?
- Sábado20h
- Domingo18h
A CASEIRA E A CATARINA OU O PROCESSO DO DIABO
A Caseira e a Catarina ou O Processo do Diabo é uma comédia de caráter popular e diálogo direto que une a estética sertaneja, inspirada no romanceiro nordestino, do trovador ibérico ao circo-teatro que tanto fascinava Ariano; uma combinação de arquétipos das manifestações e brincadeiras populares do povo do sertão. A cenografia - assinada por Manuel Dantas Suassuna (artista plástico, filho de Ariano) - traz painéis de traços e elementos característicos da cultura popular do nordeste e do universo visual de Suassuna. A trilha sonora original foi composta por Renata Rosa e a sonoridade ao vivo, criada e executada por Renata Maciel e pelos atores. Os figurinos têm assinatura de Carol Brada, e Rodrigo Bella Dona é responsável pela luz da montagem.
- Quarta20h
- Sábado20h
- Domingo19h
POR UM FIO
A peça conta a história de duas garotas que se conectam com o mundo de maneiras bem diferentes: Lorena é um sucesso nas redes sociais! Mesmo tendo somente 13 anos, já atingiu a marca de 890 mil seguidores e passa os dias “produzindo conteúdo” para as redes sociais. Já Maria Augusta é uma garota de 14 anos diagnosticada dentro do espectro autista (TEA). Ela ama o mundo das marionetes e sabe tudo sobre elas. Quando os pais das duas resolvem morar juntos, a vida delas se transforma.
- Quarta15h
HEY JUDE
A banda se apresenta com a turnê ‘Now And Then’, que dá nome a última música dos Beatles, lançada no ano passado. O novo show traz novos figurinos e repertório incluindo os principais sucessos dos Beatles e canções que não eram apresentadas no espetáculo até então. Formada por Cesar Kiles (Paul McCartney), Thomas Arques (George Harrison), Renato Almeida (Ringo Starr) e Thiago Gentil (John Lennon), a HEY JUDE conta ainda com uma orquestra regida pelo maestro Anselmo Ubiratan (intérprete de George Martin no espetáculo) que é responsável pela transcrição minuciosa de todas as orquestrações originais, proporcionando as mesmas experiências sonoras encontradas nas canções originais dos Beatles.
- Sexta21h
PARA MARIELA
"Para Mariela," a nova peça do Grupo Sobrevento, comemora os 38 anos do coletivo com uma reflexão sobre os sonhos de uma vida simples e a complexidade da imigração. Dirigido por Luiz André Cherubini e Sandra Vargas, o espetáculo explora a busca por um mar utópico, símbolo da infância e dos sonhos perdidos. Baseada em histórias de crianças imigrantes bolivianas da comunidade local, a peça utiliza uma linguagem simples e objetos cotidianos para criar uma narrativa poética e envolvente. "Para Mariela" é uma celebração das memórias e afetos que unem adultos e crianças em um encontro artístico profundo e universal.
- Sexta19h
- Sábado16h e 19h
- Domingo19h
SÓ VENDO COMO DÓI SER MULHER DE TOLSTÓI
Um dos escritores mais importantes da literatura ocidental, o russo Leon Tolstói teve uma relação extremamente tóxica com a esposa Sofia. O espetáculo procura desmitificar o mito Tolstói, ao expor o machismo do autor de “Guerra e paz” e “Anna Karenina”, e jogar luz sobre o protagonismo feminino. Rose Abdallah expõe a relação tóxica entre o escritor russo e a esposa Sofia. O figurino assinado por Giovanni Targa foi indicado ao Prêmio Shell e venceu o Prêmio Fita.
- Sábado14h30 e 17h
- Domingo14h30 e 17h
O LUGAR DE ONDE SE VÊ
Como parte das comemorações de 10 anos de estreia, a Cia. Ouro Velho volta ao cartaz com a história de Eva, uma menina que decidiu virar adulta antes do tempo e parou de brincar. Mas um dia, ela entra sem querer em um velho teatro abandonado, onde vai ter a oportunidade de resgatar sua infância, descobrindo a magia do Theatron - o lugar de onde se vê.
- Sexta10h e 15h
DOIS DE NÓS
Dois casais de gerações diferentes se encontram em um quarto de hotel. Segredos e mentiras começam a ser revelados e trazem à tona um divertido turbilhão de sentimentos, com muita emoção e desafios, que mudarão a vida deles para sempre.
- Quinta21h
- Sexta21h
- Sábado20h
- Domingo17h
DESBOTOU
A peça retrata um mundo cinza, onde as demais cores foram banidas, e a pequena Catarina insiste em descobrir a origem da catástrofe das cores. A teimosia da menina dá resultado pois, um dia, ela testemunha um milagre: o nascimento de uma flor colorida. Catarina agora tem uma tarefa a cumprir: com a ajuda da Avó e de toda a cidade, ela levará à frente a missão de derrotar Bruto, o líder brutamonte que proibiu as cores. Conseguirá Catarina devolver as cores ao mundo?
- Domingo15h e 17h
JUVENAL, PITA E O VELOCÍPEDE
Juvenal tinha 5 anos de idade e adorava brincar com o seu velocípede. Um dia descansando embaixo de um cajueiro, ele conheceu uma menina chamada Pita. Eles se tornam amigos inseparáveis e viveram grandes aventuras a bordo de um velocípede construído pelo tio do menino. No monólogo, o ator Eduardo Almeida empresta as próprias lembranças da infância para contar as histórias do menino Juvenal.
- Domingo15h e 17h
O PÁSSARO NA GAIOLA
O espetáculo narra a trajetória de Ruby, uma escritora que visita seu passado, enfrentando as memórias que a moldaram. Ela revive momentos cruciais de sua vida, com a oportunidade de reescrever sua própria história. Em um cenário dominado pelo racismo e patriarcado, Ruby se une a outras mulheres na busca por afirmar-se como uma figura forte e independente. A história se passa vinte anos após a morte do Reverendo Martin Luther King, em 1987, onde Ruby recebe a notícia do falecimento de James Baldwin, mentor de Maya Angelou, desencadeando nela uma onda de lembranças e nostalgia. Essa perda faz a protagonista retomar sua trajetória e refletir sobre a vida de Maya Angelou, sua maior mentora e referência.
- Sábado17h
- Domingo17h
CANTO AO FIM
Dois trabalhos artísticos surgidos durante a pandemia em 2020 se mesclam para a criação de CANTO AO FIM. O espetáculo de dança, resultado da parceria inédita entre Clarissa Sacchelli e Isabel Ramos Monteiro, que voltaram seus olhares para os labores envolvidos nos gestos de cuidados recebidos e doados. Em CANTO AO FIM, que acontece em meio a uma instalação de som e luz, Clarissa Sacchelli e Isabel Ramos Monteiro levam para a cena a oralidade, as canções de ninar, os gestos que não se arquivam pois são atualizados a todo tempo na transmissão corpo a corpo. São gestos que moldaram os gestos das duas artistas, movimentos forjados por danças pregressas e formas que orientam danças futuras. No palco, Isabel assume a partitura dos gestos e Clarissa comanda em tempo real a paisagem sonora.
- Quinta19h
- Sexta19h
- Sábado19h
- Domingo17h
