Inf Peças
DIGA QUE NÃO ME CONHECE
Em um mundo de relações superficiais, hiperconexão e liberdade contraditória, o espetáculo retrata a solidão e as migalhas emocionais que sobram, na busca por reconstruir a vida em uma metrópole que oferece tudo e, ao mesmo tempo nada, vivida por Tato, o protagonista, deixado pelo namorado um grande amor, que precisa redesenhar sua história na cidade, cercado de novos personagens que adentram em sua vida. A narrativa se desenrola em um edifício emblemático no centro de São Paulo, onde o personagem central, interpretado por Aguiar, tenta refazer sua vida. O solo, dirigido por Ester Laccava, é repleto de reviravoltas e envolve o público em uma conversa íntima sobre as complexidades das relações modernas, sobre afetos queer.
- Terça20h
- Quarta20h
- Domingo19h
DIÁLOGO
Diálogo, personagem central da trama e que dá nome ao espetáculo, é um artista ancião atemporal, que se sente cansado, isolado e silenciado por viver no mundo atual, cheio de comunicados, decretos e gritos. Então, usa o palco e o teatro, espaços que considera sua casa, como local para partir em defesa da necessidade de diálogo. Para tanto, interage com os músicos Fábio Leandro, Felipe Veiga e Heri Brandino, em improvisos entre música e gestual.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo19h
UM JARDIM PARA TCHEKHOV
A consagrada atriz Alma Duran (vivida por Maria Padilha), desempregada há três anos, vai morar com a filha médica Isadora (Olivia Torres) e o genro, o delegado Otto (Erom Cordeiro), em um elegante condomínio carioca, em Botafogo. Enquanto divide seu tempo entre aulas de teatro para a jovem Lalá (Iohanna Carvalho) e o sonho de montar "O Jardim das Cerejeiras", Alma se depara, em um encontro inesperado, com alguém que afirma ser Anton Tchekhov (Leonardo Medeiros).
- Quinta19h
- Sexta19h
- Sábado16h e 18h30
- Domingo17h
FLUXO
Em meio à batida do funk e à pulsação da quebrada, jovens da periferia de São Paulo vivem suas realidades em um baile que, de repente, é interrompido por uma operação policial. O que parecia ser apenas mais uma noite se transforma em uma viagem entre o passado, o presente e um futuro incerto. Com uma abordagem que mescla teatro, música, dança, circo e hip hop, FLUXO explora as cicatrizes deixadas pela pandemia, as tensões nas relações familiares, e as dores e amores de uma juventude que resiste. A narrativa, que se equilibra entre realidade e ficção, mostra as camadas complexas que compõem a vida na quebrada e convida o espectador a olhar além do óbvio e refletir sobre as dificuldades, as alegrias e as possibilidades de um futuro mais justo.
- Sábado16h30
- Domingo16h30
CAVALOS PRETOS SÃO IMENSOS
Trazendo à cena o debate acerca do racismo estrutural, as violências de gênero e normatividades sexuais, Cavalos pretos são imensos apresenta cinco personagens em situação de cárcere e seus cotidianos marcados por uma rotina por vezes morosa, por vezes agitada. Com nada ou muito pouco a fazer, as personagens conversam sobre muitos temas: o que querem ao saírem dali, as visitas íntimas, as famílias, filhas e filhos, as relações sexo-afetivas, as relações de poder, as disputas, os castigos, a saudade. Muitas saudades. Mesclado a este cenário de encarceramento, a peça apresenta uma das personagens, Nininha, em seu cotidiano antes de ser posta em situação de cárcere. Nestes momentos, a narrativa é marcada pelos dias vividos no bairro em que mora, junto a seu filho Nino, num churrasco na laje da vizinha ou mesmo num passeio para conhecer uma cachoeira.
- Sexta19h
FRAKINH@ – UMA HISTÓRIA EM PEDACINHOS
Victor Frankenstein é um jovem esquisito e solitário que, quase sem querer, acaba criando alguém para lhe fazer companhia, desafiando os limites da ciência e de sua própria idade. No entanto, a criatura não sai exatamente como ele queria. Afinal, quase nada sai como a gente deseja. Victor precisa entender que Frankinh@ tem vontades próprias e é bem diferente do que ele imaginava. Mas que isso não era ruim. Muito pelo contrário, essa era uma coisa divertida. Assim, os dois vivem juntos grandes aventuras e passam a se transformar e a aceitar suas diferenças.
- Sexta10h
- Sábado17h30
MONSTRO
A peça conta a história de um professor de natação de uma escola infantil que se candidata a adotar uma criança. Tudo vai bem até acontecer uma situação na qual um dos alunos de sete anos o chama de gay. Este professor então resolve falar abertamente sobre o que é ser gay, encorajando uma cultura de aceitação e inclusão entre os seus alunos. A partir deste incidente, a vida deste homem se transforma.
