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TIERRA
Seguindo o caminho da autoficção, o franco-uruguaio Sergio Blanco apresenta uma peça que gira em torno da figura da sua mãe, Liliana Ayestarán, que morreu nos braços do dramaturgo em 2022, numa unidade de cuidados intensivos em Montevidéu. Numa homenagem à memória de sua mãe, reconhecida professora de literatura, o autor reúne três personagens que já foram alunos de Liliana, figuras marcadas pela perda de um familiar. Blanco recria o cenário escolar, com uma quadra esportiva e a escrivaninha da mãe, para entrevistar os personagens. A peça fala não só da forma como a existência se modifica após a morte de um ente querido, mas também da representação cênica.
- Quarta21h
- Quinta21h
G.O.L.P
Com tons de absurdo, o espetáculo imagina uma ucronia, uma história hipotética que retrata um Portugal comunista supostamente perfeito e um Chile democrático em crise. Nesse cenário cômico e sarcástico, uma comissão chilena vai ao país europeu pedir ajuda para implementar o modelo lusitano na América do Sul. Mas, sem saber como proceder, sugere a guerra como solução para seus problemas. Traçando paralelos com os cinquentenários da Revolução dos Cravos e do golpe de Estado no Chile, a peça reflete sobre regimes sociais em um tempo de descontentamentos, sobre criar futuros sem se atentar ao passado. Com este trabalho, o português Teatro Experimental do Porto e o chileno Teatro La María repetem a parceria, que antes deu origem a Estreito/Estrecho, apresentado no Mirada 2022.
- Sexta20h
- Sábado20h
MONGA
Neste novo trabalho, Jéssica Teixeira dá continuidade à pesquisa iniciada em seu primeiro solo, E.L.A., no qual seu corpo se tornou matéria bruta para a construção dramatúrgica. Agora, a atriz se propõe a revisitar a crueza do passado e derrubar mitos para construir outros imaginários possíveis. Faz isso a partir da história da mexicana Julia Pastrana, vulgarmente chamada de “mulher macaco” e transformada em atração de freak shows. Trazendo à tona o gênero do terror psicológico, a artista dança, performa e canta, assumindo sua estranheza, na vida e na cena.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
INVENTO PARA VENTAR
INVENTO PARA VENTAR apresenta em um misto de dança e teatro e narra a história de três passarinhas que veem o vento cessar de ventar em um mundo com cada vez mais muros e antenas. As passarinhas têm a missão de lembrar as crianças a se divertirem com o vento através de suas brincadeiras. Como recriar o vento?
- Sábado16h
- Domingo11h e 16h
O PERDIDO
No pacato vilarejo de Nossa Senhora das Dores de Cima da Serra, às vésperas da Festa da Padroeira, Januário quer pedir a mão de Sá Marica em casamento, mas lhe falta a coragem. Seu amigo Zé Tobó o aconselha a usar uma infalível poção do amor preparada por Dona Ermelinda, benzedeira e curandeira do lugar, que por sua vez tem um passado mal resolvido com Seu Tonico, pai de Sá Marica. Mesmo alertados de que, no amor, intervir com poção nunca foi boa solução, os dois investem nesse caminho e armam uma grande confusão.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
ENTRE(VISTAS), O MASCULINO MIGRANTE E O FEMININO ERRANTE
Em ENTRE(VISTAS), O MASCULINO MIGRANTE E O FEMININO ERRANTE – Uma sobremontagem dos espetáculos Portar(ia) Silêncio e A Cobradora, Jhoao Junnior e Maria Rosa buscaram as ressonâncias e discrepâncias no que diz respeito aos conteúdos levantados pelas dramaturgias de seus espetáculos propondo um diálogo entre encenações por meio de cenas, narrativas e movimentos de uma montagem dentro do outra. Assim, A Cobradora abre espaço para que imagens de Portar(ia) Silêncio criem novas camadas de cena em sua encenação e vice-versa, já que as duas obras revelam nuances profundas e históricas de um país subalterno que se revela através dos homens e mulheres que trabalham nas portarias dos edifícios e nas catracas dos ônibus.
- Terça20h
- Quarta20h
- Quinta20h
IMPROVISIVEL – BATALHA DO AFETO
Nos dias 13 e 14 de setembro de 2024, com entrada gratuita, a SETES - Companhia de Dança realiza o evento “ImproVisivel – Batalha do Afeto” no CRD - Centro de Referência da Dança da Cidade de São Paulo.
- Sexta19h
- Sábado10h às 20h
A RATOEIRA
A obra conta a história de um assassinato ocorrido na Inglaterra. Toda trama é desvendada dentro de uma grande mansão, herdada por um casal completamente inexperiente, que estão esperando os seus primeiros hóspedes. Inesperadamente as investigações chegam até a mansão, os hóspedes e os próprios donos da mansão se veem envolvidos em suspeitas e segredos sombrios. Com um assassino a solta e uma tempestade bloqueando qualquer possibilidade de ajuda externa, todos estão presos em um jogo mortal de gato e rato, onde ninguém é exatamente quem parece ser. Prepare-se para uma noite de suspense intenso e intrigas mortais que desafiam até mesmo os mais astutos detetives da plateia. Quem será a próxima vítima da Ratoeira?
