Inf Peças
LIBERDADE, LIBERDADE – O MUSICAL
Com linguagem musical e forte apelo cênico, a dramaturgia conecta passado e presente a partir de textos, músicas e referências históricas. A ação se passa em um festival de rock, com 15 intérpretes em múltiplos papéis e banda ao vivo, elemento central da encenação.
- Segunda20h
- Sexta20h
- Sábado15h e 20h
- Domingo15h e 20h
QUANDO ANOITECE
Na trama, Melânia é uma menina preta aparentemente feliz, que junto com Lari, Juca e Jaque forma um grupo de amigos inseparáveis. Porém, às vezes, se sente sozinha e triste por não se identificar fisicamente com nenhum de seus colegas. Quando está sozinha, faz confidências para o seu gravador. Durante um de seus desabafos, eis que surge um ser de outro mundo: “Pedacinho do céu”, Juntas farão reflexões profundas sobre o respeito às diferenças, a valorização da negritude e a importância do amor nas relações.
- Domingo12h
CADEIRA DE BALANÇO
Todos estão em um velório e o público veio ver quem morreu. Em uma conversa direta com a plateia, somos convidados a lembrar a história de Dona Caçula, mulher, artesã maranhense e moradora da cidade de Cantanhede. Entre memórias e personagens, um neto atordoado tenta lidar com a dor da partida e a necessidade de dizer adeus. Com um único ator em cena, Caçula e as figuras que marcaram sua trajetória ganham vida no palco. “Cadeira de Balanço” é uma manifestação de amor, que narra a relação entre avó e neto e o que permanece depois que alguém parte.
- Domingo18h
CONCERTO PARA UM CORPO TRAQUEJADO
Concerto para um Corpo Traquejado é um solo de Wilson Aguiar que combina dança, teatro e autobiografia a partir de episódios marcantes de sua trajetória artística — da infância na periferia de São Paulo aos grandes palcos da cidade. Com direção de Luciana Canton, o espetáculo propõe um encontro íntimo com um corpo de 66 anos, atravessado por falha, persistência e transformação. Ao afirmar sua força poética e política, Concerto para um Corpo Traquejado convida o espectador a reconhecer, no corpo do outro, ecos de sua própria experiência de estar no mundo.
- Sábado20h
- Domingo19h
AVISA QUANDO CHEGAR
Daiana e Lara acompanham pela TV a missão da primeira astronauta a chegar à Lua. Enquanto a viagem sofre boicotes, Daiana começa a sentir uma conexão inexplicável com o que acontece em órbita.
- Sábado20h30
- Domingo18h
NÓS – UM SOLO PARA DUAS
Com 70 minutos de duração, o espetáculo parte de uma história real para dar voz a gerações de mulheres marcadas pelo feminicídio. Em cena, mãe e filha artistas, revivem e reconstroem a trajetória de suas antepassadas, entrelaçando relatos biográficos, dados estatísticos, reflexões contemporâneas e referências a clássicos da dramaturgia universal. A montagem propõe não apenas rememorar a violência, mas reposicionar as narrativas femininas a partir da arte, do afeto e da resistência.
- Sexta19h
- Sábado19h
TEMPORAL
A trama acompanha Hortência (Giovanna Nader), que retorna à cidade onde nasceu em busca de algo que ficou suspenso, e Hélio (Vino Fragoso), que nunca saiu dali. Dono de uma rádio local, ele construiu sua vida sobre a repetição, a rotina e o controle. Entre movimento e permanência, o casal revela modos distintos de existir. Esse embate ultrapassa o campo íntimo e se projeta sobre a cidade, que entra em estado de espera sob a iminência de um temporal. Em meio a notícias, tecnologias, ruídos e memórias, passado, presente e futuro se sobrepõem e os sistemas que sustentavam a ordem se deslocam. Nada permanece intacto: o casal, as horas, a cidade e os vínculos, tudo muda e tudo insiste em permanecer. Eles buscam a todo custo encontrar um equilíbrio em si e no tempo antes que seja tarde demais.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo19h
NÃO NEM NADA
Não nem nada é o que está dado: 4 atuantes convidam o público a perceber o absurdo do cotidiano num mosaico de cenas da nossa contemporaneidade distópica - a fragmentação dos sujeitos e das relações, a comunicação interrompida, o excesso e a velocidade das informações e a alienação do próprio ser são alguns disparadores da peça plano-sequencia que, em tempos de crise do indivíduo, ousa conquistar o público durante 12 episódios - não pela tragédia que propõe enquanto tema, mas pela potência da forma com que o faz: em coletivo.
