Inf Peças
O HOMEM DECOMPOSTO
Numa sucessão de histórias curtas, através do humor e do absurdo, homens e mulheres de uma estranha sociedade não conseguem se comunicar, e criam sistemas cada vez mais absurdos e complexos para se protegerem uns dos outros.
- Quinta20h30
- Sexta20h30
- Sábado20h30
F E R A
Durante um passeio de canoa, uma mulher vive uma experiência de quase morte ao ser atacada por um crocodilo. Numa fusão de lucidez e delírio, o instante entre vida e morte é dilatado poeticamente para refletir sobre a fragilidade humana e sua relação com a natureza.
- Terça20h
- Quarta20h
MIGUEL
“Miguel” nasce do teatro, mas se levanta como manifesto, denúncia e memória viva. Inspirada na música Dois de Junho, a obra transforma dor em reflexão coletiva sobre racismo, desigualdade e direito à vida. No palco, uma escada revela os degraus do privilégio em um Brasil que ainda decide quem pode sonhar. No encontro entre Miguel e Ícaro, dois voos revelam sonhos interrompidos pela injustiça. Um chamado à memória, à justiça e à urgência de proteger quem só queria aprender a voar.
- Sábado19h
- Domingo19h
VALE NIGTH
A trama acompanha Paula (Aline Carrocino), Virgínia (Vilma Melo) e Carla (Luana Martau), três mães de bebês que participam do mesmo grupo de WhatsApp e decidem se encontrar, pela primeira vez, em um bar para tomar um vinho. O que seria apenas uma noite de descanso — a famosa “vale night”, expressão usada quando mães conseguem um raro tempo livre — se transforma em um encontro revelador, capaz de mudar o rumo de suas vidas.
- Domingo17h
AVISA QUANDO CHEGAR
Daiana e Lara acompanham pela TV a missão da primeira astronauta a chegar à Lua. Enquanto a viagem sofre boicotes, Daiana começa a sentir uma conexão inexplicável com o que acontece em órbita.
- Sábado20h30
- Domingo18h
CORDÉLIA BRASIL
A peça se passa em uma quitinete decadente no Rio de Janeiro e coloca em foco a coragem diante de toda opressão e exaustão vivida pelas mulheres. Na trama, Cordélia (interpretada por Paula Goja) tenta resistir à miséria e ao marido inerte. Numa jornada entre explosões de afeto e ironia, ela trabalha como auxiliar de escritório e começa a se prostituir para sustentar seu companheiro Leônidas (Antonio Pina), que vive em constante procrastinação. A chegada do jovem Rico (Pedro Pedruzzi) acaba estremecendo a relação entre os dois.
- Quinta20h
SOCIEDADE DO CANSAÇO
Com direção e coreografia de Alessandro Brandão e Sueli Guerra, “Sociedade do Cansaço” foi idealizado por Daniel Chagas a partir do livro homônimo de Byung-Chul Han e propõe uma investigação cênica sobre o que o autor denomina “sociedade do desempenho” — marcada por aceleração constante, ansiedade, fragmentação e estados depressivos. Ao mesmo tempo em que expõe esses sintomas do nosso tempo, a obra busca resgatar conceitos, ritmos e culturas que se colocam em oposição a esse modelo hegemônico de vida. Por meio dessa contraposição, o elenco, formado por Alessandro Brandão, Ana Paula Cruz, Andreia Pimentel, Joca Gonzaga, Daniel Chagas e Sueli Guerra, não oferece respostas ou conclusões fechadas no palco, mas abre espaços de reflexão e propõe novas formas de lidarmos com a contemporaneidade, convidando o público a uma experiência sensorial, crítica e afetiva. Por que é tão difícil desacelerar ou permanecer imóvel?
- Sexta19h
- Sábado19h
- Domingo18h
UMA VIDA EM CORES
Em cena, acompanhamos o encontro entre uma mulher experiente, irreverente e cheia de histórias para contar — livremente inspirada em Iris — e uma jovem jornalista, estagiária da Vogue americana, que recebe a missão de entrevistá-la. A matéria é um teste decisivo: dela depende a chance de conquistar um estágio remunerado e, quem sabe, dar os primeiros passos rumo ao sonho de se tornar editora da revista.
