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CACOS
Espetáculo CACOS, de Cristian Duarte em companhia, transforma fragmento em processo criativo no Sesc Consolação C A C O S é uma série coreográfica composta por cinco peças autônomas, desdobramento da pesquisa de E nunca as minhas mãos estão vazias. Os fragmentos reativam e tensionam o processo criativo de Cristian […]
- Quarta20h
JOÃO E MARIA, UMA AVENTURA DIFERENTE
João e Maria, uma Aventura Diferente é um convite a ações de proteção e luta pelo equilíbrio ecológico, mas acaba sendo um grande divertimento para todas as idades. Inspirado na clássica história dos irmãos Grimm, o espetáculo traz João e Maria para uma realidade atual, a preservação da natureza e seus benefícios. Ambientado no cenário regional brasileiro, a história lembra a importância do verde para o equilíbrio climático, assim preparando uma nova geração mais responsável para cuidar melhor do nosso planeta. Dois irmãos adolescentes, nascidos e criados em São Paulo, vão passar as férias na casa de familiares em Mato Grosso. Lá, ouvem as histórias do seu tio e intrigados com a mata escura. Os dois partem para uma grande aventura e acabam descobrindo a fauna, a flora e a urgência da preservação.
- Sábado16h
- Domingo16h
COMUNHÃO + NADA É SUFICIENTE
A encenação de Nada é Suficiente e Comunhão é o resultado de uma interlocução artística entre Pedro Brício e Susana Ribeiro, que buscam uma unidade estética mesmo diante de obras com temperaturas opostas.
- Sexta20h
TEIMAR ATÉ QUE BROTE
A temática da memória é o eixo central desta edição, propondo uma reflexão sobre as narrativas que constroem o Brasil e as histórias que muitas vezes permanecem invisibilizadas. Por meio do teatro, da dança e do circo, as obras buscam criar espaços para a escuta e a reconstrução de fatos, revisitando o passado para compreender as urgências do presente. "Teimar até que brote" se insere nesse contexto ao se inspirar na organização das agricultoras urbanas da Zona Leste de São Paulo. A montagem aborda o processo de criação de uma horta comunitária em terrenos anteriormente ocupados por descarte e entulho, destacando a ação coletiva necessária para transformar o ambiente urbano e a lógica das cidades.
- Sábado17h30
CAIO E A BICICLETA MÁGICA
Ao lado do primo Joaquim, Caio ganha asas — ou melhor, rodas. Juntos, embarcam em viagens inesquecíveis sobre uma bicicleta mágica e colorida, atravessando florestas encantadas, mergulhando nas profundezas do oceano, encontrando piratas e criaturas fascinantes. Em meio às descobertas, também aprendem sobre cuidado e empatia, como ao salvar uma tartaruga presa nas redes de um pescador.
- Sábado16h
- Domingo15h
sEUss
A montagem propõe a tradução da narrativa literária para a linguagem da cênica. O espetáculo acompanha a ideia de percurso presente no livro e aborda escolhas, deslocamentos e encontros que surgem ao longo da trajetória de um indivíduo. A criação utiliza elementos coreográficos para construir uma narrativa inspirada na jornada descrita na obra literária.
- Domingo12h
REQUEBRANDO
“Requebrando” se configura como uma intervenção de dança que propõe a criação de um ambiente coletivo, organizado como um baile. A atividade estabelece um percurso sonoro que atravessa diferentes ritmos e ambiências, conduzindo a experiência do público. A construção coreográfica parte de vivências relacionadas a corpos femininos periféricos e afrodiaspóricas
- Sábado12h
O MENINO E A CEREJEIRA
Adaptação e direção de Stella Tobar, da obra do pacifista japonês Daisaku Ikeda, é um convite à cultura da esperança. Ideal para todas as idades, em especial público infantil, o enredo segue a história de profunda amizade entre um garoto e um senhor que cuida da única cerejeira sobrevivente aos ataques de bomba no pós-guerra do Japão. E os desafios da família em sobreviver a esse período de reconstrução. A luta por fazer a cerejeira florescer ensinará sobre coragem, força e esperança para vencer as dificuldades. . O cenário é composto por taikôs (tambores do Japão), painéis e bonsai, que ajudam a compor o enredo de forma lúdica e vibrante.
