Inf Peças
A ROSA MAIS VERMELHA DESABROCHA
Adaptada da HQ sueca de Liv Strömquist, quatro mulheres com diferentes maneiras de amar retratam como os relacionamentos evoluíram ao longo da história. Em esquetes ficcionais, baseadas em romances reais, a peça investiga o por quê as pessoas se apaixonam tão raramente hoje em dia.
- Quarta20h
- Quinta20h
O HOMEM QUE ENGOLIU UM CHIP
Um poeta que sofre de esquizofrenia faz um relato comovente e ao mesmo tempo auto-irônico sobre sua internação, suas memórias e reflexões.
- Sexta19h
- Sábado19h
- Domingo18h
NORA E A PORTA
Cidade de São Paulo, 2025. O casal Nora e Marcelo, com seus três filhos, está de mudança para uma casa no condomínio onde passaram a infância e a adolescência. A ação da peça transcorre nesta nova casa da família, durante um final de semana. Assim como na peça original de Henrik Ibsen, Casa de Bonecas, com a qual o espetáculo dialoga, há fatos do passado recente e toda uma estrutura patriarcal que impelem Nora aos conflitos que resultarão na tomada de consciência da personagem.
- Sexta20h30
- Sábado20h30
- Domingo18h
MÃE PRETA
A peça acompanha uma mulher enlutada que busca forças para comemorar novamente a vida, lutando contra os fantasmas que a aprisionam nas funções de mãe e esposa, enquanto tenta restabelecer sua própria história.
- Quinta19h
- Sexta19h
- Sábado15h e 18h
- Domingo18h
A COBRADORA
O espetáculo traz ao palco histórias narradas de muitas mulheres, representando desde figuras arquetípicas do universo feminino (como Eva ou Lilith), a figuras representativas do cotidiano urbano, construídas através de histórias orais de cobradoras de ônibus. A trabalhadora das catracas, que cobra o seu espaço numa sociedade patriarcal. Essa personagem cobra de si e do mundo os múltiplos desejos-sonhos que lhe foram roubados. Em cena, a mulher cobradora – a trabalhadora, mas também a insubmissa, que cobra seu direito pela dignidade, igualdade e justiça. Quais os espaços que a mulher pode ocupar?
- Quinta20h30
CURTUME
Ester Laccava atriz e diretora da peça “Curtume - Dias secos inundados de acácia” dá vida a uma idosa que recebe um policial em sua casa para investigar a morte do dono de um curtume. A busca pelo esclarecimento das razões da morte do homem, encontrado sem pele, nos leva à narração da história de vida de uma mulher que aprende a caminhar sobre cacos de vidro.
- Sexta21h
- Sábado21h
- Domingo19h
O CASO DO HOMEM DE UMA HISTÓRIA SÓ
A história se desenrola em um tribunal, onde Diógenes defende seu próprio direito de viver múltiplas vidas, sem ser reduzido a uma única função ou expectativa. Com um tom que mistura comédia, crítica social e introspecção, a peça desafia o público a refletir sobre os papéis que desempenham em suas próprias vidas e questionar o que significa "dar certo" em uma sociedade que muitas vezes valoriza a conformidade.
- Terça20h
CULPA
Uma pessoa transgênero e seus pais fazem uma peça de teatro na qual rememoram momentos de vida juntos, antes da mastectomia masculinizadora. Através de imagens, refletem sobre as tensões do relacionamento.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h30
REALPOLITIK
Após o rompimento de uma barragem com mais de uma centena de vítimas e milhares de pessoas desalojadas, o jornalista Rafael (Augusto Zacchi) vai entrevistar Henrique (Pedro Osório), CEO de uma grande empresa de mineração MBS - Mineradora Brasileira do Sudeste. O confronto entre os dois, com visões opostas de mundo, toma um rumo inesperado e caminha para um desfecho trágico.
- Sábado17h
- Domingo18h
EU AMARELO: CAROLINA MARIA DE JESUS
O espetáculo retrata três momentos significativos da trajetória da escritora: sua vivência na favela que deu origem aos diários, sua ascensão como fenômeno editorial e o período de esquecimento. Quase cinquenta anos após sua morte, o Brasil volta a se debruçar sobre as palavras de Carolina, que um dia afirmou: “ninguém vai apagar as palavras que eu escrevi”.
- Quinta19h
- Sexta19h
- Sábado19h
- Domingo19h
DEVASTAÇÃO HÉCUBA
Inspirada na tragédia Hécuba, de Eurípides, a história de uma mulher que diante da perda irreparável de sua família e da destruição de sua cidade se revolta contra a ganância e a violência dos homens. Reimaginada no contexto da atual crise ambiental brasileira, a trama, com uma narrativa contemporânea, evidencia os impactos devastadores dos desastres ambientais.
- Sexta19h
- Sábado19h
- Domingo18h
PADRE PINTO: A NARRATIVA (RE)INVENTADA
Após se vestir de Oxum - orixá feminino do candomblé – celebrar uma missa e dançar dentro da igreja em 2006, Padre Pinto (1947 - 2019) atrai a ira dos conservadores e a atenção da mídia nacional, enquanto os fiéis se dividem entre a aprovação e o repúdio. Um grupo de católicos pleiteia sua expulsão da paróquia da Lapinha, em Salvador, Bahia, acusando-o de violar o decoro sacerdotal. Apoiado por fiéis e admiradores, Padre Pinto justifica sua atitude como um ato de tolerância religiosa e não aceita sair da paróquia que presidia há 32 anos. Pressionada, a Arquidiocese convoca um emissário do Vaticano para investigar o ocorrido e definir o destino do padre. Em cena, o protagonista é atravessado por um feixe de temas que destacam a intolerância religiosa, a sexualidade, o preconceito social e racial, a solidariedade e as tensões entre vida e morte, o sagrado e o profano. A estrutura dramatúrgica desenvolve-se em três atos: (1) Ascensão e Glória; (2) Queda e Explosão; (3) O silêncio de Deus.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo17h
FINLÂNDIA
Finlândia nos coloca em um quarto de hotel junto com as personagens Paula e Jiddu, um casal partido tentando estabelecer um diálogo. Numa narrativa pertinente para os tempos atuais, a peça emerge das complexidades e desafios emocionais enfrentados por um casal em crise. A mudança estrutural de papéis entre homens e mulheres dentro de uma relação nas últimas décadas, as responsabilidades de cada um na criação de uma filha e a relação com seus trabalhos colocam essa discussão de casal em compasso com temas contemporâneos urgentes.
- Sexta20h30
- Sábado20h30
- Domingo19h
AS LISISTRATAS
"AS LISISTRATAS" é uma releitura desenvolvida através do olhar de um jovem elenco da famosa e revolucionária peça teatral Grega. Afim de forçar o fim da Guerra do Peloponeso as mulheres de toda Grécia fazem uma greve de sexo. Contemporânea, criativa e provocadora a peça se propõe a pensar uma protagonista plural e livre, de acordo com os desafios atuais.
- Terça19h30
- Quarta19h30
DOROTEIA
Doroteia, uma mulher marcada pela beleza idealizada e pelo desejo de se adequar às expectativas sociais, mas que se depara com seus próprios anseios e limitações. Em um cenário de aparências e repressões, os diálogos ácidos e as situações inusitadas revelam os conflitos internos dos personagens, abordando temas como desejo reprimido, busca pela felicidade e confronto com as convenções impostas.
- Terça20h
- Quarta20h
- Quinta20h
