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QUANDO O DISCURSO AUTORIZA A BARBÁRIE

Cia de Teatro Heliópolis faz curta temporada de Quando o Discurso Autoriza a Barbárie em sua sede

O espetáculo é resultado de pesquisa da Companhia sobre como o Estado brasileiro, há mais de cinco séculos, desde o início da colonização portuguesa até o atual cenário político-social, vem autorizando a barbárie e seus atravessamentos, justificando privilégios, hierarquias e opressões. A Companhia compreende que investigar as origens da violência social implica compreender como a história se repete: primeiro, como tragédia; depois, como farsa, conforme Karl Marx já assinalara.

Quando o discurso autoriza a barbárie desvela muito desse conjunto de visualidades e enunciados que sustenta a violência estatal e institucional no Brasil contemporâneo. Ao radicalizar a pesquisa ético-estética desenvolvida nos últimos anos, a Companhia de Teatro Heliópolis aposta numa encenação híbrida, apoiada no desdobramento de imagens-síntese, em que os corpos das atrizes e dos atores, em diálogo com o próprio espaço cênico e suas materialidades, compõem o eixo dramatúrgico principal. E assim põe em xeque a organização lógica de eventos que compõem a história oficial do Brasil.

Ficha Técnica:

Concepção e Encenação: Miguel Rocha
Provocação Dramatúrgica: Alexandre Mate
Provocação Cênica e Texto para Programa: Maria Fernanda Vomero
Elenco: Álex Mendes, Anderson Sales, Dalma Régia, Davi Guimarães, Fernanda Faran e Walmir Bess
Direção de Movimento e Estudo da Ideokinesis: Érika Moura
Direção Musical: Peri Pane
Trilha Sonora: Peri Pane e Otávio Ortega
Músicos (Ao Vivo): Alisson Amador e Denise Oliveira
Iluminação: Guilherme Bonfanti
Assistência de Iluminação: Giorgia Tolaini
Cenografia: Eliseu Weide
Figurino: Samara Costa
Assistência de Figurino: Paula Knop
Preparação Vocal: Bel Borges e Edileuza Ribeiro
Provocação em Dança: Sayô Pereira e Flávia Scheye
Organização de Roteiro e Edição de Vídeo: Gabriel Fausztino
Animação: Teidy Nakao
Sonoplastia e Operação de Som: Lucas Bressanin
Operação de Luz: Nicholas Matheus
Operação de Vídeo: Allysson do Nascimento
Cenotecnia: Wanderley Silva
Canções Originais: “Invento” (Eunice Arruda e Peri Pane), “Canto da Partida” (Lucina e Peri Pane), “Liquidação Total” (Peri Pane), “Coro” (Edileuza Ribeiro)
Participações: Catarina Nimbopy’rua, Edileuza Ribeiro e Tata Orokzala
Estúdio / Gravação de Trilha: Estúdio 100 Grilos, por Otávio Ortega
Assessoria de Imprensa: Verbena Comunicação
Design Gráfico: Rick Barneschi
Fotos: Rick Barneschi
Produção Executiva: Leidi Araújo
Direção de Produção: Dalma Régia
Idealização e Produção: Companhia de Teatro Heliópolis
Realização: CULTSP – Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo
Estreia Oficial: 01/09/2023

Detalhes da peça

Status

Encerrada

Temporada

De 09/11/2024 até 01/12/2024

Dias

  • Sábado20h
  • Domingo19h

Duração

75 minutos

Valor

Gratuito - Os ingressos podem ser reservados online através do link

Região

Zona Sul / São Paulo

Teatro / Espaço

Casa de Teatro Maria José de Carvalho - Sede da Companhia de Teatro Heliópolis
Rua Silva Bueno, 1533, Ipiranga, São Paulo/SP - 04208051

Estacionamento

Cafeteria

Não

Telefone

(11) 2060-0318

E-mail

producao.cth.c@gmail.com

14

Classificação indicativa

Não apropriado para menores de 14 anos

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Fotos por Tiggaz
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MANIFESTO

Com concepção, dramaturgia, codireção e atuação de Lee Taylor e direção de Georgette Fadel, a peça parte da experiência de um homem que decidiu romper com os códigos de uma vida marcada por privilégios e buscar outro modo de existir. A partir desse percurso, o espetáculo constrói uma reflexão sobre liberdade, desigualdade social, consumo, pertencimento e responsabilidade coletiva.

de 23/07/2026 a 30/08/202690 minGratuitoEm cartaz
  • Quinta19h30
  • Sexta19h30
  • Sábado19h30
  • Domingo19h
Complexo Cultural Funarte SP

LUIZA MAHIN… EU AINDA CONTINUO AQUI

Inspirada na memória ancestral de Luiza Mahin, mãe de Luiz Gama e símbolo da resistência negra, a peça entrelaça história e presente para denunciar o genocídio da juventude negra no Brasil. No palco, Cyda Moreno dá corpo e voz às mães que ainda continuam aqui, sobrevivendo à dor e transformando luto em luta. Música ao vivo, depoimentos e ritual cênico se fundem em uma dramaturgia documental e política, que reafirma a força das mulheres negras como guardiãs da memória e da esperança.

de 06/08/2026 a 29/08/202655 mina partir de R$ 20Em cartaz
  • Quinta19h
  • Sexta19h
  • Sábado19h
Teatro Correios Léa Garcia

CONCÍLIO DO AMOR

Entre o Céu, o Inferno e a corte papal, uma reunião extraordinária é convocada para decidir o destino da humanidade. Inspirado na obra do dramaturgo alemão Oskar Panizza, Concílio do Amor é uma sátira provocadora que atravessa mais de um século desafiando dogmas, expondo a hipocrisia do poder e questionando os limites entre moral, desejo, fé e liberdade.

de 29/08/2026 a 13/09/2026100 mina partir de R$ 35Em breve
  • Sexta19h
  • Sábado20h
  • Domingo20h
Teatro do Colégio Brasílio Machado

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