Inf Peças
Público
Gênero
Bairro
Espaço
Dramaturgia
Linguagem
Data
Preço
O ASTRONAUTA
Atendendo a um chamado de uma civilização extraterrestre, um astronauta é enviado ao espaço numa missão solitária em busca de outras formas de vida fora do planeta. Conforme a jornada avança, ele vai perdendo a comunicação com a Terra, até o isolamento completo. Só lhe restam as memórias e a companhia de Hal (Luana Martau), um computador de bordo com inteligência artificial, agora sua única interlocutora.
SPCD EM: LABIRINTOS EM MOVIMENTO: SUíTE DE PAQUITA, IBI – DA NATUREZA AO CAOS E I’VE CHANGED MY MIND
Suíte de Paquita (2022), de Diego de Paula - que também é bailarino da Companhia -, remontada a partir da obra de 1847 de Marius Petipa (1818-1910). A coreografia emana energia e vigor enquanto os bailarinos na cena executam uma série de movimentos difíceis com bastante agilidade, o que faz o III ato deste balé ser considerado uma celebração a dança clássica. O programa traz também Ibi – da Natureza ao Caos (2022), de Gal Martins. Da palavra tupi-guarani Ibi, que significa terra, chão que se pisa, nasce a criação de Gal, que reflete sobre a questão do pós-isolamento da sociedade e sobre a falta de conexão do homem com a natureza, inspirada em "O Amanhã Não Está a Venda", de Ailton Krenak. O destaque da noite fica por conta da criação inédita do israelense Shahar Binyamini, I've Changed My Mind (2023), um questionamento sobre quem somos como humanos, animais, almas e entidades. O título traduzido como "Eu Mudei de Ideia", está ligado ao processo de criação artístico na sala de ensaio, sendo que em alguns momentos precisamos renunciar a alguns conceitos e abraçar o que é incógnito. "Nós não estamos mais 'lá' (no passado) e sim 'aqui' (no presente) e isso nos permite a liberdade de não sermos responsáveis por tudo, e sim, pelo que a própria situação nos pede", fala o coreógrafo.
SPCD EM: LABIRINTOS EM MOVIMENTO: LES SYLPHIDES (CHOPINIANA) E PARTITA
Les Sylphides (Chopiniana) (2021), primeira remontagem de Ana Botafogo para a SPCD. Coreografada originalmente em 1909 por Michel Fokine (1880-1942), a partir de composição de Frédéric Chopin (1810-1849), esta é uma obra que evoca a era romântica da dança clássica. A noite conta também com Partita (2022), terceira criação de Stephen Shropshire para a SPCD. A obra é inspirada na pintura do artista renascentista Pieter Bruegel (1525-1569) "Landscape with the Fall of Icarus" (1555), em diálogo com o poema homônimo escrito, em 1939, por William Carlos Williams (1883-1963). Com um figurino minimalista, os bailarinos exploram o espaço cênico e reescrevem cada letra dos versos do poeta, em diálogo com os gestos dos outros intérpretes.
O SHOW TEM QUE CONTINUAR
Pessoas comuns imersas em situações-limite decidem resgatar um sonho antigo de “criar um circo” como uma maneira de resistência e sobrevivência. À medida que estabelecem novas relações, se redescobrem e se reinventam, deparam-se com um acontecimento trágico que poderia levá-los a desistir de tudo. Porém, os aprendizados construídos no coletivo os impulsiona a seguir, com esperança, em busca de sonhos ainda maiores!
SPCD EM: LABIRINTOS EM MOVIMENTO: GISELLE – ATO II E UMBó
A SPCD apresenta Giselle – Ato II (2021), de Lars Van Cauwenbergh, inspirada livremente no original de 1841 de Jules Perrot (1810-1892) e Jean Coralli (1779-1854). Apontada por estudiosos como o ápice do romantismo na dança clássica, Giselle vem recebendo inúmeras releituras ao longo dos séculos e integra o repertório da São Paulo com cenário original de Vera Hamburger, que incorpora imagens de florestas brasileiras retratadas por Debret, De Clarac, Von Martius e Cássio Vasconcellos. Também passa a figurar na temporada Umbó (2021), de Leilane Teles, que se baseia em uma premissa batizada por ela como "a criação do desejo", que fala sobre a vontade de se tornar quem se quer ser e como isso reverbera no corpo de cada um. O cantor e compositor Tiganá Santana, a cantora Virginia Rodrigues e o coreógrafo Matias Santiago são o ponto de partida da coreografia, que convida o público a apreciar e reverenciar as artes e trajetórias dessas personalidades, bem como os bailarinos em cena e todos os artistas envolvidos na concepção. Esta criação de 2021, agora em 2023, ganha novo formato, pois passa a contar com 14 bailarinos, o que faz com que a cena se reconfigure.
SÃO PAULO, COM REGINA BRAGA
Espetáculo teatral que passeia pelos encantos, mistérios e fatos curiosos da cidade de São Paulo, sua formação, suas transformações, sua gente, suas contradições, sua força. A cidade de São Paulo como personagem principal que ganha vida em textos e músicas garimpados ao longo de uma extensa pesquisa, apresentados de forma divertida, leve e surpreendente.
UMA LINDA MULHER – O MUSICAL
"Uma Linda Mulher - O Musical" conta a história de Vivian Ward, uma prostituta de Hollywood, que é contratada por Edward Lewis, um empresário bem sucedido, para ser sua acompanhante durante uma semana. O que era para ser apenas um acordo comercial se transforma em uma história de amor inesperada.
NOITE DE REIS OR WHAT YOU WILL
Para sobreviver, Viola, recém-chegada na ilha fictícia de Illyria, se disfarça de homem e assume a alcunha de Cesario, trabalhando para Duque Orsino, que está perdidamente apaixonado pela condessa enlutada Olivia. A comédia se dá pelo entroncamento de múltiplas confusões amorosas, amplificadas pela distorção de gênero instaurada pelo disfarce de Viola. Outro núcleo cômico, se forma entre os criados de Olivia e as peças que pregam em Malvolio que vive com ilusões de grandeza e nobreza.
CIRCO TURMA DA MÔNICA – MÔNICA 60
Dirigida por Mauro Sousa, Circo Turma da Mônica – Mônica 60 é uma superprodução de experiências inéditas ao público, garantindo uma forma de interatividade que extrapola o espaço do palco e traz o espectador para dentro da cena. Com interações surpreendentes, a plateia se sentirá parte do Mônicaverso, que faz alusão ao multiverso da Mônica – com suas diversas fases, momentos e traços. Ou seja, toda sua representatividade e momentos ao longo dos anos. O público pode esperar uma viagem completa ao universo da personagem com efeitos especiais, experiências sensoriais, jogos de luzes, grandes cenografias, números circenses extraordinários e, pela primeira vez, números de mágica e ilusionismo.
CANTANDO COM ENCANTO
O musical conta a história de uma família extraordinária que vive escondida nas montanhas da Colômbia, em uma casa mágica, em uma cidade vibrante, em um lugar maravilhoso conhecido como um Encanto. A magia deste Encanto abençoou todos os meninos e meninas da família com um dom único, desde a superforça até o poder de curar. Todos, exceto Mirabel. Mas, quando ela descobre que a magia que cerca o Encanto está em perigo, decide que ela, a única Madrigal sem poderes mágicos, pode ser a última esperança de sua família excepcional.
COLUNA PRESTES: ENCRUZILHADAS DA MARCHA DA ESPERANçA
Brasil, década de 1920. A Coluna Prestes rasga o país. Durante a marcha, um grupo de oito pessoas, dos mais diferentes lugares, formam uma inusitada família, entrelaçando e mudando suas vidas. É com essa gente que Luiz Carlos Prestes aprende, forjando seu espírito revolucionário.
VISTA
Em cena, Julia Lund conta a história de uma mulher que, antes de ir ao trabalho, ao fazer sua corrida matinal na Floresta da Tijuca, tem seu destino atravessado pela agressão sexual. Ela é violentada, estuprada e abandonada sozinha na mata.
TRINTA ANOS ESTA NOITE OU O ESPELHO NEGATIVO
Acompanhada de um músico/ator, Dulce Muniz interpreta um texto que faz a relação entre momentos significativos de sua vida e a história mais recente do Brasil. Um solo teatral que aborda como tema a dor feminina, suas manifestações e simbolismos. Junto disso, a relação da atriz com a Síndrome de Fibromialgia se mostra presente e conduz o espetáculo por outras dores e experiências, como a tortura, desaparecimento de presos políticos e a vida de mulheres, negros e indígenas.
O JOGO DE ANNE
Em um domingo quente de verão, um casal recebe em sua confortável residência a visita de outro casal vindo de longe - geográfica e temporalmente, pois tinha se mudado há mais de duas décadas para Israel. As velhas amigas - a anfitriã e a visitante - brindam e revivem o passado. Por outro lado, os maridos, estranhos às histórias de suas mulheres, apenas podem se relacionar de forma inédita. Com o passar do dia, as cumplicidades, alianças e rancores vêm à tona, colocando em xeque as garantias fragilmente estabelecidas e revelando polarizações.
ANJO DE PEDRA
Verão de 1916. John está de férias da faculdade de medicina. Alma, sua vizinha, apaixonada desde criança por ele, tenta se aproximar. Ela é filha de um pastor anglicano, educada rigidamente, onde tudo é pecado, proibido ou imoral. Com pulsões sexuais reprimidas e comportamento excêntrico, não consegue se relacionar com outros rapazes. Ele, filho do médico da cidade, é uma espécie de playboy, ateu, não apegado a regras e moral, mulherengo e desleixado. O romance entre eles não se desenvolve. Ele acaba se envolvendo com uma moça mais jovem que Alma, porém mais aberta, educada sem a rigidez religiosa e conservadora. Resta para Alma, depois de não ser aceita pelo grande amor de sua vida, a decisão de um final trágico ou libertador.
