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MAR INQUIETO
A pesquisa de “Mar Inquieto” nasceu às margens do Atlântico, na Bahia, em 2011, no rastro do devastador Tsunami que atingiu o Japão levando, com sua magnitude, incontáveis vidas e o sentido de ordem, segurança e bem estar. No dia seguinte à tragédia de proporções monumentais, o coreógrafo japonês Tadashi Endo, durante seu laboratório de Butoh ao qual a artista participava, preferiu dançar para o grupo.
- Quinta19h30
- Sexta19h30
- Sábado18h
CRIOULOS
Tragicomédia que atravessa ficção e realidade para contar a história de um jovem negro em luto pelo pai, ativista político assassinado por policiais. A partir desse ponto, CRIOULOS revisita fantasmas da Ku Klux Klan, figuras do candomblé e ícones da cultura preta em um mergulho nas contradições raciais do Brasil e dos Estados Unidos, com humor ácido, lirismo e crítica histórica.
- Quarta20h
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado18h e 20h
- Domingo18h
MERCÚRIO
O poema Fevereiro, escrito e declamado pela poetisa portuguesa Matilde Campilho, é o ponto de partida e a inspiração para o espetáculo Mercúrio, criação idealizada por Luiz Oliveira. A voz da autora declamando o poema percorre a coreografia em diferentes momentos. A obra em cena é uma dança que revela intenções múltiplas sobre uma relação de amor, com suas inúmeras possibilidades. Na apresentação, intérpretes, espectadores e a poetisa são envolvidos em uma coreografia que conecta a poesia com a dança contemporânea.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo17h
SENHORITA JÚLIA
Na cozinha de uma casa senhorial sueca no fim do século XIX, durante uma festa, uma representante da aristocracia se envolve com seu criado. A partir deste evento escandaloso, o que antes era uma clara e bem estruturada relação de patrão e empregado se torna uma batalha incessante pelo domínio da dinâmica de poder. Ao explorar a potência poética e surrealista deste choque, a Cia. Bípede traz ao palco uma desconstrução estética desta obra tradicionalmente naturalista, carregando a trama com um cenário desmembrado e solitário, uma luz poético-narradora e atores mascarados.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo19h
EU NÃO SOU DAQUI
Como habitar o entre? Desenterro e celebro os ossos, enquanto crio e percorro meu caminho... Nascida na cidade de São Paulo, migra para Piracicaba em 2019 e atualmente reside em Recife -Pernambuco. Carolina Moya investiga poeticamente, neste estudo, sua própria identidade e corporeidade. Abordando suas travessias e a condição de estrangeira às tradições que pesquisa e com as quais trabalha há vinte e quatro e dezessete anos, respectivamente, o flamenco e as danças tradicionais populares brasileiras (especificamente neste estudo: cavalo marinho, maracatu rural, baião de princesas e bumba-meu-boi). Técnicas corporais basilares da criação, a partir das quais explora outras corporeidades possíveis. A dramaturgia é livremente criada a partir da estrutura do baile flamenco das Alegrias de Cádiz. Para pensar o conceito de identidade deste estudo, Carolina, apoia-se no entendimento presente no texto da antropóloga Els Lagrou, No Caminho da Miçanga - Um mundo que Faz de Contas. "A identidade é constituída pela incorporação esteticamente controlada do outro" Els Lagrou.
- Sexta19h
- Sábado19h
DESEJOS – QUANDO A VONTADE FALA MAIS FORTE
Luisa é uma jovem dama da alta casta social portuguesa da segunda metade do século XIX. Casada com Jorge, um bem-sucedido empresário, mais velho, que a tem sempre protegida na mansão do casal. Ao receber a visita da visita de um primo que conviveu até a adolescência, Luisa se anima, sem saber que Basílio é um “bon vivant”, que mesmo tendo vindo de família abastada, sempre gastou o que não tinha com suas aventuras amorosas e comerciais. Quando Basílio chega a Lisboa, Jorge, marido de Luísa, tem que viajar e os primos ficam sozinhos na velha Capital portuguesa. Basílio percebe a oportunidade e se declara com veemência àquela paixão de sua adolescência. Sem conseguir evitar, Luísa se entrega ao primo e passa a ser chantageada. O desfecho da trama é emocionante e inesperado.