- Domingo18h e 20h
TRÊS PRATOS TRISTES PARA TRÊS TIGRES MELANCÓLICOS
Três atrizes interpretam diferentes facetas de uma mãe de três filhos adultos que já saíram de casa. Ao ver-se sozinha, é invadida pela sensação de abandono e tomada por raiva, ressentimento e elocubração sobre a vida que não viveu.
- Sexta20h30
MÁSCARAS, O MUSICAL
Um suspense, com pitadas de carnaval, que fala sobre como deixamos de ser quem somos para viver em função do que os outros pensam da gente, Na história, dois casais revelam seus segredos escondidos e disfarçados pelas máscaras sociais que usam na vida. Um texto atual que permite uma reflexão acerca dos conflitos, desejos e máscaras sociais que o ser humano carrega consigo, revelando suas complexidades ocultas.
- Quarta20h
MAURO WRONA SHOW – 50 anos em órbita
Com a experiência adquirida em dezenas de turnês com companhias de ópera de vários países da Europa - onde morou por 20 anos, entre Espanha, Itália, Alemanha, Bélgica e Suíçae de ter cantado com solistas famosos e com maestros renomados em palcos internacionais, o tenor e diretor de ópera paulistano Mauro Wrona comemora 50 anos de carreira com o show MAURO WRONA SHOW - 50 anos em órbita em dois dias na Sala Paschoal Carlos Magno do Teatro Sérgio Cardoso. Com um repertório versátil, o artista relembra a trajetória construída ao longo destas cinco décadas com uma seleção que mescla composições clássicas do mestre brasileiro Villa-Lobos, canções do cantor e compositor belga Jacques Brel, além de músicas na fronteira entre o erudito e o popular do maestro e compositor americano Leonard Bernstein. A trilha do musical Um Violinista no Telhado também entra no set-list, assim como pout-pourris de canções franceses, russas e brasileiras.
- Sábado18h
- Domingo18h
MARIA PRETA – SOLO FÉRTIL
O espetáculo “Maria Preta - Solo Fértil” é o alinhavo de três gerações de mulheres pretas da mesma família. Por meio da voz do teatro, e pelo direito ao sensível, toda a comunhão, benquerença e desafios partilhados por avó, mãe e filha são narrados em dois territórios de origem sagrada: o terreiro e o terreno - lugares onde a memória se revela como força-motriz de acontecimentos e passagens do corpo familiar e social. Honrar Dona Maria Preta nos palcos é o traçado de uma significação possível e aproximada da ideia de ancestralidade no Brasil. A ancestralidade está ao alcance das mãos: reside em nossas mães, avós, tias, mulheres que com a forja do próprio resistir produzem os símbolos da liberdade comunitária em um país que a um só tempo é ruína e futuro.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo19h
NINO PORCUPINO
"Nino Porcupino" é uma peça de bonecos para crianças inspirada no livro infantil “Ježeva Kućica” (“A casa do porco-espinho”), do iugoslavo Branko Ćopić. Publicado em 1951, o livro-poema conta a história de Nino, um porco-espinho que nutre um amor profundo pelo seu humilde lar. Ele vive em uma floresta com outros animais, como a Raposa, o Lobo, o Urso e o Javali, que não entendem o porquê de Nino ser tão apegado à sua simples e modesta casa. Na encenação, um tapete amplo, ornamentado e colorido representa a floresta onde se passa a história e é onde o público se senta e se mistura com os personagens bonecos e os atores Emma Jovanović, Giovanne Malta e Jhones Pereira que formam o Grupo Tropeçaria.
- Sábado16h
- Domingo16h
O GRANDE LAPSO DE BERTA VALENTINA
O espetáculo O Grande Lapso de Berta Valentina, solo de Mônica Raphael, foi premiado pela 18ª edição do Prêmio Zé Renato de Teatro para a Cidade de São Paulo, categoria montagem inédita. O espetáculo convida o público a interagir com as reflexões que associam, a partir de trajetórias de vida, os campos Memória e Envelhecimento. Ao conduzir a plateia ao reconhecimento da Memória como valor sumamente humano, uma verdadeira gênese do ser, o projeto fomenta o encontro entre vida individual e social para refletir sua posição ante o tempo. O Grande Lapso de Berta Valentina narra as angústias de uma atriz veterana, que na milésima apresentação do mesmo espetáculo, esquece todo o texto. Esse é o ponto de partida para a discussão sobre memória e envelhecimento.
- Quarta20h
- Quinta20h
PÃO E CIRCO
Inspirado no texto “A Padaria” de Bertolt Brecht, “Pão e Circo” é uma peça de teatro de rua que conta a breve trajetória de vida de Washington, um jovem aprendiz vendedor de jornais. Em seu primeiro trabalho, ele descobre as tantas crueldades do sistema quando conhece a viúva Carneiro Leal, que acaba de ser despedida e despejada da padaria em que trabalhou durante anos para o padeiro Senhor Manuel.
- Sábado16h