- Sexta20h
- Sábado19h
- Domingo18h
FILIPA
Quem foi Filipa de Sousa — e por que sua história precisa ser contada agora? FILIPA, espetáculo-solo da atriz Waleska Arêas, resgata a trajetória real de Filipa de Sousa (1556-1600), condenada pela Inquisição Portuguesa em 1592 por amar outras mulheres. Viúva, alfabetizada, apaixonada e ousada, Filipa foi humilhada, açoitada e degredada por “pecado nefando” — nome que o Santo Ofício dava ao lesbianismo.
- Sexta19h
- Sábado19h
- Domingo18h
EU SOU MINHA PRÓPRIA MULHER
A peça começa com o próprio autor Doug Wright sendo convidado a entrevistar e escrever a história verídica de Charlotte von Mahlsdorf. Inicialmente relutante, logo se rende ao fascínio pela sua retratada. Nascida em 1928 sob o nome de Lothar Berfelde, desde jovem se afirmava como mulher e assim viveu, assumindo sua identidade feminina em meio à violenta sociedade nazista. Os encontros entre Doug e Charlotte são intercalados por memórias e novos acontecimentos, que vão surpreendendo e transformando o olhar e os relatos de Doug.
- Sábado20h30
- Domingo19h30
GETSÊMANI
A peça conta a história de um grupo de extremistas culturais que resolve sequestrar um importante editor de livros de auto-ajuda. A finalidade do sequestro é obrigar o editor a publicar livros que eles julgam serem importantes e fundamentais. O editor evidentemente resiste a ideia e os sequestradores então se vêem obrigados a tomar medidas drásticas.
- Sexta21h
- Sábado21h
- Domingo20h
MEDEA DEPOIS SOL
Inspirado em Medea, da mítica grega, o espetáculo Medea Depois do Sol estreia e cumpre temporada no Sesc Ipiranga, entre 06 a 29 de março de 2026, propondo uma leitura da personagem, a partir de temas como: Violência de gênero, colonização latinoamericana e ecofeminismo.
- Sexta21h30
- Sábado18h30
- Domingo18h30
HÉTERO SIGILO
Vivendo anos sob a máscara de um personagem hétero que ele mesmo criou, Dugin constrói um relato íntimo e potente sobre os pactos que fazemos para caber na sociedade. A peça expõe como a heteronormatividade ensina a mentir, performar e se aprisionar e aponta caminhos possíveis de coragem e pertencimento. “O espetáculo não é sobre assumir uma orientação sexual. É sobre o que a gente precisa esconder para continuar existindo sem ser punido por isso. A violência não começa no soco; começa no silêncio que a sociedade nos obriga a manter”, afirma Dugin.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo19h
VISTO
A peça acompanha momentos na vida de Docinho, jovem que, em meio a repressões familiares e sociais, encontra o apoio sutil de um professor de teatro. A trama é inspirada em depoimentos de artistas que transitam por espaços periféricos de cultura e educação.
- Sexta19h
- Sábado19h
- Domingo18h
CONTUS D FADAS PARA KABEZAS DIALETYKAS
Depois de oito apresentações pontuais e esgotadas no início do ano passado, em março de 2025, o espetáculo Contus d Fadas para Kabezas Dialetykas retorna ao Teatro Oficina para curta temporada de cinco semanas, às segundas e terças-feiras. O espetáculo tem em suas veias a paixão de Kafka pelo teatro popular e é uma encenação inédita a partir de contos curtos do autor. A montagem atravessa sete de suas narrativas, criando uma engrenagem disparadora de imagens, gestos e palavras que vão do embate com a “lei” ao desejo de fusão com a terra. “Um contra-feitiço, em compasso báquico, à civilização ocidental, diz a diretora Fabiana Serroni.
- Segunda20h
- Terça20h
- Sábado20h
- Domingo18h
