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MEDEA DEPOIS SOL
Inspirado em Medea, da mítica grega, o espetáculo Medea Depois do Sol estreia e cumpre temporada no Sesc Ipiranga, entre 06 a 29 de março de 2026, propondo uma leitura da personagem, a partir de temas como: Violência de gênero, colonização latinoamericana e ecofeminismo.
- Sexta21h30
- Sábado21h30
- Domingo18h30
CONTUS D FADAS PARA KABEZAS DIALETYKAS
Depois de oito apresentações pontuais e esgotadas no início do ano passado, em março de 2025, o espetáculo Contus d Fadas para Kabezas Dialetykas retorna ao Teatro Oficina para curta temporada de cinco semanas, às segundas e terças-feiras. O espetáculo tem em suas veias a paixão de Kafka pelo teatro popular e é uma encenação inédita a partir de contos curtos do autor. A montagem atravessa sete de suas narrativas, criando uma engrenagem disparadora de imagens, gestos e palavras que vão do embate com a “lei” ao desejo de fusão com a terra. “Um contra-feitiço, em compasso báquico, à civilização ocidental, diz a diretora Fabiana Serroni.
- Segunda20h
- Terça20h
- Sábado20h
- Domingo18h
ESCUTE AS FERA
Nastassja Martin teve seu rosto desfigurado por um urso pardo em um encontro inesperado na região de Kamchatka, na Sibéria, em 2015. A autora então parte do relato desse acontecimento para pensar questões sociais, políticas e existenciais.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
INÊS DE CASTRO, ATÉ O FIM DO MUNDO!
O espetáculo constrói uma dramaturgia que coloca o amor como eixo central da ação. A história atravessa guerras, tempo e territórios, cruzando o Oceano Atlântico para refletir sobre perdas, escolhas e vínculos que permanecem universais. A proposta é tratar o amor como força transformadora, capaz de atravessar contextos históricos e emocionais.
- Terça18h30
OS SETE MACHADOS
Na trama, Carlos era um homem tradicional e trabalhador. Casado, pai de dois filhos, sempre foi querido pela mãe e pelos irmãos. Uma tentativa de assalto frustrada tirou sua vida e arrancou o chão da família Machado. O principal suspeito, Vagalume, foi inocentado em um julgamento polêmico por falta de provas.
- Sábado21h
- Domingo19h
SIZWE BANZI ESTÁ MORTO
Quando a identidade de um cadáver torna-se a única solução para a subsistência de outro homem é sinal de que algumas sociedades precisam se reinventar. Com sensibilidade, afeto e bom humor, a peça expõe os efeitos da opressão e a luta por dignidade de um homem negro dentro de um sistema que ignora o direito de simplesmente existir.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo19h
O AMOR É FODIDO
A história retrata João, que, já velho e inválido, recorda sua intensa e tumultuada relação com Teresa, um amor quase extremista e doentio, marcado pela impossibilidade de alcançar a perfeição e por um suicídio simulado de Teresa que João só descobre anos depois.
- Quarta21h
- Quinta21h
- Sexta21h
- Sábado21h
- Domingo18h
TRÊS IRMÃS
Três Irmãs de Anton Tchekhov conta a história de três irmãs — Olga, Macha e Irina — que vivem em uma pacata cidade do interior da Rússia, mas que sonham com uma vida melhor em Moscou. Presas a uma rotina vazia, elas enfrentam o tédio, a saudade do passado e a esperança de um futuro que nunca chega. Ao redor delas, o tempo passa, as promessas se desfazem e a vida segue sem grandes mudanças. A peça revela um retrato profundo da fragilidade humana e do desespero existencial diante da inércia e da passagem do tempo. O texto questiona a capacidade do ser humano de agir e transformar a própria realidade, com os personagens constantemente desejando mudar, mas permanecendo paralisados em suas circunstâncias.
