Inf Peças
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HISTÓRIAS DO PORCHAT
Em cena, o artista conta histórias que prometem muitas risadas da plateia. São várias situações já vividas por ele em suas inúmeras viagens pelo mundo. Momentos que vão desde uma massagem na Índia, encontro com gorilas, safáris na África, e até dor de barriga no Nepal.
- Sexta21h
- Sábado20h
- Domingo19h
UM DIA, UM RIO
A peça narra a vida de um rio, desde o seu nascimento como um riacho até a exuberância de suas águas que desenham lindas paisagens. Ao longo do percurso, o rio encontra um grande desafio para preservar suas águas, as formas de vida que abriga e as que surgem ao redor. A peça apresenta um lamento, um grito de socorro tardio de um rio indefeso que não tem como reagir ao ser invadido pela lama da mineração. Com lirismo e contundência, Um Dia, Um Rio aborda o desastre ambiental que destruiu a Bacia do Rio Doce (MG), em 2015.
- Domingo
A AFORISTA
A peça apresenta como um dos personagens centrais o famoso pianista John Marcos Martins. Outro pianista, Polacoviski, tem um destino trágico. A narrativa desenvolve-se a partir das lembranças, pensamentos e imaginação da terceira personagem, a narradora, amiga de John Marcos Martins e de Polacoviski, e por eles apelidada de aforista*. A narradora, que está sempre andando e enquanto anda, pensa em como se deu tudo. Sua relação com seus antigos amigos de faculdade, o caminho que cada um seguiu. E onde esses caminhos os levaram. E o quanto esses caminhos tomados influenciaram inclusive na vida uns dos outros.
- Quinta
- Sexta
- Sábado
- Domingo
E O ZÉ, QUEM É?
Em um país que parece fictício, dominado por um governo autoritário, um garoto é encontrado no meio da praça. Sozinho e em trapos, ele não sabe falar nenhuma língua e mal consegue andar. Todos ao redor especulam sobre a origem do menino, mas ninguém sabe de nada. Uma pessoa desconhecida não é ninguém, concluem os agentes do governo, e alguém que não é ninguém pode se tornar qualquer coisa, o que é muito perigoso. Assim, o menino sem nome vai preso por vadiagem, e, tornando-se assunto da cidade inteira, só faz aumentar a curiosidade sobre sua identidade. Depois de um mês, a Justiça faz um acordo com a cidade: solta o garoto, mas obriga toda a população a ficar responsável por ele.
O MÁGICO DE OZ
O musical transporta para o palco a obra de L. Frank Baum, de 1900, criador de um dos mais populares livros escritos na literatura americana infantil. Trata-se da história de Dorothy e seu cãozinho Totó, que são levados por um terrível ciclone de uma fazenda no Kansas, nos Estados Unidos, até o Mundo de Oz. Uma terra mágica e distante, além do arco-íris. O filme, de mesmo título, é conhecido como um dos primeiros no cinema a usar bem as cores, em uma época onde quase tudo era preto e branco. Foi também considerado o melhor filme musical de todos os tempos, pelo American Film Institute.
- Segunda
- Sábado
- Domingo
WICKED
WICKED, o maior sucesso da Broadway escrito no século 21, é a história não contada das bruxas do Mágico de Oz, em referência ao clássico filme de 1939. Muito antes de Dorothy ser levada por um tornado ao mundo esmeralda, Elphaba e Glinda vivem uma das melhores histórias do teatro musical.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado15h e 19h30
- Domingo15h e 19h30
LUGAR NENHUM
LUGAR NENHUM se passa em uma casa de praia onde uma família de artistas se reúne para comemorar o aniversário de seu filho. Debates ideológicos sobre arte e política no Brasil se misturam aos pequenos estragos e violências cotidianas.
O MUNDO ESTÁ CHEIO DE NÓS
O MUNDO ESTÁ CHEIO DE NÓS acompanha a jornada de Valéria Dim, uma prostituta do bairro da Liberdade, suas andanças entre os bairros mais ricos e pobres da cidade, seus encontros e desencontros afetivos e seu inconformismo com os padrões do mercado de gente. O espetáculo conta com 9 atores e 3 músicos, que fazem a trilha sonora ao vivo.
