Inf Peças
OS IRMÃOS TIMÓTHEO DA COSTA
Em cena, Irene, vivida por Jeniffer Dias (indicada ao “Prêmio Potências”, em 2022, por sua atuação na série do Globoplay “Rensga Hits”), é uma pesquisadora contemporânea empenhada em escrever uma peça sobre os irmãos Timótheo da Costa, de quem ela ouviu falar uma vez e nunca esqueceu. Ao pesquisar suas vidas, ela descobre que, como tantos outros personagens negros, eles foram apagados da história e quase não há material sobre eles, apenas um pesquisador que focou na obra e não na vida dos irmãos. Irene vai desvendando suas histórias e chega à realidade do negro pós-abolição na então capital federal, ao racismo da Belle Époque carioca, à hipocrisia da sociedade racista, à epidemia de doenças mentais de pessoas pretas entre o final do século XIX e o começo do século XX.
- Quinta19h
- Sexta19h
- Sábado19h
- Domingo18h
5 COREÓGRAFOS EM 1 CORPO
Concebido originalmente em duas versões — uma com cinco coreógrafos brasileiros e outra com cinco criadores internacionais — o projeto consolidou-se como um marco na trajetória do Grupo Tápias. A proposta era radical e simples: diferentes olhares coreográficos dialogando com um único corpo, explorando suas singularidades técnicas, expressivas e biográficas
- Sábado19h
- Domingo19h
TEIMAR ATÉ QUE BROTE
Teimar até que brote, se inspira na organização das agricultoras urbanas periféricas da Zona Leste e mergulha no desafiador e poético processo de criação de uma horta comunitária na Zona Leste. A peça ecoa as vozes que revelam a imensa teimosia e o sonho coletivo necessários para transformar um terreno “Condenado a num dá nada”, repleto de lixo, pedras e cercado pela lógica urbana. Narrando a jornada desde a árdua remoção de pedras até a espera pelo brotar, a peça celebra a resistência de fazer vingar a vida em “Terra desenganada”, mostrando como a terra não só muda pessoas, mas também representa um ato profundo de fincar raízes de esperança e possibilidade em meio à disputa por espaço na periferia.
- Sexta20h
- Sábado20h
ELA
O Sesc Santana apresenta o espetáculo circense “Ela”, criação da Troupe Guezá. A montagem reúne três mulheres em cena e utiliza composições acrobáticas para construir uma narrativa sobre experiências e representações do feminino. A dramaturgia é estruturada a partir de sequências acrobáticas não lineares, nas quais as intérpretes trabalham com movimentos de solo e interação corporal. A proposta parte das experiências das artistas e utiliza o corpo como elemento central para desenvolver a narrativa cênica.
- Sábado12h
LAS NEURONAS – REALIDADE É AQUILO EM QUE PRESTAMOS ATENÇÃO
LAS NEURONAS explora como corpo, atenção, ação coletiva e dispositivos moldam nossa percepção da realidade e nossa experiência cotidiana. Entre o cômico e o poético, a montagem provoca o público a refletir sobre consciência, percepção e sobre nossa relação com os dispositivos tecnológicos. Com participação do público, experimentos científicos são recriados de forma bem-humorada. Dados científicos se conectam às vivências das artistas e espectadores, dialogando com dinâmicas de grupos humanos, florestas e animais. A peça é um convite à escuta e observação ativa e nos desafia a tomar posse de nossa mente e corpo.
- Sábado20h
- Domingo18h
DO CHÃO NÃO PASSA
Em DO CHÃO NÃO PASSA, o elenco explora a movimentação em plano baixo, através da sensação do peso corporal e da resistência entre cair e a vontade de se impulsionar. A partir de movimentos rasteiros e de ‘rastejos', o trabalho evidencia uma pesquisa sobre a ação da gravidade que nos magnetiza na direção do chão.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
MINHA ESTRELA DALVA
Em 2026, essa memória ganha novo corpo e voz no palco através de um encontro de gigantes. Soraya Ravenle, que iniciou sua brilhante carreira no teatro musical integrando o coro de ‘A Estrela Dalva’ (1987), grande sucesso de Borghi com Marília Pêra, retorna agora para ocupar o centro do palco e encarnar a própria estrela. Com sua potência vocal e sensibilidade, ela não interpreta apenas a “rainha do rádio”, mas a força da natureza que cantou a dor rasgada antes disso virar moda; a mulher que desafiou os moralismos de sua época com o peito aberto e a garganta em chamas. Soraya traz à cena o mito humano, o “rouxinol do Brasil”, que ensinou a um país inteiro que o sofrimento, quando cantado, vira beleza.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo19h
A VIDA E AS OPINIÕES DO CAVALHEIRO ROOBERTCHAY
Chay Suede vai fazer sua estreia no teatro, e com o encenador Felipe Hirsch na direção, e ainda com o escritor Caetano W. Galindo que divide com Hirsch a dramaturgia do espetáculo. PEÇA INFANTIL - A VIDA E AS OPINIÕES DO CAVALHEIRO ROOBERTCHAY, trata-se de um espetáculo adulto humorístico-filosófico , um passeio pela formação e pelas histórias inacreditáveis de uma personagem apresentada como Cavalheiro Roobertchay. A peça provoca sua audiência com o formato de um pseudo-documentário, onde o que é verdade e o que não é se entrelaçam. E é com essa curiosidade que nos deparamos com o relato, por vezes incrível e ao mesmo tempo fidelíssimo das venturas e desventuras que cercaram nosso herói desde antes de sua concepção até o brilho de suas estrelas nos dias de hoje. As agruras e doçuras que geraram o menino Cavalheiro Roobertchay.