- Sexta21h
MUTAÇÃO DE APOTEOSE
Terceiro sinal, CaciIda Becker se prepara para encarnar Euclides da Cunha, devorado, estraçalhado, parindo uma Cacilda Cósmica que viaja em uma onírica odisseia pelas Eras geológicas e teatrais. “mutação de apoteose” conta uma história de travessias e metamorfoses. É o teatro em estado de feitiçaria, é uma f(r)icção cósmica que contracena personagens humanas, não humanas, elementos e forças da natureza, seres encantados, oceano cretáceo e inteligência artificial, criando uma bomba de imaginação. São algoritmos antigos de insurreição da terra criando atmosferas de linha direta com o público, em contracenação com um algoritmo colonial. Com direção de Camila Mota e dramaturgia de Cafira Zoé, “mutação de apoteose” é um spin-off vertiginoso criado a partir das dramaturgias de “Os Sertões” e “Odisseia CaciIda”, de José Celso Martinez Correa e Teat(r)o Oficina, com cenas inéditas e outras paragens, celebrando os 65 anos da Cia e a direção de Camila Mota, primeira mulher a dirigir um espetáculo do Oficina, abrindo caminhos para outras direções, como de Marília Piraju e Mayara Baptista, em ritos e shows encenados. Com 100 pessoas na ficha técnica girando a máquina dessa uzyna, “mutação de apoteose” é um espetáculo musical em 2 atos, um acontecimento feiticeiro que opera o terreyro eletrônico na sua máxima potência, desejando acender estados de mutação de apoteose dentro e fora de nós.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
PETER PAN – CRESCER É PRECISO
Peter Pan - Crescer é Preciso é uma adaptação teatral que mergulha na jornada emocional do protagonista e seus amigos, não apenas ao enfrentarem a transição para a vida adulta, mas também ao se depararem com a responsabilidade de cuidar do planeta e do futuro. Enquanto lidam com seus dilemas pessoais, os personagens confrontam a resistência em crescer, mas também se deparam com a urgência de preservar a Terra do Nunca, representando um reflexo do nosso próprio mundo, por meio dos sonhos e da imaginação.
- Sábado15h
- Domingo15h
O VAZIO É CHEIO DE COISA
O Vazio É Cheio de Coisa é uma homenagem ao bambu, vegetal que conduziu a carreira de Poema às artes cênicas. O bambu é oco por dentro, e, portanto, uma das interpretações possíveis para o título do espetáculo é que o bambu, embora vazio, é capaz de inspirações, usos e aplicações inumeráveis.
- Quinta19h
- Sexta19h
A EXTRAORDINÁRIA VIAGEM AO REINO DAS ASAS
No enredo, durante um voo em balão de ar, duas palhaças caem em meio a uma floresta. Perdidas e sem saber como resolver a situação, elas encontram uma coruja embaixo de uma pilha de lixo e acabam descobrindo a história da Arara de Sete Cores, um pássaro que tem a solução de todos os problemas do mundo.
- Sábado12h
- Domingo12h
CAIO EM REVISTA
Em cena, Roberto será porta voz de Caio nos textos mais pessoais, falando em primeira pessoa sem qualquer tentativa de reproduzir as características físicas e vocais de Caio. Uma outra voz abarca dois heterônimos criados por Caio: as colunistas Nadja de Lemos e Terezinha O’Connor, figuras femininas (dentro de uma estética “camp”, é claro), que fazem uma crônica dos tipos humanos e comportamentos da fauna urbana da São Paulo (ou de qualquer megalópole) dos anos 80, revelando uma percepção aguda a apontar um dedo (de longa unha vermelho-ciclâmen) para as idiossincrasias da sociedade alternativa da época. Em CAIO EM REVISTA teremos um Caio Fernando Abreu um tanto diverso daquele intérprete das angústias e do mal-estar no mundo de sua geração. Roberto Camargo vestirá a roupa de um Caio memorialista e poético, de um Caio humorista e cronista, de um Caio cheio de graça e de luz.
- Terça20h
UM TANTO DE SONHO
Oito artistas de um circo itinerante carregam em suas bagagens um tanto de sonho e escrevem na poeira da lona suas histórias. Um espetáculo que traz figuras e números apresentados no circo tradicional do passado e do presente, reconfigurados ao modo crítico, bagaceira e poético de CabaElas. Malabaristas, palhace, atiradora de faca, faquirista, equilibrista, acróbatas, atrizes, a apresentadora e domadora de fera, se reúnem para realizar mais um show e fazer o esplêndido público rir e se emocionar.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
ENTRE FRANCISCOS, O SANTO E O PAPA
"Entre Franciscos, O Santo e O Papa” mostra o Papa Francisco preocupado e cansado dos problemas do cotidiano. Ele entra na lavanderia do Vaticano, local que mandou construir para a população de rua e encontra um homem. Inicialmente, ele não percebe, mas este homem é São Francisco de Assis e, aos poucos, o diálogo entre essas duas icônicas figuras vai revelando dores, incertezas, mas também amores, fé e reflexões sobre os grandes dilemas da humanidade.
- Sexta18h
- Sábado18h
- Domingo18h
DOS PRAZERES
Sozinha no palco, uma atriz obcecada por uma personagem que sonha com a própria morte e começa os preparativos para o seu funeral. Como num encontro de rios que se misturam, o monólogo entrelaça biografia e ficção. Enquanto se prepara para a morte, personagem e atriz encontram novos sentidos para a vida.
- Quinta19h30
- Sexta19h30
BICHADOS
A peça gira em torno de William que completa 45 anos e organiza uma festa de aniversário. A festa serve como metáfora para rememoração da vida deste homem, que decide rever seus acordos com o tempo, lançando luz sobre o envelhecer e a finitude.
- Quarta19h30
- Quinta19h30
- Sexta19h30
- Sábado18h
