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PRA LÁ DE MARRAKECH
A atriz iraniana Khazar tem um nome difícil de ser pronunciado por brasileiros. Por isso, assume por uma noite ser a Sherazade de Mil e Uma Noites, figura de origem persa mundialmente conhecida. Essa Sherazade conta apenas uma única história ao rei. Uma história que traduz, sob uma perspectiva mítica, acontecimentos históricos do povo iraniano: da repressão dos anos 80 aos massacres de 2026. Ao final, o mito se choca com a realidade, transformando o ato de narrar em uma ferramenta de vingança, impedindo que as resistências iranianas sejam apagadas e um convite para que o público brasileiro reencontre suas próprias vozes de resistência.
- Sexta21h30
- Sábado18h30
- Domingo18h30
VALSA Nº6
Após ser assassinada, Sônia tenta montar o quebra-cabeça de suas memórias e reconstruir os acontecimentos de sua vida. Suspensa em um espaço sem tempo definido, a jovem revela uma trama de assassinato, adultério, alucinações e conflitos entre o real e o imaginário.
- Sábado17h
- Domingo19h
SIMPLESMENTE EU, CLARICE LISPECTOR
Clarice Lispector conversa com o público sendo ela mesma e suas personagens, quatro mulheres que, para Beth Goulart, representam as várias facetas de Clarice: Joana, que representa impulso criativo selvagem de “Perto do Coração Selvagem”; Ana, do conto “Amor”, que representa a fase da autora dedicada ao marido e aos filhos; Lori, da obra “Uma aprendizagem ou o livro dos prazeres, uma professora primária que se prepara para descobrir e se entregar ao amor; e uma personagem sem nome do conto "Perdoando Deus, com sua ironia, inteligência e humor.
- Sexta20h
- Sábado19h
- Domingo19h
QUANDO EU ERA MULHER
No palco, a atriz transita entre diferentes “Marianas”, construídas a partir dessas vivências compartilhadas, em uma encenação que combina linguagem do absurdo e estética minimalista. A proposta é deslocar o olhar do público, expondo mecanismos sutis de desvalorização e controle que atravessam o cotidiano feminino.
- Quinta20h
SOLO
Um ator investiga a solidão no mundo contemporâneo e as possíveis formas de lidar com essa condição, cada vez mais presente no século XXI, atravessando diferentes atmosferas e revelando facetas do estar solo.
- Quarta20h
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado18h
- Domingo17h
UM PRECIPÍCIO NO MAR | CANÇÃO QUE VEM DE LONGE
O ator Fernando Belo, conhecido por trabalhos no cinema e na televisão internacional – como a série Euphoria e o filme Amores Materialistas –, faz nova temporada na capital paulista do espetáculo Um Precipício no Mar | Canção Que Vem de Longe com sessões de 25 de abril a 31 de maio, sábados, às 20h, e domingos, às 18h, no Teatro do Núcleo Experimental
- Sábado20h
- Domingo18h
NA MEDIDA DO POSSÍVEL – A COMÉDIA DA CRISE DO HOMEM MODERNO
Amigos de longa data, Martini e Saback procuravam um texto com personagens masculinos que fugissem dos estereótipos tradicionais. Diante da dificuldade de encontrar um texto pronto, decidiram criar a própria peça. O resultado foi uma espécie de mosaico cômico que expõe, de forma crítica e divertida, a sensibilidade por trás dos chamados “machões”. São histórias de um personagem chamado Adamastor, visto em 4 possíveis versões - desquitado, viúvo, solteirão e casado.
- Segunda20h
- Terça20h
BRUNA LOUISE – MEUS 15 ANOS
Com seu humor direto, inteligente e sem papas na língua, “Bruna Louise – Meus 15 Anos” apresenta um espetáculo dinâmico, atual e repleto de identificação com o público, combinando textos afiados, improvisos e muitas gargalhadas. O projeto foi pensado para grandes plateias e chega aos palcos em uma nova turnê que promete percorrer o Brasil.
- Quinta21h
SACAROSE
Filho de uma família de cortadores de cana, Edu Rosa parte de sua própria história como motor criativo do espetáculo, trazendo para a cena relatos e memórias de seus familiares. Inspirado por essa relação íntima com o universo do trabalho rural nos canaviais, o espetáculo articula memória pessoal, documentos históricos e depoimentos para investigar as permanências do sistema colonial nas formas contemporâneas de trabalho e poder. Mais do que um solo autobiográfico, a obra tensiona a ideia de progresso brasileiro e propõe ao público uma experiência que não separa estética e política, reafirmando o teatro como espaço de elaboração crítica da memória nacional.
