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A COMUNIDADE ARCO-ÍRIS

Única obra do escritor Caio Fernando Abreu dedicada ao público infantil, peça “A Comunidade do Arco-Íris” estreia no CCBB Rio de Janeiro

Na trama, brinquedos e seres mágicos decidem viver numa comunidade na floresta, longe do mundo dos humanos, onde não há poluição e nem consumo desenfreado. A chegada de três gatos a esse recanto de paz provoca discussões sobre confiança, respeito, amizade e democracia. Em cena, um lugar que lembra uma espécie de rave ou festa hippie. Os personagens vivem afastados do mundo humano. Uma sereia cansada da poluição de mares e rios, uma bruxa de pano e uma bailarina de caixinha de música trocadas por videogame e outros eletrônicos. Há também um soldadinho que não gosta de guerra e tem vocação para jardinagem, um mágico que deseja fazer suas mágicas sem ser criticado e ainda um roqueiro que quer tocar sua música na tranquilidade da natureza.

Ficha Técnica:

Texto: Caio Fernando Abreu
Direção: Suzana Saldanha
Supervisão de direção: Gilberto Gawronski
Elenco:
Bianca Byington (Bruxa de pano)
Stand in Bianca Byington: Gisele Fróes
Raquel Karro (Sereia)
Tiago Herz (Roque)
Lucas Oradovschi (Mágico)
Lucas Popeta (Gato Simão)
André Celant (Soldadinho)
Renato Reston (Gato Tião)
Patricia Regina (Gata Bastiana)
Participação especial em vídeo: Malu Mader
Cenário: Sérgio Marimba
Iluminação: Aurélio de Simoni
Figurinos: Danielly Ramos
Direção de movimento/coreografia: Sueli Guerra
Assistência de movimento/coreografia: Edney d’Conti
Composições e supervisão musical: Tony Belloto e João Mader
Direção musical: João Pedro Bonfá
Programação Visual: Juliana Della Costa
Operação de luz: Marcelo de Simoni
Operação de som: João Paulo Pereira
Diretor de Palco: Ney Silveira
Assessoria de Imprensa: Paula Catunda e Catharina Rocha
Direção de produção: Jenny Mezencio
Coprodução: Byor Filmes, No Problem Produções, DaGaveta Produções Agojie Filmes
Coordenação geral e realização: Flávio Helder e BFV Cultura Esporte

Detalhes da peça

Status

Em cartaz

Temporada

De 06/07/2024 até 25/08/2024

Dias

  • Sábado15h
  • Domingo11h e 15h

Duração

50 minutos

Valor

R$30 (inteira) / R$15 (meia)

Região

Centro / Rio de Janeiro

Teatro / Espaço

CCBB RJ - Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro
Rua Primeiro de Março, 66, Centro, Rio de Janeiro/RJ - 20010-000

Estacionamento

No local - Aberto ao público somente aos finais de semana e feriados

Cafeteria

Sim

Telefone

(21) 3808-2020

E-mail

ccbbrio@bb.com.br

L

Classificação indicativa

Classificação Livre para todas idades

Galeria de fotos
Fotos por Kika Antunes
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ARCANO 17

Em cena os dois poetas, vividos por um ator. Ambos se conheceram em vida, Breton sendo admirador e seguidor de Apollinaire nos primeiros passos da grande liberdade intelectual deste. Apollinaire (1880-1918) lutou na I Guerra, como dever patriótico à sua amada França. Breton (1896- 1966) criticou a guerra desde sempre, e escreveu contra ela tudo que pôde. A peça descreve esses movimentos dos poetas, Apollinaire vivendo em cena, através de seus poemas, o que ocorreu em sua vida. Breton observando em contraponto o desenrolar da história de Apollinaire, de um outro lugar e tempo, em que as ilusões sobre qualquer legitimidade da guerra tinham sido há muito superadas. Esse encontro dos dois poetas é ficcional, criado pelos autores Ariel Borghi e Esther Góes, para sintetizar o olhar dos poetas surrealistas sobre a guerra, e a ação poética a que se dedicaram em prol da felicidade humana.

de 05/07/2024 a 28/07/2024 minà partir de R$ 20Últimos Dias
  • Sexta19h
  • Sábado19h
  • Domingo18h
Teatro Sérgio Cardoso

NÃO FOSSEM AS SÍLABAS DO SÁBADO

Ana e Madalena são vizinhas, moram no mesmo prédio, mas mal se conheciam até um fato trágico marcar a vida das duas e mudar os rumos de suas histórias. O marido de Madalena, ao pular da janela, desaba justamente sobre o marido de Ana. E, a partir disto, o que as une é o que as separa. Na rotina das ausências, as duas viúvas vão se aproximando: atravessam a dor, a chegada de uma criança, as agruras do recomeço. Nasce uma amizade, que talvez expanda o que se entende por família. Não fossem as sílabas do sábado é uma adaptação teatral do romance homônimo de Mariana Salomão Carrara.

de 05/07/2024 a 04/08/202480 minà partir de R$ 12Em cartaz
  • Sexta20h
  • Sábado20h
  • Domingo18h30
Sesc Belenzinho

O PAI

Fulvio Stefanini interpreta André, um idoso de 80 anos, rabugento, mas muito simpático e divertido. Com sua cabeça começando a falhar, sua filha vive um dilema: cuidar de seu pai, ou interná-lo em um asilo e ir curtir a vida com seu novo namorado.

de 06/07/2024 a 28/07/202490 minà partir de R$ 50Últimos Dias
  • Sábado20h20h
  • Domingo19h19h
  • Sábado20h20h
  • Domingo19h19h
Teatro Fernando Torres

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