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ESPELHO MÁGICO
O musical traz como protagonista Alfredo (Marcos Veras), um renomado autor que tem justamente a missão de escrever um musical sobre a história da TV Globo. Apavorado com o volume monumental de temas, programas e fatos históricos, ele pede socorro à Nossa Senhora das Oito (Eliane Giardini), respeitoso apelido que foi dado para a novelista Janete Clair, nome incontornável para se falar de teledramaturgia no Brasil.
GAL, O MUSICAL
O espetáculo Gal, o Musical conta passagens emblemáticas da vida de uma das maiores cantoras brasileiras, desde seu nascimento, suas conquistas como artista, seu encontro com os personagens da Tropicália, a relação dela com sua mãe, até a adoção do filho Gabriel. Toda sua história vem acompanhada de três personagens mitológicos que ajudam a compreender as profundas transformações que a artista atravessou ao longo da vida.
- Sexta20h30
- Sábado16h30 e 20h30
- Domingo15h30 e 19h30
SUZI, O MUSICAL
Além da protagonista e de sua rival simbólica, o musical apresenta personagens icônicos do universo da boneca, inseridos em situações que equilibram humor e crítica. Ao propor uma experiência lúdica e emocional que costura passado e presente, diversão e reflexão, Susi, o Musical convida o público a revisitar memórias, questionar padrões impostos e reafirmar a autenticidade como valor essencial.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado16h e 20h
- Domingo16h e 20h
TEMPEROS DE FRIDA
Temperos de Frida convida o público a uma celebração da vida, explorando as paixões, dores e conquistas de Frida Kahlo, enquanto destaca elementos culturais latino-americanos e promove uma reflexão sobre a intensidade da existência.
- Sábado20h
- Domingo18h
LA SERVA PADRONA E LA CONTADINA
Curto, ágil e irresistível, o intermezzo La Serva Padrona (1733), de G.B. Pergolesi, tornou-se uma das obras mais influentes do repertório cômico da história da ópera. La Contadina (1765), de Hesse, dialoga com esse mesmo universo, mas com a elegância e o refinamento característicos de um dos maiores mestres do barroco tardio.
- Quarta20h
- Quinta20h
- Sexta20h
- Domingo18h
ATO
Um manifesto escrito por gestos. Uma orquestra movida por corpos. Ainda há tempo para tantos "eus" se implicarem num "nós"? Em ATO, onze artistas convidados se juntam ao elenco na construção de uma estrutura coreográfica que convoca o movimento em uníssono que tanto fortalece a imagem de grupo, quanto cria tensões polifônicas.
- Quinta19h
- Sexta19h
- Sábado16h
- Domingo16h
O RETORNO
A trama do espetáculo apresenta uma narrativa ao mesmo tempo inquietante e absurda: uma mãe e um pai lamentam a morte de seu único filho – até que, inesperadamente, a campainha toca e lá está ele, sujo, faminto e incapaz de explicar o que aconteceu. A rotina familiar é retomada, mas o menino desaparece novamente, repetidas vezes, com os pais reagindo de maneiras que se transformam a cada retorno. Esse ciclo revela gradualmente os contornos de uma família disfuncional, incapaz de reconhecer a realidade que a cerca.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
COMO TODOS OS ATOS HUMANOS
Como Todos os Atos Humanos investiga a naturalização da violência e a perpetuação histórica das estruturas patriarcais. Em uma inversão do mito de Electra, o espetáculo constrói uma narrativa sombria sobre uma filha inexistente que, simultaneamente fascinada e subjugada pela figura paterna, rompe o ciclo de dominação ao exterminá-lo, furando seus olhos com um estilete. Esse “parricídio ocular” de forte carga simbólica — instaura em cena o aniquilamento arquetípico do patriarcado e da vigilância que a ordem masculina impõe ao corpo e ao destino da mulher.