- Sábado20h
- Domingo17h
AUTOBIOGRAFIA DO VERMELHO
Gerião é o personagem principal da Gerioneida, um poema lírico narrativo escrito por volta de 650 A.C pelo poeta grego Estesícoro, cujos poucos fragmentos foram encontrados somente em 1967, no Egito. A peça conta a sua história misturando fragmentos da peça original grega com criações de Anne Carson e intervenções de Bianca e de Daniela. Gerião, um menino que também é um monstro vermelho alado, revela o terreno vulcânico de sua alma frágil e atormentada em uma autobiografia que ele começa a escrever aos cinco anos de idade.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
NOVIÕ OU QUERO CÊ BALÃO
A obra “Nuviõ ou Quero Cê Balão” reflete sobre a experiência da perda de um filho e a busca dos pais por suas memórias mais profundas, evocando imagens poéticas ligadas à natureza e à infância. A obra discorre sobre perdas, idas, ausências, entretanto sem clara evidencia nos caracteres da cena, pois nossa busca é encontrar elos essenciais indivíduo, em seus sentidos, emoções, sentimentos, como uma compreensão as primordialidades da vida, em seu constante reconstituir.
- Domingo11h
SONHO DE UMA NOITE DE VERÃO
A história acompanha o entrelaçamento de tramas amorosas e disputas no limite entre sonho e realidade. Quatro jovens de Atenas se perdem na floresta enquanto tentam decidir seus destinos amorosos, ao mesmo tempo em que o reino das fadas vive suas próprias tensões, guiadas pela disputa entre Oberon e Titânia, e pela travessura de Puck, que embaralha desejos e identidades.
- Sexta19h30
- Sábado19h30
- Domingo18h
ASAS DE PANO
Uma contadora aposentada, exímia na arte de “ajustar” números, mas incapaz de organizar a própria vida, entra em desespero ao ver a filha prestes a sair de casa em busca de independência. Enquanto tenta, a qualquer custo, impedir essa partida, ela passa a receber ligações misteriosas de sua mãe já falecida, vindas diretamente de um “além” peculiar.
- Sábado20h
- Domingo20h
UM GRITO NO ESCURO
UM GRITO NO ESCURO é um espetáculo multimídia que investiga os mecanismos de opressão e censura durante a ditadura militar brasileira (1964–1985). Ao combinar materiais de arquivo com recriação ficcional, a obra constrói uma paisagem fragmentada de memória, silêncio e resistência. Por meio de uma linguagem cênica híbrida, que integra teatro físico, projeções de vídeo, paisagens sonoras e luz, o trabalho transforma documentos e depoimentos reais em uma experiência sensorial, na qual a história não é apenas documentada, mas recriada poeticamente.
- Quarta19h
- Quinta19h
- Sexta19h
O RETORNO
A trama do espetáculo apresenta uma narrativa ao mesmo tempo inquietante e absurda: uma mãe e um pai lamentam a morte de seu único filho – até que, inesperadamente, a campainha toca e lá está ele, sujo, faminto e incapaz de explicar o que aconteceu. A rotina familiar é retomada, mas o menino desaparece novamente, repetidas vezes, com os pais reagindo de maneiras que se transformam a cada retorno. Esse ciclo revela gradualmente os contornos de uma família disfuncional, incapaz de reconhecer a realidade que a cerca.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
COMO TODOS OS ATOS HUMANOS
Como Todos os Atos Humanos investiga a naturalização da violência e a perpetuação histórica das estruturas patriarcais. Em uma inversão do mito de Electra, o espetáculo constrói uma narrativa sombria sobre uma filha inexistente que, simultaneamente fascinada e subjugada pela figura paterna, rompe o ciclo de dominação ao exterminá-lo, furando seus olhos com um estilete. Esse “parricídio ocular” de forte carga simbólica — instaura em cena o aniquilamento arquetípico do patriarcado e da vigilância que a ordem masculina impõe ao corpo e ao destino da mulher.
- Quinta20h30
- Sexta20h30
- Sábado20h30
