Monólogo “Elas ganham voz”, de Juliana Yurk, aborda temas tabus no mês da mulher
Em cena, a artista reúne relatos autobiográficos e memórias de mulheres de sua família para tratar de violência sexual, trauma, silenciamento e processos de reparação. A montagem articula corpo, performance, vídeo e palavra, em uma proposta que busca ampliar o debate público sobre o tema e criar um espaço de escuta e reflexão para o público. “Em ‘Elas ganham voz’, eu transformo silêncio em palavra e corpo em memória. É um trabalho que nasce de vivências reais e da escuta das mulheres da minha família, para abrir uma conversa pública sobre violência sexual, trauma e reparação”, afirma Juliana.
Ficha Técnica:
Direção: Sol Faganello
Dramaturgia: Juliana Yurk
Elenco: Juliana Yurk
Assitência de direção: Antonio Salviano
Trilha sonora original: Camila Couto
Iluminação: Jessica Catharine
Operação de luz: Jessica Catharine
Operação de som: Dafne Rufino
Costureira: Célia Mara Sellmer Iurk
Orientação dramatúrgica: Maria Amélia Farah
Preparação Vocal: Patizza
Fotografia de divulgação: Marcel Nascimento e Adelice Porfírio
Produção audiovisual: Jubs Films
Vídeos de divulgação: Polvo Produções e Juliana Yurk
Mídias digitais: David Ferbs
Direção de produção: Sol Faganello e Juliana Yurk
Produção executiva: Antonio Salviano
Assessoria de imprensa: Mar Comunicação
Idealização e Produção: Jubs Films
Apoio: Restaurante Amarelinho
Observação: o espetáculo aborda temas sensíveis relacionados à violência sexual, trauma e abuso.