- Sexta20h
- Sábado18h e 20h
- Domingo19h
O SUBNORMAL
Há 20 anos, o ator Cleber Tolini nasceu de novo. Ele tinha 24 anos quando um episódio marcaria sua vida para sempre. Ao descobrir um tumor no cérebro e passar por uma cirurgia bem-sucedida para sua retirada, Cleber ficou com apenas 20% de visão – sequela que o incluiu em um grupo até aquele momento desconhecido por ele, o de pessoas com visão subnormal, também denominada baixa visão. Em 2018, decidiu levar para os palcos as mudanças na sua vida pessoal e artística, com muito humor. Foi assim que nasceu o monólogo “O Subnormal”, com texto e atuação do próprio Cleber, dirigido por Djalma Lima.
- Terça19h30
CORTE SECO
Corte Seco é uma peça que, a partir de uma a sequência de cenas que acontecem ao mesmo tempo em espaços distintos desenvolve, de maneira não-linear, narra a história de Poliana – uma cantora que, após um acidente de carro, entra em coma e recorda o abuso que sofreu aos sete anos de idade. Presente, passado e futuro da cantora se enredam nesta narrativa enquanto ela passa sua memória a limpo.
- Quinta19h, 21h
- Sexta19h, 21h
- Sábado19h, 21h
A SALA BRANCA
O que aconteceria se você encontrasse casualmente aquela professora da sua infância que lhe ensinou a ler e a escrever? Quais memórias viriam à tona? O que diriam um ao outro? Este é o ponto de partida do espetáculo “A Sala Branca”, do autor catalão Josep Maria Miró. Em cena, Carlos (Sávio Moll), Laia (Isabel Cavalcanti) e Manuel (Daniel Dias da Silva) reencontram Senhorita Mercedes (Angela Rebello), a professora que os ensinou a ler e escrever quando pequenos. Eles não se veem há 40 anos e agora são adultos, com vidas que seguiram por caminhos diferentes. A reunião aparentemente casual com a Senhorita Mercedes será perturbadora para cada um deles, fazendo surgir questionamentos profundos e também velhas feridas.
- Quinta19h
- Sexta19h
- Sábado19h
- Domingo19h
MEMÓRIA – NO LIMIAR DO JUÍZO FINAL
Presa ao passado, uma mulher revisita suas histórias, examina relações, condena-se, absolve-se, arrepende-se, inquieta-se, esquece-se. Questionando o presente, teme o futuro e na fronteira mais tênue da vida descobre a potência da sua existência.
- Sexta19h30
- Sábado19h30
TRÊS PRATOS TRISTES PARA TRÊS TIGRES MELANCÓLICOS
Três atrizes interpretam diferentes facetas de uma mãe de três filhos adultos que já saíram de casa. Ao ver-se sozinha, é invadida pela sensação de abandono e tomada por raiva, ressentimento e elocubração sobre a vida que não viveu.
- Sexta20h30
MARIA PRETA – SOLO FÉRTIL
O espetáculo “Maria Preta - Solo Fértil” é o alinhavo de três gerações de mulheres pretas da mesma família. Por meio da voz do teatro, e pelo direito ao sensível, toda a comunhão, benquerença e desafios partilhados por avó, mãe e filha são narrados em dois territórios de origem sagrada: o terreiro e o terreno - lugares onde a memória se revela como força-motriz de acontecimentos e passagens do corpo familiar e social. Honrar Dona Maria Preta nos palcos é o traçado de uma significação possível e aproximada da ideia de ancestralidade no Brasil. A ancestralidade está ao alcance das mãos: reside em nossas mães, avós, tias, mulheres que com a forja do próprio resistir produzem os símbolos da liberdade comunitária em um país que a um só tempo é ruína e futuro.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo19h
O GRANDE LAPSO DE BERTA VALENTINA
O espetáculo O Grande Lapso de Berta Valentina, solo de Mônica Raphael, foi premiado pela 18ª edição do Prêmio Zé Renato de Teatro para a Cidade de São Paulo, categoria montagem inédita. O espetáculo convida o público a interagir com as reflexões que associam, a partir de trajetórias de vida, os campos Memória e Envelhecimento. Ao conduzir a plateia ao reconhecimento da Memória como valor sumamente humano, uma verdadeira gênese do ser, o projeto fomenta o encontro entre vida individual e social para refletir sua posição ante o tempo. O Grande Lapso de Berta Valentina narra as angústias de uma atriz veterana, que na milésima apresentação do mesmo espetáculo, esquece todo o texto. Esse é o ponto de partida para a discussão sobre memória e envelhecimento.
- Quarta20h
- Quinta20h
EU SOU THELMA E ELA É MINHA LOUISE
A peça aborda a amizade entre mulheres por meio da trajetória de Vera e Madu que se inicia nos anos 90. Ao longo das décadas, a história acompanha suas filhas, Teresa e Luiza, até chegar aos dias atuais. Assim como no filme “Thelma & Louise”, um abuso sexual altera o rumo de suas vidas.
- Quarta20h
- Quinta20h
- Sexta20h