- Quinta20h30
- Sexta20h30
- Sábado20h30
- Domingo18h
A ÚLTIMA VALSA DE ZELDA FITZGERALD
A Última Valsa de Zelda Fitzgerald revisita a trajetória e a obra de uma mulher brilhante, intensa e silenciada pela história. Do interior dos Estados Unidos à consagração como ícone dos anos 1920 ao lado de F. Scott Fitzgerald, o espetáculo acompanha sua ascensão social, os conflitos no casamento, a disputa pela autoria da própria vida, as tentativas de se afirmar como artista e o agravamento de sua saúde mental. Entre festas, delírios e internações, emerge o retrato de uma mulher que lutou para existir com voz própria, muito além do papel de musa ao qual foi tantas vezes reduzida.
- Quinta20h
- Sexta20h
LEMBRANÇAS BOAS DEMAIS PARA ESQUECER PORÉM RUINS DEMAIS PARA SEREM LEMBRADAS
Um garoto, em seu último dia na locadora em que trabalha, tem a difícil tarefa de escolher apenas um filme de lá para levar com ele. Nesse mergulho saudosista e nostálgico, acompanhamos as várias histórias e memórias desse personagem que aprende a rebobinar seu caminho até ali.
- Quinta20h
TRÁFICO
Tráfico se desenrola a partir do entendimento da coexistência entre as pulsões de vida e de morte em todo ser humano. A peça se passa na periferia de uma cidade latino-americana, cheia de desigualdades, onde vive Alex, um jovem garoto de programa. Os problemas familiares, o relacionamento conturbado com a sua namorada e a vontade de vencer na vida, representada pelo sonho de comprar uma moto de alto luxo, o levam para caminhos sedutores e também muito violentos.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
A VIDA E AS OPINIÕES DO CAVALHEIRO ROOBERTCHAY
Chay Suede vai fazer sua estreia no teatro, e com o encenador Felipe Hirsch na direção, e ainda com o escritor Caetano W. Galindo que divide com Hirsch a dramaturgia do espetáculo. PEÇA INFANTIL - A VIDA E AS OPINIÕES DO CAVALHEIRO ROOBERTCHAY, trata-se de um espetáculo adulto humorístico-filosófico , um passeio pela formação e pelas histórias inacreditáveis de uma personagem apresentada como Cavalheiro Roobertchay. A peça provoca sua audiência com o formato de um pseudo-documentário, onde o que é verdade e o que não é se entrelaçam. E é com essa curiosidade que nos deparamos com o relato, por vezes incrível e ao mesmo tempo fidelíssimo das venturas e desventuras que cercaram nosso herói desde antes de sua concepção até o brilho de suas estrelas nos dias de hoje. As agruras e doçuras que geraram o menino Cavalheiro Roobertchay.
- Sábado19h e 21h30
- Domingo17h e 19h30
BORBOLETAS
Entre o espelho e o estômago, ‘Borboletas’ mergulha nas fissuras da identidade, do corpo e do controle. Em cena, o cotidiano de uma jovem se mescla a fragmentos de memória, programas performativos, vozes do desejo e da culpa. Enquanto vomita confissões, o corpo se torna espaço político e poético - palco de resistência e autodestruição. Escrita a partir da autoetnografia, a peça transforma a vivência dos transtornos alimentares e sua gênese patriarcal em matéria cênica, costurando fragmentos de diário, cenas ficcionais e ações performativas em um rito de exposição irônica. “Borboletas” é um processo em aberto — como a própria carne — onde cada repetição reinventa o reflexo, o afeto e a metamorfose.
- Sexta18h
- Sábado18h
- Domingo17h
O AMOR É FODIDO
A história retrata João, que, já velho e inválido, recorda sua intensa e tumultuada relação com Teresa, um amor quase extremista e doentio, marcado pela impossibilidade de alcançar a perfeição e por um suicídio simulado de Teresa que João só descobre anos depois.
- Quarta21h
- Quinta21h
- Sexta21h
- Sábado21h
- Domingo18h
