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Kasulo Espaço de Arte

Fundado em dezembro de 2008 e localizado na Barra Funda, em São Paulo- SP, o Kasulo Espaço de Arte é um coletivo cultural que reúne duas companhias de dança: Cia Carne Agonizante, dirigida por Sandro Borelli e Cia Fragmento, dirigida por Vanessa Macedo. Durante os seus 13 anos de existência, tem atuado na criação, produção e expansão da arte cênica na cidade de São Paulo, por meio de ações artísticas, formativas e culturais que reverberam socialmente na região central da capital paulistana.

A Cia Carne Agonizante tem 24 anos de existência e a Cia Fragmento 19 anos e estão juntas como um coletivo que, além de suas atividades individuais, desenvolvem conjuntamente propostas como a MOSTRA (IN)DEPENDENTE DE DANÇA, a TERÇA ABERTA NO KASULO e o CINEMA NA RUA que acolhem artistas de diversas estéticas e contribuem para a formação de um público plural.

No final da década passada, a Barra Funda ainda estava longe de agregar a multiplicidade cultural de hoje. Foi neste período que nasceu o Kasulo – Espaço de Cultura e Arte e se tornou um coletivo com o firme propósito de desenvolver suas construções poéticas e democratizar o acesso à cultura do cidadão comum, buscando colaborar na formação intelectual e artística da população do entorno. Desde então, vem construindo um importante elo cultural com a capital paulistana, promovendo ações de compartilhamento com artistas de diversas áreas, investindo em formação e realizando temporadas artísticas que dialogam com a população do bairro e de outras regiões da cidade.

Além das ações da Carne Agonizante e da Cia Fragmento de Dança, o Kasulo também recebe temporadas de outros artistas da dança e de outros segmentos artísticos; promove ações interlinguagens como OFICINAS DE ILUMINAÇÃO, PRODUÇÃO E VÍDEO NA DANÇA; desenvolve pesquisas que se intercruzam com o ensino formal, além de encontros, seminários e debates sobre temas relevantes da atualidade. Pode-se destacar o Seminário Dança Moderna e Fascismo e o encontro “Arte engajada no viés social/político em SP a partir do golpe de 64, além dos muitos encontros do Movimentos a Dança se Move para discutir políticas culturais.

O Kasulo, portanto, refere-se às ações de um coletivo formado por essas duas Cias e também ao espaço físico que as sedia. A maior parte das atividades desenvolvidas até hoje foram gratuitas ou a preços populares. Nos últimos anos, em algumas temporadas, iniciou-se uma ação social – a cobrança de 1 kilo de alimento não perecível como valor do ingresso –, a fim de realizar doações para a FIC (Fundação Irmã Clara, Instituição localizada no Bairro da Barra Funda que assiste pessoas com deficiência cerebral) e também para a Aldeia Guarani “Tekoa Pyaú”, localizada no Bairro do Jaraguá.

Como a política desenvolvida por esse coletivo privilegia o acolhimento de artistas e atividades de forma diferenciada, tem sido uma necessidade recorrer às parcerias com editais públicos para a manutenção dessa prática.

Texto publicado, originalmente, no site do Kasulo Espaço de Arte

Informações do teatro

Endereço

R. Sousa Lima, 300Zona Leste / São Paulo

Região

Zona Leste / São Paulo

Capacidade

pessoas

Estacionamento

Não

Cafeteria

Sim

Ar condicionado

Sim

Acessibilidade

Sim

Telefone

(11) 98019-7711

E-mail

espacokasulo@gmail.com

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ERGA OMNES

Segundo o historiador israelense Yuval Harari, “somos os mestres da ficção”. Criamos instituições, religiões, gêneros. Inventamos normas de conduta e moralidade. Somos os maiores predadores do planeta, mas temos uma capacidade inigualável de cooperar e, talvez, isso não seja contraditório. Não se trata de empatia e sim da nossa aptidão para imaginar. Erga Omnes é uma expressão em latim que significa “contra todos”, “frente a todos”. É muito usada no mundo jurídico para dizer que uma norma se aplica igualmente a todas as pessoas. Nesse sentido, uma invenção humana, questionável e contraditória. Erga Omnes propõe pensarmos as estruturas às quais pertencemos, aquelas que nos oferecem proteção e nos cobram obediência. O que pode um grupo diante das ficções que cria e sobre as quais se insurge?

de 05/07/2024 a 07/07/202455 minGratuitoEm breve
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AMOR MUNDI

“O que proponho, portanto, é muito simples: trata-se apenas de pensar o que estamos fazendo”, questiona Hannah Arendt. Se, hoje, fôssemos responder a Hannah Arendt, autora dessa frase, diríamos que não, não nos parece nada simples! Pensar sobre “o que estamos fazendo” continua sendo uma pulsão para existir. Arendt, na metade do século XX, nos dizia para não duvidarmos da nossa capacidade de destruir toda vida orgânica na Terra. O homem chegava à lua e essa descoberta não era somente sobre a capacidade humana de realizar tal feito, mas também sobre a possibilidade de não permanecermos mais neste nosso planeta. Amor Mundi questiona a nossa relação de cuidado e responsabilidade com o mundo.

de 21/06/2024 a 30/06/202450 minGratuitoÚltimos Dias
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