- Quinta20h30
- Sexta20h30
- Sábado20h30
O ÚLTIMO ATO
Na trama, um pintor de reconhecimento internacional e seu companheiro mais jovem, juntos há 43 anos, preparam-se para viajar ao Porto, em Portugal — cidade onde se conheceram. A princípio, seria apenas mais uma das muitas viagens que o casal realizou ao redor do mundo, não fosse esse o último destino antes da decisão definitiva do pintor: recorrer ao suicídio assistido após o agravamento dos sintomas do Alzheimer.
- Quinta20h
MEDEA DE SÉNECA
Abandonada por Jasão, que decide se casar com Creúsa, filha do rei Creonte, a feiticeira Medea vê ruir não apenas o seu matrimônio, como também sua identidade. Movida pela fúria e pela vingança, ela envia presentes envenenados para sua rival, o que culmina na morte da família real. Para atingir o marido no que ele tem de mais precioso, Medea assassina os próprios filhos.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
A CULPA É DOS JAVALIS
Num ponto de ônibus no meio do nada, cinco caras se encontram depois de uma desastrosa festa de casamento num sítio. A responsável pela barbárie é Betty Braite, uma feminista radical e traficante de prazeres ilícitos. Dizem que ela está morta. Ou pior: viva.
- Sexta21h
- Sábado21h
- Domingo20h
TEATRO-BAILE CONTA MISSA DO VAQUEIRO
O espetáculo investiga a "Missa do Vaqueiro", da cidade de Serrita-PE, criada em homenagem a Raimundo Jacó, o vaqueiro mais importante que se tem notícia! Raimundo Jacó, primo legítimo de Luiz Gonzaga, tem seu nome entoado lá no fundo da Caatinga, em todo terceiro domingo de Julho, desde 1970. Um grito de justiça no sertão por Raimundo Jacó, o vaqueiro encantado! “Só lembrado do cachorro que ainda chora a sua dor”.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
ENTRE A CRUZ E OS CANIBAIS
Um Juiz autoritário, que ninguém obedece, encontra o Vereador que estava desaparecido há meses e descobre que ele sequestrou ilegalmente tupis aliados, o que pode desencadear um ataque contra a pequena vila de 300 habitantes isolada do mundo europeu pela íngreme Serra do Mar. Quando o Procurador chega informando que o Governador-geral do Brasil está a caminho, tudo vira de pernas pro ar. Como receber um nobre português em condições tão precárias? Mesmo assim, esta que viria a ser, mais de 400 anos depois, a maior cidade das Américas, tem seu primeiro ímpeto de progresso econômico com a exploração da mão de obra indígena em larga escala.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo19h
TIRANA
Tirana é uma coreografia sonora imersiva que explora a fisicalidade do limite da voz feminina. Através de canções populares portuguesas e repertório polifónico feminino sobre temas como a maternidade, violência e trabalho, a peça aborda questões de género na produção e interpretação do som. A atenção à natureza tátil do som e à relação entre corpo e espaço é capturada num objeto/escultura que opera como instrumento musical desenhado exclusivamente para esta obra pela artista sonora Inês Tartaruga Água. Ao criar paisagens sonoras e de movimento, procura-se mapear as fronteiras entre a respiração, o som e o canto.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
KARAOKÊ PALOMBAR
O “Karaokê Palombar” começa como uma simples noite de músicas escolhidas na máquina — dessas que tocam quando alguém coloca uma moeda. Mas basta o primeiro artista entrar em cena para o público perceber que ali nada é comum. Cada participante chega arrumado, afinado e pronto para cantar, mas suas performances abrem espaço para um espetáculo cheio de surpresas. Tudo acompanhado de música ao vivo e conduzido pelo humor, pela poesia e pela vibração dos ritmos populares — forró, piseiro, brega, samba e sertanejo. O resultado é uma mistura divertida e calorosa que transforma o karaokê em palco de imaginação, celebrando a arte e a alegria das ruas.
- Domingo17h