- Sábado14h30
- Domingo14h30
FLASHDANCE – O MUSICAL
Clássico absoluto do cinema dos anos 1980, Flashdance ganhou o mundo a partir do filme lançado em 1983, que se tornou um fenômeno da cultura pop. O sucesso nas telas deu origem à adaptação para os palcos, que desde então vem conquistando plateias em diferentes países e agora chega ao Brasil em uma nova montagem. A história acompanha a jovem operária Alex Owens, que sonha em se tornar bailarina profissional. O musical preserva a energia, o romantismo e as músicas que marcaram gerações.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado16h30 e 20h30
- Domingo15h30 e 19h30
RAPSÓDIA – GUARUJÀ
A peça como um corpo sem órgãos, partindo do inconsciente como máquina desejante, através de um texto lírico dramático, singular e radical: o espetáculo do Teatro Esquizo foca na potência mágica da fala e a sua força ritualística ancestral de nos fazer ver uma América Latina inédita, cyberpunk e fantasmática.
- Quarta20h30
- Quinta20h30
SE AS COMIDAS DOS FOLHETOS FOSSEM COMESTÍVEIS
Dois jovens, irmãos negros e gêmeos não idênticos, encontram-se trancados em uma cozinha desativada. Entre talheres, panelas e restos de folhetos de supermercados, expõem suas feridas, desejos e a violência cínica e silenciosa das “pessoas de bem”. Enquanto a fome aperta, questionam: corpos como o deles têm direito de existir para além da sobrevivência?
- Sexta20h
JOGO DE IMAGINAR
A encenação, uma comédia, com linguagem de palhaçaria, amplia o olhar sobre as origens do teatro ao incorporar tradições como os griots africanos, expressões das Américas e narrativas que remontam aos primeiros agrupamentos humanos, deslocando a perspectiva exclusivamente eurocêntrica. A proposta destaca o teatro como espaço de encontro entre artistas e espectadores, onde imaginação e invenção se constroem coletivamente.
- Domingo15h e 17h
SACAROSE
Filho de uma família de cortadores de cana, Edu Rosa parte de sua própria história como motor criativo do espetáculo, trazendo para a cena relatos e memórias de seus familiares. Inspirado por essa relação íntima com o universo do trabalho rural nos canaviais, o espetáculo articula memória pessoal, documentos históricos e depoimentos para investigar as permanências do sistema colonial nas formas contemporâneas de trabalho e poder. Mais do que um solo autobiográfico, a obra tensiona a ideia de progresso brasileiro e propõe ao público uma experiência que não separa estética e política, reafirmando o teatro como espaço de elaboração crítica da memória nacional.
- Quinta20h30
- Sexta20h30
- Sábado20h30
- Domingo18h
CLEMENTE
Uma mulher cearense, nascida na Roça Velha, região do Cariri, dança em um palco reflexivo, como se o tempo fosse um buraco sem fim, cavando um movimento entre gerações que se entrelaçam sem sequencialidade, insistente na força do presente. Um inventário de gestos guia a proposta de Clemente, como uma expedição que ativa camadas do luto ao mesmo tempo que articula a força da vida, modificando as oposições recorrentes entre a vida e a morte, num desenho que as indefine. Uma peça que olha adiante no agora. Há, ainda, três movimentos: ESPERAR, PLANTAR, TRANSFORMAR.
- Quinta20h30
- Sexta20h30
- Sábado20h30
- Domingo18h
DIBUK – O MUSICAL
O “Romeu e Julieta” do teatro ídiche ganha agora uma versão para o teatro musical. Nesta nova montagem do clássico do início do século XX, o amor “proibido” entre dois jovens é retratado por meio da fusão entre drama, música, dança e circo, atravessando o universo mágico e instigante da cabala e de seus mistérios.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo16h