- Sexta18h
- Sábado18h
- Domingo17h
BARTOLOMEU: QUE SERÁ QUE NELE DEU? 2.0
Livremente inspirada em "Bartleby, o Escriturário de Wall Street, de Herman Melville, a peça Bartolomeu: Que Será Que Nele Deu? 2.0, com texto e direção de Claudia Schapira, desenvolve — por meio de uma sequência de cenas episódicas —, a trajetória de Bartolomeu, um copista que, ao preferir não fazer”, para a engrenagem de trabalho na qual está inserido, e vai se tornando cada vez mais recluso, passando a despertar um misto de repulsa e admiração. Sua recusa inabalável eleva a narrativa ao absurdo extremo para refletir sobre a lógica desumana do desempenho constante, sintoma latente da sociedade contemporânea.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo19h
GATILHO
conheça Garganta Seca, um risco apagado no mapa do oeste. Uma cidade pequena, esquecida por Deus e pelo mundo. mas entre essas portas que rangem como ossos velhos, se escondem pecados. Promessas quebradas. E sonhos. Em busca desses sonhos, três forasteiros chegam a cidade a procura de um tesouro escondido, Billy, Miguel e Esther. Mas não será tarefa fácil! Pois diante de sua busca, um lenda os espreita silenciosamente... Que desafios eles encontrarão em seu caminho?
- Sábado19h
BORBOLETAS
Entre o espelho e o estômago, ‘Borboletas’ mergulha nas fissuras da identidade, do corpo e do controle. Em cena, o cotidiano de uma jovem se mescla a fragmentos de memória, programas performativos, vozes do desejo e da culpa. Enquanto vomita confissões, o corpo se torna espaço político e poético - palco de resistência e autodestruição. Escrita a partir da autoetnografia, a peça transforma a vivência dos transtornos alimentares e sua gênese patriarcal em matéria cênica, costurando fragmentos de diário, cenas ficcionais e ações performativas em um rito de exposição irônica. “Borboletas” é um processo em aberto — como a própria carne — onde cada repetição reinventa o reflexo, o afeto e a metamorfose.
- Sexta18h
- Sábado18h
- Domingo17h
GRAFIA(s) de CONTATO
Quando foi a última vez que você recebeu uma carta? E quando foi a última vez que escreveu uma? Em “GRAFIA(s) de CONTATO”, os atores-bailarinos transformam o palco em um papel em branco e fazem da dança-teatral uma nova forma de escrita. Aqui, cada pequeno gesto diz mais que mil palavras. Entre amores, desamores, saudades, infâncias, cidades, viagens e tempos, tudo que surge é possibilidade de grafia. Entre silêncios e ruídos, o corpo torna-se escritor de mensagens para quem está longe, como uma tentativa de traçar pontes entre o que permanece e o que se perde no ato de comunicar.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo19h
TERRITÓRIO CRIATIVO EM CONFLITO: AÇÕES UNDERGROUND SOBRE CULTURA, TERRITÓRIO E SOBREVIVÊNCIA
“Do subsolo, a substância do mundo emerge. É uma emergência que o asfalto, o concreto, o cimento e o aço não conseguem conter. Raizes racham tudo. Nada que jogam no lixo vai pra fora; é um verso, universo, não avesso. Não existe avesso. Não existe espaço vazio. O underground sempre vaza para cima” (Freemas, relato colhido em Troca Coletica Criativa). A partir de pesquisas documentais e performáticas, o trabalho busca compreender as disputas territoriais e simbólicas travadas pelos movimentos culturais underground ao longo do tempo, em especial na cidade de São Paulo. O conceito de “território criativo em conflito”, aqui, é compreendido como a disputa permanente entre práticas culturais insurgentes e os mecanismos de captura, mercantilização e controle da arte e da vida urbana. Corpo-território, registro, troca e festa compõem todo o percurso desta pesquisa que será celebrada na presença de todos que quiserem comparecer.
- Sexta18h
- Sábado18h
- Domingo17h
PRA FAZER TEMPESTADE
Livremente inspirado em "Uma Outra Tempestade", de Raquel Carrió e Flora Lauten, e em diálogo com diferentes textos de William Shakespeare e "Uma Tempestade" de Aimé Césaire, Pra Fazer Tempestade propõe uma fabulação radical sobre a diversidade étnico-cultural do mundo diante da hegemonia colonial. Depois de um naufrágio, diversas personagens de Shakespeare aportam numa ilha do Sul Global, onde são questionados, desafiados, zombados e curados por uma legião de Encantados de diferentes origens. Num jogo face-a-face e repleto de transmutações perguntas pairam no ar: Onde estará Próspero? Para onde foi Caliban?
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo19h
ENCANTOS E VENTURAS
O espetáculo apresenta, em formato autobiográfico, episódios relacionados à formação artística de Seven e à influência do ambiente circense em seu desenvolvimento profissional. A encenação articula memórias, pensamentos e experiências do artista para abordar escolhas e acontecimentos cotidianos que impactam trajetórias individuais ao longo do tempo.
- Domingo12h
