Luiz Fernando Marques explora a fronteira entre cinema e teatro em projeto de circulação do Grupo XIX de teatro
Em um país onde cinemas se transformaram em igrejas pentecostais, dois filmes brasileiros pioneiros, lançados em 1968 e 1969, abordam temas homoafetivos. Essas histórias pertencem a um passado conservador em preto e branco ou são presságios de um presente tingido de sangue?
Os clássicos de Júlio Bressane e Djalma Limongi (1950-2023) se encontram na fricção entre cinema e teatro, dando forma a uma experiência única. O público recria a narrativa, mesclando o que foi filmado com o que acontece ao vivo. Dois filmes, uma peça, duas mulheres, dois homens e um narrador entrelaçam passado e presente na busca por um futuro mais diverso.
Ficha Técnica:
Direção e dramaturgia: Luiz Fernando Marques (Lubi).
Diretora assistente: Juliana Mesquita.
Artistas Colaboradores e Atuantes: Bruna Mascarenhas, Clara Paixão, Carlos Jordão, Lucas Rocha e Walmick de Holanda.
Cenografia e Edição de vídeo: Luiz Fernando Marques (Lubi).
Figurino, visagismo e direção de arte: Bruna Mascarenhas, Clara Paixão, Carlos Jordão, Juliana Mesquita, Lucas Rocha, Luiz Fernando Marques Lubi e Walmick de Holanda.
Técnico de Luz, som e vídeo: Luiz Fernando Marques (Lubi) e Juliana Mesquita
Técnico de apoio: Roberto Oliveira.
Produção executiva: Andréa Marques.
Projeto foi contemplado pela 19ª Edição do Prêmio Zé Renato.
Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa.