Inf Peças
Público
Gênero
Bairro
Espaço
Dramaturgia
Linguagem
Data
Preço
GETSÊMANI
A peça conta a história de um grupo de extremistas culturais que resolve sequestrar um importante editor de livros de auto-ajuda. A finalidade do sequestro é obrigar o editor a publicar livros que eles julgam serem importantes e fundamentais. O editor evidentemente resiste a ideia e os sequestradores então se vêem obrigados a tomar medidas drásticas.
- Sexta21h
- Sábado21h
- Domingo20h
NÃO NEM NADA
Não nem nada é o que está dado: 4 atuantes convidam o público a perceber o absurdo do cotidiano num mosaico de cenas da nossa contemporaneidade distópica - a fragmentação dos sujeitos e das relações, a comunicação interrompida, o excesso e a velocidade das informações e a alienação do próprio ser são alguns disparadores da peça plano-sequencia que, em tempos de crise do indivíduo, ousa conquistar o público durante 12 episódios - não pela tragédia que propõe enquanto tema, mas pela potência da forma com que o faz: em coletivo.
- Sexta18h
- Sábado18h
- Domingo17h
BARTOLOMEU: QUE SERÁ QUE NELE DEU? 2.0
Livremente inspirada em "Bartleby, o Escriturário de Wall Street, de Herman Melville, a peça Bartolomeu: Que Será Que Nele Deu? 2.0, com texto e direção de Claudia Schapira, desenvolve — por meio de uma sequência de cenas episódicas —, a trajetória de Bartolomeu, um copista que, ao preferir não fazer”, para a engrenagem de trabalho na qual está inserido, e vai se tornando cada vez mais recluso, passando a despertar um misto de repulsa e admiração. Sua recusa inabalável eleva a narrativa ao absurdo extremo para refletir sobre a lógica desumana do desempenho constante, sintoma latente da sociedade contemporânea.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo19h
GATILHO
conheça Garganta Seca, um risco apagado no mapa do oeste. Uma cidade pequena, esquecida por Deus e pelo mundo. mas entre essas portas que rangem como ossos velhos, se escondem pecados. Promessas quebradas. E sonhos. Em busca desses sonhos, três forasteiros chegam a cidade a procura de um tesouro escondido, Billy, Miguel e Esther. Mas não será tarefa fácil! Pois diante de sua busca, um lenda os espreita silenciosamente... Que desafios eles encontrarão em seu caminho?
- Sábado19h
BORBOLETAS
Entre o espelho e o estômago, ‘Borboletas’ mergulha nas fissuras da identidade, do corpo e do controle. Em cena, o cotidiano de uma jovem se mescla a fragmentos de memória, programas performativos, vozes do desejo e da culpa. Enquanto vomita confissões, o corpo se torna espaço político e poético - palco de resistência e autodestruição. Escrita a partir da autoetnografia, a peça transforma a vivência dos transtornos alimentares e sua gênese patriarcal em matéria cênica, costurando fragmentos de diário, cenas ficcionais e ações performativas em um rito de exposição irônica. “Borboletas” é um processo em aberto — como a própria carne — onde cada repetição reinventa o reflexo, o afeto e a metamorfose.
- Sexta18h
- Sábado18h
- Domingo17h
GRAFIA(s) de CONTATO
Quando foi a última vez que você recebeu uma carta? E quando foi a última vez que escreveu uma? Em “GRAFIA(s) de CONTATO”, os atores-bailarinos transformam o palco em um papel em branco e fazem da dança-teatral uma nova forma de escrita. Aqui, cada pequeno gesto diz mais que mil palavras. Entre amores, desamores, saudades, infâncias, cidades, viagens e tempos, tudo que surge é possibilidade de grafia. Entre silêncios e ruídos, o corpo torna-se escritor de mensagens para quem está longe, como uma tentativa de traçar pontes entre o que permanece e o que se perde no ato de comunicar.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo19h
TERRITÓRIO CRIATIVO EM CONFLITO: AÇÕES UNDERGROUND SOBRE CULTURA, TERRITÓRIO E SOBREVIVÊNCIA
“Do subsolo, a substância do mundo emerge. É uma emergência que o asfalto, o concreto, o cimento e o aço não conseguem conter. Raizes racham tudo. Nada que jogam no lixo vai pra fora; é um verso, universo, não avesso. Não existe avesso. Não existe espaço vazio. O underground sempre vaza para cima” (Freemas, relato colhido em Troca Coletica Criativa). A partir de pesquisas documentais e performáticas, o trabalho busca compreender as disputas territoriais e simbólicas travadas pelos movimentos culturais underground ao longo do tempo, em especial na cidade de São Paulo. O conceito de “território criativo em conflito”, aqui, é compreendido como a disputa permanente entre práticas culturais insurgentes e os mecanismos de captura, mercantilização e controle da arte e da vida urbana. Corpo-território, registro, troca e festa compõem todo o percurso desta pesquisa que será celebrada na presença de todos que quiserem comparecer.
