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MOSTRA DE DANÇA EM SINERGIA COM A OCUPAÇÃO ANA BOTAFOGO
A mostra tem como ponto de partida a trajetória dos 50 anos de dança de Ana Botafogo, artista que é um marco na consolidação e difusão do balé clássico no país ao aproximar o público dessa linguagem e ao afirmar a dança como um campo de excelência artística. A partir do diálogo com esse legado, a programação dá luz a outras camadas da produção contemporânea da dança, por meio de trabalhos que atravessam eixos como corpo, território, tradição e reinvenção, passando pelo clássico, o contemporâneo, a dança popular e a ancestralidade
- Terça20h
- Quarta20h
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
ENREDUANA
A encenação é uma adaptação do livro Enreduana (Companhia das Letras, 2018), dirigida pelo próprio autor, Roger Mello, vencedor do prêmio de literatura infantil da Biblioteca Nacional. No palco, as ilustrações de Mariana Massarani e esculturas ganham vida em uma fábula operística conduzida por canções originais e pela sonoridade de uma releitura da histórica harpa de Ur, instrumento milenar reconstruído especialmente para o espetáculo.
- Domingo15h e 17h
2034
Em 2034 uma jovem é presa por criar uma música que é interpretada pelo novo regime como uma afronta à religiosidade e uma advogada laica tenta salvá-la da pena mais severa.
- Sábado19h
- Domingo19h
UMA VELHA CANÇÃO, QUASE ESQUECIDA
A peça é uma jornada para dentro da alma e da vida de um velho ator, que, vivendo com Alzheimer, escreve obstinadamente na tentativa de manter na memória os registros de pessoas e fatos que marcaram a sua história. Durante um concerto no asilo onde mora, impulsionado pela música e auxiliado pela duplicação mais jovem de si mesmo, ele tenta reconstruir sua carreira e relembrar de sua família e seus amores.
- Quarta20h
- Quinta20h
- Sexta16h e 20h
- Sábado20h
- Domingo18h
CARTAS PARA UM TEMPO QUE NÃO É AGORA
Cartas para um tempo que não é agora é uma “peça-podcast” que nasce de uma inquietação, uma tentativa de dialogar no presente com inteligências que evoquem suas visões e perspectivas a partir de perguntas disparadoras sobre o tempo que nos toca viver. A cada noite, personalidades convidadas participam de uma entrevista atravessada por intervenções cênicas. 24 apresentações, 24 distintos encontros e fricções.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
NADINE
Nadine conta a história de uma jovem que, após ser assassinada, decide investigar o próprio crime. Misturando spoken word e narrativa policial, o espetáculo atravessa temas como gênero, representação da violência e os estados de vulnerabilidade associados ao sono.
- Sábado19h
- Domingo16h
OLHARES DE PERFIL (O MITO GRATA GARBO)
Em 1940, no mesmo período em que é indicada pela segunda vez ao Oscar pela comédia 'Ninotchka', a atriz Greta Garbo desaparece dos olhos da mídia e dos poderosos da produtora de filmes Metro-Goldwyn-Mayer. Paralelamente a isso, um ator, vivido por Roberto Cordovani, faz numa casa noturna apresentações como a artista, porém de uma maneira como Hollywood nunca a descreveu ou autorizou fazer. Durante esse tempo desaparecida, surgem especulações sobre Garbo ser, na verdade, um homem e que estava servindo ao exército durante a Segunda Guerra Mundial. Numa noite, enquanto fazia papéis mais ambíguos da atriz, um fotógrafo freelancer (Custódio Jr) começa a fotografar a apresentação e suspeita que o ator seja a própria Garbo. Durante o espetáculo, um jogo de imagens e intenções, o fotógrafo e o Crossdresser (Ruben Gabira) amigo do ator e que também suspeita dele ser Garbo vão entrando, junto ao público, numa temática de possibilidades para tentar descobrir se Greta é ou não esse ator.