PARQUE INDUSTRIAL
O espetáculo mergulha no romance Parque Industrial, de Pagu, que denuncia as condições precárias das mulheres trabalhadoras da década de 1930. Ao embarcar nessa obra quase um século depois, onze mulheres refletem sobre os desafios políticos e sociais enfrentados ainda hoje em batalhas contra praticamente as mesmas opressões e desigualdades.
- Quarta20h30
- Quinta20h30
- Sexta20h30
- Sábado20h30
- Domingo19h
ENTRE GIGANTES E PIGMEUS – UM ATO DE COMPOSIçãO
Após uma longa vida de estudos, um talentoso violinista é convidado para tocar no mundo dos gigantes. Porém, o convite coloca em cheque sua vocação. Ao invés de consolidar sua carreira como violinista, ele decide tornar-se compositor. Seu sonho agora não é tocar a música na orquestra dos gigantes, mas sim fazer com que a orquestra toque a sua música. O enredo mostra a intensidade das contradições presentes na realização de um grande sonho.
A DIVINA FARSA
Dionisio chega ao Olimpo para reivindicar a atenção de seu pai Zeus. Filho bastardo, encontra-se no Panteão com deusas e deuses, no momento em que deliberam quem descerá à Terra para acudir a humanidade, mais uma vez à beira de uma crise. Apolo é escolhido e encaminhado para um circo mambembe, o território de Dionisio (deus do teatro) que, através de seus disfarces, enreda a trupe em estratagemas para mostrar que conhece mais a natureza dos humanos do que seu meio-irmão, Apolo.
JACKSONS DO PANDEIRO
O grupo escolheu homenagear o cantor, compositor e multi-instrumentista paraibano Jackson do Pandeiro (1919-1982), que recebeu a alcunha de ‘Rei do Ritmo’ por suas mais de 400 canções recheadas de gêneros brasileiríssimos, como samba, forró, coco, baião e frevo. O espetáculo não é uma biografia, mas aborda episódios e músicas de Jackson que se relacionam com a vida dos atores em cena
MERGULHO
Com dramaturgia coletiva e direção de Leslie Marko, a montagem conta a história de três personagens em busca da sua identidade em uma cidade grande como São Paulo. Eles representam grupos étnicos/culturais e tornam-se metáforas para as minorias que convivem na cidade. A peça mergulha em alguns dos momentos do cotidiano do jovem, tais como seus sonhos, medos, angústias, ambiente familiar, amores, preconceitos, solidões, vazios, saturações de tudo e dele mesmo e, principalmente, as suas esperanças. Já para os espectadores adultos, a dramaturgia oferece a oportunidade de refletir sobre seus vínculos e posturas em relação ao jovem, assim como resgatar o jovem que eles foram. Mergulho retrata aspectos representativos do universo do jovem na nossa sociedade: conflitos, amores, solidões, angústias, sonhos e esperanças. Estes aspectos entrecruzam-se com questões relacionadas à diversidade. Três personagens que representam grupos étnicos/culturais, tornam-se metáforas de minorias que convivem numa cidade como São Paulo. São expostas formas de discriminação na História Social, na identidade familiar e cultural dos personagens e seus reflexos no cotidiano: judeus no Holocausto, escravidão dos negros no Brasil e a discriminação contra migrantes nordestinos ou imigrantes orientais/coreanos.
COMO É QUE PODE?
Com stand up comedy, esquetes de humor, vídeos e números de mágica, a peça brinca com diversas situações com as quais nos deparamos todos os dias. Como é que pode essas dancinhas do TikTok? Como é que pode este trânsito louco? Um misto de surpresa, curiosidade e fascinação brota dessa expressão popular.
O ANTIPÁSSARO
Orides Fontela é poeta brasileira nascida em São João da Boa Vista, interior do Estado de São Paulo, e falecida em 12 de outubro de 1998, aos 58 anos. Filha de pai operário e analfabeto, começou a escrever aos sete anos e lançou cinco livros de poesia ao longo da vida. Ganhadora do Prêmio Jabuti e de outros, estudou filosofia na USP, foi professora primária mas detestava lecionar, morou no Crusp e no diretório acadêmico 11 de agosto. Teve poucos amigos, era "de difícil convivência". Morou também na Cesário Mota ao lado Minhocão e teve a luz cortada diversas vezes por falta de pagamento. Foi ajudada por intelectuais que sempre a declararam uma das maiores poetas brasileiras.