- Sexta18h
- Sábado18h
- Domingo17h
PRA FAZER TEMPESTADE
Livremente inspirado em "Uma Outra Tempestade", de Raquel Carrió e Flora Lauten, e em diálogo com diferentes textos de William Shakespeare e "Uma Tempestade" de Aimé Césaire, Pra Fazer Tempestade propõe uma fabulação radical sobre a diversidade étnico-cultural do mundo diante da hegemonia colonial. Depois de um naufrágio, diversas personagens de Shakespeare aportam numa ilha do Sul Global, onde são questionados, desafiados, zombados e curados por uma legião de Encantados de diferentes origens. Num jogo face-a-face e repleto de transmutações perguntas pairam no ar: Onde estará Próspero? Para onde foi Caliban?
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo19h
ENCANTOS E VENTURAS
O espetáculo apresenta, em formato autobiográfico, episódios relacionados à formação artística de Seven e à influência do ambiente circense em seu desenvolvimento profissional. A encenação articula memórias, pensamentos e experiências do artista para abordar escolhas e acontecimentos cotidianos que impactam trajetórias individuais ao longo do tempo.
- Domingo12h
MAGIA, O MUSICAL
A história se passa em Tekoha, uma ilha onde cada cidadão pode realizar um desejo ao atingir a maioridade. Porém, sempre que um desejo é concedido em Tekoha, algo de igual valor é retirado da ilha vizinha, Deyo. É nesse contexto que conhecemos Leilani, uma jovem de Deyo que invade Tekoha, determinada a roubar a magia para salvar a vida de seu pai. A partir dessa jornada, o espetáculo provoca uma reflexão: O que é a verdadeira magia e como acessá-la em uma sociedade que aceita o status quo?
- Terça20h
ESCREVENDO NA COVA DE ALGUÉM
Algumas pessoas do público são convidadas a responder perguntas sobre sua vida e morte, em uma conversa intimista e descontraída. A escritora-performer, a partir da conversa, escreverá um obituário poético. A pessoa é convidada a deitar-se em um caixão, enquanto escuta as músicas que escolheu para seu próprio funeral e também o som das teclas da máquina de escrever. O obituário, ao final, é entregue à pessoa do público, que pode levá-lo para casa.
- Sexta18h
- Sábado18h
- Domingo17h
BLACKOUT OU CADA BALA DE FUZIL É UMA LÁGRIMA DE OXALÁ
Os dentes rangem e os filetes de sangue tomam conta das gengivas. Com as testas franzidas e os olhos semicerrados, Amara e Taila encaram a linha do horizonte — exatamente onde o céu encontra o mar. Da fatalidade e da disputa permanente, pulsa a tentativa de recuperar o eixo, o tempo, o território, as histórias, as vitórias e os mundos possíveis, enquanto as negras cicatrizes insistem em arder como feridas expostas. Com um microfone na mão e o corpo carimbado num mundo vermelho e azul, é possível (re)organizar o ódio?
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo19h
3 CONTINENTES – O SHOW
O espetáculo “3 Continentes – O Show”, versão ao vivo do projeto de humor que conquistou milhões de espectadores ao transformar diferenças culturais em entretenimento inteligente, será apresentado no dia 06 de março de 2026, no Teatro Bradesco, em São Paulo. O trio reúne Maurício Meirelles (América do Sul), Paul Cabannes (Europa) e Baptista Miranda (África) em conversas afiadas e espontâneas sobre costumes, manias e estereótipos culturais. Os ingressos estão disponíveis no site Uhuu.
- Sexta22h30
10ª EDIÇÃO FAROFA DO PROCESSO
Reconhecida como um movimento das artes cênicas contemporâneas, a Farofa do Processo realiza sua 10ª edição entre 7 e 15 de março de 2026, afirmando-se como um espaço dedicado a pesquisas artísticas em diferentes estágios de criação. Obras que circularam pela cena nacional e internacional em 2025, por exemplo, tiveram suas primeiras apresentações na edição anterior, reforçando o papel do evento como um campo de experimentação para as artes da cena.
- Sexta
- Sábado
- Domingo
GRANCIRCO DUNAVÔ
O público é recebido por quatro artistas – Claudiu's (Renato Ribeiro), Clóvis (Vinicius Ramos), Elisabetana (Gislaine Pereira) e Pamplona (Gabi Zanola) – que preparam o picadeiro. O que começa como uma rotina simples logo se transforma em celebração. Entre risadas, canções e improvisos, os personagens compartilham memórias que ecoam o passado e o presente das famílias circenses: a mulher que fugiu com o circo, o filho de equilibristas, o poeta que fez do picadeiro sua casa e a palhaça que encontrou na estrada o seu lar. No encontro entre bastidores e espetáculo, a trupe costura comicidade e emoção para falar da arte de conviver.
- Sábado16h
- Domingo16h