- Sábado19h e 21h30
- Domingo17h e 19h30
ELAS GANHAM VOZ
Em cena, a artista reúne relatos autobiográficos e memórias de mulheres de sua família para tratar de violência sexual, trauma, silenciamento e processos de reparação. A montagem articula corpo, performance, vídeo e palavra, em uma proposta que busca ampliar o debate público sobre o tema e criar um espaço de escuta e reflexão para o público. “Em ‘Elas ganham voz’, eu transformo silêncio em palavra e corpo em memória. É um trabalho que nasce de vivências reais e da escuta das mulheres da minha família, para abrir uma conversa pública sobre violência sexual, trauma e reparação”, afirma Juliana.
- Terça19h
- Quarta19h
O MÁGICO DE OZ – O MUSICAL
Com uma proposta que combina teatro musical, recursos modernos e linguagem acessível, a produção convida crianças, jovens e adultos a mergulharem no universo de Oz. O público acompanha uma jornada que reforça valores humanos, como empatia e superação, em uma experiência que busca ser acolhedora e inspiradora do começo ao fim
- Sábado16h
- Domingo14h
MOSTRA TRUKS – 36 ANOS – ENCANTANDO GERAÇÕES
Entre os dias 14 de março e 25 de abril, o Teatro Viradalata apresenta a Mostra Truks – 36 Anos – Encantando Gerações, com sete das peças mais emblemáticas de seu repertório. É uma oportunidade para o público da Capital matar a saudade do grupo, que, neste hiato de tempo, também círculos por festivais em Portugal e na Colômbia.
- Sábado15h
- Domingo15h
ENCRUZILHADA
Com a trilha tocada em diálogo com os bailarinos e elaborando sobre o movimento coletivo, ENCRUZILHADA investiga gestos do imaginário coletivo e arquivos ancestrais
- Quarta20h
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado17h
- Domingo17h
LIBERDADE, LIBERDADE – O MUSICAL
Com linguagem musical e forte apelo cênico, a dramaturgia conecta passado e presente a partir de textos, músicas e referências históricas. A ação se passa em um festival de rock, com 15 intérpretes em múltiplos papéis e banda ao vivo, elemento central da encenação.
- Segunda20h
- Sexta20h
- Sábado15h e 20h
- Domingo15h e 20h
QUANDO ANOITECE
Na trama, Melânia é uma menina preta aparentemente feliz, que junto com Lari, Juca e Jaque forma um grupo de amigos inseparáveis. Porém, às vezes, se sente sozinha e triste por não se identificar fisicamente com nenhum de seus colegas. Quando está sozinha, faz confidências para o seu gravador. Durante um de seus desabafos, eis que surge um ser de outro mundo: “Pedacinho do céu”, Juntas farão reflexões profundas sobre o respeito às diferenças, a valorização da negritude e a importância do amor nas relações.
- Domingo12h
CADEIRA DE BALANÇO
Todos estão em um velório e o público veio ver quem morreu. Em uma conversa direta com a plateia, somos convidados a lembrar a história de Dona Caçula, mulher, artesã maranhense e moradora da cidade de Cantanhede. Entre memórias e personagens, um neto atordoado tenta lidar com a dor da partida e a necessidade de dizer adeus. Com um único ator em cena, Caçula e as figuras que marcaram sua trajetória ganham vida no palco. “Cadeira de Balanço” é uma manifestação de amor, que narra a relação entre avó e neto e o que permanece depois que alguém parte.
- Domingo18h