- Sábado21h
- Domingo19h30
CORRENTEZA
Em meio a uma enchente devastadora que cobriu a cidade, três sobreviventes encontram refúgio no único lugar que resta: a copa de uma árvore. Um avô, sua neta e uma pessoa desconhecida compartilham o diminuto espaço enquanto a correnteza sobe. Isolados do mundo, eles dividem desalentos e pequenas alegrias do viver, debatem sobre a situação do instante e confrontam a fragilidade da vida. Entre o medo da morte e a esperança do resgate, Correnteza revela a força dos laços humanos quando tudo ao redor ameaça desaparecer, mas há sempre uma esperança.
- Sábado17h
- Domingo17h
OS FUNDADORES – A ORIGEM DO TIME DO POVO
O espetáculo teatral “Os Fundadores - A Origem do Time do Povo” estreia no Teatro Corinthians e revisita a São Paulo de 1910 para contar a origem do Sport Club Corinthians Paulista a partir de um olhar humano, popular e profundamente brasileiro.
- Sábado20h30
NOSSO BAILE
O espetáculo Nosso Baile, com coreografia de Henrique Rodovalho, será apresentado nos dias 8 e 9 de maio (sexta e sábado, às 20h) e 10 de maio (domingo, às 18h), no Teatro Anchieta, no Sesc Consolação. Criada no âmbito da Bienal Internacional de Dança do Ceará, a obra reúne 15 bailarinos e bailarinas de diferentes gerações e regiões do país — entre artistas do Ceará, São Paulo, Bahia e Minas Gerais — em uma investigação sobre convivência, troca e construção coletiva.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
TERRENO
Em cena, o trabalho se estrutura a partir de elementos associados a territórios como a região Norte, o Nordeste e o Sudeste. A criação mobiliza referências como a terra preta, o massapê e a terra vermelha, utilizadas como base para a composição de movimento corporal e sonora ao longo da apresentação.
- Sexta20h
- Sábado20h
NO APOLOGIES
No Apologies mergulha profundamente nos debates da internet e na mitologia clássica, reinterpretando de forma radicalmente distorcida o icônico show MTV Unplugged do Nirvana, de 1993. A obra se contrapõe à pressão de nos moldarmos a imagens aceitáveis pela sociedade e evidencia o perigo que surge quando não conseguimos viver como nosso eu pleno e vibrante.
- Sexta23h30
- Sábado16h
A ILHA
Criado pelo bailarino e coreógrafo Jorge Garcia, o trabalho celebra os 20 anos da companhia e dá continuidade à sua pesquisa em intervenções urbanas. Em cena, artistas e espectadores compartilham o mesmo espaço, organizados em formato circular, dissolvendo fronteiras entre quem assiste e quem performa.
- Sexta18h
- Sábado18h
- Domingo18h
DEIXA EU DANÇAR
“Deixa eu dançar / Pro meu corpo ficar Odara”, pediu Caetano Veloso nos versos iniciais da música ‘Odara’, sucesso autoral do álbum ‘Bicho’, de 1977, que atravessou gerações, sendo ainda hoje recorrente nos roteiros dos shows do cantor e compositor. Decorridos 49 anos do lançamento da canção, o verso inicial de ‘Odara’ batiza o espetáculo ‘Deixa eu dançar’, com coreografia de Anselmo Zolla e dramaturgia e direção teatral de William Pereira. Um encontro entre música, dança e poesia.
- Quinta20h
- Sexta20h
ANTES DE DORMIR
À noite, quando as luzes se apagam e os adultos acham que as crianças já dormiram, o quarto vira território fértil para a imaginação, sonhos, medos e lembranças. É nessa hora que Pipa, acompanhada de Nada, seu amigo imaginário, e Maju, sua boneca preferida, vai descobrindo que crescer é um movimento em todos os sentidos. Antes de dormir é uma peça sobre o fim da infância que une poesia, música e teatro para reconhecer essa passagem tão simbólica e intensa na vida de todos nós.
- Domingo11h
