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TUSP– Teatro da Universidade de São Paulo

Informações do teatro

Endereço

R. Maria Antônia, 294, Vila Buarque, São Paulo/SP - 01222010

Região

Centro / São Paulo

Capacidade

98 pessoas

Bilheteria

Segunda à sexta: qua à sex em dias de apresentação, e os ingressos podem ser adquiridos 1h antes do início do espetáculo.
Sábado: Em dias de apresentação, e os ingressos podem ser adquiridos 1h antes do início do espetáculo.
Domingo: qua à sex em dias de apresentação, e os ingressos podem ser adquiridos 1h antes do início do espetáculo.

Estacionamento

Não

Cafeteria

Sim

Ar condicionado

Sim

Acessibilidade

Sim

Telefone

(11) 3123-5222

E-mail

tuspmkt@usp.br

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Peças em cartaz

BARTOLOMEU: QUE SERÁ QUE NELE DEU? 2.0

Livremente inspirada em "Bartleby, o Escriturário de Wall Street, de Herman Melville, a peça Bartolomeu: Que Será Que Nele Deu? 2.0, com texto e direção de Claudia Schapira, desenvolve — por meio de uma sequência de cenas episódicas —, a trajetória de Bartolomeu, um copista que, ao preferir não fazer”, para a engrenagem de trabalho na qual está inserido, e vai se tornando cada vez mais recluso, passando a despertar um misto de repulsa e admiração. Sua recusa inabalável eleva a narrativa ao absurdo extremo para refletir sobre a lógica desumana do desempenho constante, sintoma latente da sociedade contemporânea.

de 17/04/2026 a 19/04/2026120 minGratuitoEm breve
  • Sexta20h
  • Sábado20h
  • Domingo19h

BLACKOUT OU CADA BALA DE FUZIL É UMA LÁGRIMA DE OXALÁ

Os dentes rangem e os filetes de sangue tomam conta das gengivas. Com as testas franzidas e os olhos semicerrados, Amara e Taila encaram a linha do horizonte — exatamente onde o céu encontra o mar. Da fatalidade e da disputa permanente, pulsa a tentativa de recuperar o eixo, o tempo, o território, as histórias, as vitórias e os mundos possíveis, enquanto as negras cicatrizes insistem em arder como feridas expostas. Com um microfone na mão e o corpo carimbado num mundo vermelho e azul, é possível (re)organizar o ódio?

de 20/03/2026 a 22/03/202660 minGratuitoÚltimos Dias
  • Sexta20h
  • Sábado20h
  • Domingo19h

PRA FAZER TEMPESTADE

Livremente inspirado em "Uma Outra Tempestade", de Raquel Carrió e Flora Lauten, e em diálogo com diferentes textos de William Shakespeare e "Uma Tempestade" de Aimé Césaire, Pra Fazer Tempestade propõe uma fabulação radical sobre a diversidade étnico-cultural do mundo diante da hegemonia colonial. Depois de um naufrágio, diversas personagens de Shakespeare aportam numa ilha do Sul Global, onde são questionados, desafiados, zombados e curados por uma legião de Encantados de diferentes origens. Num jogo face-a-face e repleto de transmutações perguntas pairam no ar: Onde estará Próspero? Para onde foi Caliban?

de 27/03/2026 a 29/03/2026120 minGratuitoEm breve
  • Sexta20h
  • Sábado20h
  • Domingo19h

BORBOLETAS

Entre o espelho e o estômago, ‘Borboletas’ mergulha nas fissuras da identidade, do corpo e do controle. Em cena, o cotidiano de uma jovem se mescla a fragmentos de memória, programas performativos, vozes do desejo e da culpa. Enquanto vomita confissões, o corpo se torna espaço político e poético - palco de resistência e autodestruição. Escrita a partir da autoetnografia, a peça transforma a vivência dos transtornos alimentares e sua gênese patriarcal em matéria cênica, costurando fragmentos de diário, cenas ficcionais e ações performativas em um rito de exposição irônica. “Borboletas” é um processo em aberto — como a própria carne — onde cada repetição reinventa o reflexo, o afeto e a metamorfose.

de 10/04/2026 a 12/04/202660 minGratuitoEm breve
  • Sexta18h
  • Sábado18h
  • Domingo17h

GRAFIA(s) de CONTATO

Quando foi a última vez que você recebeu uma carta? E quando foi a última vez que escreveu uma? Em “GRAFIA(s) de CONTATO”, os atores-bailarinos transformam o palco em um papel em branco e fazem da dança-teatral uma nova forma de escrita. Aqui, cada pequeno gesto diz mais que mil palavras. Entre amores, desamores, saudades, infâncias, cidades, viagens e tempos, tudo que surge é possibilidade de grafia. Entre silêncios e ruídos, o corpo torna-se escritor de mensagens para quem está longe, como uma tentativa de traçar pontes entre o que permanece e o que se perde no ato de comunicar.

de 10/04/2026 a 12/04/202660 minGratuitoEm breve
  • Sexta20h
  • Sábado20h
  • Domingo19h

NÃO NEM NADA

Não nem nada é o que está dado: 4 atuantes convidam o público a perceber o absurdo do cotidiano num mosaico de cenas da nossa contemporaneidade distópica - a fragmentação dos sujeitos e das relações, a comunicação interrompida, o excesso e a velocidade das informações e a alienação do próprio ser são alguns disparadores da peça plano-sequencia que, em tempos de crise do indivíduo, ousa conquistar o público durante 12 episódios - não pela tragédia que propõe enquanto tema, mas pela potência da forma com que o faz: em coletivo.

de 17/04/2026 a 19/04/202660 minGratuitoEm breve
  • Sexta18h
  • Sábado18h
  • Domingo17h

ESCREVENDO NA COVA DE ALGUÉM

Algumas pessoas do público são convidadas a responder perguntas sobre sua vida e morte, em uma conversa intimista e descontraída. A escritora-performer, a partir da conversa, escreverá um obituário poético. A pessoa é convidada a deitar-se em um caixão, enquanto escuta as músicas que escolheu para seu próprio funeral e também o som das teclas da máquina de escrever. O obituário, ao final, é entregue à pessoa do público, que pode levá-lo para casa.

de 20/03/2026 a 22/03/202660 minGratuitoÚltimos Dias
  • Sexta18h
  • Sábado18h
  • Domingo17h

TERRITÓRIO CRIATIVO EM CONFLITO: AÇÕES UNDERGROUND SOBRE CULTURA, TERRITÓRIO E SOBREVIVÊNCIA

“Do subsolo, a substância do mundo emerge. É uma emergência que o asfalto, o concreto, o cimento e o aço não conseguem conter. Raizes racham tudo. Nada que jogam no lixo vai pra fora; é um verso, universo, não avesso. Não existe avesso. Não existe espaço vazio. O underground sempre vaza para cima” (Freemas, relato colhido em Troca Coletica Criativa). A partir de pesquisas documentais e performáticas, o trabalho busca compreender as disputas territoriais e simbólicas travadas pelos movimentos culturais underground ao longo do tempo, em especial na cidade de São Paulo. O conceito de “território criativo em conflito”, aqui, é compreendido como a disputa permanente entre práticas culturais insurgentes e os mecanismos de captura, mercantilização e controle da arte e da vida urbana. Corpo-território, registro, troca e festa compõem todo o percurso desta pesquisa que será celebrada na presença de todos que quiserem comparecer.

de 27/03/2026 a 29/03/202660 minGratuitoEm breve
  • Sexta18h
  • Sábado18h
  • Domingo17h

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